BRASIL 2 X 1 JAPÃO – NO JOGO E NA CAMA
Meu nome é Carlos, tenho 42 anos, sou engenheiro civil, casado há 15 anos com Patrícia, uma morena de 38 anos, corpo de violão, cabelos castanhos ondulados, seios fartos, bunda empinada e uma safadeza que só descobri depois de uma década de casamento. Ela é o tipo de mulher que quando quer, faz qualquer homem se ajoelhar – e ela sabia disso muito bem.
Meu amigo de infância é Kenji, 40 anos, filho de japoneses, nissei de primeira geração. Ele é o oposto de mim: magro, franzino, com uma estrutura delicada, ombros estreitos, pouca massa muscular. O rosto ainda tinha traços juvenis e sua pele era clara e lisa. Sempre foi tímido, reservado, do tipo que falava baixo e ria sem fazer barulho. Mas por trás da aparência frágil, ele era um dos caras mais inteligentes e leais que eu conhecia.
A esposa dele, Yumi, 36 anos, é uma japonesa típica – baixinha, magrinha, cabelo liso e preto na altura dos ombros, olhos puxados e traços delicados. Ela usava óculos de grau, o que dava um ar inocente e estudioso. Mas eu conhecia o suficiente para saber que Yumi tinha um fogo interno que Kenji não conseguia apagar sozinho.
Éramos padrinhos de casamento um do outro. Crescemos juntos, estudamos juntos, nos divertimos juntos. E agora, estávamos prestes a assistir ao jogo do Brasil contra o Japão na Copa do Mundo, em casa, com nossas esposas, uma grade de cerveja e petiscos.
Kenji e Yumi chegaram primeiro. Eu abri a porta e vi meu amigo com sua camisa azul da seleção japonesa, que parecia um pijama de tão folgada no corpo magro dele. A calça jeans estava meio larga, e a barriga, mesmo com os anos, continuava lisa e chapada. Ele sorriu com aquela timidez de sempre.
— E aí, Carlão! Hoje é o dia da vingança. O Japão vai eliminar o Brasil.
Eu ri, batendo no ombro dele. Kenji era tão franzino que eu sentia os ossos.
— Só se for na sua imaginação, amigo. Hoje o Brasil vai passar o trator nos japas.
Atrás dele, Yumi entrou com um vestido floral claro, nada vulgar, mas que marcava a silhueta magra dela. Ela me deu um beijo no rosto e senti o cheiro suave de loção. Seus olhos puxados brilhavam com um sorriso discreto. Não era uma mulher de chamar atenção, mas tinha algo nela – uma doçura contida, uma submissão calma – que despertava curiosidade.
Patrícia, minha esposa, apareceu na sala com um short jeans curto e uma regata branca que deixava os seios à mostra, sem sutiã. O cabelo solto, os lábios pintados de vermelho, e aquele andar rebolado que ela sabia que eu adorava.
— Oi, Kenji! Oi, Yumi! — ela abraçou os dois com entusiasmo. — Bora ver esse jogo! Torcendo para o Brasil, claro.
— Claro — Kenji riu, sem graça, mas os olhos dele desviaram rapidamente para os seios de Patrícia. Não de forma desrespeitosa, mas como um homem que via algo que não via em casa.
Yumi notou. Mas não disse nada.
A casa logo se encheu de petiscos, latas de cerveja e o barulho da televisão. A televisão mostrava o pré-jogo, com os comentaristas analisando as escalações. Já estávamos bebendo desde as 10 da manhã, e eram aproximadamente 13 horas, faltando uma para começar a partida. A cerveja gelada corria solta, e o clima já começava a esquentar.
Kenji, mais solto com a bebida, se levantou e foi até a mesa de centro, onde estavam as latas de cerveja. Ele pegou mais uma, abriu e olhou para mim com um brilho diferente nos olhos.
— Carlão, você acredita mesmo que o Brasil vai ganhar?
— Claro, Kenji. O Brasil é favorito. Vocês podem ter sorte, mas qualidade a gente tem de sobra.
Ele riu, um riso mais ousado do que o normal.
— Sorte? Qualidade? O Japão tem estratégia. Vocês brasileiros são tudo na base do improviso. Na cama é a mesma coisa?
Patrícia, que estava ao meu lado, se inclinou, interessada.
— O que você quer dizer com isso, Kenji?
