Os Pés de Carol - A Empregada! Parte I - O Início de Tudo!

Um conto erótico de Senhor Das Cócegas
Categoria: Lésbicas
Contém 3643 palavras
Data: 04/06/2026 00:44:45
Última revisão: 04/06/2026 00:57:42

Era uma vez Carol, uma linda jovem mãe solteira de 25 anos, morava com sua mãe que ajudava a criar sua filha pequena de 6 anos, fruto de um relacionamento que deu errado e o pai fugiu pra longe a deixando sozinha.

Carol era branca, altura 1,70, magrinha, cabelo preto liso até metade das costas, olhos castanhos claros, seios e bumbum na medida, um lindo par de pés no tamanho 38 sempre bem cuidados e usando francesinha ou branquinho, eram pés longos com dedos longos, o segundo dedo era um pouco maior que o dedão, os outros seguiam em escadinha perfeita de ordem de tamanho, mesmo assim eram belos pés, além de tudo isso, Carol era muito bonita e dona de um sorriso que encantava e chamava atenção.

A jovem Carol tinha terminado o ensino médio, mas devido a gravidez inesperada da época e o abandono do seu companheiro, ela não conseguiu ingressar na faculdade e costumava trabalhar apenas como diarista na casa dos outros arrumando tudo, lavando e passando, cozinhando, tudo que podia para ajudar a mãe aposentada e a filha pequena.

A mãe de Carol, dona Jacinta, tinha 50 anos, era aposentada por invalidez, tinha uma perna manca devido um acidente de trabalho antigo, era uma senhora gordinha e baixinha, sedentária, mas gente boa, vivia na igreja e foi lá que encontrou uma boa oportunidade para a sua filha.

Abigail, uma senhora rica e sozinha, tinha a mesma idade de Jacinta, 50 anos, tinha chegado há alguns meses no bairro, comprado uma grande casa que estava à venda e se instalado na comunidade, diferente de Jacinta, era uma senhora alta e com corpo forte, de seus 1,80m, Abigail tinha um passado de ex-atleta, por isso ainda tinha um corpo razoavelmente bem trabalhado depois de velha, ela frequentava a igreja e ia para a missa todos os dias, o que fez dela uma grande amiga em pouco tempo da senhora Jacinta.

Em pouco tempo Jacinta já ficou sabendo pela própria Abigail que ela estava fazendo entrevistas e querendo contratar uma emprega doméstica em tempo integral para trabalhar na sua casa, logo Carol foi avisada e sozinha foi a casa da dona Abigail fazer a entrevista.

Chegando lá foi direcionada por um mordomo até a sala de estar onde dona Abigail muito bem arrumada estava a esperando, algumas perguntas foram feitas, alguns questionamentos, Carol respondia bem tudo, dona Abigail só observava a moça ali a sua frente, estava com uma blusa comportada, calça jeans e sapatilhas pretas nos pés, no final Abigail falou:

- Gostei muito de você querida, venha essa semana fazer um teste aqui, uma semaninha trabalhando aqui, arrumando a casa, lavando roupa, cozinhando, entre outras coisas, pode vim a vontade de chinelo e shortinho, aqui é um calor danado, não preciso dessa formalidade toda de hoje, dando tudo certo nessa primeira semana de teste, eu assino sua carteira!

- Obrigado senhora, pode deixar! – respondeu animada Carol e foi pra casa.

A entrevista foi num sábado, segunda-feira cedinho Carol chegou para trabalhar, como a patroa tinha deixado, ela veio à vontade, blusinha de alcinha e mostrando a barriguinha, shortinho jeans curto e nos belos pés um par de havaianas brancas sem estampa com correias finas e o nome Havaianas dourado nas correias, daquelas novas que a ponta é retangular, tanto as unhas das mãos quanto as dos pés estavam pintadas de preto, o que deixava tudo bem realçado já que Carol eram muito branquinha.

Ao ver a jovem, a senhora Abigail deu um largo sorriso e a analisou dos pés a cabeça e depois da cabeça aos pés, apresentou pessoalmente a casa e onde ficava os utensílios e produtos de limpeza e de cozinha e deixou Carol a vontade, apenas seguindo discretamente a empregada enquanto a mesma passava a vassoura e arrumava a casa de manhã cedo.

