Dois dias depois, marquei novamente com a Larissa no mesmo motel. Dessa vez reservei a suíte maior e mais cara. Quando ela bateu na porta, eu já estava sentado na poltrona de couro, com um copo de whisky na mão e a luz baixa do quarto criando sombras no ambiente.
Abri a porta. Larissa entrou usando um vestidinho preto curto, maquiagem um pouco mais forte que da outra vez. Ela tentou sorrir, mas dava pra ver o nervosismo no olhar dela.
— Fecha a porta e tranca — ordenei, sem nem cumprimentar.
O clique da tranca soou alto no silêncio. Eu me recostei na poltrona e fiquei olhando pra ela por um longo tempo, deixando o silêncio aumentar a tensão.
— Você sabe que hoje não vai ser fácil, né? — falei baixo, quase rouco.
Larissa engoliu em seco e balançou a cabeça devagar.
— Tira a roupa bem devagar. Quero apreciar cada pedaço do que eu vou destruir hoje.
Ela respirou fundo e começou a tirar o vestido. O tecido deslizou pelo corpo, revelando primeiro os peitos grandes e firmes, depois a barriga lisinha e por fim aquela bundona perfeita. Ficou só de calcinha fio-dental preta. Eu me levantei, circulei ela devagar, passando a mão espalmada pela bunda, apertando, abrindo as nádegas.
— Olha pra você… vendendo esse corpo jovem por um celular. Que vergonha.
Dei um tapa forte na bunda. O som ecoou. Larissa soltou um gemido baixo. Dei outro, mais forte, e depois mais dois seguidos. A pele já começava a ficar vermelha.
Levei ela até a cama e mandei ficar de quatro, bem empinada. Fiquei atrás admirando a visão por quase um minuto inteiro, sem tocar. Só olhando. Isso deixava ela ainda mais nervosa.
— Empina mais essa bunda — ordenei.
Quando ela obedeceu, dei uma sequência de tapas fortes, alternando os lados. Depois segurei o cabelo dela com força, puxei pra trás e enfiei dois dedos na buceta molhada, fodendo devagar enquanto falava no ouvido dela:
— Tá encharcada… sua putinha carente. Quer pau, né?
Meti meu pau na buceta dela bem fundo, de uma vez. Comecei a foder com estocadas longas e fortes, segurando a cintura. Cada vez que metia até o fundo, dava um tapa pesado na bunda. O quarto enchia com o barulho molhado de carne contra carne e os gemidos dela.
Depois de um tempo, tirei o pau, cuspi bastante no cuzinho e comecei a forçar. Larissa apertou os lençóis.
— Tio… vai devagar… por favor…
— Cala a boca e abre esse cu pra mim — rosnei.
Entrei devagar, sentindo o cuzinho apertado resistir e depois ceder. Quando estava todo dentro, parei por alguns segundos, só sentindo ela pulsar ao meu redor. Depois comecei a meter com força crescente. Fodia o cuzinho dela com estocadas profundas enquanto dava tapas nos peitos que balançavam, apertava os bicos com força e dava socos leves nas costelas.
Em certo momento, pisei com o pé na lateral da cara dela, pressionando o rosto contra o colchão enquanto continuava socando o cu sem piedade.
— Isso… toma no cu enquanto eu piso na sua cara, sua vadia barata. Sente quem manda aqui.
Larissa gemia alto, o corpo tremendo inteiro. Eu aumentava o ritmo, metendo cada vez mais forte, surrando a bunda e os peitos. O cuzinho dela apertava meu pau deliciosamente.
Quando senti que ia gozar, tirei do cu, puxei ela pelo cabelo com brutalidade e levei até o banheiro. Mandei ajoelhar no chão frio.
Bati punheta na frente do rosto dela e gozei forte, cobrindo toda a cara dela de porra grossa — testa, olhos, nariz, boca, queixo.
Enquanto ela estava com o rosto completamente melado, segurei a cabeça dela com as duas mãos e enfiei o rosto dentro da privada. Dei descarga. A água fria caiu forte sobre ela enquanto eu segurava firme por longos segundos.
Depois levantei ela pelo cabelo molhado e levei pro box do chuveiro.
— De joelhos.
Larissa obedeceu, destruída. Eu segurei meu pau e comecei a mijar quente nela. Primeiro no peito, depois na barriga, subindo lentamente até o rosto. O mijo quente escorria pela cara dela, misturando com a porra.
— Abre a boca.
Ela abriu. Mirei e mijei direto dentro da boca dela. Larissa engasgou, tossiu, mas manteve aberta enquanto o mijo quente enchia e escorria pelos cantos.
Quando terminei, olhei pra ela ajoelhada, molhada, humilhada, e falei com a voz calma e fria:
— Presta atenção, Larissa. Isso aqui é pra você aprender que as coisas não vêm de graça na vida. Eu não vou te dar iPhone nenhum de presente. Mas vou te pagar como a puta particular que você é.
Peguei a carteira, tirei três notas de cem reais e joguei no chão molhado.
— Aqui tem 300 reais. 100 do primeiro dia e 200 de hoje. Vai juntando. Quando conseguir o valor do iPhone, eu te compro. Enquanto isso, toda vez que eu quiser usar você, vai vir correndo e vai aguentar tudo que eu quiser fazer. Entendeu?
Larissa, com a voz fraca e olhos baixos, respondeu:
— Entendi, tio…
Eu sorri, satisfeito, e dei um último tapa no rosto dela.
— Boa menina.