— Quero dizer que a gente, no Japão, tem um ditado: "O tamanho não importa, importa o que você faz com o que tem." Vocês brasileiros ficam se gabando de pau grande, mas sabem usar?
O clima mudou. Yumi, ao lado de Kenji, corou e pegou a própria cerveja, bebendo mais rápido.
— Kenji… — ela murmurou.
— Não, Yumi. Deixa eu falar. — Ele olhou para mim, desafiador. — Aposto que o Japão ganha do Brasil. Não só no jogo, mas na cama também.
Patrícia sorriu, aquele sorriso que eu conhecia bem.
— Que tipo de aposta, Kenji?
Ele pensou por um momento, os olhos brilhando de excitação e álcool.
— Cada lance perigoso, o casal do time que sofreu o lance tem que fazer alguma coisa. Pode ser um beijo, uma passada de mão, cheirar a axila, esfregar na bunda, massagear os seios… o que a gente quiser. É para deixar o clima quente.
— E se tiver gol?
Kenji riu safado.
— Se tiver gol, a esposa do time que levou o gol chupa o pau do marido do outro time.
Yumi soltou um suspiro.
— Kenji, isso é…
— É só uma brincadeira, Yumi — ele cortou, sem tirar os olhos de mim. — E se o Japão ganhar, o casal vencedor transa com a mulher do perdedor. E o marido perdedor fica amarrado, só assistindo. Sem poder se masturbar.
Fiquei em silêncio. Patrícia me olhou, os olhos faiscando.
— E se o Brasil ganhar? — ela perguntou, a voz baixa e provocante.
— A mesma coisa. Mas ao contrário. — Kenji deu um gole na cerveja. — O Brasil não vai ganhar. O Japão vai passar.
Patrícia colocou a mão na minha coxa e apertou.
— Eu topo, Carlos. Topo a aposta.
— Patricia! — Yumi exclamou, a voz trêmula.
— Ué, Yumi, seu marido que está desafiando o meu. Deixa eles se divertirem.
Kenji, bêbado e confiante, estendeu a mão para mim.
— Fechado?
Eu olhei para ele, para Yumi, que estava vermelha, para Patrícia, que estava radiante. Engoli o resto da minha cerveja e apertei a mão dele.
— Fechado. Mas quando o Brasil ganhar, você vai ver sua esposa sendo comida por mim, Kenji. E você vai ficar de castigo, amarrado, sem poder tocar no seu pintinho.
Ele riu, nervoso, mas não recuou.
— Não vai acontecer.
Patrícia se virou para Yumi e a puxou para perto.
— Relaxa, amiga. É só um jogo. Deixa eles.
Yumi, claramente constrangida, apenas balançou a cabeça, mas não contestou mais.
O jogo começou. A televisão mostrava o Brasil trocando passes, dominando a posse de bola, mas o Japão se defendia com uma linha de cinco jogadores. Kenji, geralmente quieto, começou a se soltar com a cerveja.
— Olha, Carlão — ele disse, apontando para a tela. — O Japão está mais organizado. Vai ser a nossa vez de eliminar vocês. O hexa não vem.
Eu ri alto.
— Kenji, meu amigo, o Brasil joga com raça. Nossos jogadores têm garra, têm tesão de ganhar. Diferente dos japas, que parecem que tão jogando com medo de sujar o uniforme.
— O que você quer dizer com isso? — ele perguntou, franzindo a testa.
— Quero dizer que o Brasil joga com o corpo inteiro. Os japoneses jogam com a cabeça, mas esquecem que futebol também se ganha na força, na imposição.
Ele ficou vermelho. A cerveja estava falando.
— E você acha que força é tudo? Sabia que na cama também é assim? Os japoneses podem ser menores, mas a gente sabe usar o que tem.
Patrícia e Yumi trocaram olhares. Yumi estava claramente desconfortável, mas não falava nada. Patrícia, por outro lado, estava se divertindo.
— Meninos, meninos — ela interferiu, rindo. — Não vão brigar por causa de jogo.
— Não é briga, Patricia — Kenji respondeu, um pouco mais ousado. — É confiança. Nós, japoneses, somos confiantes. Mesmo com pintinhos.
Ele riu do próprio deboche. Eu engoli a cerveja e respondi:
— Pintinhos? Você tá falando sério? O Brasil é terra de pau grande, amigo. Vocês podem ter técnica, mas a gente tem tamanho.
