O sol da quarta-feira de manhã entrou rasgando pela janela da suíte, batendo direto na cama toda bagunçada. Acordei com o corpo pesado, mas o pau já amanheceu duro feito pedra, latejando só de lembrar o massacre da tarde anterior. Olhei para o lado e a Naty continuava capotada, nua, de bruços, com os cabelos ruivos espalhados pelo travesseiro e a raba gigante totalmente descoberta, cheia de marcas vermelhas que misturavam o meu suor e as botadas do Tizil.
Não pensei duas vezes. Sentei na beira do colchão, peguei o celular e já abri direto no WhatsApp para dar início aos trabalhos. Olhei para o relógio: 07h15. Digitei direto para a professora Helena.
Eu: *"O boi continuou na seca ontem à noite ou você teve que dar para ele com o meu cheiro no seu corpo? O plug só saiu quando você pisou em casa ou o Tomás teve que puxar?"*
A resposta dela não demorou dois minutos para aparecer como visualizada. A loira devia estar acordada desde cedo, fritando de ansiedade na cama do noivo. Ela não digitou nenhuma palavra, apenas mandou uma foto tirada debaixo do cobertor: a bucetinha loira, raspada na risca, estava completamente vermelha e babando mel, com os dedos dela abrindo os lábios. Logo em seguida, veio a legenda:
Helena: *"Ele não me tocou. Eu passei a noite inteira chorando de tesão e sentindo o meu rabo rasgado por causa do brinquedo que você enfiou. Eu sou sua cadelinha, Paulo. Não joga aquele vídeo na rede, por favor."*
Dei um riso seco, sentindo a pica pulsar ainda mais forte por dentro do short. Larguei o celular na cama e mudei o foco. Me inclinei por cima da Naty, segurei aquela bunda ruiva com as duas mãos e dei uma mordida forte na carne branca.
— Ahhh, Paulo! — a Naty soltou um ganido agudo, acordando num susto e virando o rosto com os olhos verdes brilhando de malícia. Ela limpou a boca com as costas da mão e soltou aquela risada cínica de sempre. — Você não cansa nunca, seu safado? Minha buceta ainda está ardendo de ontem.
— O dia mal começou e a zona já está aberta, Naty. A loira já mandou mensagem logo cedo dizendo que o Tomás continuou na seca — falei, a voz grossa, puxando ela pela nuca para um beijo bruto, molhado, bem no meio do mormaço do quarto.
A Naty rebolou a raba contra a minha coxa, jogando o cabelo de fogo para trás, e sentou na cama completamente nua.
— Conecta aí, então, e vamos descer que eu quero ver se o Carlos e a japa aguentam o rojão de hoje — a ruiva passou a ponta da língua nos lábios e pulou da cama, caminhando em direção ao corredor com aquele rebolado descarado.
Saí do quarto logo atrás dela, vestindo apenas uma bermuda tactel amarela. Quando estávamos passando perto do banheiro social, a porta se abriu devagar e o cheiro daquele perfume doce e oriental tomou conta do corredor na hora.
Era a Akemi. A japonesa tinha acabado de sair do banho e estava usando apenas uma camiseta preta larga do Carlos, que ficava bem curta, revelando as coxas brancas e o dragão vermelho tatuado subindo pelas costelas. O que quebrou as minhas pernas foi quando ela deu um passo e o tecido subiu: a japa continuava usando o plug anal de metal bem enfiado no meio daquela bunda empinada.
A Naty travou no corredor, cruzou os braços e soltou uma risada debochada, olhando fixo para a amiga.
— Mas gente... a japa não tirou o brinquedo do rabo nem para dormir? — a Naty gritou, achando a maior perversão do mundo.
A Akemi deu um sorriso cínico, passou a mão pelo cabelo chanel molhado e olhou para imagem no espelho e depois para mim de cima a baixo, ignorando completamente a ruiva.
— O Carlos capotou e ainda está roncando no quarto, Paulo... — a japa sussurrou com aquela voz mansa e venenosa. — Mas o meu rabo continuou acordado a noite toda pedindo mais. Se o dono da casa quiser me encurralar na pia da cozinha enquanto faço o café, eu estou pronta.
A Naty não esperou duas vezes. Ela empurrou a Akemi para a frente, nos puxando em direção à escada.
— Vamos descer logo que hoje a foda vai ser na cozinha! — a ruiva comandou, com os olhos verdes pegando fogo de tanto tesão.
Descemos os degraus e a cozinha virou um cenário de sacanagem pura. Eu não perdi tempo com o café. Puxei a Akemi pela cintura fina por trás, levantando aquela camiseta preta larga do Carlos. A japa deu uma rebolada gostosa, ajeitando o corpo na beira da pia de mármore. Tirei o plug anal de metal de uma vez e, sem nenhuma frescura, mirei a ponta do meu pau direto naquele cuzinho apertado e enfiei tudo de uma vez só, até o talo.
