No colégio, eu, Rafael e Eduardo éramos melhores amigos. Inseparáveis. Três nerds, CDF, virgens. E estava tudo bem, não estávamos prontos pra namorar, muito menos pra transar. Claro que eu batia punheta todo dia, e os outros dois também. A gente conversava sobre isso, mas nunca tínhamos feito juntos, jamais havia passado pelas nossas cabeças. A gente emprestava revista de mulher pelada um pro outro, conversava como elas eram gostosas, como tinham feito a gente gozar, e era isso. Nada mais. Deve ter dado pra notar que isso aconteceu há mais de vinte anos atrás, já que hoje nem existe mais revista de mulher pelada.
Como bons nerds, a gente odiava educação física. A gente sempre ficava meio de lado, tentando ser ignorados pelo professor e pelos outros alunos. Num desses dias de educação física, estávamos todos os garotos da nossa sala e da outra sala do mesmo ano sentados nas arquibancadas da quadra, esperando o professor chegar. As garotas faziam aula com outra professora, e estavam na quadra coberta.
Eu, Rafa e Edu estávamos sentados no cantinho, nos degraus mais abaixo, mais perto da quadra. Todos estavam sentados em algum lugar da arquibancada. Menos Sebá, que estava na frente da arquibancada, fazendo piadas e zoeiras, como ele sempre fazia.
Sebá era repetente. Já tinha repetido de ano várias vezes. Ou seja, era vários anos mais velho que nós. Ele era divertido, não dá pra negar, mas péssimo aluno. Só tumultuava as aulas. Mas todos gostavam dele. Principalmente as garotas. Isto porque, além de mais velho, o cara era muito boa pinta.
Nós três estávamos conversando, então não estávamos prestando atenção direito no que Sebá falava. Mas não deu pra não prestar atenção quando Sebá falou alto:
- Ó aqui o que as mina gosta!
E, ao falar isso, baixou a bermuda e a cueca até os joelhos. Na escola, no meio da quadra, na frente da arquibancada. Bem próximo de onde nós três estávamos. Mostrando o pinto pra uns trinta caras. Todos riam. Menos nós três, que estávamos meio incrédulos.
Ele ficou assim, mostrando o pinto, balançando às vezes, como se fosse a coisa mais normal do mundo. Ficou assim até que o Cezinha falou “o professor tá vindo”.
Ele subiu a cueca e a bermuda tranquilamente. O professor, se viu, ignorou. O espetáculo deve ter durado uns quinze segundos, mas pareceu meia hora pra mim. Provavelmente também para Rafa e Edu.
A aula começou, nós fizemos tudo de má vontade, como sempre. A aula de educação física era no período da tarde, depois do almoço na escola. Ao acabar, éramos dispensados.
A gente sempre acabava indo pra casa de um dos três, cada vez na casa de um. Alguns dias pra estudar juntos, mas na maioria pra jogar RPG ou algum outro jogo de tabuleiro que alguém tivesse.
Naquele dia, assim que chegamos no quarto de Rafa, falei:
- E o Sebá, hoje?
- Nossa, mostrando o pinto pra todo mundo! – disse Rafa.
- Eu ia morrer de vergonha se todo mundo visse meu pinto! – falou Edu.
- Eu também! – concordei.
- Mas, pensando bem, o Sebá que tá certo... – falou Rafa.
- Como assim? – questionei.
- Ele não liga pras coisas. Se diverte. Todo mundo gosta dele, especialmente as garotas. Acho que a gente se leva a sério demais...
- E por isso que ele é repetente! – falou Edu.
- Tá, não é pra não estudar... – concordou Rafa – Nessa parte é melhor levar a sério. Tô falando no resto!
- Que resto? Na parte de mostrar o pinto? – perguntei.
- É... – aduziu Rafa.
- Então vai lá, mostra o pinto pra todo mundo na educação física... – provocou Edu.
- Eu também não teria coragem, vocês sabem. Não estou falando pra mostrar pra escola toda! Tô falando que a gente não tem coragem de mostrar nem um pros outros, e nós somos melhores amigos!
- Tá sugerindo pra gente mostra nossos pintos uns pros outros? – questionei novamente.
- É tipo isso...
- Então mostra aí! – provocou novamente Edu.
- Tá! – falou Rafa depois de um longo suspiro, seguido de levantar a camiseta e baixar a bermuda e a cueca, assim como Sebá tinha feito – Tá aí, podem olhar meu pinto, porque eu não posso ter vergonha dos meus melhores amigos!
