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O Demônio e a Megera – Episódio 22 (a fantasia mais obscura de Ana Clara)

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Um conto erótico de Theodor e Aline
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 4006 palavras
Data: 30/06/2026 11:04:40
Última revisão: 30/06/2026 11:27:41

Estávamos tão envolvidas em um beijo interminável, que demoramos a perceber o retorno de nossos donos.

- Olha isso, namorado, estão fazendo uma festinha sem a gente – provocou o Demônio.

Foi eles começarem com aquela história de namorado para lá, namorado para cá, que o clima de romantismo foi embora, dando lugar às gargalhadas. De todo modo, aquela conversa com Ay fez se consolidar em mim um processo de maturação com relação ao que estava acontecendo.

Talvez as pessoas pensem que estou usando de algum tipo de metáfora ou exagero quando digo que o Demônio é meu dono. André é o meu dono de fato e seria até de direito se quisesse. Só reconheço em favor de mim mesma o direito de sentir o que por ele é permitido. Porque meu corpo e meus sentimentos lhe pertencem. Eu amo quem ele me permitir amar, desejo quem ele me permitir desejar e só toca o meu corpo quem dele tiver permissão.

Ninguém me mandou pensar, sentir ou decidir assim. Essa foi a minha escolha, foi sua conquista, me oferecendo amor durante anos da minha vida, se tornando a pessoa mais importante para mim. Além disso, André me oferece companheirismo e prazer. Não tenho que mendigar sua atenção. Ela vem quase como o sol nascendo e se pondo. Todos os dias. Assim como os orgasmos. Lealdade é o mínimo que posso lhe oferecer, mas é claro que, dentro dessa dinâmica, nós também nos divertimos. E muito.

Antes daquela viagem ao Rio de Janeiro, tínhamos uma vida amorosa e sexual muito satisfatória e prazerosa. Depois desse evento em nossas vidas, nossos jogos eróticos passaram de fase. Sabe aquela coisa que não tem como voltar mais atrás? Dormir fazendo sexo de conchinha no meu quarto na casa dos meus pais ou dos dele era maravilhoso. Já as nossas noites em motéis, era tiro, porrada e bomba.

Gabriel e Ayanna estavam em um estágio mais avançado que o nosso e isso fez com que ganhássemos muitas jardas em duas semanas no Rio de Janeiro, como dizia o Demônio. Gabriel, 23 anos na época, era o mais experiente. Ay, com vinte, era mais vivida do que eu, mas era o apetite e a coragem que tinham por viver suas taras e fantasias que nos inspiravam. Quando voltamos do Rio de Janeiro, éramos outro casal. Não sei se posso dizer que mais apaixonados, porque não acredito que possa existir um “mais” para o que sentimos um pelo outro. Porém, com certeza, estávamos ainda mais unidos e cúmplices em tudo.

O amor por Ay e Gabriel entrou e ficou para sempre, mas não devemos precipitar as coisas, porque ainda temos muita história para contar. Se aceitei de bom grado minha paixão poderosa por Gabriel e Ay, o que acabou me fazendo muito bem, as coisas com Cínthia ganharam um tamanho e um aspecto realmente desafiadores para nós.

Quando alforriamos Cínthia, depois que a mesma nos serviu durante 30 dias como escrava, sua última instrução foi me submeter ao seu domínio. Deve ser fácil perceber que jogos de dominação e submissão já faziam parte do meu repertório e eu amava ser dominada. Só que nunca houvera uma interação tão intensa e completa. Cinthia marcou meu corpo e minha mente de um jeito perigoso, talvez por ser experiente em sentir o que eu mesma estava sentindo.

Na semana que sucedeu aquele episódio no apartamento novo do Demônio, Cinthia não saía de minha cabeça por um minuto que fosse. As sensações se replicavam em meu corpo a toda hora. Meu corpo queria mais, minha mente queria. De tal modo se dava a coisa, que sussurrava seu nome à noite, me lembrando de seu domínio, me masturbando com desespero. Estando ao seu lado, mal conseguia disfarçar.

Na sexta, fui para o apartamento de André após a faculdade, que já estava chegando ao final do período.

Antes disso, não me contive e mandei mensagem para Cínthia.

