Por timidez, Cassandra foi forçada a ser infiel ao marido.
Conto n.º 226 de Marcela Araujo Alencar
Tema: Acidente, estupro, sexo grupal, homossexualidade
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Cassandra e Felipe são casados há 4 anos, ainda sem filhos. Decisão que tomaram, pois com ambos trabalhando em importantes cargos em suas respectivas empresas, não seria conveniente terem filhos por enquanto. Felipe é diretor de importante companhia do ramo de importação e exportação e Cassandra, funcionária graduada da empresa Irmãos Fagundes Ltda. do ramo de informática dos irmãos Emanuel e Daniel.
Felipe tem 31 anos e Cassandra 26, ele é muito carinhoso e tem enorme amor por Cassandra, uma mulher muito elegante e bonita, loira de olhos azuis e corpo que chama atenção dos homens por onde passa e na sua empresa, onde está desde antes de seu casamento já foi cantada por muitos colegas e isso mesmo após casada. Ela é reservada e até um pouco tímida, sempre que era assediada os afastava, mas sempre educadamente. Por esta razão passou a ser vista com simpatia e apesar de desejada, nenhum colega lhe faltou com o devido respeito.
O único senão parte de seus chefes, os irmãos Fagundes, que apesar de serem casados e com filhos, não param de dar em cima dela, chegando ao abuso de a convidarem para irem a motéis, isso a troco de um substancial abono e em aumento em seus salários.
Como sempre faz, ela se nega a eles, sempre com elegância e educadamente. Algumas vezes, frustrados até a ameaçam de demissão, mas não o fazem por um bom motivo. Cassandra tem um QI bastante alto, mas não é somente isso que a faz ser imprescindível ao grupo Irmãos Fagundes Ltda., é a sua incrível memória fotográfica e analítica. Ela é praticamente um arquivo vivo da empresa, se mal comparando a um chip de processamento de dados.
É certo que estou exagerando um pouco as incríveis capacidades da mente de Cassandra, mas se não é tanto assim, é perto disso. Ela poderia utilizar esta sua capacidade e ser mais proativa, mas sua excessiva timidez a impede.
Felipe gosta que seja assim, tímida e dengosa para com ele, principalmente na cama.
Todas as manhãs, Felipe e Cassandra saem em seus carros para seus respectivos escritórios. Hoje, Felipe tem quase pronto um volumoso contrato com uma empresa japonesa, só faltam as assinaturas dos japoneses. Por outro lado, Cassandra, ainda pela manhã, terá de participar de uma reunião de negócios.
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No salão de reuniões, de um lado a equipe de Irmãos Fagundes Ltda., que vai negociar um contrato de parceria com um grupo empresarial que representa os interesses de muitos modelos de nível nacional e internacional.
Na grande mesa, de um lado estão Emanuel Fagundes e seu irmão Daniel Fagundes e, no meio deles, Cassandra. A direita e a esquerda deles, dois técnicos da área de contratos. Do outro lado da mesa a equipe do grupo empresarial francês, três mulheres e dois homens.
Daniel apresentou Cassandra como sendo uma analista de segurança patrimonial, o que a surpreendeu.
A chefe da equipe francesa é uma elegante senhora, com olhar agudo como uma águia, que ficou olhando para Cassandra e murmurou em um português com forte sotaque:
— Analista de segurança patrimonial! Senhora Cassandra, você é uma jovem muito bonita.
Cassandra agradece em francês quase sem sotaque, o que impressionou a todos:
— Merci, Madame Brigitte. Je vous trouve également belle et élégante.
— Que lindo, falas francês de Paris melhor que eu, impressionante minha jovem! Então, para evitar quaisquer conflitos em questão linguística, solicito que sejas a nossa intérprete nas negociações.