— Tamanho não é tudo — Kenji disse, e olhou para Yumi. — Tem coisas que a gente faz com o que tem que vocês brasileiros nem imaginam.
O clima ficou tenso, mas excitante. Patrícia ria por trás da mão. Yumi, envergonhada, pegou mais cerveja para beber.
O relógio marcava 28 minutos do primeiro tempo. O Brasil pressionava, mas o Japão se fechava. Foi quando Kaishu Sano roubou a bola no meio-campo.
— OLHA O CONTRA-ATAQUE! — Kenji gritou, pulando do sofá.
Pela televisão, vimos Sano avançar em velocidade, passar por dois marcadores e, de fora da área, bater rasteiro. A bola passou por Alisson e foi parar no fundo da rede.
— GOOOOOOL! GOOOOOOL DO JAPÃO! — Kenji berrou, pulando como um louco. — EU DISSE! EU DISSE QUE O JAPÃO IA GANHAR!
A Regra do Gol – Patrícia Chupa Kenji
Yumi, ao lado dele, deu um sorriso discreto, mas sem a mesma euforia. Patrícia ficou em silêncio, me olhando.
— Calma, amor — ela disse, segurando minha mão. — O jogo não acabou.
— O Brasil está perdendo para os japas — eu disse, incrédulo.
— É falta cavada, Kenji — eu rebati, tentando manter a calma. — Os japoneses não conseguem jogar limpo.
— E vocês brasileiros só sabem apelar para o corpo! Vocês são brutos, sem técnica. Qualquer jogador japonês é mais inteligente que um brasileiro.
— Inteligente? — eu provoquei, gesticulando. — Vai ver no que dá essa inteligência contra a nossa raça.
Patrícia, que estava ao meu lado, passou a mão na minha coxa. Sussurrou no meu ouvido:
— Adoro quando você fica assim, todo macho.
Kenji ouviu. Ele pareceu mais encorajado pela cerveja.
— Macho? — ele repetiu, rindo. — Vai ver como vocês vão ser machos quando o Japão ganhar vocês. Aí quem vai ser o macho serei eu, e além desse boquete maravilhoso que vou receber, vou querer tudo. Até o cu da sua esposa.
Patrícia, sem hesitar, se ajoelhou na frente de Kenji. Eu assisti, o pau já duro na calça. Ela abriu a calça dele e o pau de Kenji saltou para fora. Era realmente pequeno – uns 10 centímetros, fino, com uma cabeça rosada, e uma quantidade enorme de pentelhos negros e grossos na base, subindo pelo saco, um verdadeiro matagal que escondia quase tudo.
— Nossa, Kenji — Patrícia disse, sem conseguir esconder um sorriso. — Você tem muito pelo. E ele é tão pequeno…
— É… é cultural — ele gaguejou, corando.
Patrícia inclinou a cabeça e enfiou o pau pequeno dele inteiro na boca, num único movimento. Engoliu tudo até a base, os lábios encostando nos pentelhos. Kenji arregalou os olhos, surpreso.
— ISSO, PATRÍCIA! — ele gemeu, a voz falhando.
Ela sugou com vontade, a língua dançando em volta da cabeça minúscula. Mas o pau dele era tão pequeno que ela conseguia chupar e ainda passar a língua no saco peludo ao mesmo tempo. Ela lambeu os pentelhos, desceu até a base e, quando a língua roçou no cu dele, Kenji tremeu inteiro.
— AI, PATRÍCIA! — ele gritou, o corpo se contraindo. — VOU GOZAR!
— GOZA! — Patrícia ordenou, sem tirar a boca.
Kenji gozou na boca dela, com um gemido agudo de cachorro. Ela engoliu tudo, limpando os lábios com a mão, e se levantou.
— Pronto, Kenji. Seu pintinho já deu o que tinha que dar. Agora volta a ver o jogo.
Kenji, ofegante, sentou-se de volta no sofá, o pau pequeno ainda pulsando. Yumi, ao lado dele, estava vermelha de vergonha e excitação.
Yumi, visivelmente constrangida, tocou no braço do marido.
— Kenji, você está exagerando.
— Não tô, Yumi — ele respondeu, com um brilho diferente nos olhos. — Tô só sendo sincero.
O primeiro tempo acabou com o Japão vencendo por 1 a 0. Kenji estava radiante, provocando.