“Estou morrendo de saudade dos seus açoites. Meu corpo reclama um lugar sob os pés da minha rainha”

Cínthia demorou quase uma hora para me responder. Talvez, por causa do trabalho, possivelmente, por ter sido pega de surpresa com aquela declaração.

“Sabia que bastava um empurrãozinho para que você finalmente entendesse qual é o seu lugar no mundo”

“Te vejo na faculdade mais tarde, escrava”

Uma onda de tremedeiras tomou meu corpo, meu estômago deu uma pontada e minha buceta começou a latejar gostoso. Agora eu sabia que poderia contar com minha amiga para me aceitar como sua escrava submissa.

Só de ver minha ex escrava, meu corpo já teve tremedeiras e tudo que queria fazer era me ajoelhar aos seus pés. Cínthia, em toda aquela exuberância feminina, me abraçou normalmente, mas me cumprimentou com um “boa noite, escrava”, ao qual respondi com um “boa noite, minha senhora”.

Mantive-me com os olhos baixos, em sinal de respeito e submissão. Cínthia estava empolgada com seu novo papel na relação. Mandou que eu me abaixasse aos seus pés e folgasse um pouco a tira de sua sandália, que estava apertando seus pezinhos. Meu rosto esquentou de tesão e de vergonha.

- O outro, escrava – ordenou.

A cena, aos olhos dos transeuntes, não parecia exatamente o que era, mas nós sabíamos e aquilo estava me tirando do sério. Fiz o que me foi ordenado e passei a aula toda com a buceta latejando de tesão, sentada ao lado de minha rainha na sala. Para piorar minha situação, naquele dia tivemos aula da professora Flávia, uma mulher de quarenta anos, inteligentíssima, que conquistava a atenção da turma só com sua presença, o que aumentou meu tesão ainda mais, por causa da minha sapiossexualidade.

Era evidente que o Demônio iria pagar por toda aquela tensão e eu não via a hora, ainda mais depois de ter ficado aliviada por Cínthia ter gentilmente me aceitado como sua escrava submissa. Antes, porém, precisaria ter uma conversa difícil com meu namorado.

André me pegou de carro, trocamos um beijo apaixonado e fomos direto para sua casa, onde nos esperavam na geladeira algumas cervejas. Enquanto bebíamos e comíamos alguns tira-gostos que preparei, contei tudo que estava acontecendo e falei exatamente a forma como estava me sentindo.

- Você tem certeza de que quer se entregar a essa fantasia, Megera? A Cínthia é uma mulher solteira, não é como a Ay e o Gabriel, em que eu estava envolvido. Não é como quando aceitamos a mesma Cínthia como nossa escrava. É você querendo servir a ela. Onde eu fico nessa história?

- Amor, é por isso que eu estou falando com você. Eu quero que me ajude ou que me proíba de sentir isso pela Cinthia.

- Eu não vou te proibir de sentir nada, Ana Clara, mas há duas condições para que eu lhe autorize a ser escrava da sua amiga.

- Se vem do meu dono, já estão aceitas.

- Primeira: isso terá um prazo, assim como foi com a Cínthia. Segunda: enquanto for sua senhora, a Cínthia se subordinará e prestará contas a mim. Em caso de desobediência, eu a castigarei severamente.

- Eu também vou ser submissa a você, meu rei? – reagi, ansiosa com o andar daquela carruagem cheia de luxúria.

- Até isso terminar, completamente submissa. Em caso de desobediência, você também estará sujeita a punição severa.

Minha buceta pulsou e minha calcinha ficou mais molhada do que já estava.

- Eu aceito. Isso está me saindo bem melhor que a encomenda. Eu estou doendo de tesão, amor.

- Você é muito da safada, Megera, isso sim. E excêntrica.

- Kkkkkkkkkkkkkkkkkk, e a cada dia mais louca de paixão por você, meu dono, amo e senhor.

Eu estava tão desesperada de tesão, que quase gozava ao ser olhada ou tocada pelo meu namorado. Ter sido humilhada pela Cínthia na faculdade era uma lembrança que se misturava com a da sua dominação naquela tarde e a expectativa de servir como escrava ao meu próprio namorado. Eram muitas sensações.

