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Domada com Vara - Capítulo 5: Presente para o Corno

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Um conto erótico de Zur
Categoria: Heterossexual
Contém 1014 palavras
Data: 30/06/2026 20:30:24

Segunda-feira chega como um alívio, e eu me entrego a Damien logo no início da tarde, deixando-o me foder com a intensidade que meu corpo desesperadamente ansiava.

Minha buceta lateja satisfeita depois de tanto ser arregaçada, as paredes internas inchadas e sensíveis, ainda pulsando com os resquícios dos orgasmos que ele me arrancou sem piedade, a semente dele escorrendo devagar entre minhas coxas.

Agora, mais relaxada, estou esparramada no sofá da sua sala, vestindo apenas uma meia-calça transparente e a cinta-liga esgarçada por conta da transa.

Minha calcinha e sutiã estão espalhados pelo chão há muito tempo, abandonados em algum canto onde caíram durante o furor.

Tomo um gole do vinho que Damien acabou de me servir — um tinto encorpado, que desce suave pela garganta — sentindo o calor do álcool se misturar ao do meu corpo nu, exposto e levemente marcado.

Damien se recosta ao meu lado, o pau amolecido descansando na coxa musculosa. Depois de tanta intensidade, finalmente trocamos algumas palavras que não são xingamentos eróticos ou gritaria.

Ele gira a taça de vinho entre os dedos e pergunta com aquele tom calmo e irritantemente seguro:

“E aí, como foi negar essa buceta, pro corno? Ele tentou usar esse fim de semana?”

“Pare de chamar o Jonas de corno!”, o repreendo, brava por ele tirar sarro do meu marido.

Ele ignora completamente.

Dá um gole no vinho e insiste, com um sorriso preguiçoso.

“Tentou?”

Eu o desafio, estreitando os olhos,

“Como você sabe que ele não usou?”

Damien sustenta meu olhar em silêncio.

Apenas aquela expressão convencida de quem sabe que conseguiu me dobrar, só está esperando eu admitir.

Suspiro, derrotada.

“Ok, ele não usou..."

As palavras saem baixinho.

"Mas tentou. E eu fiquei desesperada sem saber o que fazer."

“Que putinha obediente…”

A voz dele carrega uma satisfação irritante.

"Conta como foi."

Lanço um olhar atravessado na direção dele.

Damien continua esperando.

Suspiro.

"Ok..."

Passo uma mão pelos cabelos antes de continuar.

"À noite estávamos assistindo Netflix abraçados na cama. Achei que seria tranquilo depois de um dia agitado arrumando a casa. Imaginei que Jonas estaria cansado. Mas depois de um tempo suas carícias começaram a ficar mais ousadas. As mãos dele já estavam deslizando pela minha coxa com bastante intenção."

Damien solta um resmungo.

"Isso é ousado?"

Reviro os olhos e continuo:

"Comecei a entrar em pânico. Fiquei pensando no que fazer, tentando inventar uma desculpa, mas não conseguia pensar em nada que não parecesse estranho. Então fechei os olhos e fingi que tinha pegado no sono."

Damien balança a cabeça devagar.

"Meu coração estava disparado, mas continuei respirando devagar até ele desistir. Quando percebeu que eu não ia acordar, me cobriu com o cobertor todo carinhoso e acabou indo dormir também, me senti até culpada."

Damien ouve, balançando a taça.

"Corno frouxo, se fosse comigo você já estaria leitada antes de pensar ligar a TV."

Dou uma risada contida, mas então me forço a ficar séria e o repreendo novamente:

"Já falei pra você parar de chamar ele de corno!"

Ele só sorri, balança a cabeça em negação e dá mais um gole.

"Isso foi no sábado. Domingo foi bem pior."

Damien olha interessado.

E eu continuo, o relato fluindo naturalmente.

"Ele já acordou todo animado, louco pra me comer. Eu mal abri os olhos e Jonas já estava nu acima de mim, cheio de segundas intenções. Ele me beijava enquanto passava a mão em mim, completamente decidido. Eu sabia que seria impossível escapar daquela vez. Então tive que ceder."

Olho para ele, soltando um suspiro.

"Claro... sem quebrar essa sua regra idiota..."

Damien assente convencido. E eu continuo:

"Levei a mão ao pênis dele. Já estava completamente duro a um tempo. Então comecei a masturba-lo sem tanta cautela, punhetando rápido, até ele começar a perder o controle.”

"'Ai, amor... para... para...'"

Imito como ele fez, sua voz e trejeitos.

"Mas eu continuei, com um pouquinho mais de pressão na mão. Ele não demorou para gozar."

"Aí eu fingi surpresa, toda cínica: 'Ai! Nossa, amor... Já gozou?'"

Damien ri.

"E ainda por cima é prematuro..."

Sorrio de canto e confesso:

"Bem, isso já aconteceu sem ser planejado. Achei que poderia funcionar se fingisse um acidente. Funcionou..."

"Parece que você se esforçou mesmo. Bom, gosto da minha cadelinha assim."

Damien balança a cabeça, satisfeito.

O elogio me arranca um sorriso antes que eu consiga impedir. Assim que percebo, trato de apagar a expressão do rosto. Solto um suspiro e balanço a cabeça.

"Isso tem que parar, Damien... Se eu continuar desse jeito, o Jonas vai descobrir. Uma hora ou outra vai acontecer. Não dá para ficar inventando desculpas para sempre."

Olho para ele tentando incluir uma expressão de súplica ao meu pedido.

"Vamos acabar com essa regra idiota... Cedo ou tarde ele vai me procurar por sexo novamente..."

Damien, confiante, ergue uma sobrancelha.

"Ah, é? Então eu tenho um presente pro corno. Hoje à noite você vai..."

Ele explica mais uma de suas ideias absurdas, mais uma perversão a que ele quer que eu submeta meu casamento.

"O quê?! Eu Não vou fazer algo assim com o Jonas! Primeiro que ele nunca aceitaria!"

Minha indignação é clara, mas Damien não se abala.

"Ah, aceitaria sim, princesa. Vai aceitar e vai amar."

Eu balanço a cabeça, incrédula.

"Damien, meu amor. Vamos acabar com essa palhaçada. Não tem como eu fazer isso!"

Ele segue impassivo.

"Nós dois sabemos que você vai acabar cedendo. E amanhã vai voltar aqui implorando por mais rolada."

Solto o ar com força e o encaro, agora mais irritada.

"Como você pode ser tão cuzão?!"

Ele se levanta do sofá, com calma, mas imponente. Percebo que falei coisa errada.

Me encolho enquanto ele se aproxima, mas o tapa no rosto vem mesmo assim, minhas bochechas ficando quentes.

"Você vai ver quem é o cuzão."

Ele ergue uma das minhas pernas no sofá, e mete sem pena no meu cu.

Sim. Eu vou acabar cedendo.

*

*

*

*

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