Carol não notava, mas os olhares da senhora Abigail se dirigiam mais para a sua bunda e os seus pés, principalmente os pés, Abigail olhava sempre que tinha chance as solas cor de creme clarinhas de Carol ali a mostra sempre que a pobre se abaixava e ficava de joelhos ou de alguma outra opção que seus pés ficavam com as solas expostas, em um desses momentos, Carol estava de joelhos no chão arrumando umas louças no armário de cozinha na parte mais baixa, limpando e espanando, em determinado momento ela passava um pano em alguns copos ali de joelhos no chão e com as solas bem a mostra, a senhora Carol chegou bem devagar, pegou o espanador de penas que estava ali perto e o deslizou suavemente na sola do pezinho direito de Carol que deu uma grande gargalhada e deixou cair um copo que quebrou:

- AHAHAHAHA NÃAAO SENHOOORA... AAAAH DESCULPA! – Foi Carol gargalhando com as cócegas que recebeu no pezinho direito por causa do espanador passado na sua sola e depois pedindo desculpas porque se desequilibrou e deixou cair o copo, ela continuou ali de joelhos de frente para copos os arrumando na parte baixa, mas agora parada, esperando a sua chefe falar algo, para a sua surpresa dona Abigail se abaixou bem perto dela e sorrindo ali bem perto do ouvido da jovem, falou:

- Tudo bem querida, a culpa foi minha pela brincadeira boba, eu não imaginava que você tivesse os pezinhos tão sensíveis! – e dizendo isso a senhora Abigail deslizou novamente o espanador de penas agora sobre a sola do pezinho esquerdo, Carol começou a gargalhar e se deitar no chão se encolhendo toda desesperada enquanto implorava para a senhora Abigail parar:

- AHAHAHAHAAHAHAHAHAHA... SENHORAAA ASSIM NÃAAO... AHAHAHAHA POR FAVOOR PAREEE... AHAHAHAHAHAHAHAHAHA… POR FAVOOOR… AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA…

Dona Abigail se sentou no chão e colocou os pés de Carol sobre seu colo, removeu bem devagar seus chinelos e começou a alisar seus pezinhos, suas solinhas macias, lisinhas e cor de creme clarinhas, enquanto falava:

- Calma querida, calma, parei, mas que pezinhos mais sensíveis e delicados, além de lindos, você tem querida!

-Obrigado senhora, eu morro de cócegas nos pés, me desculpe o copo – falou Carol e tentou puxar os pés para si, mas a senhora Abigail os segurou firmes os mantendo sobre seu colo, a patroa ali então deu um largo sorriso e falou:

- Já sei, para compensar o copo quebrado, vou fazer dois minutinhos de cosquinhas – e dizendo isso agarrou os pés de Carol numa chave de braço em volta dos seus tornozelos e com a mão livre começou a deslizar suas enormes unhas vermelhas alternando bem no meio das solinhas lisinhas daqueles belos pés grandes tão sensíveis, imediatamente Carol começou a se contorcer toda ali no chão de cerâmica fria enquanto gargalhada desesperada:

- AHAHAHAHAHAHAHAHAAHA... SENHORAAAA PARAAAA... AHAHAHAHA ME DESCULPAAAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... EU NÃAO AGUENTO... AHAHAHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHA... POR FAVOOOR... AHAHAHAHA EEEI PAREEE... POR FAVOOOR... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...

Quanto mais Carol implorava, mais a senhora Abigail lhe fazia cócegas nos seus pés, houve um momento já perto dos dois minutos de cócegas que os dedos longos com as grandes unhas de Abigail começaram a cutucar e escavacar a região entre os dedos longos dos pezinhos, Carol ficou ainda mais desesperada e histérica:

- AHAHAHAHAHAHA... NÃAAO POR FAVOOR... AHAHAHAHA AI NOS DEDOS NÃAAAAO... AHAUAAHAUAHAUAHAAHAHAHAAHAHAHAUHAAHAHAHAHA AHAHAHAHAUAHAUAAHAHAHAHA...

