Olá pessoal, Thiago aqui de novo. Depois de oficializar o namoro no Guarujá e contar pra todo mundo, a vida em São Paulo ganhou um novo ritmo. Eu trabalhando como analista de TI em uma empresa de tecnologia no centro, e a Kelly dividindo o tempo entre o estágio em marketing e a faculdade de Publicidade. Ela tinha um pequeno apartamento charmoso em Vila Madalena – sala-cozinha integrada, um quarto aconchegante, banheiro pequeno mas bem arrumado e uma varandinha onde a gente adorava fumar um cigarrinho e conversar. Era o nosso cantinho perfeito pra quando queríamos privacidade.
A rotina era boa: eu ia pra empresa de manhã, ela pro estágio à tarde, e à noite a gente se encontrava. Muitas vezes eu dormia lá. O sexo continuava incrível, mas agora com mais carinho. A gente fazia amor devagar, se olhando nos olhos, e também transava loucamente quando o tesão batia. O namoro estava cada vez mais sólido.
Numa sexta-feira, decidimos fazer um jantar pequeno no apartamento dela pra reunir gente próxima. Eu convidei o Rafael, meu colega de trabalho (o mesmo Rafa da orgia anterior na praia), que agora estava noivo da Beatriz, uma morena linda, professora de 26 anos, corpo definido e super extrovertida. Kelly convidou a Sofia, a amiga dela que já tinha participado de algumas safadezas, e o Lucas, um amigo da faculdade dela, bem humorado, magro, alto e sempre pronto pra uma boa zoação.
Chegaram todos por volta das 20h. O apartamento ficou cheio de um jeito gostoso. Eu tinha ajudado a Kelly a preparar uma lasanha, salada, petiscos e várias garrafas de vinho e cerveja. A mesa pequena da sala estava arrumada com capricho. Começamos comendo, rindo e colocando o papo em dia.
— Cara, finalmente oficializaram! Eu sabia que isso ia acontecer — disse o Rafa, batendo na minha costa enquanto servia mais vinho pra Beatriz.
— Vocês dois são o casal mais fofo e safado que eu conheço — completou Sofia, piscando pra Kelly.
O Lucas não perdia uma:
— E eu aqui, o único solteiro da mesa. Alguém tem algum amigo pra me apresentar?
A conversa fluía solta. Falamos de trabalho, faculdade, viagens, as loucuras do passado (sem entrar em detalhes pesados). O vinho descia fácil. Depois do jantar, arrumamos a sala, colocamos uma playlist boa e sentamos no sofá e nas almofadas no chão. Já estávamos todos bem alegres.
Foi o Lucas quem sugeriu:
— Galera, que tal um Verdade ou Consequência? Clássico, mas sempre divertido.
Todo mundo topou. Começou leve. Verdades bobas: “Qual foi o pior date da sua vida?”, “Você já mentiu pra chefe?”. Consequências inocentes: dançar uma música, beber um shot, imitar alguém. Ríamos muito. O clima estava leve e gostoso.
Com a bebida rolando, as perguntas foram ficando mais ousadas. Sofia perguntou pra Beatriz:
— Verdade: qual a fantasia que você tem com o Rafa que ainda não realizou?
Beatriz riu, corada:
— Quero ver ele com outro homem… só pra assistir.
Rafa quase engasgou. Kelly me olhou com aquele sorriso safado que eu conhecia bem.
As rodadas avançaram. Kelly escolheu consequência e teve que beijar a Sofia na boca. Foi um beijo demorado, molhado, que deixou todo mundo em silêncio por uns segundos. Depois foi a vez da Beatriz beijar o Lucas (só um selinho, mas já esquentou). Eu escolhi verdade e admiti que adorava quando a Kelly me dominava às vezes.
O jogo ficou sexual de vez quando Sofia escolheu consequência e teve que tirar a blusa, ficando só de sutiã. Os peitos dela eram lindos, empinados. Kelly, já bem solta, escolheu consequência e lambeu os seios da Sofia por 30 segundos. A sala ficou quente. Gemidinhos baixos começaram a escapar.
— Meninas, vocês estão me matando — disse o Lucas, ajustando a calça.
Beatriz, ousada, escolheu verdade:
— Já transei com mulher? Sim, duas vezes. E gostei pra caralho.