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Durante as quase duas horas de debates, o contrato foi quase fechado, com as partes plenamente satisfeitas. Entretanto, durante o transcorrer das negociações, uma coisa bastante desconfortável para Cassandra estava acontecendo e que ela não sabia como evitar, sem causar tumulto entre os presentes.
A mão direita de Daniel, espalmou sua coxa bem acima do joelho e durante muitos minutos ficou somente fazendo leves pressões com os dedos. Cassandra o sentia como se estivesse queimando sua carne e fechou as pernas com força, mas com isso somente prendeu a mão abusada no meio delas.
Bastou um minuto de distração e ela sentiu os dedos tocarem em sua depilada boce
ta por dentro do cós da fina calcinha. Não demorou e a ponta do dedo polegar começou a fazer leves movimentos, forçando o tecido da calcinha para o interior de sua fenda.
Com o Incrível o abuso de Daniel, Cassandra pensou em se virar e o esbofetear ou então se levantar e ir embora, mas ponderou, ela sendo considerada imprescindível nas negociações por Madame Brigitte, ficou indecisa quanto que atitude tomar.
Nos segundos que durou sua indecisão, foi o tempo necessário para que, mesmo tentando evitar, sua Larissa por conta própria, começasse a sentir prazer, com o tecido fino da calcinha ficando úmido e com isso permitindo que o dedo invasor escorregasse para o interior de sua fenda.
Uma característica marcante de Cassandra, além de seu QI bastante acima da média e de sua timidez, ser uma mulher fogosa, que se excita facilmente, assim sendo, com o dedo de Daniel dando leves petelecos em seu clitóris, quase que sem perceber, suas coxas foram se separando e Cassandra mordeu os lábios inferiores e gotinhas de suor escorrerem de sua testa, motivadas pelo prazer que o canalha estava a lhe proporcionar.
Madame Brigitte, que não tirava os olhos dela, observou seu rosto ficar vermelho e desviou o olhar para o braço de Daniel, baixado rente ao lado do seu corpo e ele bastante “colado” a sua linda e jovem analista de segurança patrimonial.
Brigitte, mulher veterana das noites parisienses, logo percebeu o que estava acontecendo… chefe abusando de sua funcionária. Madame Brigitte indignada, resolveu dar fim aquele absurdo assédio de Daniel para com sua colega de mesa e com a maior naturalidade do mundo falou:
— Senhores, o acordo estava quase fechado, pois o contrato seria benéfico para nossas empresas. Só faltava assinar o acordo, e eu poderia fazer isso amanhã, mas só farei isso depois que duas exigências minhas sejam atendidas.
— A primeira, é pensei em ter a oportunidade de debater alguns pontos do contrato com a senhorita Cassandra, hoje lá no meu hotel, depois que terminarmos esta reunião.
— Concorda senhorita Cassandra?
— Sim, concordo, senhora.
Na realidade Brigitte estava com segundas intenções, para cima de Cassandra, pois a francesa atirava para os dois lados, homem ou mulher, caso fossem do seu agrado.
— A segunda questão envolve o senhor Daniel. Desejo que o senhor deixe de bolinar a senhorita Cassandra, com a mão aí embaixo da mesa. Pois isso é uma afronta que não posso tolerar.
Foi um suspense total na sala, parecia que ninguém suspirava, a não ser Madame Brigitte, que mantinha seus olhos fixos em Daniel, esperando o próximo passo dele, que imediatamente colocou a mão espalmada sobre o tampo da mesa.
— A madame está equivocada, eu estava apenas coçando minha perna.
— Interessante isso, senhor Daniel, seus dedos parecem estarem úmidos, por que será?
Sem esperar resposta dele, Brigitte se ergue e com voz firme se pronuncia:
— Senhores, depois do que vi hoje, nosso acordo não será finalizado, não assinarei o contrato. Pois além do abusado o senho é um mentiroso.