— Viu, Carlão? O Japão na frente. A Patrícia já me chupou. Você vai ver, ela vai ser toda minha!
— O jogo não acabou, Kenji — eu respondi, mas com um nó no estômago.
Patrícia, ao meu lado, segurou minha mão.
— Relaxa, amor. A gente vai virar. Eu confio.
Ela me beijou, com vontade, a língua entrando na minha boca. Senti o gosto do esperma do meu amigo ainda na boca dela – do boquete que ela tinha feito. Kenji e Yumi assistiram. Yumi parecia envergonhada, mas não desviava o olhar.
O segundo tempo começou e a gente já estava elétrico.
Aos 47 minutos, o Brasil pressionou. Uma bola cruzada na área, e Casemiro subiu para cabecear.
— LANCE PERIGOSO! — Patrícia gritou.
Eu olhei para Yumi. A regra era clara. Ela veio até mim e me beijou com vontade, a língua entrando na minha boca por alguns segundos, enquanto Kenji e Patrícia assistiam. Mas eu queria mais. Passei a mão nos seios pequenos dela por cima da roupa, sentindo o mamilo duro através do tecido. Ela gemeu baixinho.
— Uau — Kenji riu. — Tá quente, hein.
— É só o começo, Kenji — Patrícia respondeu, provocante. — O Brasil vai virar esse jogo.
Aos 51 minutos, outra chance do Brasil. Vini Jr. driblou, chutou forte, o goleiro japonês espalmou.
— LANCE PERIGOSO DE NOVO! — eu gritei, olhando para Kenji.
Ele olhou para Yumi. A regra era a mesma.
Yumi, tímida, se aproximou de mim. Eu puxei o vestido dela e enterrei o rosto no peito dela, cheirando fundo e massageando os seios. Yumi corou, mas não resistiu e gemeu.
Puxei Yumi para um beijo mais longo, passando a mão na bunda dela por cima do vestido. Ela correspondeu, mas estava claramente sem graça.
Kenji, com um sorriso confiante, disse:
— Podes até beijar e alisar minha esposa. Mas no final do jogo, quem vai comer a sua esposa sou eu. E não vai ser só a boca não.
Aos 54 minutos, a virada começou. Gabriel Magalhães cruzou na cabeça de Casemiro, que testou firme e empatou o jogo.
— GOOOOOOL! GOOOOOOL DO BRASIL! — eu pulei do sofá.
Patrícia gritou comigo.
— ISSO, AMOR! BRASIL!
Eu olhei para Kenji, que estava pálido, segurando a própria cabeça.
— Regra, Kenji. Sua mulher tem que chupar meu pau.
Ele engoliu seco. Yumi ficou vermelha, os olhos arregalados.
— Kenji, eu não…
— Você aceitou, Yumi — Patrícia cortou, sarcástica. — É a regra. Seu marido confiante que ia ganhar.
Yumi olhou para Kenji, que apenas assentiu, sem graça, com os olhos fixos no chão. Ela se ajoelhou na minha frente. Suas mãos tremiam enquanto desabotoava minha calça. Meu pau, já duro desde as provocações, saltou para fora, latejante. Yumi olhou para ele, depois para mim, e o enfiou na boca com um misto de timidez e desejo.
— ISSO, YUMI! — Patrícia gritou, colocando a mão no ombro de Yumi. — CHUPA O PAU DO BRASIL! CHUPA! MOSTRA COMO AS JAPONESAS CHUPAM!
Ela sugou com vontade, o cabelo preto escorrendo pelo rosto, os óculos embaçando. A língua dela enrolava na cabeça do meu pau com uma habilidade surpreendente. Kenji assistia, o pau duro na calça, os olhos grudados na cena. Eu senti o calor da boca dela, o aperto, a saliva escorrendo. Minhas mãos seguraram a cabeça dela, guiando.
— VOU GOZAR! — eu gritei.
— GOZA NA BOCA DELA! — Patrícia ordenou. — ENCHE A BOCA DA JAPONESA!
Gozei com vontade, jorrando na boca de Yumi. Ela engoliu tudo, sem hesitar, e quando terminou, limpou os lábios com a mão, olhando para mim com os olhos brilhantes.
Kenji, derrotado pela própria aposta, apenas assistia.
Os Lances Perigosos Finais
O tempo passava. O Brasil pressionava, mas o Japão se fechava. Vinícius Júnior acertou a trave em um lance que fez a gente pular.