E ficou assim, mostrando o pinto, como Sebá tinha feito. E, assim como na escola, eu e Edu ficamos olhando.
- Ó, não é nada demais... – falou Rafa – Não morri, não tirou pedaço. Por que vocês não mostram também?
- Tenho medo de ficar com vergonha e acabar tendo uma ereção... – confessei.
- Dane-se! – falou Rafa – Essa é a zoeira! Qualquer coisa eu fico de pau duro também!
Ele estava tão animado, tão feliz em estar assim, que me fez ter vontade de ficar assim também.
- Dane-se! – falei, levantando a camiseta e abaixando a bermuda e a cueca, como Rafa.
- Aê! – comemorou Rafa, tirando de vez a camiseta, a bermuda e a cueca, sem tirar o tênis e a meia.
Rafa balançou o pinto, virou e mostrou a bunda.
- Não é libertador? – perguntou.
- Nossa, é bom demais! – falei, tirando de vez a camiseta, a bermuda e a cueca, ficando de tênis como Rafa.
- E você, vai ficar só olhando? – perguntou Rafa para Edu.
- Eu já estou com muita vergonha... – falou Edu.
- Tá duro? – perguntei, o que Edu confirmou com um aceno de cabeça.
- Dane-se! – falou Rafa – A gente fica duro também...
- Vocês prometem? – perguntou Edu.
- Prometo! – falei.
- Tá bom... – falou Edu, tirando a camiseta, depois a bermuda.
Sua ereção já era visível com a cueca. Ele respirou fundo e enfim tirou a cueca.
- Aê, caralho! – comemorou Rafa, dando um pulo ao ver o pinto duro de Edu, balançando o seu próprio.
- Tô com muita vergonha, porque não é muito grande... – falou Edu, nitidamente envergonhado.
- Foda-se! – falou Rafa – Nem o meu, o meu é do mesmo tamanho do seu.
- O meu também... – falei.
- Então deixa eu ver o de vocês duro também, pra eu não ficar assim sozinho...
- É pra já! – falou Rafa, sentando na mesa da escrivaninha, de pernas bem abertas pra gente ver ele fazer o pau endurecer, o que aconteceu em segundos.
Eu nem precisei me tocar muito, só de ver a cena já fui ficando de pau duro.
- Pronto, tamo tudo duro – falou Rafa – Ó, pode olhar – falou, abrindo ainda mais as pernas – Olha meu pinto, meu saco. É pequeno e foda-se!
- Não é pequeno, não! – discordei – É bem normal!
- Eu sei que não é pequeno! -falou Rafa – Sei que é normal, médio. Só tô falando que não sou pintudo que nem o Sebá deve ser quando duro...
- Deve, mesmo – falei – porque o pinto dele mole é bem maior que os nossos moles...
- Gente, foda-se o Sebá. Não tô nem aí pro pinto dele. A zoeira aqui é nossa, com os nossos pintos.
- É isso aí, vamos curtir e esquecer dele! – concordei.
- Vamos zoar, então. Que tal se a gente batesse uma punheta juntos? – sugeriu Edu.
- Vamos, mas mais tarde... – disse Rafa – se a gente gozar logo, a gente vai parar a zoeira.
- É verdade... – concordei.
- Então o que a gente faz? – perguntou Edu.
- O que fariam Sebá, Cezinha e os outros repentes? – questionou Rafa.
- Sairiam na rua, bateriam no pinto uns dos outros... – imaginei.
- Não dá pra sair na rua, né? – recusou Edu.
- Calma, porra! – falou Rafa, dando um baita tapa no pau de Edu – Dá pra ir pro quintal de trás...
- Ai, porra! – falou Edu segurando o pinto, e depois dando um tapa no pinto de Rafa, que logo deu um tapa no me pinto.
- Isso, caralho! – falou Rafa – começou a zoeira.
Logo, estávamos uns estapeando os pintos uns dos outros. Consegui dar um tapa no saco de Edu.
- No saco não, caralho! – reclamou Edu.
- No saco, sim! – disse Rafa, dando um tapa no meu saco.
Em instantes, estávamos os três no chão, se contorcendo de dor de tanto tapa no saco um do outro, mas rindo sem parar.
- Um tempo de tapa, por favor! – pedi.
- Sim, chega! – concordou Edu.
- Tá bom. Então vamos pro quintal! – comandou Rafa, sendo seguido por nós.
