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Lana o dia que comi essa casada

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Um conto erótico de Comedor
Categoria: Heterossexual
Contém 544 palavras
Data: 30/06/2026 06:54:07

Lana o dia comi essa casada.

​A Lana sabia exatamente como me deixar louco. Eu ainda estava no trabalho quando a mensagem dela acendeu a tela do celular, perguntando se eu estava a fim de vê-la. Ela estava com saudade. O plano já veio desenhado com a audácia de sempre: ela ia colocar as crianças para dormir, me ligar mais tarde e, o principal, ia "cegar" a casa. Desligaria todas as câmeras de monitoramento do marido possessivo para que eu pudesse entrar direto no quarto do casal e comê-la gostoso enquanto o frouxo trabalhava.

​Fui para casa, tomei aquele banho e fiquei na espera. Mais tarde, o telefone tocou duas vezes. Quando retornei, quis entender a logística daquela noite.

​— Vou desligar todas as câmeras e deixar o portão aberto — a Lana me disse, a voz sussurrada e firme. — É só você chegar e entrar. Depois que você estiver lá dentro, eu ligo o sistema de volta para ele não desconfiar.

— Você tem certeza? Vai estar tudo certinho mesmo? — perguntei, sentindo a adrenalina subir.

— Você vem logo ou não? Se ficar me enrolando, eu vou desistir e vou dormir — ela disparou, me desafiando.

— Você vai desistir mesmo?

— Vontade eu não tenho... até porque eu tô com a b***** piscando aqui, morrendo de saudade de dar para você.

​Aquele comentário foi o gatilho. O tesão bateu forte.

​— Então já fica sem calcinha — ordenei. — Não quero que você escolha lingerie nenhuma, quero você sem nada. Já me espera na cama de pernas abertas, porque eu vou chegar no quarto direto chupando.

​Minutos depois, ela deu o sinal verde. Peguei o carro, estacionei estrategicamente longe para não levantar suspeitas e caminhei na escuridão. O portão já estava encostado, exatamente como ela prometeu, e as lentes que o marido usava para vigiá-la estavam mortas. Entrei, tranquei o portão atrás de mim e deslizei pelo corredor silencioso até o quarto — o único refúgio daquela casa sem câmeras.

​Quando abri a porta, a Lana, com seus 27 anos de pura tentação, estava deitada na cama do marido.

​— É assim que você quer? — ela perguntou, com um sorriso de canto.

— É exatamente assim.

— Então me chupa... — ela pediu, dengosa.

— Não, vem cá agora.

​Puxei a Lana para o meu corpo com força. Nosso beijo foi violento, encaixando nossas bocas com uma sede absurda. Ela grudou no meu pescoço, e eu a levantei no ar, apertando aquela bunda gostosa, redondinha, sentindo o contraste com os peitinhos pequenos e perfeitos que ela tinha. Enquanto eu a possuía no colo, pensei no marido dela. Um corno possessivo, que monitorava cada passo dela na tentativa de controlá-la, sem nem imaginar que o verdadeiro macho dela estava ali, ditando as regras na cama dele.

​Deitei a Lana e mudei o foco para o meio das pernas dela. Comecei a chupar aquela b***** peludinha e encharcada, concentrando os lábios e a língua direto no grilinho dela. Ela tentava resistir — dizia que não gostava muito que chupasse porque depois ficava com vergonha de beijar —, mas o prazer era maior. Ela cravou as mãos no meu cabelo, puxando com força, o corpo todo arqueando na cama.

​— Não... chega... vem cá que eu quero te sentir por dentro agora! — ela implorou, completamente rendida.

​Não perdi tempo com camisinha... continua vocês querem?

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Foto de perfil genérica Safado histórias reais Contos: 35Seguidores: 18Seguindo: 0Mensagem Você não apenas come essas mulheres; você as transforma, tira delas a versão mais safada que elas escondem da sociedade.

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