A fantasia que virou realidade.

Um conto erótico de Hero
Categoria: Heterossexual
Contém 1296 palavras
Data: 04/06/2026 03:07:36

A fantasia que virou realidade.

Me chamo Luiz, tenho 42 anos, sou advogado e cresci no interior, na fazenda dos meus pais. Desde criança, sou muito amigo de Fernando, que tem 40 anos e é casado com Letícia, também de 42.

O casamento deles já vinha apresentando problemas há bastante tempo. Com o passar dos anos, a rotina, o cansaço e as próprias mudanças no corpo e no desejo de cada um foram afastando eles, principalmente na cama. Fernando começou a perceber que não conseguia mais corresponder ao que a esposa precisava e sentia muita frustração com isso. Ele tentou mudar, buscar ajuda, mas nada resolvia. Sentia-se incapaz e, acima de tudo, culpado por ver Letícia infeliz e sem saber como mudar a situação.

Como confiava em mim de olhos fechados — sabia da minha índole, que eu sempre fui um homem de palavra e que nunca faria nada para prejudicá-los — ele resolveu conversar comigo com muita sinceridade e depois de refletir muito. Em um momento de muita honestidade, ele me disse:

— Luiz, eu sei que nossa vida a dois não está bem há tempos. Eu não consigo mais dar o que ela precisa e merece. Já pensei muito sobre isso e, como confio em você mais do que em qualquer outra pessoa, quero te pedir uma coisa: se tiver oportunidade, se ela demonstrar interesse, não se segure. Se rolar algo entre vocês, não quero que você fique pensando que está me traindo ou me desrespeitando. Para mim, o importante é que ela seja feliz, e se for com você, tudo bem. Não é um pedido que fiz de cabeça quente, pensei muito e é isso que sinto.

Foi com essa confiança e essa compreensão, fruto de uma situação que já se arrastava há muito tempo, que Letícia veio até a minha casa — que estava muito bagunçada — para ajudar a organizar.

PARTE 1

Ela chegou e começou a limpar o quarto.

— O Fernando disse que tu precisava de uma força por aqui.

— É verdade, não tenho tempo para organizar tudo.

— Você é muito bagunceiro, Luiz, que horror, kkk.

— Sempre fui organizado, mas agora não tenho tempo.

— Tô vendo que tu não tem tempo mesmo. Parece que não tem ninguém vivendo aqui há anos, kkk.

— É, o Fernando tem sorte de ter você.

— Sorte? Não sei.

— Por que diz isso?

— A gente se conhece há anos, construiu uma vida. Mas tem coisas que não funcionam mais.

— Que coisas?

— Na cama, por exemplo. Ele faz sempre a mesma coisa, sem vontade, sem carinho. Parece obrigação.

— E já faz tempo?

— Muito tempo. Eu não tenho prazer com ele há muito tempo. O pau dele não me dá nada. É pequeno, não tem força, ele não sabe mexer. Eu só finjo que estou gostando para não magoar.

— Então como você faz?

— Quando estamos juntos, fico imaginando que é outro cara. Só assim eu consigo gozar.

— Quem você fica imaginando que está te fudendo?

— Não posso dizer.

— Fala!

— Tenho vergonha.

— Por quê?

— Não sei.

— É algum conhecido?

— É.

— Quem?

— Não, não posso dizer.

— Ele nunca percebeu que você finge?

— Nunca. Acha que está tudo perfeito. Quando tento dar uma dica, ele não entende. Então cansei.

— Deve ser muito chato.

— É frustrante. Quero sentir desejo de verdade, e recebo só algo rápido, sem graça. Às vezes fico pensando se vai ser assim para sempre.

— Você merece coisa melhor.

— Talvez. Mas onde encontrar? Aqui, conversando com você, parece que posso falar tudo sem medo.

— Pode mesmo. Não vou contar nada.

— Você é diferente. O Fernando fala muito de você, mas não imagina o que eu penso às vezes.

— O que você pensa?

— Que talvez exista um jeito de sentir algo de novo, sem ter que imaginar ninguém.

— Posso te dizer uma coisa que pouca gente sabe.

— Diz.

— Eu sou um homem insaciável, tenho muita resistência.

— Não vai pensar que eu sou curiosa, tá? Mas como o Fernando tem um pau de 13 centímetros e eu nunca tive outro homem na vida, só foi ele até agora… agora me fala uma coisa, kkk.

