Aproveitando a viagem de seu pai, pela segunda vez meu filho Leo me dopou e me amarrou para me usar como era meu desejo.
Após me dar três orgasmos sem me penetrar, ele enfim enfiou novamente aquele monstro dentro de mim totalmente imobilizada e me fez gozar avassaladoramente. Ao terminar disse que ainda usaria minha boca, meu cuzinho e minha bucetinha novamente.
Eu estava amarrada como uma franguinha assada sobre a mesa de refeições e com suas mãos grandes pegou meus pés no alto e com toda a facilidade foi me girando sobre a mesa, pois o edredom escorregava fácil no tampo de madeira liso. De lado para a ponta da mesa onde ele estava, me puxou para a borda me deixando quase caindo.
Na vez anterior tive que levar sua mão em minha nuca para controlar meus movimentos, mas sabia que não seria preciso dessa vez. Logo aquela mãozona máscula agarrava meus cabelos longos e alaranjados pela nunca. Antes de qualquer movimento com a mão, se inclinou, me deu selinho e olhou para meus olhos a 10 centímetros de distância.
– Te amo mais do que tudo em minha vida mãe. Claro que estou adorando tudo isso, mas comecei por amor a você querendo realizar seus desejos.
Leo parecia querer se desculpar pelos exageros daquela tarde, mas não precisava dar nenhuma desculpa porque estava sendo perfeito realizando meu fetiche antigo. Se fosse frouxo demais, não teria aquele impacto todo e não sentiria os maiores prazeres de minha vida.
Empunhando seu pau com a outra mão ele o forçou para baixo até estar na altura de minha boca e então me puxou com facilidade até meus lábios o tocarem.
– Abra. Agora vou usar essa boca carnuda e gostosa.
A abri, mas ao invés de enfiar ele foi esfregando o comprimento em meus lábios e minha reação, foi colocar a língua e sentir nossos sabores misturados. Leo levava o pau para frente e para trás para que eu lambesse todo o comprimento.
– Deus mãe. Você vai me fazer gozar e nem coloquei para dentro ainda.
Empolgada, além de lamber tentava o morder com os lábios. Eu não me reconhecia porque nunca fui tão aficionada pelo oral, muito menos naquela voracidade que sentia, mas fora as dimensões extraordinárias aquele não era qualquer pau, mas aquele que gerei em meu ventre.
Olhávamos um para o outro e Leo parecia cada vez mais próximo ao gozo, então ele se moveu um pouco e na próxima vez seu pau imenso entrou em minha boca chegando até onde ele sabia que eu aguentava sem me machucar. Levando minha nuca para frente e para trás ele fodia minha boca a usando como devia.
– Ohhhhhh, que delicia mãe. Logo vou gozar e vai ter muito mais esperma do que naquele dia e quero que você engula tudo, então vou soltar sua nuca para você controlar e não se engasgar.
Quando soltou, enquanto esperava seu gozo, fui tentando colocar mais daquele colosso para dentro, mas não ia pois já esticava demais meus lábios. Não precisou.
– Mãeeeeeeeeee. Vou gozaaaaaaarrrrr.
Leo tinha razão e seus jatos eram fortes e volumosos e como tinha guardado por 10 dias para mim, também não queria desperdiçar. Fui engolindo com vontade e prazer e quando percebi que não estava dando conta, deixei só metade de sua glande dentro abrindo espaço.
Olhando para mim, seus olhos giravam e suas feições de prazer mostravam o quanto ele estava adorando usar a boquinha da mamãe. Não parei o leve vai e vem até que terminou e engoli as últimas gotas podendo enfim sentir aquele sabor que me arrebatava. Ao tira-lo da boca o lambi o deixando limpinho e como sempre Leo tinha uma surpresinha guardada.
– Na próxima vez, vou gozar metade em sua boca e metade em seu rosto deixando o esperma escorrer sobre suas sardas. Já que te uso para meu prazer, sei que te ver assim vai me dar um prazer enorme.
Nem respondi, pois tive uma excitação tão forte que não conseguiria falar. Seu pau dessa vez, cedeu um pouco ficando semiduro, mas Leo me pegando de novo pelas pernas me colocou de frente para ele na ponta da mesa.
Eu já me sentia desconfortável naquela posição de franguinha assada, mas sabendo que meu cuzinho seria o próximo, nem reclamei.
