Depois que almoçamos, perguntei aos meus primos se queriam jogar uno, ou banco imobiliário, ou outro jogo de tabuleiro, ao que todos concordaram com a segunda opção. Sempre que estávamos em uma partida de uno, o Samuel se irritava com a zoação dos meninos porque ele não sabia jogar muito bem. Eu achava exagero zoarem o Samuca até se enfurecer, mas não reclamava tanto, já que ele fazia a mesma coisa com o Antônio, que era péssimo em banco imobiliário. Às vezes, ele e o Samuca saíam no tapa por isso.
— Ih... Vamo ver ser o Toninho agora sai de Roma! — Samuel riu.
— Já vai começar, Samuca? — Joel interveio.
— Deixa ele, Joel — disse Antônio — A gente também vai descobrir se o Samuca aprendeu a se defender numa briga — concluiu com deboche.
Começamos a partida.
Eu, como quase sempre, tirei o menor número dos quatro nos dados, portanto fui o último a iniciar o jogo.
E começaram a me zoar.
— Você tem dado em casa, Theozinho? — Denis disse.
— Vai à merda, Denis! — Devolvi e todos riram.
— Hmmm... Já sabemos que a resposta é não, né Theozinho? — Falou Antônio.
— Porra, Toninho, até tu?! — Joel chamou atenção. Pior que era verdade. Parecia que eu tinha a mão torta para jogar os dados e sempre saíam os menores números na minha vez.
— Toninho, não esqueça quem te defendeu da última briga quando o Samuca te zoou por ter perdido dinheiro quando caiu em Atenas! — Relembrou Denis.
— Ué, Denis, tu tá de qual lado afinal? — Antônio quis saber.
— Do meu. — Denis respondeu e todos riram.
A partida estava ótima até então. Joel tinha comprado Berlim, Denis adquirira Paris, Toninho estava com Roma, o Samuca, com Atenas, como de praxe, e eu me contentava em comprar as cidades menos visadas, como Havana e Kuala Lumpur. Minha estratégia de comprar capitais que custavam menos sempre funcionava. Todo jogador de banco imobiliário para mais nelas do que nas capitais caras, como Atenas, Berlim, Paris e Cairo. Samuel já tinha parado três vezes em Kuala Lumpur, Denis, o mais sortudo, parou duas vezes em Havana, Joel, quatro vezes em Oslo, e Antônio, cinco vezes em Hanói. Todas essas cidades eram minhas e eu já tinha colocado hotéis em todas. Em algumas, até mais de um hotel. Portanto, o pedágio que eles me pagavam não era pouco. Eu me divertia com a situação e meus lucros acabavam sendo mais altos que os deles.
Joel, Samuel e Denis trocavam olhares de zoeira e Antônio já começava a se irritar. De todos, ele era o que tinha mais pavio curto. Mas foi quando ele parou em Brasília pela terceira vez que veio o surto.
— O Samuel tá roubando! — Gritou Antônio.
— Meu cu que eu tô roubando! — Respondeu Samuel e caiu na risada junto com os outros. A essa altura, Toninho só conseguira colocar duas casas em Roma, enquanto todos já colocavam mais de um hotel em algumas de suas capitais.
— Mas não é possível que só eu pare nas capitais de vocês e ninguém pare nas minhas! — Continuou Antônio.
— Isso não é verdade, Toninho, eu mesmo já parei em Roma duas vezes. Lembra não? — Denis tomou a frente.
— Eu também parei em Roma umas três vezes — continuou Joel.
— Só foi antes de tu pôr as casas — eu concluí.
— É. Ninguém tem culpa do Toninho só conseguir ficar com Roma toda vez — Samuel falou baixinho.
— Cala a boca, Samuel! — Antônio estava inconformado.
— Olha... — comecei — Se toda vez que a gente for jogar banco imobiliário vocês forem brigar...
— A gente vai deixar de chamar vocês dois pra jogarem e vamos jogar sozinhos — Joel concluiu minha fala.