- Pronto, acabou querida, pronto – disse a senhora Abigail parando as cócegas, antes de soltar os pés de Carol, ela os cheirou e deu um beijinho em cada sola, depois pessoalmente de forma gentil colocou os chinelos nos pés da empresa e foi se levantando e voltando a falar – Desculpe querida, eu tenho uma queda forte por pezinhos como os seus, não resisti, pode voltar a trabalhar, não vou te atrapalhar mais hoje!

- SIM SENHORA – respondeu Carol se ajeitando e voltando a limpar e guardar os copos na parte mais baixa daquele armário de cozinha.

Abigail era uma senhora de palavra, de fato naquela segunda-feira ela não mais perturbou Carol com nada, mas no decorrer da semana sempre que a coitada da empregada cometia um vacilo de deixar seus pés com as solas expostas, a patroa chegava lá de mansinho e fazia pequenos ataques surpresa de cosquinhas nos pezinhos de Carol que rapidamente era rendida e se voltava a gargalhar e implorar por misericórdia:

- EEI NÃAAO... AHAHAHAAHAHAHAHAAHAHA A SENHORA DE NOVO... AHAHAAHAHAHAHAHAAHAHAHAHAHA... PARAAAA POR FAVOOOR... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAAHAHAHAHA... EU NÃAO AGUENTOO... AHAHA AHAHAHAHAHAHA... – era Carol desesperada ali deitada na cama que estava colocando o lençol novo se contorcendo toda enquanto a senhora Abigail lhe agarrou seus pés e fazia cosquinhas sem piedade deslizando suas unhas grandes.

Em outro momento Carol estava de joelhos sobre o sofá limpando com o espanador os quatros na parede atrás do móvel, quando Abigail chegou por trás e começou a lhe fazer cócegas com uma pena longa nas solas, rapidamente a empresa não aguentou, se deitou no sofá rendida pela chefe e a mesma colocou os pés da jovem no seu colo e enquanto segurava os tornozelos de Carol com uma mão, com a outra deslizava a longa pena alternando entre o meio das solas e os cantos abaixo e entre os dedos, a coitada gargalhar quase chorando de tanto rir enquanto implorava:

- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... POOOOR FAVOOR SENHORAAAA... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... AI EU NÃAAO... AHAHAHAHAHAHA... AGUENTOOO... AHAHAHAHAHAAHAHAHA...

Esses foram apenas alguns exemplos, tiveram durante a semana muitos outros ataques surpresa de cócegas nos pés de Carol, que quase desistiu de vim depois do terceiro dia por causa da brincadeira que detestava e que tinha entendido que a sua chefe continuaria a lhe fazer, mas a sua mãe dona Jacinta insistiu para ela continuar e resistir, pois a proposta de salario era muito bom, Carol entendeu que eram pouquíssimas candidatas que resistiriam aquilo, também entendeu que a sua patroa gostava dos seus pés de um jeito esquisito, além de cócegas, ela dava cheirosos e beijos e os alisava, tudo isso sempre elogiando muito os pezinhos de tamanho 38 de Carol.

Na sexta-feira depois de um longo dia de muito trabalho lavando roupa, cozinhando e fazendo faxina onde em nenhum momento a senhora Abigail conseguiu oportunidade para alcançar os pés de Carol, a jovem foi chamada no fim da tarde para a sala, se sentou num sofá grande a convite da senhora Abigail que sentou no mesmo sofá só que um pouco afastada, numa pequena mesa de centro, tinha um grosso contrato, uma caneta, uma pequena pena e um lindo par de havaianas cor de amarelinhas quase douradas com correias finas na cor dourada parecendo ouro, nas correias tinha o nome em letras douradas “Carol”, eram personalizadas, Carol ficou hipnotizada admirando as lindas chinelas, a senhora Abigail quebrou o feitiço colocando dois maços bem grossos de notas de cem sobre a mesa e falando:

- Eu acho que você já percebeu como estou fascinada e viciada nesses seus adoráveis pezinhos querida, certo?

- SIM – respondeu Carol séria acenando com a cabeça, a patroa voltou a falar:

- Tenho uma proposta, você trabalha pra mim de segunda a sexta, de 8 as 18, almoço será aqui, te pagarei não dois 3 mil reais como anunciei a vaga, mas sim 5 mil reais mensais, com um bônus de entrada de 2 mil agora, mas...

