Entre dois machos, um duelo de espadas
Entre dois machos.
Sexta-feira, uma vontade antiga se mostra possível. Sempre fui hétero, meus interesses românticos sempre foram femininos, mas uma vontade me assolava, a de tocar e sentir outra rola. Essa vontade ainda recebia o recheio de um duelo de espadas, meu pau duro em outro pau duro, um tentando tirar leite do outro…
Baixei Grindr. Depois de alguns minutos, por sorte, encontrei alguém querendo o mesmo que eu, o que era raro. Em um momento de puta tesão, fui encontrá-lo em sua casa.
Eu, um garoto de 27 anos, ele, um adulto de 36. Eu levemente parrudinho, forte, ele gordo, com uma bela barriga e careca. Entrei na casa dele nervoso. Ele me guiou para o quarto, quase não trocamos palavras. As regras eram claras. Ele fica de cueca na minha frente, eu fico de cueca na frente dele. Foi tudo muito rápido.
Ele me abraça. Sinto sua barriga na minha, a primeira vez que sinto outro homem dessa forma. Nossos paus se tocam na cueca, ele tenta ganhar espaço, eu me defendo. Uma luta de forças se inicia enquanto nossas cuecas se roçam, a minha preta, a dele cinza. Eu sinto o pau dele ir crescendo, o meu já está uma rocha. Ele puxa meu cabelo e começa a sarrar seu pau na cueca no meu. Tenta abaixar minha cueca, me defendo. Tento abaixar a dele, ele se defende. Tento colocar meu pau dentro da cueca dele, ele tenta colocar o pau dele na minha cueca, me defendo.
Nos olhamos e colocamos nossas cinturas à frente. O choque veio, cueca com cueca, pau com pau, novamente, e novamente. As forças igualadas, os paus duros. Na minha cueca, gotinhas de pré-porra marcam ela. Ele me derruba sentado na cama. Aproveito o momento e puxo a cueca dele para baixo.
Pela primeira vez, vejo um pau ereto na minha frente. O tesão me domina. Ele balança na minha frente, me provocando, dou um tapa leve. Levanto-me e fico de frente com ele. Retiro minha cueca, revelando meu pau ereto. O meu ficava duro para cima, o dele para o lado. O meu, 16 cm, o dele, 14 cm. Minha primeira vitória, pensei. Nos aproximamos lentamente, um olhando para o membro do outro, com vontade, com tesão e com vontade de vencer.
O primeiro beijo entre picas acontece, cabeça com cabeça, sem toques de mãos. Sinto a textura da sua cabeça na minha e a trilha de baba deixada… O segundo toque não demora e logo chega. Agora os dois paus se levantam e as bases se encontram, se separam. O terceiro toque chega, saco com saco, os dois paus para cima, se separam. O quarto toque chega, agora com violência. Ele bate o pau dele no meu, respondo batendo no dele. Sua mão pega meu quadril, estou preso. O pau dele roçando no meu, eu gemo. Pela primeira vez, sinto a força de outro homem. Não consigo me livrar. Nossos peitos se tocam. Seu pau fode o meu, como se estivesse penetrando uma buceta. O meu baba, facilitando o movimento do outro. Tento me soltar, não consigo. Pela primeira vez, sinto vontade de gozar.
Meu pau está sendo fodido e babado como uma putinha, por um pau menor, embora mais grosso e experiente. Vou para o tudo ou nada, aperto a bunda dele e começo a foder de volta. As picas se batem, baba do meu pau voa para nossas barrigas. Por sorte, meu pau desce para o seu saco e começo a sarrar ali, o que o faz gemer. Sinto ele gemer cada vez mais, um gemido de macho, estranho, mas ali erótico, até que ele tenta me beijar.
Me esquivo, não quero isso. Na minha confusão, ele me derruba na cama de costas. Ainda estou confuso quando sinto o membro dele na minha bunda. Ele usa o seu peso para me dominar.
É assim que as mulheres se sentem? Ele me sarra, o pau dele cai para o espaço entre meu saco e meu pau. Ele aumenta o ritmo, consigo sentir o saco dele batendo na minha bunda. Gosto da sensação, ao mesmo tempo odeio. Ele beija minha nuca, não gosto da sensação. Ele aproveita o momento e puxa meu pau para baixo, todo humilhado, enquanto o pau dele sarra em minha bunda e seu saco bate em minha cabecinha. Minha cabecinha baba no saco dele.