— Tá, tá. Foi mal, Toninho. Não vou mais te zoar — Samuel tomou a atitude.
— Valeu, Samuca — Antônio agradeceu, mas continuou de bico.
— Esquenta com o jogo não, Toninho, — Denis falou — o importante é a gente se divertir junto.
— Você tá certo, Denis, — Antônio concordou — vou tentar ficar mais de boa.
Pausamos o jogo três horas para o lanche da tarde. A mãe de Joel e Samuel fez bolo de nata e café fresquinho. Simplesmente uma delícia. Mais tarde, por volta das cinco e meia, Denis e eu fomos para a casa dele. Era hora do banho antes do jantar, que hoje seria na casa do Antônio. Nossa tia nos convidou no dia anterior para uma sopa de carne com legumes. As sopas dela eram irresistíveis!
Chegando à casa do meu primo, perguntei se ele queria ir tomando banho primeiro enquanto eu pegava meu material higiênico na mala. Ele concordou e foi. Alguns instantes se passaram e escuto a voz de Denis me chamando:
— Theo?
— Oi.
— Traz a toalha pra mim, por favor? — Pediu ele.
— Claro! Levo sim — respondi me encaminhando à área de serviço.
— É essa preta que tá no varal.
— Tá.
Enquanto me aproximava do banheiro com a toalha, senti o cheio do xampu e do sabonete de Denis e meu corpo se acendeu.
— Nossa, primo, podia esporrar em outro lugar, né? Vai sujar logo a toalha na punheta? — Fui zoando Denis, até que cheguei à porta do banheiro e parei de falar com o que vi: meu primo estava me esperando com um sorriso safado, o corpo todo molhado e o pau completamente duro.
Na noite anterior quando mamei o Denis, só consegui ver o que a penumbra me permitiu. Mas agora era diferente.
De luz acesa, eu pude ver por completo o corpo nu do meu primo. Ele tinha a pele bem branquinha, os mamilos rosados, a barriga bem sequinha e quase definida, as coxas fartas e musculosas, o bumbum bem redondo e durinho e uma fina camada de pêlos cobrindo tudo. Mas o que mais me chamou atenção foi o membro no meio de suas pernas. Um estreito caminho de pêlos acastanhados ligava a linha do umbigo à região pubiana, que também possuía alguns pentelhos. Dava para ver que o Denis aparava os pêlos do pau. E que pau! Uma pica branca, veiúda, com a cabeça rosada exposta, medindo uns 17 centímetros. De alguma forma, o fato do meu primo não ter prepúcio, me deixava ainda mais excitado. E imediatamente me lembrei do sabor daquela rola, da noite anterior, dele gozando na minha boca...
— E aí, vai ficar só olhando? — Ouvir a voz de Denis me convidando foi o gatilho que eu precisava. Tirei a camiseta que eu vestia, abaixei meu short e a cueca de uma vez só, agachei e comecei a mamar novamente aquele pau. E mamava com mais avidez. Mamava como se eu quisesse degustar cada centímetro. E eu queria. Passei a língua várias vezes ao redor da glande para sentir o sabor do líquido seminal que já aparecia.
— Caralho, primo... — disse Denis — Assim eu vou querer que tu me chupe todo dia.
— É? — Interrompi a mamada para perguntar — Vou te deixar viciado na minha chupada — e retomei o meu ato.
Denis desligou o chuveiro e começou a gemer sem nenhum pudor agora que estávamos a sós em casa. Ele só controlava a altura do som para não sermos ouvidos por alguém que passasse nas redondezas.
— Vai, mama esse caralho gostoso vai — me ordenou.
— Porra, Denis, que pica gostosa é essa, hein?! — disse eu.
— Tá gostoso, é? Então chupa, vai.
Ele segurava minha cabeça e estocava enquanto eu sugava seu pau e tentava colocá-lo todo na boca.
— Espera. — Denis me interrompeu e eu comecei a masturbá-lo — Tem uma coisa que eu tô querendo desde ontem.
— O que é? — Perguntei confuso. Nesse momento, fiquei de pé.