— Ahhhhh! Paulo! — a Akemi soltou um ganido alto, cravando as mãos com força na pia e empinando a bunda branca na minha direção. O dragão vermelho tatuado nas costas dela chegava a esticar com o impacto.
Comecei a dar estocadas brutas, ritmadas, fazendo a carne bater com força. *Plact, plact, plact.* A Naty ficou ali do lado, encostada no balcão, completamente nua, passando a mão pelo próprio peito e olhando a cena com os olhos verdes brilhando de tesão, batendo uma siririca de leve para ela mesma.
No meio daquela foda violenta, o celular da Naty começou a tocar em cima da mesa. Ela esticou o braço, pegou o aparelho e atendeu. No mesmo segundo, a cara dela mudou.
— Oi, Pastor Gilberto... Agora? — ela falou, com a voz falhando um pouco por causa do calor do ambiente.
A sala ficou num silêncio conhecido, só com o barulho das minhas botadas no rabo da japa. Pelo alto-falante, deu para ouvir a voz grossa do Pastor do outro lado da linha:
— Natielly, a irmã Vera saiu para o círculo de oração e o gabinete está livre. Mas hoje eu não estou sozinho. Estou aqui com um amigo meu de muita confiança, um irmão da congregação que está necessitado de uma unção privativa. Nós dois queremos você hoje aqui no altar do gabinete. Vem logo.
A Naty travou, olhando para mim com os olhos arregalados. Eu parei as estocadas na hora, com o pau ainda enfiado até o fundo do cuzinho da Akemi, que continuava arfando na pia. Nós dois tomamos um baita susto. Um amigo do Pastor? A casa podia cair se fosse algum conhecido da cidade. Mas bastou olhar para a bucetinha ruiva da Naty piscando, cheia de mel, e lembrar daquela safadeza toda, que o tesão de corno falou muito mais alto no meu peito. O sangue ferveu na hora.
— Vai, Naty. Pega o carro e vai logo. Quero saber de todos os detalhes depois — ordenei com a voz rouca, sentindo o pau engrossar ainda mais dentro da japa.
A Naty deu aquele sorriso diabólico, me deu um selinho rápido na boca cheio de saliva e correu para o quarto para se vestir. Menos de cinco minutos depois, ouvimos o barulho do motor do carro saindo da garagem com tudo.
Com a ruiva fora de casa, o jogo continuou na cozinha. Voltei a socar o rabo da Akemi com ódio, descontando toda a adrenalina daquela ligação. Aumentei o ritmo até o limite selvagem, fazendo a japa gritar alto e morder os próprios dedos para não acordar o Carlos lá em cima. Segurei firme nos quadris dela, dei as últimas três botadas mais fundas e descarreguei tudo lá dentro do cuzinho dela. Foi um jato atrás do outro, quente, enchendo a japonesa por completo. Ela desabou na pia, bufando feito um animal cansado.
Uma hora depois, eu já estava no banheiro da suíte principal, debaixo do chuveiro morno, tirando o suor e o rastro do estrago do corpo. O quarto estava silencioso. Foi quando o meu celular, jogado em cima da bancada da pia, vibrou forte na pedra.
Terminei de me enxugar rápido com a toalha, peguei o aparelho e abri a mensagem no WhatsApp. Era a Naty. Quando bati o olho no texto, o meu coração quase saiu pela boca e o sangue sumiu do meu rosto na hora.
Naty: "Paulo, você não vai acreditar em quem é o amigo que o Pastor trouxe! É o Tomás! 😱😱😱 O noivo bombado da Helena! Quando eu cheguei, ele me reconheceu na hora por causa das conversas da faculdade. Ele me jogou com tudo na mesa do gabinete, subiu a minha saia e começou a socar com ódio na minha buceta sem capa nenhuma, rindo igual a um bicho na minha cara. O maluco tá urrando aqui no meu ouvido, dizendo: 'Que delícia arrombar a ruiva gostosa que estuda com a minha noiva! Vou largar o leite todo na amiga da Helena para ela aprender a me respeitar!'. O Pastor tá só assistindo de joelhos e batendo punheta. Eles estão me rasgando no meio aqui no altar e o Tomás tá achando que tá por cima do mundo!"
Fiquei olhando para a tela com o pau endurecendo na hora, paralisado no meio do banheiro, sentindo a cabeça rodar com o tamanho daquela perversão. O mundo tinha virado um cabaré completo.