- EU TENHO QUE DAR MEUS PÉS PRA SENHORA – falou Carol lembrando das cócegas e já puxando os pés pra perto de si abraçando os joelhos, Abigail sorriu e voltou a explicar:

- SIM! Mas as cosquinhas é apenas uma parte da brincadeira, eu quero que me deixe beijar, lamber e me deliciar a vontade com seus pés durante poucos minutos diariamente!

- A senhora sente prazer em pegar nos meus pés? – Perguntou Carol já entendendo tudo, a patroa confirmou:

- SIM, MUITO! As cosquinhas são apenas uma parte do que quero fazer com seus pezinhos, vou os lamber intensamente e deixar suas solas enxarcadas com minha saliva, vou chupar gostoso cada dedinho desse aí, vou beijar, morder, cheirar e chupar cada cantinho dos seus pezinhos, dos calcanhares até a ponta dos dedos, no meio disso, fazer algumas cosquinhas para ouvir suas deliciosas gargalhadas, mas nada exagerado.

Carol pensou, lembrou da filha pequena que tinha que cuidar e ainda ajudar sua velha mãe em casa, então jogou uma proposta:

- Eu aceito, mas com algumas condições, a senhora só pode pegar nos meus pés por vinte minutos no máximo no inicio do dia ou dez minutinhos no inicio do expediente e dez minutinhos no final, o salário tem que ser de 10 mil!

A senhora Abigail deu uma grande gargalhada, estralou os dedos e apareceram dois grandes homens brutamontes, fortes e altos, de termos pretos e óculos escuros, eles agarraram Carol, juntaram suas mãos as prendendo com um enforca-gato forte e depois fizeram o mesmo juntando seus pés e os prendendo juntos pelos tornozelos também com um enforca-gato forte, depois disso a soltaram a deixando deitada sobre o sofá, Abigail sorridente colocou os pés da jovem ali presos juntos sobre o seu colo, a coitada da empresada gritava desesperada:

- EEEI O QUE É ISSO! A SENHORA É DOENTE! ME SOLTE! ME SOLTEM AGORA!

- Você é uma simples diarista, não tem ensino superior, vive sozinha com a mãe e uma filha pequena pra criar, dez mil é um exagero, mas cinco mil pra você nessa cidade, nesse bairro, está ótimo, além do meu bônus, te darei outros bônus ser for uma menina boazinha! Acha mesmo que está em condições de negociar tanto assim?

- ME SOLTE POR FAVOR... MEUS PÉS SÃO MUITO SENSÍVEIS SENHORA, EU NÃO AGUENTO, POR FAVOR... ME SOLTA...

- É claro que você aguenta querida, te testei bem essa semana, você vai amar os carinhos deliciosos que farei com minhas mãos e boca, principalmente com minha língua nos seus pés, é uma ótima proposta, serão apenas uma hora diária que cederá seus pés a mim, trinta minutos quando chegar de manhã cedo e trinta quando for embora, nem mais nem menos, eu gostei de você, vou aumentar o salário para 7 mil, enquanto você pensa, vamos brincar um pouco – falou Abigail e nesse momento pegou a pena que estava na mesinha de centro e começou a deslizar sobre as solas dos pezinhos juntinhos presos de Carol ali em colo, a jovem imediatamente começou a gargalhar:

- AHAHAHAHAAHAHAHAHA... AI MEU DEUUUS... AHAHAHAHAHAHAHA POR FAVOOOR SENHOORAAAA... AHAHAHAHAHAHAHAHAHA PARAAA POR FAVOOOOR... AHAHAHAHAHA... EU NÃAO AGUENTO... AHAHAHAHA AHAHAHAHAHAHAHA...

Menos de dois minutos se passaram e Carol já implorava entre as gargalhadas feitas com a pena nos seus pés:

- AHAHAHAHA... EU ACEITO... AHAHAHAHAHAHAHA... EU ACEITO! AHAHA AHAHAHAHAHAHAHAHA... EU ACEITO... AHAHAHAHA PARA POR FAVOOR EU ACEITOOO... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...