— Já sei que fui o primeiro a te beijar. Mas e a tirar teu bv de mamada? — Ele questionou.
— Bom... Também — Respondi.
— Tem certeza? — Ele quis saber — Não parece que tu tava mamando um macho pela primeira vez ontem.
— Tá, — suspirei — eu já tinha mamado um menino da escola algumas poucas vezes. Mas foram umas três vezes — admiti finalmente.
— Ah... Tá explicado agora — disse Denis e eu sorri.
— Mas o primeiro a me dar uma gozada na boca foi você — acrescentei.
— E o que tu achou?
— Uma delícia — respondi no tom mais safado possível.
— Agora quero mais uma coisa de você, primo — disse ele.
— O quê? — eu respondi.
— Quero comer teu cuzinho — ele lançou. Confesso que fiquei um pouco estarrecido a princípio. Quer dizer, quando mamei o Denis, senti meu cu piscando desenfreadamente, meu pau babou e eu até gozei na punheta depois da mamada. O mesmo aconteceu quando chupei o Joel mais cedo, e a ideia de dar meu cu já era frequente na minha cabeça. Mas nunca imaginei quando esse momento chegaria.
Como já citei antes, eu sempre fui muito curioso e bastante saliente em alguns momentos. Então, sempre que tinha oportunidade, via vídeos eróticos com homens e pesquisava como aqueles homens que davam o rabo faziam isso sem fazerem cocô no pau. Afinal de contas, todo mundo sabe o que pode sair de um cu. E foi assim que descobri que tinha como fazer uma higienização interna da região para evitar esse tipo de evento.
Um belo dia, eu resolvi experimentar em casa. Fui bem despretensiosamente. Depois que usei o banheiro, peguei a ducha higiênica que ficava ao lado do vaso, no banheiro do meu quarto. A sensação da água saindo em seguida foi maravilhosa. Fiz duas ou três vezes com pouca água, como recomendado, e depois tomei banho. Desde então, repito a lavagem semanalmente. E por coincidência havia feito antes do almoço, quando vim tomar banho depois do jogo de queimada com meus primos.
— Q-Quê? — Gaguejei ao perguntar.
— Deixa eu comer o teu cuzinho, Theo? — Pediu Denis com uma voz safada. Minha reação foi me virar de costas e abrir as nádegas com as duas mãos.
— Pode comer, primo — respondi.
Denis me surpreendeu com um beijo melhor que o da noite anterior, encostou as costas em mim e começou a roçar a cabeça do pau na entrada do meu cu. Ao senti-lo, meu corpo inteiro estremeceu. O coração parecia um bumbo. Os batimentos eram tão fortes que eu tremia. Em seguida, ele cuspiu na própria mão e senti quando passou a saliva em mim, introduzindo a ponta do dedo médio no meu rabo. Senti uma leve ardência, o que me fez soltar um gemido baixo sem querer. Meu pau já pingava baba de tão duro que estava, e eu sentia Denis enfiando um pouco mais do dedo médio. Ele ia colocando devagar, cuspindo novamente para deixar molhado e liso. Até que senti sua mão encostando. Isso significava que ele já tinha colocado o dedo inteiro dentro. Depois dois... E três. Ao mesmo tempo em que havia uma sensação de queimação leve, os movimentos de vai e vem que Denis fazia dedando meu cu também deixavam minha rola ainda mais dura e estavam se misturando ao prazer. Enquanto me estimulava, ele também se punhetava levemente.
Após alguns minutos sendo dedado pelo meu primo, meu cu já estava acostumado com seus dedos e meu pau já estava meia bomba.
— Tá pronto, primo? — Ele me perguntou.
— Come meu cuzinho, vai — pedi. Vi quando ele cuspiu na própria pica, já com a cabeça bem avermelhada, e encostou a ponta na entrada do meu rabo. Comecei a gemer sentindo deslizar para dentro devagar, até que Denis começa a gemer também.
— Entrou a cabecinha — ele disse.