Fiquei olhando para a tela com o pau endurecendo na hora, paralisado no meio do banheiro, sentindo a cabeça rodar com o tamanho daquela perversão. O mundo tinha virado um cabaré completo, mas o que bateu forte no meu peito foi um tesão de corno danado, uma queimação na garganta que me fez perder totalmente o controle. Ver que o noivo da Helena estava lá arrombando a minha ruiva e se achando o dono do mundo enquanto eu tinha a mulher dele na minha mão fez o meu sangue virar fogo.
Larguei a toalha no chão do banheiro, peguei o celular com a mão trêmula de tanta adrenalina e abri direto o direct da Helena. Digitei com o dedão pesado, sentindo a pica pulsar vermelha.
Eu: "O seu bombado está agora mesmo no gabinete do Pastor enterrando o pau na buceta da Naty no pelo, Helena. Ele está urrando lá, dizendo que está adorando acabar com a amiga da noiva. Mas ó, fica de boa: esse segredo agora é nosso. O Tomás acha que está quebrando a banca, mas mal sabe o boi que você é minha cadelinha oficial e que eu mando na vida dele."*
A resposta dela veio na mesma hora, em forma de áudio, com a voz toda chorosa, abafada pelo pânico e por um tesão doentio que ela não conseguia disfarçar.
Helena: "Meu Deus, Paulo... o Tomás está na igreja? Eu não acredito... Se ele descobrir o que eu fiz na banheira, ele me mata! Mas se você está dizendo que esse segredo é nosso, eu confio em você, meu dono. Eu faço o que você quiser. Deixa ele lá... me usa do jeito que você quiser amanhã na faculdade."*
Nem esperei ela responder o áudio. O tesão de corno estava tão violento na minha cabeça que eu precisava descarregar aquela adrenalina na loira imediatamente. Digitei outra mensagem no direct, com o dedão pesado e a pica quase rasgando a bermuda tactel.
Eu: *"Cansei de esperar até amanhã, Helena. Quero comer a sua buceta hoje, agora mesmo. Dá seus pulos, vai até a faculdade e arruma a chave da biblioteca da escola. Quero você lá me esperando de quatro no meio das estantes, sem calcinha por baixo daquela saia social. Vinte minutos eu tô encostando o carro no estacionamento dos fundos.
Larguei o celular em cima da cama e o visor acendeu na mesma hora com a resposta dela por texto, com as letras todas tortas de tanto nervoso.
Helena: "Tem, tem como sim! Eu dou um jeito, Paulo! O vigia do bloco B me conhece e eu falo que esqueci uns relatórios de química na mesa dos fundos. Estou saindo de casa agora, pelo amor de Deus vai logo para a faculdade! Vou estar na biblioteca te esperando do jeito que você mandou, meu dono. Corre!"
Dei um riso cínico no meio do quarto, sentindo o sangue ferver. Olhei para a porta do quarto de hóspedes, onde o Carlos e a Akemi ainda estavam trancados, peguei a chave do carro em cima da mesa de centro da sala e saí batendo a porta da frente. O Tomás achava que estava sendo um fodao no gabinete da igreja com a Naty, mas quem ia mandar ver na noiva, no escuro da biblioteca da faculdade, era eu. Entrei no carro, girei a chave na ignição e joguei a marcha ré com tudo, cantando pneu na rua deserta.
O asfalto parecia queimar sob os pneus enquanto eu acelerava direto em direção ao campus. Minha mente era um caldeirão de perversão pura, e a pica latejava com força por dentro da bermuda tactel amarela, tão dura que chegava a incomodar. Pensar que o Tomás estava aquela mesma hora no gabinete da igreja descarregando o estoque na Naty, achando que estava por cima do mundo, só me dava mais tesão de corno para ir arrombar a noiva dele na mesa da biblioteca.
Dobrei a avenida principal e peguei o acesso dos fundos da faculdade, um ponto escuro, cercado por árvores e longe da guarita principal. Apaguei os faróis altos para não chamar atenção e estacionei colado no meio-fio, na sombra. Desliguei o motor e o silêncio do campus vazio era quase ensurdecedor.
Olhei para o relógio no painel: 19 minutos cravados. Exatamente o tempo que dei para a loira se virar.
Saí do carro pisando macio, só de bermuda tactel e camiseta preta, sentindo o vento quente da noite bater no corpo. Caminhei rápido em direção ao bloco B, olhando para os lados para garantir que o vigia não estava por perto. No final do corredor do laboratório de química, a porta de vidro fumê da biblioteca estava entreaberta, deixando escapar apenas um fio de luz fraca dos fundos.
Empurrei a porta devagar, e o barulho da borracha raspando no chão ecoou pelo espaço vazio. O cheiro de livro velho misturado com aquele perfume doce e caro da Helena tomou conta do meu nariz na hora.