– Vou lá buscar o gel e já volto. Só espero que minha vó não chegue e te pegue assim, me provocou.
Da mesma forma que me assustou, me excitou. Minha mãe as vezes vinha a minha casa a tarde, mas sempre avisava antes e não tinha a chave, mas nem sempre as portas estavam trancadas. Fazia mais de hora que eu não via o celular, o que me preocupou.
– Leooooooooooooo.
Ele sorriu.
– Não se preocupe mãe. Tranquei todas as portas e se ouvir a campainha te levo assim com o edredom para seu quarto, me visto rápido e vou atende-la. Aí a mando esperar um pouco e vou te soltar e quando voltar digo que você está tomando banho.
– Você é muito esperto e safado, falei sorrindo, mas excitada com a possibilidade.
Ele foi e logo voltou com o gel.
– Você está muito oferecida nessa posição. Posso escolher qualquer um dos dois buraquinhos.
– Eu que estou oferecida? Você me amarrou assim parecendo que estou sendo torturada. Se você cair morto aí, morro de fome, pois não consigo nem me mover daqui de cima.
– Ninguém vai morrer e tem um conto seu em que você é usada praticamente assim. Só melhorei prendendo suas mãos nas canelas e sendo aqui na mesa e não na cama. Se me disser que não está gostando eu paro, mas só me explica antes o porquê teve tantos gozos, me provocou com malicia.
Ele sabia que eu estava amando e por esse motivo fez a provocação, mas para não estragar o momento fetiche não poderia ficar o tempo todo falando que estava gostando, então me calei.
Leo sorriu e veio se sentar na cadeira da lateral na direção de minha cabeça. Ele esticou o braço e começou a me acariciar.
– Vou te usar mais duas vezes, mas estou dando um tempo para me recuperar bem. Não quero fazer nada malfeito pois você é a top das tops e só merece o melhor.
Valorizei seu esforço de me colocar naquela situação.
– Não tenho mesmo como reagir. Faça o que tiver que fazer.
Ele me surpreendeu com a pergunta seguinte.
– Você vai continuar a escrever suas histórias? Já pensou em escrever uma em que o filho te usa?
– Eu as escrevia por estar frustrada por não ter meu desejo realizado. Não vejo mais motivo para escreve-las, então também não vou escrever uma com um filho. Isso nunca me passou pela cabeça.
– E veja sua situação, virando o instrumento vivo de prazer sexual de um homem e ele ser seu filho.
– Você me disse que não é meu filho, mas apenas um homem.
– Eu sou, mas é impossível esquecer e negar que fica melhor sendo minha mãe jovem, linda e gostosa que eu amo. Você não sente o mesmo?
– Sinto sim. E por mais que eu gostasse se outro homem realizasse esse fetiche, nunca ficaria tão tranquila e segura como fico com alguém que confio mais do que qualquer um, o que deixa o prazer e a sensação de ser usada bem mais forte.
– Adoro estar te usando para meu prazer mãe. Adoro. Adoro. Adoro.
– Então me use filho. Se alivie com a mamãe e me dê o resto desse seu esperma que você guardou por 10 dias. Não acredito que fez isso por mim e me deixa tão excitada.
Leo se levantou e já vi que seu pau estava duríssimo novamente passando bem além de seu umbigo. Ao voltar para a ponta da mesa pegou a bisnaga e a espirrou diretamente em meu cuzinho todo exposto naquela posição.
– Aiiiiiii, que gelo.
Desta vez ele nem o preparou com o dedo, afinal aquele monstro já tinha o arrombado. Após melecar todo seu pau de mais gel, chegou para a frente e encostou em minha estrelinha rosa.
– Amei seu cuzinho naquele dia mãe. Ainda bem que você aguentou, falou começando a por pressão fazendo minhas preguinhas começarem a ceder.
Nem respondi, pois, minha concentração ia totalmente para o fato de relaxar para sentir menos dores. Sem pressa assistindo de camarote a penetração, Leo ia se afundando em minhas entranhas novamente e tudo o que eu queria era que ele enfiasse tudo e jorrasse mais de seu esperma em meu corpo sendo usado para sua satisfação sexual primitiva de macho.
– Aaaaaaauuhhhhhh, é tão grosso e tão quenteeeee.
Suas mãos livres foram para meus seios novamente forçando os dedos contra minhas carnes rijas.