— Ok — respondi. Ele começa a movimentar o quadril para frente e para trás lentamente. Depois, mais rápido. A sensação de desconforto já não existia em mim, ainda mais porque meu primo cuspia constantemente, ora na própria rola, ora no meu rabo.
— Que cuzinho gostoso é esse, hein? — Falou Denis.
— Tá gostoso, tá? — Perguntei — Então fode, vai. — Quando falei isso, meu primo acelerou um pouco mais o ritmo.
— Ai que pica gostosa, primo — eu disse enquanto me punhetava devagar.
— Posso colocar, então, primo? — Questionou ele.
— Soca tudo no meu rabo, vai — Ordenei e, soltando meu pau, abri as nádegas com as duas mãos e empinei.
— Isso, gosto assim — disse Denis antes de empurrar toda a rola no meu cu, me fazendo gemer de tesão. Os movimentos recomeçaram e dessa vez se podia ouvir estalo do impacto da pélvis e do saco de Denis no meu rabo. Então, parei de me masturbar e coloquei o pé direito em cima do vaso, o que fez minha bunda se abrir mais ainda, abrindo passagem para que o membro do meu primo alcançasse mais espaço dentro de mim. Encostei o peito no joelho que estava flexionado e pude ver o balançar do saco de Denis batendo em mim, enquanto ele me fodia. Aquilo me deixava cada vez mais excitado.
— Ah... Que rabo gostoso, Theo! — Exclamou Denis em meio aos nossos gemidos.
— É todo seu, Denis, fode com força, vai! — Pedi abaixando o pé. Apoiei as duas mãos no vaso sanitário, abri as pernas e empinei a bunda. Isso me deixou em um ângulo quase de quatro. Meu primo aumentou a velocidade das estocadas enquanto segurava minha cintura. O nível de tesão estava altíssimo e eu comecei a piscar o cu já sentindo meu orgasmo se aproximando.
— Fode meu cu com força, vai primo! Fode que eu vou gozar — Avisei.
— Isso, goza com meu pau todo no seu cu — ele respondeu. Eu jogava o quadril para trás contra as metidas de Denis e sentia o macio do seu saco batendo contra mim. A pica dele já estava batendo no fundo do meu rabo e eu não ia aguentar segurar mais o gozo.
— Ah... Eu tô gozando, caralho! — Soltei entre gemidos. Denis investiu toda a sua força no quadril e meu orgasmo veio. Gozei sem me tocar. Que sensação deliciosa gozar dando o rabo!
— Ah... Ah... — Denis continuou metendo depois que gozei. Ele gemia de forma ascendente e a rola dele pulsava entrando e saindo. De repente, senti algo quente sendo despejado dentro de mim, ao mesmo tempo em que meu primo gemia arrastado e desacelerava. Por fim, ele se retirou de dentro de mim, deixando seu leite escorrer para fora. Após isso, ele me deu alguns beijos e sorriu.
— Gostou? — Quis saber.
— Se eu gostei? — Olhei para ele e em seguida para o meu membro todo gozado — Isso responde alguma coisa? — Rimos.
— Vamos tomar banho que a tia daqui a pouco manda alguém pra vigiar a gente. — Concordei e tomamos uma chuveirada juntos, como antes era nosso costume. Denis fez questão de passar sabonete no meu corpo, com um cuidado especial ao meu bumbum, lavando bem a parte interna. Já eu lavei seu pau cuidadosamente para limpar sem machucar, uma vez que estava ainda muito sensível por nosso ato. Saímos e nos trocamos. Eu coloquei uma bermuda jeans desfiada na barra com uma camiseta de mangas curtas cinza. O Denis vestiu uma bermuda igual à minha com uma camiseta amarela e fomos para o jantar.
Durante o jantar, os pais do Antônio me perguntaram sobre a escola, sobre os meus planos para o ensino médio, onde queria estudar e outras coisas que os tios normalmente perguntam. Eles também falaram que o Antônio teve problemas na escola porque não se dava bem em algumas matérias e, por ser pavio curto, acabava sendo mal visto pelos professores. Eu me ofereci para ajudá-lo com o que precisasse, apesar dele claramente ter ficado envergonhado com a ideia de alguém mais novo “ser mais inteligente que ele”. Então, tentei amenizar a situação para não irritá-lo.