— LANCE PERIGOSO! — todos gritaram ao mesmo tempo.
Patrícia veio e me beijou, passando a mão na minha bunda por cima da calça e apertando. Kenji e Yumi se beijaram, e ele levantou o vestido dela, cheirando a axila dela profundamente, os olhos fechados. Os beijos e toques estavam mais quentes agora, mais profundos.
O Gol da Virada
E aí, aos 50 minutos do segundo tempo, o lance decisivo. Bruno Guimarães encontrou Gabriel Martinelli dentro da área. O atacante bateu cruzado, a bola desviou no goleiro e entrou.
— GOOOOOOL! GOOOOOOL DO BRASIL! — eu gritei, caindo no chão de joelhos.
— BRASIL! BRASIL! BRASIL! — Patrícia gritou, pulando.
Kenji colocou a mão na cabeça, o rosto pálido.
— Não… não…
— Regra, Kenji — eu disse, levantando. — Sua esposa vai chupar meu pau de novo. Mas dessa vez, depois da partida, vai ser mais que isso.
O Fim do Jogo – A Hora de Pagar
O apito final soou. Brasil 2 x 1 Japão. Na televisão, os jogadores brasileiros comemoravam. A torcida cantava. Eu e Patrícia nos abraçamos.
Kenji e Yumi ficaram em silêncio. Yumi olhou para o marido, com um olhar que eu nunca tinha visto – uma mistura de vergonha e excitação.
— Hora de pagar, Kenji — eu disse.
Eu peguei Kenji e o amarrei com uma corda numa cadeira, bem no meio da sala, os braços atados para trás, as pernas abertas. Seu pau, pequeno e peludo, estava duro, mas ele não podia tocar.
— Você só vai assistir, Kenji — eu disse. — Como combinado. Sua esposa é minha agora. O Brasil ganhou. E você perdeu.
Eu me virei para Yumi. Ela estava parada, encolhida, mas os olhos brilhavam.
— Vem, Yumi. A regra é a regra. Você perdeu. Agora você vai ser comida por nós.
— Por nós? — perguntou Yumi, confusa.
— Sim — Patrícia respondeu, com um sorriso safado. — Eu amo brincar com outra mulher.
Yumi olhou para Kenji, que estava vermelho de vergonha e tesão, o pau pulando.
— Kenji… — ela murmurou.
— Faz, Yumi — ele disse, baixinho, a voz falhando. — Eu… aceitei a aposta. Paga. Paga a aposta.
Patrícia, como sempre, era a diretora da festa. Ela pegou Yumi, a virou de bruços no tapete, e levantou o vestido. Yumi usava uma calcinha branca simples, que Patrícia arrancou com violência.
A boceta de Yumi apareceu. Era peluda, com uma mata de pentelhos negros e crespos que iam do púbis até quase o cu. O grelo dela era enorme, saltado, do tamanho de um polegar, e estava coberto por uma pele escura e os pentelhos ao redor. Era claro que nunca tinha depilado ou aparado.
— Nossa, Yumi — Patrícia disse, admirada. — Você é bem peluda. E esse grelo… é gigante. Parece um daqueles grelos de japonesa que a gente vê em vídeo.
— Desculpa — Yumi murmurou, corando.
— Não pedi desculpas — Patrícia disse, esfregando o grelo de Yumi com os dedos, fazendo ela gemer. — Eu adoro.
Eu me posicionei atrás de Yumi. Minha esposa abriu a boceta peluda e molhada de Yumi com os dedos e disse:
— Enfia, amor. Mostra para o Kenji o que é um pau de verdade. Mostra como o Brasil fode.
Eu enfiei o meu pau de 18 centímetros na boceta de Yumi. Ela gemeu alto, arqueando as costas. Kenji, amarrado, assistia com os olhos arregalados, a boca aberta. O pau pequeno dele pulsava, tentando gozar, mas ele não podia se tocar.
— ISSO, CARLOS! — Patrícia incentivou, segurando o cabelo de Yumi. — METE NELA! METE NA JAPONESA! MOSTRA COMO O BRASIL FODE! ELA NÃO VAI ESQUECER ESSA DERROTA!
Eu metia rápido, a boceta quente e úmida apertando meu pau. Os pentelhos de Yumi esfregavam na minha pele, e o grelo enorme dela roçava no tapete. Ela gemia em japonês, palavras que eu não entendia, mas que soavam como puro prazer.