A consequência seguinte foi pra Kelly: fazer a Sofia gozar usando só a boca e as mãos, enquanto todo mundo assistia. Elas foram pro sofá. Kelly tirou o resto da roupa da Sofia, abriu as pernas dela e começou a chupar com vontade. Sofia gemia alto, segurando a cabeça da Kelly, rebolando contra a boca dela. Beatriz e eu assistíamos hipnotizados. Não demorou muito e Sofia gozou forte, tremendo e apertando as coxas.
— Caralho… que delícia — Sofia suspirou.
Agora era a minha vez. Escolhi consequência. O grupo decidiu: eu seria vendado e receberia boquetes de várias pessoas. Tinha que adivinhar quem era cada uma.
Colocaram uma venda preta em mim. Fiquei sentado no sofá, calça abaixada. Primeiro boquete veio suave, língua habilidosa girando na cabeça. Eu gemi.
— Kelly… — chutei.
Errado. Era a Sofia. Risadas gerais.
Segundo boquete: mais agressivo, engolindo fundo. Voz rouca.
— Beatriz?
Errado de novo. Era o Lucas. A galera explodiu em risada.
Terceiro: profundo, com mão massageando as bolas. Eu tinha quase certeza.
— Kelly?
Errado novamente. Era a Beatriz. Todo mundo gritou de tanto rir.
Como errei todas, a punição veio pesada. O grupo decidiu: eu teria que dar o cu pra alguém na frente de todos. Escolheram o Rafa, que estava visivelmente excitado.
— Porra, cara… primeira vez com homem na frente da minha noiva — ele riu nervoso, mas tirou a roupa.
Me colocaram de quatro no tapete da sala. Lubrificante apareceu (Kelly sempre tinha no apartamento). Rafa passou bastante, encostou o pau grosso na minha entrada e empurrou devagar. Eu gemi alto quando ele entrou. A sensação de estar sendo fodido na frente de todo mundo era absurda.
— Isso, Rafa… mete gostoso — incentivei, empinando mais.
Ele começou a meter, primeiro lento, depois mais forte. Kelly se aproximou, me beijou enquanto eu tomava rola. Sofia chupava os peitos da Beatriz. Lucas batia punheta assistindo.
A partir daí virou orgia total.
Kelly e Sofia se pegaram de novo no sofá, agora em 69, lambendo buceta e cu uma da outra com fome. Beatriz sentou na cara do Lucas enquanto assistia o namorado me comer. Eu gemia como uma puta, empinando pra Rafa meter fundo.
Troquei de posição. Fiquei de lado, uma perna levantada, enquanto Rafa continuava metendo. Kelly veio e sentou na minha boca, fazendo eu chupar ela enquanto era arrombado. O apartamento virou um ninho de gemidos, tapas na bunda, pele batendo.
Rafa gozou primeiro, enchendo minha bunda de porra quente. Assim que ele saiu, Lucas tomou o lugar, metendo mais devagar mas fundo. Kelly e Sofia vieram pra perto, se beijando e chupando meus mamilos. Beatriz se ajoelhou e chupou meu pau enquanto eu era fodido.
As meninas se alternavam. Em determinado momento, Kelly e Beatriz ficaram de quatro lado a lado. Eu comi a Kelly enquanto o Rafa comia a Beatriz. Lucas metia no cu da Sofia. A sala cheirava a sexo, suor e vinho.
Mudei pra Kelly: deitei ela na mesa da sala e meti na buceta enquanto o Lucas chupava os peitos dela. Depois veio dupla penetração na Kelly – eu na buceta, Rafa no cu. Ela gritava de prazer, gozando sem parar. Sofia e Beatriz se lambiam ao lado, dedando uma a outra.
Eu acabei gozando na boca da Sofia, que dividiu a porra com a Beatriz num beijo molhado. Rafa gozou no peito da noiva. Lucas gozou na bunda da Kelly.
Ficamos todos caídos no chão e sofá, suados, melados, rindo e recuperando o fôlego. Bebemos mais, conversamos sobre o que tinha rolado, e depois rolou uma segunda rodada mais calma – chupadas no chuveiro, duplas no quarto, todo mundo misturado.
O jantar que era pra ser pequeno virou uma das noites mais loucas que tivemos em São Paulo. De manhã, depois de um café reforçado, todo mundo foi embora prometendo repetir (com mais planejamento).
A relação com a Kelly só fortalecia com essas experiências. A gente se amava, se respeitava e curtia juntos. Vida de casal nunca foi tão interessante.