Cassandra, vermelha como um pimentão, se ergue e se dirigindo aos irmãos Fagundes, fala com voz firme:
— Senhor Daniel, senhor Emanuel, eu os informo que estou pedindo demissão. A partir deste momento não sou mais funcionária dos senhores. Amanhã comparecerei ao RH para regularizar minha demissão.
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Madame Brigite e sua equipe recolhem suas pastas e sem se despedirem, se retiram do salão de reunião e se dirigem ao elevador, perante os olhares perplexo dos demais empregados. Cassandra sai em seguida, profundamente envergonhada por deixar Daniel a tocar daquela maneira e principalmente por sentir prazer. Ela segue de cabeça baixa, sem olhar para seus colegas, que logo sabem que algo de muito errado aconteceu no salão de reunião da empresa.
Cassandra, não entrou em sua sala, trêmula e muito nervosa foi direto para os elevadores, queria ir para casa. Embarcou no mesmo elevador da equipe visitante e enquanto descia para a garagem, não suportou a tensão que a envolvia e começou a chorar, procurando ficar de lado para não ser vista pela senhora Brigitte, mas ela a viu se aproximou e lhe seu cartão.
— Cassandra, quero que amanhã vá ao meu hotel, pois tenho uma proposta a lhe fazer.
Madame Brigite passou a mão espalmada com suavidade no rosto de Cassandra e lhe deu um beijo, quase nos carnudos lábios. Isto bastou para que ficasse toda arrepiada e entendesse que tipo de proposta a francesa lhe faria.
Apesar de tudo ficou curiosa em saber como seria estar com uma mulher, coisa que nunca tinha lhe passada pela sua mente, decidiu que iria ao hotel da francesa. e coisa estranha se sentiu excitada só em imaginar como seria.
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Ao sair da garagem, foi surpreendida por um temporal, que alagava tudo ao redor, e redobrou os cuidados ao volante de seu carro, dirigindo para casa, tão nervosa estava que quando ofuscada pelo farol alto de um caminhão, Cassandra perdeu a direção e se chocou contra um poste de iluminação. Os airbags se inflaram e graças que ela não se machucou, pois trafegava em velocidade moderada, mas o motor começou a fumegar e ela sentiu forte cheiro de gasolina. Seu instinto imediatamente a fez agir, abriu a porta e disparou para o canteiro ao lado, foi o que a salvou, pois, a explosão foi tão forte que a fez voar longe, mas os deuses protegem os não ímpios e Cassandra aterrissou, não em lugar sólido, mas nas águas do Rio Cidadão, rio canalizado que passa debaixo de ruas e avenidas naquela área da cidade, mas naquele segmento é ao ar livre. Com a chuvarada o rio estava quase que transbordando e as águas corriam rápidas, levando com elas Cassandra. Que aturdida, se debatia e com horror viu adiante a boca escura da cobertura do rio.
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Dois sem-teto, que buscaram abrigo da chuvarada em um anteparo do cimento sob a cobertura do rio viram ao longe uma mulher se debatendo carregada pela correnteza e quando seu corpo se chocou com violência contra a parede de concreto, eles conseguiram a segurar pelas roupas. Ela foi erguida pelos homens para o anteparo onde estavam e perceberam que a mulher estava morta ou sem sentidos.
Cassandra, alguns minutos depois, foi despertando sentindo seu corpo todo dolorido, principalmente nas costas, machucada quando se chocou com o paredão de concreto. Gemendo de dor, percebeu estar entre dois homens, sem roupas e seu seio sendo chupado por uma boca e o outro amassado por mãos calosas. O mais horrendo foi sentir um dedo dentro da sua vagina, se movimentando em um entra e sai muito rápido. Aterrorizada abriu a boca para gritar por socorro, quando um violento tapa tentou a calar, mas o terror a fez continuar a gritar por socorro, em total desespero. Não perdeu os sentidos, mas fraca e vendo tudo nublado percebeu quando um pênis começou a se esfregar em sua boceta, quase que em choque tentou fechar as coxas que estavam bastante afastadas por mãos as segurando, então sentiu dor quando o estupro se consumou com violenta penetração.