Chegando lá, Edu sugeriu:
- E se a gente batesse punheta aqui? A gente continua zoando depois, de pinto mole, mesmo. É que depois disso, de tanto tapa, meu pinto tá sensível e acho que a qualquer momento vou gozar...
- Boa, punheta ao ar livre! – concordou Rafa, já puxando três cadeiras em círculo, viradas umas pras outras e bem perto.
Sentamos os três e começamos a nos masturbar. Não demorou pra gozarmos. Um na sequência do outro. Ficamos lá, sentados, por alguns minutos.
- Banco imobiliário pelados? – sugeriu Rafa.
- Bora! – concordei.
- Vamos lá... – concordou Edu.
Jogamos por cerca de uma hora, bem menos do que estamos acostumados. Mas porque nenhum de nós estávamos realmente prestando atenção no jogo naquele dia. A zoeira estava sempre relacionado a nossos pintos.
Quando chegou a hora de irmos embora, nos abraçamos pelados mesmo.
- Essa foi a melhor tarde de todas! – disse Rafa.
- Por mim, a gente ficava pelado juntos sempre! – sugeriu Edu.
- Eu topo! – concordei.
- Então está combinado! – selou Rafa.
Daí pra frente, sempre que a gente estava sozinho juntos, estávamos pelados. Jogávamos pelados, lanchávamos pelados. Mijávamos sempre juntos. Era muito legal mijar juntos.
Sempre a mesma zoeira, mas tentando evitar seções de tapas nos sacos. Nos paus, liberado. Aliás, o mais comum era fazer lutas de espadas. Ficávamos muito tempo batendo os paus uns nos outros.
A gente se acostumou a pegar uns nos pintos dos outros, sem a menor cerimônia e sem preconceito algum. Duro ou mole, antes ou depois de gozar. Aliás, a gente passava a maior parte do tempo pegando uns nos pintos dos outros.
A gente brincava de médico que nem nerd. Um deitava e os outros dois analisavam de perto, com lupa. Estudando anatomia. Ficávamos tanto tempo analisando de perto o pinto uns dos outros que eu era capaz de identificar de quem era o pinto só por um pedacinho de imagem do saco ou do pau de um deles. Aliás, conseguia distinguir o pinto do Rafa e do Edu só pelo cheiro. Sem brincadeira. Em dia de educação física ou não.
Sabíamos o nome correto, científico, de cada parte do pinto. “Glande”, “prepúcio”, “frênulo”, “rafe perineal”. Sabíamos até o nome das doenças que podiam surgir no pinto, doenças essas que nenhum de nós tinha, claro. Até nossas porras em microscópio de brinquedo (mas que era bem funcional) já analisamos. Não que desse pra ver algo, mas tentamos.
Tinha as competições de porra. Quem gozava mais longe, quem gozava mais rápido, quem gozava mais quantidade. Até desafio de comer porra a gente topou. Gozamos os três, cada um numa fatia de pão de forma, e comemos. Só tivemos coragem de comer a própria porra, mas comemos.
A única limitação era o cu. Todos concordamos com isso. Tava liberado mostrar, olhar a vontade. Mas não podia tocar. A gente já vez até competição de peido. Quem ia peidar, deitava de barriga pra cima com as pernas levantadas e bem abertas, expondo completamente o cu pros outros dois e então peidava. Analisávamos quem peidava mais alto, o peido mais longo, o mais fedido. Tudo pela zoeira.
Só não conseguimos cagar na frente dos demais. Era isso. Cagar e tocar no cu estava fora da brincadeira. Comer porra, só a própria. O resto, tudo liberado. O corpo todo. A gente mexia no pé um dos outros, sovaco, fazia cócegas. Mexia na cara, olhava dentro da boca. Mas o foco principal era os nossos pintos, claro.
Bater punheta uns pros outros virou o nosso dia a dia. Começamos a bater uma punheta no começo da tarde, pra depois curtir bastante de pintos moles, até endurecer e bater outra no final da nossa tarde juntos. Sempre adorei o período em que ficávamos os três de pinto mole, assim como estava Sebá aquela tarde se exibindo. Achava o momento mais tranquilo da tarde.
E claro que nosso comportamento todo mudou. Não só no período que estávamos os três pelados zoando ao redor de nossos pintos. Mudou nossas vidas. A gente não era mais os nerds chatos de antes. Agora, apesar de ainda sermos estudiosos, estávamos relaxados, curtindo a vida, a escola.