– Quando eu te por amarrada em meu colo, vou comer sua buceta e seu rabinho e aproveitar por mais de hora esses seios maravilhosos e gostosos. Vou sugar e morder esses bicos pequenos enquanto minhas mãos vão levar seus quadris para frente e para trás com um de deus buraquinhos cheios por meu pau.
– Ahhhhhhhhhh, eu não vou deixar você fazer isso de novo comigo, falei o provocando.
– Ohhhhhhhhuuuu. Duvido. Sei que não deveria trair seu marido e muito menos transar com seu filho, mas se você não for mais usada por mim, vai ficar lembrando o tempo todo da falta que te faz e vai ficar insatisfeita novamente. Muito mais insatisfeita do que antes, porque agora vai saber o que está perdendo.
Em sua juventude Leo era sábio, pois me falando essas coisas me fazia pensar nelas e relaxar diminuindo minhas dores enormes com aquela penetração insana. Fora que o que ele disse, era completamente verdade.
– Incesto é errado, dei corda a ele, porque de verdade me ajudava a distrair. Ahhhhh deus, é tão gostosoooooo.
– Quem diz isso é porque não tem uma mãe gostosa e maravilhosa como a minha.
Sorri com seu argumento me sentindo lisonjeada.
– Estou cometendo pecado e traindo o marido que eu amo. Fora que minha buceta está tão larga para o pau dele que nem o sinto mais direito. Não é certo. Não podemos mais fazer isso. Ohhhhuuuuuuuuuuuuu, gemi adorando aquela penetração que já devia passar da metade.
Leo me olhou surpreso pelo que contei sabendo que o pau de seu pai não me satisfez e nunca mais me satisfaria se ele continuasse a arrombar minha buceta com aquele pau gigantesco, no entanto nada comentou.
Por mais uns 3 minutos cuidadosamente me penetrou as vezes me olhando com muito tesão e as vezes olhando para meu buraquinho sendo esticado por sua grossura. Quando chegou ao fundo, apoiou as mãos na mesa a meu lado e começou o vai e vem indo aumentando a intensidade devagar. Seu rosto estava bem mais próximo do meu.
– Aaaaaaiiiiihhhh que cuzinho delicioso mãeeeeee.
– Ohhhhhmmmmmmmmm. Você está usando o cuzinho da mamãe.
Seus movimentos se tornaram viris, me apertando contra o tampo da mesa, mas não violentos. O vai e vem ficava cada vez mais gostoso conforme iam diminuindo as dores. Todos anais que fiz no passando era fagulhas perto daquele fogo incendiário que eu tinha em meu cuzinho.
Poucas vezes gozei somente com o anal, tendo que me tocar no clitóris e naqueles golpes ele era muito pouco tocado com os encontros de nossos corpos, mas a excitação por tudo que acontecia certamente me levaria a outro orgasmo enorme. Consegui aguentar uns 5 minutos, mas não tinha mais como segurar.
– Eu vou gozaaaaaar, gritei olhando para meu filho lindo e másculo.
No momento que gozei, senti o calor de seu esperma se espalhando em minhas entranhas, aliviando suas necessidades, realizando meu fetiche e me fazendo ter um pico ainda mais forte de meu prazer.
– Assimmmmmm. Me dê seu espermaaaaaaa.
Gozamos juntos gemendo e com nossos corpos tremendo, porem dessa vez tudo terminou muito rápido após tantos orgasmos e gastos de energia.
Foi tão intenso, que Leo novamente abriu mão de uma última vez, como me prometeu. Acariciando delicadamente meus seios ao invés de espreme-los como antes, deu a notícia.
– Vamos parar. Já abusei demais de você hoje e também já ficou demais nessa posição. Seu desejo é ser usada e não abusada te deixando desconfortável e dolorida, falou já puxando aquele pau longo, mesmo mais calmo, de meu cuzinho.
Leo tinha razão. Parece que não há diferença entre uso e abuso, mas existe. Ser usada é fazer sexo com o propósito de dar prazer não precisando ter o prazer de volta como recompensa. Ser abusada é o mesmo, mas com abusos e desrespeitos não se preocupando com o bem estar de quem está sendo usado nem respeitar seus limites.
Logo ele começou a me liberar daquelas fitas adesivas e quando estava totalmente livre, tive dificuldade para me levantar e ficar em pé após tanto tempo naquela posição, mas Leo me ajudou me acompanhando até meu quarto.