Caminhei a passos lentos pelo corredor das estantes de ferro, os tênis fazendo um barulho discreto na cerâmica. Quando cheguei na última fileira, perto da seção de relatórios e enciclopédias, a cena fez o meu cérebro estalar.
A Helena estava de pé, de costas para mim, apoiada com as duas mãos em cima de uma mesa comprida de estudos de madeira. Ela vestia uma saia social cinza bem justa e uma blusa social branca. O cabelo loiro estava preso num rabo de cavalo firme, e os óculos de grau estavam jogados de lado na mesa. Ela ouviu o barulho dos meus passos, deu um sobressalto na escuridão e virou o rosto de lado, com as bochechas completamente vermelhas e os olhos azuis arregalados de puro pavor e submissão.
— P-Paulo... você veio... — ela gaguejou num sussurro desesperado, com a respiração curta fazendo o peito farto subir e descendo rápido por trás do tecido da blusa. — Eu consegui a chave... o vigia nem desconfiou... Por favor, me diz que você não mandou nada pro Tomás.
Eu não respondi com palavras. Cheguei junto com ignorância, segurei firme no rabo de cavalo dela por trás e puxei a cabeça da loira para trás com força, forçando ela a olhar bem na minha cara.
— O Tomás está muito ocupado agora, professora. Está lá no gabinete do Pastor limpando o estoque na buceta da Naty e dizendo que a amiga da noiva é deliciosa — sibilei bem perto do ouvido dela, sentindo o corpo dela tremer inteiro. — Mas o boi mal sabe que enquanto ele puxa o cabelo da minha mulher lá, eu puxo o seu aqui. Obedeceu a ordem?
A Helena engoliu em seco, soltando um arquejo longo, e assentiu com a cabeça, derramando uma lágrima de puro nervoso. Com as mãos trêmulas, ela mesma puxou a saia social cinza para cima até a altura da cintura.
Puta que pariu. Como ela tinha prometido na mensagem, a pele das coxas grossas e brancas estava totalmente nua, sem nenhuma calcinha para atrapalhar o serviço. A bucetinha loira, raspada na risca, brilhava no escuro da biblioteca, completamente encharcada e babando de tanto tesão que o medo causava nela. O cuzinho dela ainda exibia um leve tom rosado, marcado pelo brinquedo da tarde anterior.
— Eu obedeci, meu dono... estou sem nada... — ela sussurrou com a voz toda rouca, jogando a bunda gigantesca para trás, caçando o contato com o meu corpo. — Me fode logo... tira essa angústia de mim antes que eu enlouqueça.
Arranquei a bermuda de uma vez, liberando o meu pau que já estavam pulsando vermelhos de tanta pressão. Segurei firme nos quadris dela, cravando os dedos na carne branca da bunda de professora, e sem nenhuma delicadeza, afundei o pau, até o talo, na carne quente dela.
— Ahhhhhhh! — a Helena soltou um ganido agudo, um grito feio que ela abafou cravando os dentes na própria manga da blusa social para não ecoar pelo bloco inteiro da faculdade.
O impacto foi tão seco que a mesa de madeira chegou a arrastar um palmo na cerâmica. Comecei a dar estocadas violentas, ritmadas, fazendo o rabo dela bater com força contra a minha coxa. *Plact, plact, plact.* O som da nossa carne batendo ecoava abafado entre os livros e as estantes de ferro.
Eu socava com ódio, jogando toda a adrenalina de corno para dentro daquela loira. Olhava para o reflexo dos vidros das janelas da biblioteca, imaginando o Tomás urrando no altar da congregação com a Naty, enquanto eu desmoralizava a noiva santinha dele em pleno domingo no local de trabalho dela.
A Helena se entregou por completo à humilhação gostosa, rebolando contra a minha pica a cada volta, totalmente dependente daquele castigo. O suor começou a escorrer pelas costas dela, colando a blusa social branca na pele.
— Vai, Paulo... me rasga inteira! Enche a noiva do boi de porra! — ela gritava abafado, chorando e gemendo de tanto tesão, com as pernas trêmulas debaixo da mesa.
Aumentei o ritmo até o limite selvagem, socando até o osso. A bucetinha dela começou a dar espasmos violentos, prendendo meu pau lá dentro com uma força surreal. Sentir a pressão da carne da loira me esmagando foi o nocaute. Segurei a cintura dela com tanta força que meus dedos quase afundaram, dei as últimas três botadas mais fundas e descarreguei tudo lá dentro, enchendo a professora de química até a boca do útero com um jato quente atrás do outro.
A Helena desabou de peito na mesa de madeira, bufando feito um animal cansado, com as lágrimas limpando o resto de maquiagem do rosto. Saí de dentro dela devagar, vendo o estrago do leite misturado com o mel escorrendo pelas pernas brancas dela direto pro chão da biblioteca.