Entretanto, quando o mendigo começou a se mover na sua vagina, foi violentamente arrancado de cima dela, por mãos fortes enluvadas.
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Três homens, funcionários do Departamento de Água e Esgotos da prefeitura, que monitoravam a vazão do rio, escutaram os gritos de socorro de uma mulher. Se olham surpresos e prestaram atenção aos gritos.
— Lourenço, é aqui do rio… uma mulher caiu na água!
— Tu tá certo, Boni… vou descer para o anteparo para poder ver de…
O mulato Lourenço não terminou de falar, pois logo que desceu para o anteparo, viu a mulher que gritava por socorro. Ela estava debaixo de um homem magricelo, ambos pelados. Ele estava a estuprando. Lourenço agiu por instinto, levou as mãos em torno do peito do agressor e com enorme força o jogou longe, mas ainda no anteparo.
Ele levou a mulher, semi-inconsciente para o calçadão onde estavam os outros homens.
Depressa, vamos a levar para a camionete, antes de morra de frio.
deitada no piso da camionete, sobre uns sacos de amianto, Cassandra, consegue ver os vultos de alguns homens, mas não consegue entender o que falam, mas sente que a tocam, nos mamilos e na boceta. Quer se rebelar do abuso, mas não consegue, pois eles são em três, dois estão chupando seus mamilos, com muita força e um terceiro está com a boca em sua boceta e isto a deixa com enorme horror, que na impossibilidade de se livrar, em meia dúzia de minutos a faz ficar passiva e o mais incrível, excitada.
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Boni sem oposição dos outros, toca no corpo nu da belíssima loira e diz necessário para a examinar, ver se tem algum ferimento pelo corpo.
Mas o que faz é tirar as calças e com o pau rígido, se deitar por cima da mulher desconhecida e a penetrar fundo na depilada boceta, sob os olhares cheios de desejos de Lourenço e Juvenal, que esperam impacientes para também foderem a belíssima e baleada mulher.
Cassandra está bastante machucada, principalmente nas costas, por ter se colidido no anteparo de concreto e agora com aquele homem se movendo como um lobo faminto dentro dela. A dor é tanta, que logo suplanta seu incipiente prazer e agora seus gemidos são apenas de dor.
Duante horas os três homens se revezam fodendo Cassandra, pela frente e por trás, que por estar inconsciente nada sente.
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— Agora o que vamos fazer da mulher? Ela não dá sinal de que vai acordar!
— Deve estar mais machucada do que pensamos. Vamos deixar ela aí na beira do rio e saímos de fininho.
— Espere aí. Juvenal! A gente pode até fodido a loirinha, o que já é errado, mas não somos assassinos, se a deixar aí, ela vai morrer com certeza!
— Então o que vamos fazer, cara?
— Levar a mulher para rampa de acesso dos fundos do pronto-socorro, lá pelo menos ela poderá ser encontrada e socorrida.
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Três enfermeiras estão descansando do plantão noturno, conversando sobre o temporal que inundou muitas ruas.
— Letícia, olhe para aquele sujeito… deve estar com muito frio!
— Deve ser um morador de rua.
— Sim, é mesmo, mas coisa estranha, ele não se mexe, mesmo embaixo de chuva!
— será que está morto?
— pode ser, me empreste tua capa, vou olhar o sujeito de perto.
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Ana desce até o que pensa ser um desabrigado, enquanto Letícia e Marta a observam. Estranham o comportamento da colega que ao chegar a metros, corre rápido e se inclina sobre a pessoa, numa demonstração que passou a examiná-la.
— Minha nossa! Estou achando que Ana achou um morto!
— Não, a pessoal está viva! Veja, Está fazendo sinal… carrinho… está solicitando uma maca!
— Marta, vá buscar uma, enquanto desço para ajudar Ana.