– Tudo bem mãe? Descanse um pouco antes de tomar banho. Se precisar de algo, chame seu filho, falou deixando claro que daquele momento voltamos a nossa relação de mãe e filho.
– Estou bem, mas vou descansar um pouco como você falou.
– Vou lá na sala limpar e deixar tudo em ordem. Depois também vou tomar banho. Melhor eu pedir algo para jantar. O que você quer?
– Pode escolher. Você sabe o que eu gosto.
Incrível, incrível mesmo como Leo sabia exatamente o que fazer saindo daquele momento de fetiche na hora certa.
As dores existiam, mas eram menores do que na primeira vez e pude confirmar no banho ardendo bem menos. Era impossível não pensar no que tinha acontecido e como Leo tinha razão. Mesmo não querendo trair meu marido, não conseguiria mais viver sem aqueles momentos onde todos meus desejos eram realizados e tinha orgasmos incomparáveis.
Também me lembrei que ele prometeu me usar a cada 2 ou 3 dias enquanto seu pai viajasse e mesmo não sabendo se teria saúde e energia para aguentar, minha buceta pulsava de vontade desejando que acontecesse.
No jantar, apenas como filho, Leo me tratou melhor do que jamais fui tratada por meu marido, mesmo no começo de casamento. Ele me paparicou, cuidou de mim, não deixou que o ajudasse na limpeza da cozinha certamente por saber que eu estava dolorida e por fim, se aconchegou a meu lado e me abraçou enquanto assistíamos a serie que começamos juntos naquela nossa primeira vez.
Quando deu sono, me despedi dele dando um beijinho na bochecha e pela primeira vez pensei que gostaria de sua presença dormindo comigo, mas aí já seria uma traição sem justificativas que me deixaria com remorsos, o que não aconteceria com o que vivemos durante aqueles momentos de realização de meu fetiche.
Até a quarta-feira a tarde ele foi o filho mais maravilhoso do mundo. Leo sempre foi um ótimo filho, mas se sentindo mais livre para demonstrar carinho e atenção, me deu muitos abraços e beijos na bochecha e adorei cada um deles.
Depois que jantarmos pressentia que Leo faria algo, então fui adiantar o trabalho que fazia remotamente para a empresa que era minha e de meu marido, da qual ele era o presidente e agora a expandia para o estado de São Paulo. Formada em administração, eu cuidava mais da parte financeira e ele de colocar tudo para funcionar adequadamente.
Leo veio me servir um suco e tive a certeza que me doparia, porque prometeu me usar a cada dois dias. Olhei desconfiado para aquele suco sem perceber o que ele tinha na outra mão. Vendo minha desconfiança, se inclinou por trás de mim e beijou minha bochecha.
– Pode tomar sem receio mãe.
Não tinha receio, pois nas duas vezes que me dopou a única consequência foi dormir bem e acordar pronta para ser usada. Enquanto eu só fingia que não iria tomar, ele gentilmente levou suas mãos as minhas e as pegou e devagar foi as levando para minhas costas. Quando me dei conta do que ele poderia estar fazendo, já senti algo envolvendo meus pulsos e logo eles estavam presos. Olhei para ele já excitada.
– Não posso te dopar todas as vezes, então as vezes vou usar minha força contra a sua para te imobilizar e amarrar e será melhor você não resistir para que eu não te machuque nem quando precisar te soltar um pouco para tirar sua roupa.
Já tinha tomado banho e estava de pijama de seda comprido com uma calcinha confortável por baixo para dormir sem me sentir apertada por elásticos. Quando a vesti, até pensei em colocar uma mais sensual, mas seria premeditado perdendo um pouco do efeito do fetiche que era ser tudo acontecendo improvisadamente. Fora que o que menos Leo precisava era de mais estímulos.
– Não faça isso comigo novamente filho. É tão errado.
Fiz meu teatrinho repetitivo, mas ele era necessário para separar a fantasia da realidade, ainda que Leo tivesse transformado meu fetiche de adolescente em realidade nua e crua deliciosa.
– Algo inadiável em seu trabalho?
– Não.
– Então se levanta e vamos para o quarto porque preciso me aliviar muito e como prometi, hoje vou me aliviar só em sua bucetinha rosinha e deliciosa.
Fiquei tão excitada que não me mexi, mas Leo me ajudou a me levantar e fomos para seu quarto, me surpreendendo.