Quando terminamos o jantar, Joel, Samuel e Denis foram para a calçada jogar uno. Como o Toninho e eu não estávamos a fim, ficamos à mesa.
— Filho, por que não aproveita e mostra as suas atividades da escola ao Theo? — Sugeriu minha tia.
— Tá, mãe... — Antônio respondeu com desânimo — Bora pro meu quarto, Theo. — Ele me chamou e fomos. Chegando lá, ele foi logo ligando a televisão e o videogame.
— De jeito nenhum! — Sibilei — Eu vim aqui pra ver as tarefas.
— Porra, como tu tá chato, viu! — Retrucou Toninho e foi buscar o caderno para me mostrar. A caligrafia do meu primo era boa, mas ele era bastante desorganizado e se via que não ligava para detalhes coloridos, letra bonita e legível, e essas coisas. Um típico adolescente heterossexual.
— Tá aqui o que tem tirado minha paz — disse ele e destacou: — Português.
— Ah! — Falei — O Denis também tem essa dificuldade. Vem ver — chamei. Ele se aproximou e eu, sentado na cadeira da escrivaninha, fui explicar. Constatamos que tudo que ele precisava saber estava escrito nas anotações em seu caderno. Ele só não conseguia aplicar nas atividades. Fui explicando da forma que podia e encontrando algumas dúvidas para as perguntas de Toninho. Me envolvi tanto que nem percebi que ele ainda estava de pé ao meu lado.
— Pega uma cadeira e senta, Toninho — convidei.
— Não, eu tô bem assim — ele respondeu. E nisso, comecei a dar conta de que meu primo estava encostando no meu ombro há alguns minutos. Só que meu ombro estava na altura do seu quadril, ou seja, ele estava roçando levemente o pau em mim. E eu confirmei isso quando olhei de relance e percebi o volume na sua bermuda. Quando percebeu que eu vi, ele sorriu de canto de boca e perguntou:
— Quer que eu pare?
— Não precisa — disse eu levando automaticamente minha mão ao seu volume.
— Hum, então tu gosta, né safadinho? — Ele perguntou com a voz baixa enquanto ainda sorria de lado. E eu respondi:
— Adoro.
Em seguida, desabotoei sua bermuda e pude ver aquela belezura. Antônio possuía uma rola mais curta e mais grossa, se comparada à do Denis, pois era um membro de aproximadamente 15 centímetros de comprimento por 5,5 de espessura. Seu pau branquinho era lindo: tinha veias mais discretas, uma cabeça rosada e o prepúcio menos aparente. O saco dele era rosado e não possuía pelo algum. Assim como a rola, também era depilado. Aliás, o corpo inteiro. Antônio era um pouco mais alto que eu, tinha uma barriguinha pouco saliente, coxas e bumbum fartos, ambos com os pêlos aparados.
Imediatamente comecei a chupá-lo. Levantei da cadeira e me ajoelhei no chão para aproveitar o máximo daquele momento. Mamava o pau grosso, engolia tudo e passava a ponta da língua no saco. O cheiro delicioso que sua virilha exalava me deixava faminto por sexo. Arrastei a bermuda mais para baixo e segurei na sua bunda. Era pequena e branquinha, mas bem redonda. Com as mãos espalmadas, eu podia puxá-lo mais para frente e controlar o quanto engolia sua pica.
Antônio parecia gostar daquilo. Ele fechou os olhos, abriu a boca e se segurou para não emitir nenhum som. Não podia correr o risco de alguém nos ver, e esse receio nos causava uma sensação de adrenalina que deixava tudo mais excitante.
Rapidamente Antônio fechou a porta do quarto e me debruçou de quatro na cama dele.
— C-calma, Toninho — só tive tempo de falar isso, porque ele abaixou minha bermuda e cueca e começou a chupar o meu cu.