André deve ter percebido quando me mandou tirar a roupa e me sentar em seu colo, enquanto conversávamos e bebíamos cerveja. Só de ouvir sua voz, eu quase gozava. Já tinha estado tensa sexualmente em outras ocasiões, mas, naquele dia, com a expectativa de realizar minha fantasia de escrava submissa, eu passei de fase. Tive um orgasmo brutal só de o Demônio tocar no meu grelinho sensível. Em seguida, colocou o pau para fora e me mandou sentar e rebolar em seu colo. Foram mais dois orgasmos assim, até que ele me encheu.

Mais tarde, André me colocou de quatro e comeu meu cuzinho, me fazendo ver estrelas de tanto prazer de ser sodomizada pelo meu dono. Foi uma noite marcante, mas o dia seguinte prometia prazeres extremos.

Ao amanhecer, suspeitei de que teria que suportar a ausência do meu namorado por quanto tempo durasse aquilo. Em seu lugar, surgia em minha vida o Dom Demônio. Ou sinhô Demônio, como queiram.

Tomamos café da manhã juntos e André ordenou que eu ligasse para Cínthia e a chamasse para uma conversa particular com ele. Conversei com minha senhora, que se prontificou a almoçar conosco. André não precisou me ordenar mais nada. Bem humilde e submissa, fui ao mercado e comprei ingredientes para o almoço. André saiu para o futebol, enquanto dividi meu tempo entre fazer limpeza, arrumar a casa e preparar o almoço com a buceta escorrendo de tanto tesão e expectativa pelo que viria.

Quando retornou do futebol, o Demônio me instruiu acerca da minha palavra de segurança.

- Você quer seguir com isso, Ana Clara?

Para ele me chamar de Ana Clara, era porque tinha noção clara da responsabilidade que estávamos assumindo.

- Balancei a cabeça positivamente, transmitindo firmeza e estar resoluta.

- Você está ciente de que na hora em que iniciarmos isso eu não serei mais o seu namorado e sim seu senhor? Pense bem.

- Eu quero, amor. Confio em você.

- Pois vai se arrepender, Ana Clara. De joelhos escrava.

Um tremor percorreu minha espinha com aquela ordem. Seu olhar era frio. Eu já conhecia aquele personagem. Tinha que estar preparada para encontrar prazer na dor, no sofrimento e na humilhação, só que agora por um tempo que eu desconhecia, submissa, ainda, à minha amiga, a mesma a quem eu dominara de forma impiedosa. Passando pela minha cabeça, essas coisas faziam tudo ser mais excitante. Por mais que confiasse no meu Demônio e na minha ex escrava, todavia, era impossível não sentir calafrios com o que viria, pois estava a renunciar a qualquer controle. E a palavra de segurança não era uma opção. Para mim, usá-la seria uma prova de fraqueza e covardia indigna de um espartano. Além disso, se Cínthia suportou, por que eu não suportaria?

O que eu não contabilizara era que minha vida de servidão teria ingredientes que Cínthia nem sonhou experimentar, mas cujo gosto amargo ajudaria a me fazer provar. Minha amiga, e agora minha sinhá, chegou ao apartamento do André por volta das 12 horas. André me ordenara que ficasse completamente nua e me algemou de joelhos ao pé da cama de casal em seu quarto. Mandou que eu ficasse quieta e que me mantivesse em meu lugar, como se fosse possível fazer diferente.

Recebeu Cínthia e eu fiquei no quarto, com a porta trancada, esperando pelo resultado daquela conversa, que foi bem demorada. O tempo passava e eu ficava cada vez mais angustiada. Do que estavam falando? O que estavam fazendo? Fui acometida de uma onda de ansiedade e ciúme, mas, ao mesmo tempo, minha buceta latejava. Aquilo fazia parte do jogo, eu sabia, mas o jogo começava pesado demais.

Fiquei uma hora e meia naquela posição, esperando ser liberada. Foi humilhante ver Cínthia, exuberante, com aquele corpaço, entrando no quarto e me vendo naquela posição, de joelhos, algemada ao pé da cama. Baixei os olhos em sinal de submissão e respeito, mas, também, para tentar esconder a vergonha, se é que isso era possível com meu rosto queimando, que devia estar vermelho feito um tomate.

- Boa tarde, escrava – falou Cínthia com uma voz doce, me segurando pelo queixo e beijando meus lábios, quase me fazendo gozar só de sentir sua boca – Que maldade que nosso senhor está fazendo com nossa cadelinha de estimação, tão lindinha e obediente, não é minha cadelinha linda?