Mas a pena não parou, quanto mais Carol implorava informando que aceitava a proposta, mais cócegas Abigail lhe fazia deslizando a pena no meio das solas e entre os dedos longos dos pezinhos longos de tamanho 38 da coitada ali indefesa presa, foram cinco minutos de cócegas com a pena, Carol estava quase se mijando quando Abigail parou de usar a pena nos seus pés, então deu a ordem e os seguranças fortes cortaram os enforca-gatos e soltaram os pés e mãos de Carol que se ajeitou se sentando novamente no sofá, agora cansada, ofegante, ela deu um sorriso amarelo e perguntou:

- O que acontece se eu agradecer a senhora esta incrível proposta, mas decidir recusar e continuar trabalhando solta como diária nas casas dos outros?

- Eu vou entender, você é livre para escolher o que é melhor para você e sua família, mas antes de abrir a porta e a deixar ir, terei que te fazer mais dez minutos de cócegas nos seus pezinhos e te perguntar novamente se não mudou de ideia, depois farei mais quinze, vinte, vinte cinco e assim por diante, a cada nova sessão, serão cinco minutos a mais de cócegas adicionados, no final de cada sessão de cócegas nos pezinhos sensíveis, te perguntarei novamente se aceita a proposta!

Carol gelou a espinha naquele momento, ela entendeu:

- EU NÃO TENHO ESCOLHA!

- Que que entendeu, trabalhará pra mim por contrato, mas garantirei todos os seus direitos, assine por favor todas as folhas indicadas com um x, enquanto faz isso, eu experimentarei seus pezinhos e colocarei neles o meu presente – disse a senhora Abigail olhando para as havaianas amarelas com correias douradas ali na mesa de centro.

Logo Carol começou a assinar as várias folhas no contrato enquanto sentia a sua nova patroa ali cheirando aos poucos suas solas as esfregando em seu rosto, depois as lambendo forte bem devagar, dando pequenos e chupados beijos nos calcanhares, nas laterais e na parte fofa abaixo dos dedinhos, lambendo entre os dedos e os chupando um por um, havia momentos que Carol se segurava para não se desmanchar gargalhando com as cócegas provocadas ali nos seus pés pela língua áspera e quente da senhora Abigail, quando finalmente a última folha foi assinada, a patroa rica colocou bem devagar as havaianas douradas nos pés de Carol agora super babados e com as solas cheias de saliva, os soltou e os homens abriram a porta da sala e acompanharam Carol até a saída, no bolso do short ela levava o bônus de 2 mil reis, o trabalho começaria na próxima segunda-feira.

A senhora Abigail sorria naquele momento cheia de felicidade, fazia muito tempo dede a ultima empregada, Carol com certeza atenderia bem seus desejos, a jovem teve algumas pistas e sinais, mas deixou passar, Carol iria se arrepender muito no futuro, mas agora ela precisava daquele dinheiro, tinha uma filha pequena e uma mãe com problemas de saúde para ajudar.

Carol foi pra casa usando nos pés babados e solas salivadas a havaiana nova que recebeu de presente da sua chefe, a que tinha vindo usando, a branca, ficou com a Senhora Abigail que a colocou dentro de uma vasilha de plástico com uma solução liquida misteriosa e a guardou na geladeira.

Não demorou e chegou a segunda-feira tão aguardada, Carol veio com um short e uma blusa mais comportados, nos pés veio usando as havaianas presenteadas na semana anterior, assim que entrou, o mordomo a levou até a sala, lá a senhora Abigail a aguardava sentada num largo sofá, Carol se sentou ao seu lado e logo a patroa ordenou:

- Hora dos pezinhos querida!

Carol foi dando os pés e Abigail foi removendo os chinelos e os colocando sobre a mesa de centro, a jovem suplicou:

- SEM COSQUINHAS SENHORA POR FAVOR!