— Qual coisa?

— Qual é o tamanho?

— Tamanho?

— É. Ele é grande?

— Ele?

— Para, Luiz, assim eu fico envergonhada.

— Tá certo. Você quer mesmo saber o tamanho?

— É, queria.

— Humm… você é curiosa, kkk.

— Ah, para, Luiz.

— Fala logo!

— Humm… acho que tem uns… uns… não sei, nunca medi.

— Luiz, como você é mentiroso! Todo homem faz isso.

— Tudo bem, se quer saber tanto… acho que tem uns 19 e meio.

— 19 e meio? É muito maior do que o do Fernando.

— É, e também é bem mais grosso.

— Nossa… nunca imaginei que existisse algo assim.

— Agora você sabe.

— É muito maior do que eu pensava.

— E agora?

— Estou com um pouco de vergonha, mas também com vontade.

— Vontade de quê?

— De saber como é.

— Tem certeza disso?

— Tenho. Mas vai com calma, por favor.

— Pode deixar. Vou devagar, sem pressa nenhuma.

— Promete?

— Claro que prometo. Pensa bem, vai ser diferente de tudo que você já sentiu, e é o que você quer.

— É, e eu quero muito!

— Espero que sim. Estou cansada de só ficar imaginando.

— Agora não precisa mais imaginar. Vai ser tudo de verdade.

Ela ficou em silêncio por um instante. Depois levantou o rosto e olhou nos meus olhos.

— Luiz, quero que tu foda meu cuzinho… mas vai devagar, tá?

Olhei para ela. Acariciei seu rosto.

— Tem certeza disso? É uma coisa diferente, precisa de cuidado.

— Tenho. Sempre tive curiosidade, mas com o Fernando nunca tive vontade. Com você me sinto segura. Mas vai bem devagar, não me machuca.

— Pode deixar. Vou com calma. Se em qualquer momento quiser parar, é só dizer.

— Tá bom… obrigada.

PARTE 2 – A TRANSA

Segurei sua mão e ficamos nos olhando. Vi que ela estava entregue.

Puxei ela para perto e nos beijamos. As mãos foram percorrendo o corpo um do outro.

Fomos caminhando até o quarto, tirando as roupas pelo caminho.

Deitamos na cama. Ela chegou perto de mim e me beijou no pescoço e no peito.

Suas mãos tocaram meu corpo com calma, sem pressa.

Depois ela desceu e tocou com a boca, conhecendo o tamanho e a espessura.

Ela se acomodou de lado, pronta para o que viria.

Cheguei devagar, tocando primeiro para ela se acostumar.

Entrei pouco a pouco, esperando que ela se adaptasse.

Comecei a me mover devagar, respeitando o limite dela.

Aos poucos aumentei o ritmo, sem perder o cuidado.

Ela rebolou, empurrando a sua bunda contra mim, pedindo mais.

Segurei a sua cintura, encaixei por trás e comecei a socar tudo bem no fundo. Ela gritava, dizendo que estava muito bom. Fiquei metendo cada vez com mais força, segurei seus cabelos e me debrucei sobre ela, sempre socando, dando estocadas fortes mas curtas. Ela falava baixinho:

— Que sonho, que maravilha!

Virei ela de frente para mim, ergui suas pernas, me encaixei e voltei a socar. Ela me olhava com uma cara de satisfação, desejo e alegria.

Ficamos assim por quase três horas.

Continuei até sentir que ela estava chegando ao limite.

Ela gemia cada vez mais alto e, em um suspiro longo, gozou, ficando rebolando e dizendo que eu era incrível.

Ficamos parados por um tempo, depois nos deitamos lado a lado.

— Luiz!

— Humm?

— Tu me promete que não vai ser só essa vez?

— Hahaha, tu acha que eu vou deixar de estar contigo muitas vezes?

— Outra coisa, não fala nunca pra ele, tá?

— Se tu quiser, eu nunca vou dizer nada.

No dia seguinte, o Fernando veio falar comigo.

— E aí, aconteceu alguma coisa?

— Bah, meu… não deu em nada!

— Por que não?

— É que ela não me deixou entrar no assunto.

E tu vai tentar outro dia?

bha meu é isso mesmo que tu quer,?

é isso mesmo Luiz!

tá bom então vou tentar.

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