Algumas horas depois, por exames ficou constatado, que os ferimentos da loira desconhecida eram muito mais graves do que um estupro. Ela apresentava múltiplas faturas na coluna, além de escoriações externas, como se fosse atingida por algo muito duro nas costas e braços. Ela está na UTI, em coma e os investigadores chamados não conseguiram descobrir a identidade da paciente.
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No outro lado da cidade os bombeiros conseguiam examinar do que sobrou da explosão de um carro, mas graças do que viram das placas foi possível identificar o proprietário do veículo.
Era a senhora Cassandra Castanheira, mas apesar de intensas buscas no Rio Cidadão, ela não foi encontrada.
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Por Volta das 21 horas, Felipe bastante preocupado com a falta de notícias da esposa, ligou para a empresa onde ela trabalha, mas como seria de se esperar, ninguém atendeu sua ligação. Felipe, apesar do adiantado da hora, ligou para Rafaela, colega e amiga de Cassandra.
— Rafaela, me desculpe por ligar tão tarde, mas é que estou muito preocupado com a falta de notícias de Cassandra e nem o celular ela atende.
— Você Sabe alguma, sobre o paradeiro dela?
— Não Felipe, mas ela saiu do escritório antes do fim do expediente, considero que estava muito irritada, depois da reunião com um grupo francês.
— Rafaela, sabes o que acontecendo na reunirão?
— Não, era fechada, mas sei o nome do grupo francês e onde estão hospedados, pois fui eu que agendei hotel para eles, o nome é Madame Brigitte modas & modelos. Estão hospedados no hotel Central Verdum.
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Boa noite, senhor. Foi a voz feminina da recepcionista do. Hotel que Henrique ouviu
— Boa Noite, senhorita, sou Felipe Alencar Almeida e necessito falar urgente com uma hóspede deste hotel, Madame Brigitte.
— Senhor, a madame já se recolheu. Porque não esperar o amanhã, para…
— senhorita, é um caso demasiado importante, que não pode esperar.
Brigitte estava na banheira, com espuma até o pescoço, quando o interfone começou vibrar. Ela estranhou, aqui no Brasil não deu seu endereço a ninguém. Mas lhe veio a lembrança que hoje pela manhã dera seu cartão para a belíssima jovem Cassandra lhe dizendo que poderia ligar a qualquer hora. Brigite saiu rápido da banheira, com seu belo corpo deixando espuma e água encharcar os tapetes, atendeu respirando quase sem folego.
— Pronto, quem quer falar comigo… pode passar a ligação, senhorita.
Brigitte se decepciona, esperava ouvir a voz suave e tímida da bela Cassandra, em vez disso, a voz grave e nervosa de um homem que falava rápido, atropelando as palavras.
— Boa noite, madame Brigitte. Meu nome e Felipe Alencar Almeida, sou marido de Cassandra costa Almeida. que a senhora conheceu hoje de manhã, numa reunião de negócio onde ela trabalha e...
— Espere aí, senhor Felipe, vá ao ponto. por que está me ligando tão tarde? O que aconteceu com a senhora Cassandra?
— Ela está sumida, desde que saiu do escritório hoje pela manhã e o celular dela está mudo, nenhuma de suas amigas e colegas sabe dela e a polícia só faz BO após 72 horas de adulto desaparecido
— Meu Deus! Senhor Felipe, me dê seu endereço, pois considero que tenho algo a lhe falar do acontecido hoje na reunião, que talvez, explique o sumiço da senhora Cassandra.
Deixando Felippe com a pulga atrás da orelha, madame Brigitte, ao lado de sua secretaria e de um segurança, corta a madrugada a bordo de um carro alugado por temporada, seguindo para o endereço que Felipe lhe forneceu, em lá chegando o porteiro, já avisado, os recebe e foi a frente, indicando qual elevador utilizarem.