Todos notaram. A gente agora ria mais, fazia mais piada, interagia mais com os outros. Até Sebá reconheceu isso:
- Vocês três caíram de cabeça ou foram abduzidos por alienígenas? – perguntou, zoando.
- Sebá, meu caro, você foi nossa inspiração! – falou Rafa.
- É mesmo? – questionou Sebá.
- Sim. Lembra naquele dia da educação física que você mostrou o pinto pra todo mundo? – perguntou Rafa, enquanto eu e Edu ficávamos espantados.
- Não... – desconversou Sebá.
- Bom, teve um dia na educação física que você baixou a bermuda e a cueca e ficou um tempão mostrando o pinto pra todo mundo, até o professor chegar. E a gente entendeu que você tava certo e a gente errado. A gente se levava a sério demais, e agora estamos tentando ser mais que nem você, de boa, curtindo mais.
- Uau, por essa eu não esperava! Que bom que ajudei, vocês parecem bem mais legal agora...
- Ajudou, mesmo!
- Então acho que está na minha hora de me inspirar em vocês e levar as coisas um pouco mais a sério, que eu tô quase repetindo de ano mais uma vez. Tô enforcado em matemática e física!
- A gente está indo pra minha casa hoje a tarde revisar matemática. Se quiser vir junto, a gente tenta te ajudar – sugeriu Rafa.
- Cê tá falando sério?
- Claro que sim, não é?
Eu e Edu concordamos.
- Porra, valeu! Eu topo.
- Então depois da aula a gente come alguma coisa na cantina e já vamos pra minha casa pra gente estudar juntos.
- Fechado.
Sebá foi embora, ainda meio em dúvida.
- Cê é loco, cara? – disse Edu, indignado.
- Por que você foi falar da coisa do pinto? – perguntei.
- Relaxa, ele nem lembrava e nem ligou. E agora a gente vai ajudar ele a passar de ano e vai entrar pro grupo dos populares...
- Sei lá, vamos ver... – duvidou Edu.
No final da aula, Sebá veio nos procurar. Rafa confirmou a proposta. Comemos um lanche na cantina e fomos para sua casa. Passamos a tarde inteira estudando. Na verdade, passamos a tarde inteira explicando toda a matéria para Sebá. Várias vezes. Várias vezes, mesmo.
- Porra, acho que entendi. Não tô nem acreditando, mas acho que entendi... – disse Sebá – Nem acredito no que vou falar, mas até que vocês são maneiros!
- Valeu! – falamos quase juntos.
- Nem sei como agradecer. Bom, na verdade, acho que sei, sim... – falou Sebá levantando na nossa frente, abaixando a bermuda e a cueca até os tornozelos – Acho que vocês gostaram de olhar pro meu pinto, porque naquele dia na educação física vocês não tiraram os olhos. Vocês não notaram que eu fiz isso bem perto de vocês?
- Não, não é isso... – tentou argumentar Rafa.
- Relaxa, cara. Não tô querendo dizer nada com isso. Todo mundo gosta de olhar o pinto dos outros. Todo mundo. E, se eu passar na prova de matemática, deixo vocês verem duro!
- Não, você está entendendo errado... – falou Edu.
- Já falei, relaxa. Não tô dizendo que ninguém aqui é viado. Só que eu sei que sou bem mais velho, e que às vezes as pessoas tem curiosidade. Então tô só falando que, se eu passar e vocês quiserem ver duro, eu deixo numa boa.
Não falamos nada. Só ficamos sentados os três olhando pro pinto do Sebá. Não sei quanto tempo passou, mas não foi pouco. Até que ele falou:
- Por mim, eu fico aqui mostrando o pinto o tempo que vocês quiserem...
- Não, não, pode guardar... – falei.
Ele subiu a cueca e a bermuda, se despediu e foi embora.
- Puta que pariu, o que foi aquilo? – perguntou Edu.
- Que loucura! – concordei.
Não falamos mais muita coisa. Mas batemos uma punheta. Cada um bateu pra si mesmo, como a muito tempo não fazíamos. Todos lembrando do pinto do Sebá mole, e imaginando como devia ser duro.
Dia seguinte, terça, depois da prova, Sebá só disse pra gente que achava que tinha ido bem. O resultado só veio na quinta. Ele precisava tirar 8. Tirou 9.
- Que tal estudarmos hoje pra física? Tô precisando de 8,5. Aí pago minha dívida...