— VOU GOZAR! — eu gritei.
— GOZA DENTRO DELA! — Patrícia ordenou. — ENCHE A BUCETA JAPONESA DE PORRA BRASILEIRA!
Gozei dentro dela, com vontade, jorrando fundo. Yumi tremeu, também gozando, o corpo todo contraído, gemendo alto.
— ISSO! — ela gritou, finalmente se soltando. — ISSO, CARLOS!
O Cuzinho de Yumi
Patrícia, insaciável, pegou um consolo que eu não sabia que ela tinha trazido. Era preto, de 20 centímetros, veiado, com uma base de sucção. Ela prendeu no chão e enfiou no cu de Yumi, sem aviso, com uma força que fez Yumi gritar de prazer.
— ISSO! — Patrícia gritou. — VAI TOMAR NO CU TAMBÉM, SUA PUTINHA PELUDA! VAI PAGAR NO CU O QUE VOCÊS FIZERAM COM O MEU MARIDO NA APOSTA!
Yumi gritou, arqueando as costas. Eu, ainda duro, enfiei de novo na boceta dela. As duas entravam e saíam dos buracos de Yumi, enquanto Kenji assistia, os olhos cheios de lágrimas, mas com um tesão evidente, o pau pequeno pulsando.
— ISSO! — Yumi gritou. — ME COMEM! ME ENCHAM!
O Grelo de Yumi
Patrícia, enquanto metia no cu de Yumi, olhou para mim.
— Agora lambe o grelo dela. Lambe esse grelo enorme.
Eu me ajoelhei na frente de Yumi. Abri os lábios peludos e encontrei o grelo enorme, duro como uma pedra, pulsando. Passei a língua, sentindo o gosto forte, salgado, selvagem.
— ISSO, CARLOS! — Yumi gritou, finalmente se entregando de vez. — LAMBE O MEU GRELO! LAMBE ESSA PORRA!
Eu lambi com vontade, o gosto forte e salgado preenchendo minha boca. Os pentelhos entravam no meu nariz e eu amei cada segundo. Ela gozou na minha boca, uma porra transparente e doce que escorreu pelo meu queixo.
Depois de toda a comilança, Patrícia desamarrou Kenji. Ele caiu da cadeira, de joelhos, o pau ainda duro e molhado de pré-gozo, os olhos vermelhos.
— Você perdeu, Kenji — Patrícia disse, com uma voz que era puro prazer. — Não só o jogo, mas sua esposa. Ela adorou ser comida por um pau brasileiro. Ela amou ter o grelo lambido.
Kenji olhou para Yumi, que estava ofegante no chão, a boceta peluda ainda aberta.
— Yumi…
— Foi bom, Kenji — ela respondeu, a voz ainda trêmula, mas com um brilho novo nos olhos. — Muito bom. Melhor do que eu imaginei.
Patrícia se virou para Kenji.
— Agora você vai lamber a boceta da sua esposa. Vai lamber a porra que meu marido deixou lá dentro. Vai provar o que é uma derrota brasileira.
Ele hesitou, os olhos fixos na boceta peluda de Yumi.
— Chupa, Kenji — Yumi disse, com uma autoridade que ele nunca tinha ouvido. — Chupa o que ele deixou em mim. Você perdeu. Agora paga.
Ele se ajoelhou e lambeu, com vontade, a boceta peluda da esposa, a língua procurando cada gota de porra. Patrícia e eu assistimos. Eu vi Kenji gozar, sozinho, sem ninguém tocar nele, apenas com a humilhação e o gosto da derrota.
Daquele dia em diante, minha vida com Patrícia mudou. E a vida de Kenji e Yumi também.
Kenji nunca mais foi o mesmo. Ele descobriu que ser humilhado era o maior tesão dele. Yumi descobriu que adorava ser dominada e que seu corpo peludo era um tesouro. E Patrícia descobriu que adorava ser a rainha da festa.
A gente se reuniu muitas outras vezes. Mas o jogo Brasil x Japão foi o marco. O dia em que o Brasil ganhou 2 a 1 no jogo – e na cama.
Quando a televisão mostrou os melhores momentos, eu olhei para Kenji e disse:
— Brasil 2 x 1 Japão. No jogo e na cama.
Ele sorriu, com um sorriso de quem tinha perdido tudo – mas tinha ganhado mais do que imaginava.
FIM.