Felipe recebeu a nervosa madame Brigitte, impressionado com sua beleza e presença física. Ela não perdeu tempo e disse o acontecido na reunião da empresa, sem deixar uma vírgula de fora. Emendou dizendo que ela e sua equipe se retiraram e Cassandra depois que pediu demissão, saiu da sala com eles e desceu no mesmo elevador, até a garagem.
Felipe ainda estava assimilando estas informações quando o estridente som do interfone da portaria se fez ouvir.
Portaria…!!! A esta hora, com o coração pulando a mil. ele foi atender. Era o porteiro da noite, que com voz titubeante falou:
— Senhor Felipe, é um policial, um detetive e ele quer falar com o senhor.
— Mande ele subir, homem de Deus!
Felipe com o coração querendo sair pela boca esperava a chegada do policial com a porta aberta, olhando para o curto corredor e Brigite sentada num sofá e sua secretaria em pé no meio da sala, ambas sabendo que visita de um policial no meio da noite, podia indicar más notícias.
O homem de meia-idade, roupas civis, mostrou um distintivo para Felipe, que o convidou para entrar. Ele olhou para Brigite e a bonita jovem no meio sala e indagou de Felipe:
— É sua esposa?
— Não, minha esposa está sumida desde o meio-dia e nem o seu Celular.
— Bem, temo ser o portador de péssima notícia. Houve um acidente com o carro de sua esposa, sabemos disso pela placa, pois a explosão e o fogo carbonizou tudo, mas não havia ninguém no volante, então resta a esperança de que sua esposa tenha sido lançada no Rio Cidadão. Os bombeiros estão a sua procura.
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Amanheceu e apesar de extensa busca Cassandra não foi encontrada, mesmo assim só a noite as busca foram encerradas, agora é só esperar o corpo aparecer na foz do rio.
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Numa casa simples, mas onde mora a felicidade e o amor, a enfermeira Ana, com os pés sobre o sofá assistia com real interesse o noticiário sobre o temporal de ontem e os danos que causou na cidade, mas ficou atenta a notícia do trágico acidente com um automóvel que explodiu lançando a motorista nas águas do Rio Cidadão. O corpo da senhora Cassandra costa Almeida, casada, de 26 anos, ainda não foi encontrado, e uma foto de Cassandra foi mostrado na tela.
Ana deu um pulo no sofá e gritou a pleno pulmão:
“É ELA… É ELA… É ELA… TENHO CERTEZA… É ELA”
— Que diabo é tudo isso, filha? Ela, quem?
— A mulher que todo mundo pensa estar morta… eu a encontrei… ela está na UTI do pronto-socorro, onde trabalho.
Ana pega no secular e disca para o médico chefe do plantão da noite, que ela conhece há muito tempo e até já visitaram um motel.
— Ricardo, é Ana, preste atenção no que vou lhe falar. Na UTI tem uma paciente loira desconhecida que eu, Leticia e Marta encontramos no portão dos fundos.
— Sei disso, o estado dela é gravíssimo, múltiplas fratura na coluna. Fora da minha especialidade, pensei até em chamar um especialista.
— Mas, fale Ana boa de bunda, o que tem esta paciente fora do normal?
— O nome dela e Cassandra, Cassandra costa Almeida, tem 26 anos e todo mundo pensa estar morta, quando seu carro explodiu. Ela é uma dama da nossa cidade, exagerou Ana.
Ana, escutei esta notícia no rádio de meu automóvel, quando vinha para o meu plantão. como podes ter certeza de que é a mesma pessoa, se o ocorrido foi tão longe daqui?
— Ana, tens certeza de que se trata da mesma pessoa?
— Absoluta, eu a examinei bem de pertinho, podes chamar as autoridades que pensam que ela estar morta e principalmente o marido dela.
