MINHAS COLABORADORAS

Um conto erótico de NATAN
Categoria: Grupal
Contém 1107 palavras
Data: 04/06/2026 09:57:07

Quando cheguei àquela empresa como coordenador, em meio aos quinze colaboradores, logo percebi Ana. Magrinha, loirinha, elegante, com óculos de armação dourada e por volta dos trinta anos. Recém-divorciada, ela era extremamente obediente e solícita. Católica fervorosa, sempre tímida e reservada no seu cantinho. Mas havia algo nela — um olhar secreto por trás daquela aparência recatada — que mexia profundamente comigo.

Eu era casado há alguns anos e nunca havia traído minha esposa. Homem grande, moreno claro, cabelos negros e óculos, me chamavam de Clark Kent por onde passava. Valorizava boa comunicação e união na equipe, e isso me rendeu um time sempre disposto a colaborar comigo.

Helena, a plantonista noturna, também chamava atenção. Morena clara, olhos amendoados, perto dos trinta, casada há dez anos e mãe de duas meninas. Tinha um corpo divino: quadril largo, bunda empinada e farta no limite que a academia permitia, seios volumosos que lutavam contra as blusas finas e cabelos longos castanho-escuros com mechas douradas. Era solícita, sorridente e, segundo uma colega invejosa, aprontou todas antes do casamento — inclusive com mulheres. Mas essas informações só aumentava meu interesse por Helena.

Ana, por outro lado, era mais reclusa, mas sua lealdade tinha um tom quase íntimo. Comecei a dar caronas para ela. Dentro do carro, o silêncio ficava carregado. Ela parecia sempre prestes a confessar algo que travava na ponta da língua, dos dentes.

Um dia, Helena, brincando, soltou:

— A sua deve ser "veiúda", né?

Fiquei sem reação. Ela pediu desculpas depois, mas a partir dali eu não conseguia mais ignorar o balançar daquela bunda grande nem o jeito como os seios dela quase saltavam da blusa.

Com o tempo, as duas se abriram ainda mais. Descobri que Helena guardava segredos ainda mais gostosos, enquanto Ana dissimulava desejos intensos por trás da fachada religiosa. Certa vez, ouvi as duas conversando sobre se masturbarem pensando em colegas de trabalho. Saí de à francesa, para não chegar no ponto que eu não conseguisse voltar, mas a imagem ficou gravada.

Foi então que Ludimila chegou. Aos vinte anos, jovem, tenra, com bundinha empinada e seios firmes que pareciam desafiar a gravidade. Extrovertida e sem filtro, logo se enturmou. Começou a me mostrar fotos íntimas no celular, sorrindo com malícia. Eu achava que estava no controle mas... Pela primeira vez, traí minha esposa.

Ludimila era insaciável. Tinha o melhor oral que eu já havia experimentado e me fez gozar no cantinho solitário de uma sorveteria. Sabendo da minha fantasia com sexo lésbico, ela começou a plantar a ideia de trazer mais uma para a brincadeira.

E foi aí que tudo explodiu.

Ludimila contou para Ana que estávamos tendo um caso. Em vez de escândalo, a tímida Ana ficou curiosa. No domingo seguinte, as duas me chamaram para o plantão diurno. Estando apenas nós três na empresa.

Cheguei por volta das 7h. O escritório estava silencioso, iluminado apenas por algumas luzes baixas. Ana estava sentada na cadeira dela, pernas cruzadas, óculos dourados refletindo a tela do notebook. Ludimila, vestindo uma saia jeans curta e blusa cropped, veio me receber com um sorriso safado.

— Bom dia, chefe! — murmurou, puxando-me camisa. — A Ana já sabe de tudo. E ela quer ver.

Ana corou violentamente, mas não negou. Seus olhos brilhavam de excitação contida.

Ludimila não perdeu tempo. Beijou-me com fome, enfiando a língua na minha boca enquanto abria minha camisa. Depois, virou-se para Ana e a puxou gentilmente pelo braço.