Cínthia beijou minha testa sem mudar o tom.

- Você vai agora terminar o almoço e servir à sua rainha e ao seu dono e senhor, você compreendeu, cadela?

- Sim senhora!

- Responde latindo, que é como faz uma cadela.

Meu corpo todo se convulsionou de raiva e tesão ao mesmo tempo. Relutei e ganhei um tapa na cara, não suficientemente forte para me causar dor, mas suficientemente humilhante para quase me fazer gozar.

- O que foi? Não sabe latir, cadela. Late para mim.

- Au au – reagi, esfregando as pernas.

Cínthia sabia que eu estava prestes a gozar. Sua voz meiga e autoritária, seu cheiro, sua presença física, tudo me levava a um estado quase de delírio. Meu sinhô só nos observava da porta.

- Muito bom, minha cadela – reagiu Cínthia segurando meu queixo e enfiando a língua na minha boca, enquanto seus dedos invadiam minha buceta enxarcada, a prova do quanto eu estava amando aquilo.

Algemada, imobilizada e humilhada pela minha amiga, gozei estrondosamente em seus dedos, gemendo dentro de sua boca, cuja língua açoitava a minha com impetuosidade e imposição.

Quando me deixou, meu corpo tremia e meu peito ofegava. Cínthia olhava para mim com satisfação, como se houvesse se saído muito bem com sua tarefa. O mais curioso era o volume na bermuda do meu namorado. Ele assistira à cena com atenção e parecia muito excitado.

- Meninas, chega de recreação. Depois, você poderá usar sua escrava para sua diversão, querida. Agora, é a hora do almoço – falou, abraçando-a e dando um beijo nos lábios, como fora ela sua namorada.

“Filho da puta”, pensei, sentindo uma facada de ciúme no estômago, mas não ousei dizer nada. Afinal, eu poderia me livrar daquela tortura a hora que quisesse. Bastava dizer minha palavra de segurança. Talvez fosse esse o seu objetivo ao me atingir com um golpe tão baixo. Tive que me controlar para uma lágrima não denunciar minha agonia. Uma coisa era o tesão que eu tinha de ver o Demônio transando com minha amiga. Outra, era sei lá o que era aquilo que eu estava presenciando.

Fui solta e mandada para a cozinha, que era agora o meu lugar. Só de calcinha e sutiã, servi-os à mesa e Cínthia mandou que eu ficasse de quatro aos seus pés enquanto comiam. Assim o fiz. Enquanto comia a comida que eu fiz, almoçando com meu namorado, minha rainha ainda mandou que beijasse seus pés, o que fiz com gosto, inebriada com aquele leve cheiro de suor misturado com hidratante.

Minha vida de submissa começou com tudo. Terminado o almoço, Cínthia ordenou que eu tirasse a mesa, lavasse a louça e deixasse a cozinha limpa. Não ousei perguntar se estava autorizada a almoçar, pois isso seria uma atitude insolente. Na minha condição de escrava, obedecer era a única habilidade que tinha que dominar.

Ao sair da cozinha, fui algemada pelo Demônio e ganhei uma coleira, pela qual fui presa, de quatro, ao pé da mesa. Eu estava fodida. Se o primeiro dia de cativeiro já estava me quebrando por dentro, imagine suportar aquilo até o final, mas a recompensa estava naquele latejar gostoso dentro da minha buceta.

O Demônio e minha rainha foram para o quarto abraçados e fecharam a porta.

- Não saia daí, cadelinha – provocou Cínthia.

Eu já estava exausta de ficar presa e, agora, com fome. Ficar ali, sozinha, enquanto meu namorado estava com minha amiga no quarto era, porém, a maior tortura, porque o ciúme estava me corroendo e quase me forçando a dizer minha palavra de segurança. E o pior de tudo é que, se estavam fodendo, que pelo menos me deixassem ver, mas nem isso. Algemada e presa pela coleira ao pé da mesa, eu só podia especular e sentir meu corpo tremer de ciúmes, uma lágrima querendo roubar a cena e a buceta escorrendo feito uma cachoeira.