Quando desceu do ônibus perto do Pronto-socorro onde trabalha, Ana estranhou a movimentação em frente do portão principal, eram carros policiais, dos bombeiros, mas a maior a parte de órgãos de reportagens, todos havidos por um furo, então soube, o doutor Ricardo ligara para a polícia, e como sempre, há um “espião” fardado a serviço da mídia. Então Ana desviou e, entrou pelo portão dos fundos.
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Cassandra permaneceu na UTI por dois meses, pois os danos sofrido internamente foram bastante severos, com fraturas de alguns ossos que formam a caixa torácica, alguns com esmagamento e fraturas da coluna dorsal e lombar. Só pôde receber alta hospitalar após cinco meses, tendo de utilizar cadeira de rodas.
Um ano depois, Cassandra, mesmo em sua cadeira de rodas, embarca para Paris, a convite de Madame Brigitte, para exercer o cargo de tradutora oficial de Madame Brigitte modas & modelos, por falar seis idiomas fluente e ter impressionante memória e QI acima da média, ganhando excelente renumeração em euros. Com direito a visitas trimestral ao Brasil, com tudo pago pela empresa e férias de trinta dias.
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Cassandra conversou com Felipe, seu marido, antes de aceitar a oferta de emprego em Paris, e ambos concordaram, pois o salário em euros corresponde a dez do que recebia aqui, fora as outras vantagens. Cassandra tinha ciência que sendo cadeirante, teria dificuldade de conseguir colocação aqui no Brasil, outra vantagem é que ficará residindo na mansão da Madame Brigitte, evitando despesas de locação e alimentação.
seis meses mais tarde.
Cassandra está deitada na enorme cama de Brigitte, ambas nuas, engatadas em um ruidoso 69, Cassandra por cima. Após saciadas, ela rola de lado, respirando rápido, com o rosto melado com os fluidos vaginais de Brigitte.
— Puta merda! Como é gostoso fazer sexo com você Brigitte! Muito melhor do que com Felipe.
— Cassandra, minha queridinha, posso te foder?
— Pode sim. O que vai utilizar?
— É surpresa, espere que vou buscar lá na gaveta.
Brigitte vai até uma cômoda e da terceira gaveta retira uma caixa que contém um pênis dupla cabeça de silicone, flexível com trinta e oito cm. Dezenove cm de cada lado. De costas para a cama para que Cassandra não veja o que está fazendo, Brigitte utiliza uma latinha para lambuzar o grosso pênis com um óleo especial. Ela separa as coxas e lentamente coloca em sua vagina os dezenove cm do membro artificial. Retorna para a cama, escondendo o volume com uma camiseta a frente.
— O que você está escondendo aí, Bri?
— E um presente, amor, se deite, separe as coxas e feche os olhos.
Cassandra se posiciona como Brigitte solicitou, tem certeza de que é um pênis que sua amante esconde dela. Bri sobe na cama e se posiciona por cima de Cassandra e com as mãos direciona a cabeça do grosso pênis para sua vagina e lentamente a vai penetrando. Cassandra sente o membro, só não esperava que fosse tão grosso e se assusta com o comprimento. Mas quando Brigitte a penetra por inteiro, Cassandra esquece de tudo e a envolve com braços e pernas e se beijam apaixonadamente enquanto se movem. Em duas dúzias de minutos elas sentiram múltiplos orgasmos.
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— Cassandra, segunda-feira, você deve marcar seu voo para o Brasil, referente a este trimestre.
— Bri, eu telefonei para Felipe, avisando que não poderei ir nesse trimestre, pois tenho muito serviço.
— O que é isso, baby? Estamos sem nenhum serviço. Podes ir e ficar duas semanas com o teu marido.
— Bri, não posso ficar esse tempo todo longe de você… eu… eu a amo. Estou apaixonada por você, Brigitte, e creio que sabes disso.
— Você está certa, loirinha, eu também a amo.
— Que bom, querida. Decidi… vou pedir divórcio ao Felipe. Quero ser sua mulher, Brigitte.
FIM
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Obrigada…