– Hoje vai ser em meu quarto porque quero ter lembranças suas lá, mas devagar usaremos toda a casa como em seus contos.
Só fiquei mais excitada sabendo que faria sexo como uma namoradinha adolescente na cama de seu quarto, pensando em quanto teria sido bom ter tido Leo me usando quando meu fetiche despertou e era novinha como ele, mas já que teria sido impossível era melhor aproveitar o momento.
Frente a frente ao lado de sua cama, Leo abriu os botões de minha blusa e a abriu expondo meus seios cônicos e firmes com os mamilos arrepiados. Ele empurrou pelos braços, mas teria que soltar a algema atrás de meu corpo para a tirar. Antes disso se agachou a minha frente e com calma se deliciou primeiro tirando minha calça larga azul como a blusa e depois a calcinha ficando de frente para meu ventre. O vi lambendo os lábios me arrepiando a pele.
– Adoro ela assim lisinha, bem fechadinha e só com esses dois risquinhos rosas de cada lado, mas gostaria muito de a ver com pelinhos alaranjados. Como são os seus, encaracolados ou lisinhos? Vi de todo tipo na internet.
Falar de minha buceta com meu filho era extremamente excitante e me sentia escorrendo.
– São lisos e finos, como se fossem penteados ao meio para cada lado.
– Eu sabia, eu sabia. Até nisso você é exatamente minha preferência.
Leo se levantou para soltar minha algema rapidamente para tirar minha blusa do pijama por trás e percebi que se conteve para não me pedir para deixar crescer os pelos, pois naqueles momentos eu não admitia misturar o fetiche com a realidade e se pedisse eu teria que os deixar crescer dia após dia em minha vida fora daqueles momentos.
Terminando de me desnudar algemou minhas mãos pela frente para não atrapalhar o que fez a seguir que foi me deitar de costas em sua cama estreita. Excitada por tudo, mas também por estar em sua cama o acompanhei tirar o pijama e a cueca mostrando toda a imponência daquele membro delicioso. Ao subir na cama abriu minhas pernas e se colocou entre elas, babando por meu corpo, então decidi dar o que ele queria o deixando feliz, mesmo que não fosse para aquele momento e inventei uma mentira.
– Eu já estava pensando mesmo em dar um tempo na depilação senão a pele pode ficar toda empipocada. Acho que vou deixar os pelinhos por um tempo. Vai demorar um pouco para crescer e nesse tempo vai ficar espetadinho.
Não disse e não diria que era para ele ter paciência, pois estaria admitindo que continuaríamos a realizar meu fetiche na realidade do dia a dia. Seu olhar até me emocionou pois era de uma felicidade sem igual, mas não comentou só aproveitando o presente que recebeu. Se foi por esse motivo, ou porque já tinha aquilo em mente, aquela noite foi memorável.
Leo não começou me penetrando, mas dizendo que precisava continuar com seu aprendizado primeiro me usou para aprender sobre como fazer uma preliminar sem igual.
Com calma ele lambeu, beijou, soprou e acariciou com os lábios toda a parte frontal de meu corpo, me fazendo gozar duas vezes quando mamou em meus seios e depois lambeu minha bucetinha.
Pouco nos falamos, pois, ele estava concentrado e usava sua boca e eu curtia gemendo aquele tratamento que nunca tinha recebido. Ao terminar a frente e enquanto me colocava de bruços foi que fez um comentário.
– Além de maravilhoso e gostoso, seu corpo é delicioso de se saborear mãe, principalmente com essas sardas que adoro. Estou fazendo um bom uso dele para aprender. Sua pele tem o sabor de sua bucetinha, mas muito menos intenso.
Minhas mãos algemadas ficaram sob minha barriga, mas não incomodavam. Antes que eu dissesse qualquer coisa, Leo afastou meus cabelos e começou a lamber meu pescoço na parte de trás.
– Aaaahhhhuuuuuuu, gemi excitada iniciando novamente a sequência de gemidos e suspiros enquanto ele descia por minhas costas.
Quando chegou em meu bumbum empinado e redondo deu muita atenção até que foi para meu cuzinho e deu ainda mais atenção e em segundos me fez gozar o lambendo. Me deixando gozando e tremendo desceu por minhas coxas até chegar e finalizar nas solas de meus pés. Nem entre os dedos das mãos e dos pés, nem dentro das orelhas e nem nas axilas, não teve um lugar de meu corpo que meu filho não tenha tocado com amor e desejo, como nuca fui tocada.