Eu não podia reclamar da crueldade deles. Afinal, eu sabia por que estava ali. Aliás, fui eu que pedi, mas isso não mudava o fato de que minha amiga, agora minha dona, se aproveitava do meu namorado na mesma cama que o Demônio comprou para nós podermos trepar e dormir juntos. E eu poderia acabar com aquilo a qualquer momento, mas tinha algo dentro de mim que implorava por mais. O desconforto de ficar encoleirada, presa e algemada ampliava as sensações, inclusive a da minha buceta latejando sem parar.

Depois de muito tempo, Cínthia saiu do quarto só de calcinha, aqueles peitões opulentos de fora, com um sorrisinho debochado nos lábios. Aquele sorriso era mais duro e me quebrava mais do que os açoites que estava prestes a receber. Minha senhora me desalgemou e me tirou da coleira, me colocando de pé e mandando que eu colocasse as mãos sobre a mesa e me curvasse. Fui vendada e minhas mãos foram algemadas sobre o tampo da mesa.

- Você sabe por que será castigada?

- Não, senhora?

- É porque eu estou com vontade. Você acha justo que eu lhe castigue sempre que tiver vontade, escrava?

Sua voz sempre delicada me derretia por dentro.

- Sim, senhora, eu mereço todos os castigos que a senhora julgar apropriado me dar.

- É assim que eu gosto de ouvir. Por ser tão submissa e obediente, talvez não seja tão severa com você, escrava.

Fiquei cerca de dois minutos naquela posição e ouvi o chicote estalar. Meu corpo estremeceu e cheguei a soltar um grunhido de medo, antecipando a dor. Que veio no segundo, no terceiro e nos vários estalos que a ele se seguiram. Ganhei chicotadas nas nádegas e nas coxas, que ardiam e me arrancavam lágrimas dos olhos, mas havia um prazer sombrio e difícil de compreender naquele sofrimento.

Quando terminou de me açoitar, Cínthia arriou minha calcinha e suas mãos mergulharam na piscina em que tinha se transformado minha buceta. Sem nada dizer, me masturbou e eu gozei aos gritos em menos de dois minutos, o corpo todo convulsionado.

- Agradeça o castigo recebido, escrava.

- Obrigada pelo castigo, senhora – respondi completamente ofegante, a voz saindo com dificuldade por causa daquele orgasmo brutal.

Fui surpreendida, em seguida, pela voz do Demônio, ordenando a Cínthia que ficasse na mesma posição em que eu estava. Os olhos de Cínthia brilharam de expectativa. A vadia submissa e masoquista ainda morava nela.

André tirou minhas algemas e deu o chicote em minha mão.

- Açoite a sua senhora até eu me julgar por satisfeito. Isso é uma ordem e não aceito contestação.

Baixei os olhos e obedeci, sem entender muito bem o que aquilo significava.

- Iniciei as chicotadas e Cínthia gemeu num misto de dor e prazer, que logo foram substituídos pelos soluços. Por incrível que pareça, aquilo me excitou. Eu sabia o quanto minha rainha estava apreciando seu castigo, cuja razão eu ignorava.

Após aquela sessão de tortura compartilhada, André mandou que nós duas nos ajoelhássemos diante dele. Cínthia estava com aquela carinha de quem estava transtornada de tesão, que eu conhecia muito bem.

- Você sabe por que foi castigada, cadela? – perguntou o Demônio com aquela voz firme e tranquila.

- Não, senhor.

- Você foi açoitada pela sua escrava para não se esquecer de quem manda aqui. Quem é que manda, escrava?

- O senhor, meu amo – respondeu com um tom de voz emocionado.

- Para o sofá as duas e de quatro – ordenou, no que prontamente foi atendido.

Ficamos as duas, lado a lado, ajoelhadas no sofá, com as bundas empinadas para o Demônio. Minha buceta já latejava impiedosamente de novo.

Meu dono mandou que permanecêssemos naquela posição e assim ficamos, sem qualquer contestação, humildes e submissas. O tesão era tanto, que chegava a doer minha cabeça. Ficamos assim durante um bom tempo, sem saber o que o Demônio planejava fazer conosco, porém compartilhando, certamente compartilhando, a vontade de que ele fizesse o que estava prestes a fazer.