Agora a jovem empregada estava deitada no sofá com os pés no colo de Abigail, a patroa malvada segurou os pés de Carol pelos tornozelos com uma mão e com a outra mão livre começou a deslizar lentamente suas enormes unhas vermelhas sobre o meio das solinhas lisinhas de cor creme que foram se engiando completamente formando várias dobrinhas, Carol começou a gargalhar imediatamente:

- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... POOR FAVOOOR... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... ESSAS UNHAAAS AHAHAHAAHAHA AHAHAHAHAHAHAHAHAHA... PAREEE... AHAHAHAHAHAHA...

- Estou apenas começando querida, calma, relaxe, resista!

Foram cinco minutos sem parar de cócegas nos pés de Carol ali deitada sobre o sofá, quando Abigail parou, ela segurou os pés da empregada juntos com as duas mãos e esfregou seu rosto bem forte sobre as solas ali lisinhas e rosadas, cheirou intensamente as solas, depois começou a alternar entre lamber e beijar a sola de um pezinho e depois a outra, sua língua deslizava dos calcanhares, laterais, meio das solas até as pontas dos dedos longos, repetindo esse processo de degustação repetidas vezes, depois começou a dar mordidas e chupavas nos calcanhares, nas laterais e na parte fofa abaixo dos dedos, fazendo Carol se arrepiar toda e dar pulos as vezes não resistindo e soltando gargalhadas por causa da sensibilidade nos pés:

- HUMMMM... AAAAI... AAAAHAHAHAHAHAHAHAHA ASSIM NÃAO!

Depois das mordidas, lambeu mais um pouco as solas, para então começar finalmente a lamber e chupar um por um os dedinhos longos de cada pezinho, ah como eram deliciosos, Carol se tremia toda e gemia com os dedos dos pés sendo degustados daquela forma:

- HUMMM... AAAAAHHH... HUMMMMMMM... SENHORAAA... HUMMM...

Carol ficava toda molinha, fraca com aquela oral deliciosa nos dedos dos seus pés, então no finalzinho quando parecia estar quase lá, no céu, vinham as malditas cócegas novamente:

- AAAAAH NÃAAO POR FAVOOOR... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA PAREEE... AHAAHAHAHAHAHAHA ASSIM NÃAAAAO... AHAHAHAHAHAHA AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...

Eram feitos mais cinco minutos de cócegas, depois Carol tinha os pés soltos, no final a senhora Abigail dava o sinal e o mordomo trazia a vasilha de plástico com as havaianas brandas dentro mergulhadas num liquido estranho, a patroa colocava luvas e tirava as havaianas de dentro da Vasilha, então as colocava no chão e ordenava a Carol:

- Calce-as agora!

A primeira vez que Carol calçou as havaianas brancas ali tiradas daquela vasilha, ela sentiu uma agonia crescente e devastadora, as chinelas estavam super geladas, de maneira que eram quase insuportáveis de manter nos pés, além do liquido ser escorregadio e pegajoso ao mesmo tempo, mas a patroa foi clara:

- Não pode em nenhum momento tirar essas chinelas dos seus pés enquanto estiver trabalhando, apenas no fim da tarde quando eu for te liberar e você me der os pezinhos, eu as removerei dos seus pés e você calçará novamente as havaianas douradas, entendeu?

- E se eu não aguentar essas chinelas geladas insuportáveis e as tirar? – Carol perguntou, Abigail deu um sorriso e respondeu:

- Vai ser castigada com dez minutos de cócegas nos pezinhos!

- NÃAAO! ME DESCULPE A PERGUNTA! – retrucou rápido Carol, a chave voltou a falar e acrescentou:

- Sempre que fizer algo errado durante seu expediente, te castigarei com uma sessão extra de dez minutos de cócegas nos seus delicados pezinhos, agora ande e começa a arrumar a casa!

- SIM SENHORA! - respondeu rápido Carol e começou a trabalhar.

O velho mordomo chegou para a senhora Abigail e falou baixinho:

- A última durou cinco anos, eu acho que essa magrinha aí não aguenta três, minha senhora!

- Só o tempo dirá meu querido Charles, vigia ela por mim por favor!

- SIM SENHORA!

Assim começava o novo emprego de Carol, a pobre empregada que iludida por causa de um salário alto tinha se submetido a tal situação, ela nem imaginava que aquilo era apenas o início de algo maior e mais sádico...

CONTINUA...

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