Em alguns segundos sentindo a língua do meu primo em atrito com minha pele, meu membro já estava ereto.
— Q-quê isso Toninho?
— Tá gostando? — Perguntou ele. Meu cu ainda estava se recuperando da foda anterior com Denis. Então ainda um pouco sensível e sentindo aquela pica grossa do Antônio alargando meu corpo freneticamente por dentro, respondi:
— Que delícia, caralho!
— É? Pois agora vai ficar melhor ainda.
Senti quando ele cuspiu na mão e passou no meu cu. Em seguida, passou mais saliva no pau e começou a enfiar até o final até me acostumar. Parecia que eu ia explodir de tesão e parecia que aquela tora ia estourar meu cuzinho de tão grossa. E era o meu desejo. Foi quando ele parou.
— Ai Toninho, quê isso? — Perguntei baixinho, me segurando para não berrar.
— Gostou, putinha? Pois eu vou te foder agora igual o Denis te fodeu — disse ele. Ouvir isso me deixou surpreso.
— C-como assim? — Perguntei enquanto ele me alargava devagar.
— Eu vi o Denis comendo seu cuzinho no banho antes do jantar — revelou.
— V-viu? — Eu gaguejava tamanha a adrenalina que meu corpo estava experimentando naquela foda anal.
— Vi. Fui chamar vocês dois pra jantar e vi. Mas voltei caladinho, hahaha, — disse e continuou — já imaginava que tu tinha um cuzinho delicioso, mas não sabia que era tanto.
Então o Antônio pensava em comer meu rabo antes? Há quanto tempo ele pensa nisso? Eram minhas dúvidas no momento em meio ao desejo sexual. Nessa hora, eu que já não sentia mais o desconforto típico do início. Meu rabo abocanhava avidamente o pau largo do Antônio, então falei:
— Se tá gostoso, então fode esse cu, vai!
— Nem precisa repetir — disse ele aumentando a velocidade das estocadas. Cada vez mais Antônio empurrava sua rola para dentro e eu ia aos céus me sentindo novamente preenchido. Em alguns segundos, ele avisa sussurrando arrastado:
— Ai caralho! Vou gozar, Theozinho!
Então, tirei o pau dele do meu cu e comecei a chupar desesperadamente. E aí o gozo veio. A jatada do Antônio era mais farta que a do Joel, mas a porra era tão grossa quanto a dele. E era uma porra agridoce. Um pouco salgada até. E eu não desperdicei nenhuma gota. Chupei tudo do pau dele e depois limpei com a língua. Inclusive, até os dedos dele que se sujaram de gozo eu chupei para limpar.
— Caralho Theozinho, ninguém nunca aguentou meu pau. Toda menina que eu já fiquei me disse que era grosso demais. Algumas nem deixavam eu meter. E tu aguentou tudo sem reclamar — ele disse ofegante e eu me senti orgulhoso.
— Quem gosta de pica é assim, primo — respondi.
— É e de porra também, né? — Disse ele.
— Claro! Não posso desperdiçar, né? — Falei. Ele vestiu novamente a bermuda dele e eu a minha. Foi quando a mãe dele bateu na porta:
— Theo, Toninho, os meninos tão querendo ir embora sem vocês saírem.
— Já vamos, mãe — meu primo comunicou. Abrindo a porta, disse:
— O Theo tava me ajudando com português.
— Era? E aí? Deu certo? — Ela perguntou inocente. Ao se virar e olhar para mim, Antônio respondeu:
— Deu muito certo! O Theozinho é um gênio — e piscou para mim.
— Eu que tive sorte, tia, o Toninho é muito bom com línguas — e devolvi a piscadela. Sem perceber nossa comunicação secreta, ela ficou contente e saímos para a calçada.
Lá jogamos duas partidas de uno com nossos primos, nos despedimos e eu fui para casa com o Denis. Naquela noite, quando me deitei para dormir, senti meu cuzinho dolorido pela foda com o Antônio. Bati uma durante o banho e peguei no sono feliz. Mal sabia o que o dia seguinte me reservaria.