— Vem, Ana. Ele adora ver duas mulheres se tocando.

Ana hesitou por um segundo, mas a curiosidade venceu. As duas se beijaram na minha frente — primeiro tímido, depois com mais desejo. Ludimila segurou o rosto de Ana e enfiou a língua devagar, enquanto apertava um dos seios pequenos e firmes dela por cima da blusa. Ana soltou um gemidinho abafado, surpresa com o próprio tesão. Tirei a roupa das duas ali mesmo. Ludimila estava sem sutiã, os bicos rosados durinhos. Ana usava lingerie branca simples, mas o contraste com sua timidez tornava tudo ainda mais excitante.

Coloquei Ana sentada na mesa. Ajoelhei-me e comecei a chupá-la devagar (Eu adoro chupar bucetas). Ela era depilada, bucetinha pequena e rosada. Tremia inteira, segurando meus cabelos, gemendo baixinho enquanto Ludimila chupava seus mamilos.

— Que delícia… — Ana sussurrava, chocada com o próprio prazer.

Ludimila se ajoelhou ao meu lado e puxou Aninha, e as duas começaram a me chupar juntas (Isso sempre me deixa extremamente excitado). Uma lambia o pau, a outra chupava as bolas. Ludimila era gulosa, descia até o fundo da garganta. Ana era mais delicada, mas o fato de ela estar fazendo aquilo — a católica tímida — me deixava louco!

Depois, deitei Ludimila na mesa e a fodi com força, enquanto Ana sentava no rosto dela. As duas gemiam juntas. Troquei de posição: coloquei Ana de quatro e entrei devagar na boceta apertadinha dela. Ela gritou de prazer. Ludimila, por baixo, lambia meu saco e o clitóris de Ana ao mesmo tempo.

Quando Ludimila sugeriu: — Ela quer no cuzinho… não é, Ana? Eu fui à loucura!!

Ana ficou vermelha, mas assentiu, envergonhada. Ludimila cuspia enquanto eu penetrava devagarinho o cuzinho virgem e apertado de Aninha. Ana gemeu alto, segurando na borda da mesa. Enquanto eu metia com ritmo crescente, Ludimila enfiou dois dedos na boceta da loirinha e chupava seus seios. Ana tremeu inteira, o cuzinho apertando meu pau com força, até amolecer as pernas.

Fodi Ludimila de lado, enquanto ela e Ana se beijavam e se tocavam. Quando percebi que ia gozar, Ludimila percebeu e puxei Aninha para um boquete duplo. Gozei forte naquelas boquinhas quentes, que revezavam minha cabeça e no corpo do meu pau, enquanto as duas se masturbavam mutuamente.

Dias depois, Ludimila inventou uma nova: Começou a provocar Helena abertamente. Mandava mensagens enquanto me mostrava tudo. Elogiava o corpo delicioso de Helena, contou que eu era “muito generoso” e que adorava ver mulheres se dando prazer.

Quando nos encontrávamos em ambiente de serviço, Helena ria e fingia que não sabia de nada. Mas Ludimila era persistente. Certa noite, após o expediente, as duas ficaram conversando na sala enquanto eu digitava no meu PC. Foi então que Ludimila mostrou uma foto minha e, depois, uma foto dela e Ana juntas.

Helena ficou quieta por um longo tempo, mordendo o lábio. Finalmente, com a voz rouca, respondeu:

— Eu sou casada… mas faz tempo que sinto uma "vontade de viver".

Ludimila sorriu, passou a mão na coxa dela e sussurrou:

— Então vem com a gente no próximo plantão. Ninguém precisa saber.

Helena olhou para o vazio por alguns segundos, respirou fundo e, com um sorriso tímido e excitado, respondeu:

— Tá bom… eu vou.

Agora estou aqui, aguardando o próximo domingo chegar.

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