Melhor do que eu e melhor do que seu pai, ele conhecia meu corpo, inclusive sendo o único que me conhecia por dentro tendo habitado meu útero.
– Pronto mãe. Agora conheço cada pedacinho do que sempre achei lindo e gostoso e conheço cada sarda, falou sorrindo animado.
– Nesses momentos que você me tem imobilizada esse corpo é todo seu para satisfazer suas necessidades filho, então o use como quiser. Agora se alivie na mamãe.
– Eu vou com certeza e lembre-se que será só em sua bucetinha lisa, antes que ela fique peludinha, falou enfim comentando dentro do contexto.
Já tendo me dado a melhor preliminar que já existiu além de três orgasmos, Leo partiu para se aliviar me usando que era o fundamento de meu desejo obsceno. Determinado a acostumar minha buceta com seu pau, nas horas seguintes ele a usou de todas as formas e dando um intervalo entre cada uma, gozou todas as vezes e me fez gozar junto, as vezes mais de uma vez em cada posição.
Leo começou com um papai mamãe intenso e muito viril me esfolando e me dando um orgasmo gigantesco com o tsunami de esperma que senti em meu útero. Na próxima me colocou em seu colo e me mamou quase arrancando meus mamilos nos fazendo ter outro gozo intenso.
Claro que na próxima me colocou de 4 e algemou minhas canelas juntas, me deixando fechadinha com suas pernas fora das minhas. Ainda senti um bom volume de esperma enquanto ele me estocava gozando e me fazendo gozar.
Como seu objetivo era acostumar minha buceta, a cada gozo ele só tirava de dentro para descansar até a próxima. Na vez seguinte, novamente soltou minhas canelas e me colocou montada de costas para ele. Por seu pau ser bem grande adorei essa posição pois entrava muito com meu ir e vir empurrada e puxada por suas mãos grandes em minha cintura.
Já era o maior tempo que eu tinha ficado amarrada para ser usada por ele, mas como meu filho lindo e viril estava insaciável eu continuava feliz de meu fetiche continuar. Durante a noite entre dormir cansado e acordar ele me comeu de bruços, com as pernas abertas em tesoura e finalizou com outro papai de mamãe brutal perto do amanhecer.
Nas ultimas 3 vezes quase não senti mais esperma fluindo de seu pau, mas de qualquer forma os orgasmos por estar sendo usada sem fim por horas foram poderosos. Minha buceta só esteve mais esfolada quando aconteceu nossa primeira vez dias atrás.
Quando me libertou ao raiar do sol, me pegou nos braços e me levou para minha cama finalizando o momento fetiche e voltou para seu quarto. Deitada sem forças, incrivelmente já queria que logo ele repetisse novamente com aquela quantidade e intensidade. Na próxima, com certeza seu objetivo de acostumar a bucetinha da mamãe para seu pau grande e grosso teria tido efeito, mas em todas as primeiras penetrações do dia nas próximas vezes certamente ainda sofreria diante de sua grossura.
O que eu tinha a certeza era que se meu marido enfiasse seu pau nela, nem eu e nem ele, sentiríamos aqueles vai e vem apertados e aquelas pulsações e compressões como antes, o que me preocupava, mas nada mais me faria recusar aqueles momentos de prazeres sem fim com meu filho amado.
Deitada satisfeita, feliz, arrombada e cansada, não consegui tomar um banho e dormi pesado só acordando quase as 10 horas da manhã. Tomei um banho relaxante e fui tomar o café da manhã, que Leo fez antes mesmo da funcionária chegar e deixou pronto para mim com um lindo bilhete de bom dia do ótimo filho que ele era.
Mesmo tendo dormido pouquíssimo, ele foi para a faculdade e como era meu dia de trabalho presencial na fábrica, só o fui ver quando cheguei em casa no final da tarde. Sofri todo o dia para tentar caminhar com naturalidade, mas não foi fácil por estar tão dolorida e sabia que nada aconteceria naquela noite ou no dia seguinte, talvez por mais 2 dias, enquanto me visse nessa situação.
No jantar Leo quis saber de meu dia de trabalho e eu sobre o seu de faculdade e depois fomos assistir nossa serie abraçados lado a lado como mãe e filho.