Gemo e não acredito na situação em que estou. Gosto e, ao mesmo tempo, odeio. Puxo-o pela nuca e empurro minha bunda para trás. Consigo me virar de frente. Isso não o impede, ele volta a sarrar pau com pau. Abro as pernas e aceito o confronto.
Nossos paus duelam, lubrificados pela minha baba. Ele começa lento e aumenta. Sinto seu saco batendo no meu, mas percebo cansaço da sarrada anterior dele. Ele para para pegar ar. Vejo seu peito de homem indo e voltando. Ele segura meu peito, mais musculoso que o dele, mas menor. Aproveito o momento e toco no pau dele pela primeira vez. O masturbo desajeitado. Ele ainda toma ar e aproveito o momento. Sinto a cabeça, sinto o saco, giro em sua cabeça e depois começo a punhetar o pau inteiro. Aumento a velocidade, ele fica ofegante. Sinto seu orgasmo vindo. Ele percebe e me empurra, tentando pegar meu pau. Tento tirar do alcance dele, mas acabamos de frente um para o pau do outro.
Eu vejo o jeito que ele olha para o meu pau, babado, de macho, um pau que só conheceu buceta a sua vida. Ele abocanha com tudo e, por alguns segundos, eu só observo a cena, um macho careca de quase 40 anos me mamando, tentando tirar leite do meu pau, tentando provar que o pau dele é melhor que o meu.
Eu sinto a vontade dele de mamar, atacando minha cabecinha, meu períneo, meu saco. Está gostoso, não vou aguentar muito mais tempo. Começo a masturbá-lo, já com velocidade. Percebo que ele sente, pois diminui o ritmo da mamada. Eu fico aliviado e não percebo seu pé empurrando minha cabeça para o pau dele. O pau dele invade minha boca, aquela cabeça borrachuda, quente, salgada.
No começo, tento me livrar, mas cedo e lambo aquilo tudo pela primeira vez na vida.
A sensação é diferente, e tento lamber tudo para aproveitar. Depois tento engolir a cabeça, consigo. Tento mais que isso, sinto uma sensação ruim e paro. Ele força, eu me defendo. Continuo mamando sua cabecinha, até perceber que seu freio do pênis é muito sensível. Fico lambendo só ali, o que o faz gemer. Ele tira a boca do meu pênis, o que não deixo, e empurro com meu pé. Ele faz o mesmo comigo, dois machos, um forçando o outro a mamar o pênis do outro.
Ambos prestes a gozar, continuamos e continuamos, até que recuamos ao mesmo tempo. Subimos. Nossos paus, melados com a baba da boca um do outro, se encontram no meio do caminho, e mais uma nova sessão de sarrada se inicia, pau com pau, baba com baba. Termina em mais um empate. Ele me vira e vem por cima, bota os dois paus juntos e começa a masturbar. Ambos sabemos que não vai durar muito. Um pouco de porra sai do pau dele e pinga no meu. Acaricio suas bolas enquanto ele masturba nossos paus. Ele aperta meu mamilo, eu aperto o mamilo dele. Dói, mas não paro, nem ele. Percebo que isso o excita.
Ele larga nossos paus, com o pau dele repousando em cima do meu. Aproveito o momento e assumo a punheta, saco com saco, cabeça com cabeça. O masturbo forte e rápido, sem espaço entre as rolas. Estou prestes a gozar, mas ele explode.
Seu leite sai disperso. Ele geme que nem um animal. Sua porra lambuza todo o meu pau, porra de outro homem, porra de um macho que eu dominei. Sinto seu leite quente escorrendo pelo meu pau duro e o seu pau pulsando. Não o perdoo e nem perco tempo. Jogo-o de costas na cama, reúno sua porra em meu pau e começo a me masturbar em cima dele. Sua porra como lubrificação, criando espuma, deixando meu pau branco. Bato meu pau no dele e fico perto de gozar. Aponto meu pau para o pau dele e gozo, assumindo o domínio. Gozo mais que ele. O pau dele fica branco de tanta porra e ainda meia-bomba. Boto meu pau em cima do dele e deixo, contemplando a vitória, os dois pulsando depois de gozar.
Não falamos uma palavra. Saio, vou ao banheiro e me limpo. Vou para minha casa, com dúvidas na cabeça, mas sabendo que meu pau fez o outro de puta.