Sem qualquer aviso, se posicionou atrás de Cínthia e enterrou o pau em sua buceta. Minha rainha soltou um gritinho e o Demônio começou a socar com vontade, seus corpos se chocando e fazendo um barulho que estava me enlouquecendo. Cínthia gemia alto e não demorou a anunciar que estava gozando, espremendo a própria boca contra as costas do sofá para abafar seus gritos.

Eu estava tão zonza de estar vivendo aquela situação, que só me dei conta de que estava para ser fodida quando o pau do meu namorado já estava invadindo a entrada da minha buceta. Instintivamente, joguei a bunda para trás, desesperada para levar seu pau dentro de mim. Recebi o mesmo tratamento e rapidamente fui levada ao terceiro orgasmo do dia. André me fodeu até gozar barulhentamente no fundo da minha buceta.

Em seguida, ordenou que o que sobrou de mim fosse comer, já que eu não almoçara. Até cheguei a esquecer de que estava morta de fome. Fui obrigada a comer na cozinha e arrumar a louça de novo. Em seguida, meu dono me autorizou a tomar banho. Cínthia já havia tomado o seu. A ordem era para que eu ficasse bem limpinha e cheirosa, pois iríamos sair. Passamos na casa de Cínthia para que pegasse algumas peças de roupa e fomos para aquele barzinho perto da casa do Demônio. Na ida e na volta, eu viajei no banco de trás e a Cínthia no banco da frente, como se fosse ela a namorada do meu namorado. Nem preciso dizer que aquela humilhação estava fazendo com que me consumisse de tesão.

Já no bar, pedimos cervejas, minha caipirinha e tira-gostos. Foi quando o Demônio nos deu a triste notícia.

- Meninas, espero que nenhuma das duas queira me faltar com a obediência. Então, o que eu vou dizer aqui é inegociável. Há um certo tempo que a escravidão foi abolida no Brasil – falou sério.

Eu e Cínthia nos entreolhamos, sem deixar de achar graça daquele comentário.

- No entanto, as senhoras parecem convencidas de que o melhor lugar do mundo é a senzala – comentou, fazendo com que nós duas ríssemos.

André fez uma pausa e olhou nos olhos de uma e de outra, alimentando nossa expectativa.

- Ana Clara - mais uma vez, ele me chamou de Ana Clara, meu Deus – eu não posso negar à mulher da minha vida o direito de viver sua tara. Você tem uma semana para isso – brochei – então, aproveite cada minuto da sua servidão.

“Por que a Cínthia podia ter um mês e eu só uma semana?”, pensei enciumada, mas consciente de que ele sabia o que estava fazendo.

- Até lá, você deve total obediência à sua amiga e senhora. Fará o que ela mandar e se submeterá incondicionalmente aos seus abusos, contanto que autorizados por mim.

Pronto, a calcinha molhou de novo.

- Depois disso, você está desautorizada a sentir o que sente pela sua amiga e eu não quero mais saber de escravas, será que fui claro com as duas?

- Sim, senhor, respondemos em uníssono – meu coração apertado e meu corpo implorando pelo domínio da amiga.

- E você, amor?

- Até lá, minha namorada é a Cínthia. Se você tiver qualquer objeção a isso, é só dizer sua palavra de segurança a hora que quiser.

Puta merda! Além de escrava submissa da minha amiga, ainda corna. Minha imaginação se pôs a trabalhar e a minha buceta a latejar tanto, que tive que tentar controlar minhas caretas. O abismo estava aos meus pés. Era só me atirar. E foi o que eu fiz, confiando no meu Demônio e na minha amiga. Aquela semana prometia.

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Foto de perfil genéricaTheodor e AlineContos: 22Seguidores: 22Seguindo: 46Mensagem O erotismo é uma forma de expressão.

Comentários

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Não!!! Mil vezes não é possivel vcs se superarem mais!!!

Dom Demônio é inteligente e perspicaz!! Cinthia sempre bem vinda mas...A minha Megerinha é insuperavel!!!

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Dom Demônio foi acender o fogo e mexer com a imaginação da Megerinha linda, agora está sendo obrigado a gerenciar um vulcão em erupção. Boa sorte para ele, né? rs

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Mas gostei muito dos cuidados que ele tem com a Megera. Ele da corda mas controla. Excepcional!!!

E sim!!! Ja que ele tem que gerenciar esse vulcão ele já chutou o pau da barraca!!! Se Megera quer ela terá tudo de uma vez só!!

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