Chegamos rapidamente na casa do Rafa. Sebá já foi tirando a bermuda e a cueca.
- Calma, vamos estudar primeiro... – sugeri.
- Só pra inspirar vocês a me ajudar, sei que vai ser difícil. Mas se vocês conseguirem me fazer passar de ano, pago boquete pros três!
Foi difícil esconder a ereção. Eu sabia que Edu e Rafa também estavam de pau duro, tentando disfarçar. Sebá tinha notado, claro, mas fez de conta que não sabia de nada, e permanecia de pau mole balançando de um lado pro outro.
Foi difícil concentrar pra estudar e explicar a matéria vendo o pinto dele o tempo todo. Eu notava que Rafa e Edu também não paravam de olhar pro pinto do Sebá. Era desconcertante.
De alguma forma, conseguimos estudar toda a matéria. Ficamos estudando por várias horas. Em algum momento, até conseguíamos esquecer que ele estava pelado, mostrando o pinto na maior naturalidade. Explicamos o melhor que pudemos. Não foi tão bem como matemática, mas até que entendeu bem.
- Bom, chegou a hora do prêmio pela ajuda em matemática... – ele falou – Alguém quer ajudar a ficar duro? – disse, balançando o pinto.
Tenho certeza que os três queriam, mas ninguém teve coragem de admitir. Ele então sentou na escrivaninha de pernas abertas e começou a se masturbar. Em instantes, estava de pau duro. Não cresceu tanto, mas como já era grande mole, continuou bem maior que os nossos.
- Pronto, tá aí. Quem quer pegar agora? – ofereceu e, como ninguém se manifestou, seguiu – Tá na cara que vocês batem punheta junto, eu também faço com meus manos. Se quiserem, podemos todos bater umazinha agora.
A gente se olhou e, sem falar nada, abaixamos nossas bermudas e cuecas e começamos a bater punheta. Cada um pra si. Sebá também começou a se masturbar.
- Agora sim! – falou – E, se alguém quiser pegar aqui, tá tudo bem, prometo que não conto pra ninguém.
Sem parar de se masturbar, Rafa começou a tocar o pinto de Sebá com sua mão esquerda.
- Isso, pega firme. Sente como é um pintão grandão de verdade!
Rafa deu uma boa pegada no pau dele, punhetou um pouco, depois acariciou o saco e enfim tirou a mão.
- Tá vendo, não tem nada demais. Podem pegar... – insistiu Sebá.
Eu fui o segundo, fiz igual Rafa. O pau era bem mais comprido e bem mais grosso que os nossos. O saco era pesado, bolas grandes. Lisinho, raspado recentemente. Só sobrava um pouco de pelo, aparado, pra cima do pinto. Castanho claro, igual seu cabelo.
Demorei mais que Rafa, mas enfim tirei a mão. Edu foi o último. Ele demorou bem mais que eu. Punhetou Sebá até ele mesmo gozar, quando enfim tirou a mão.
Sebá voltou a se masturbar. Eu gozei, Rafa gozou logo depois. Por fim, Sebá gozou. Caceta, muito mais porra que nós três juntos. Não parava de jorrar.
- Bom, vou nessa descansar pra prova de amanhã... – falou Sebá, se vestindo – Valeu pela ajuda. Vocês limpam aí?
- Tranquilo – falou Rafa.
- Até amanhã – falei.
Nem tivemos tempo de conversar, já era tarde e eu e Edu tínhamos que ir embora. Deixamos Rafa sozinho limpando a porra dos quatro que estava espalhada pelo chão de seu quarto.
Dia seguinte fizemos a prova. Quem acabava já ia pra mesa do professor, que já efetuava a correção. Era o último dia de aula. Depois, só recuperação. Sebá foi o último a sair. Saiu com um semblante sério.
- Vamo pra casa de vocês...
Como se a casa fosse dos três, não só do Rafael. Bom, fomos para lá de qualquer forma. Chegando lá, Edu perguntou o que todos queriam saber:
- E aí, como foi?
- Tirei 8... – falou, ainda sério.
- Foi bem! – disse Edu.
- Mas eu precisava de oito e meio pra passar...
- Pelo menos vai conseguir ir pra recuperação, e lá é só 6 – falei.
- Eu viajo amanhã.
- Porra, cara, assim fica complicado... – disse Rafa.
- Pois é. Então falei pro professor que se eu não passasse de ano, meus pais iam me tirar da escola, mandar ser office boy ou pedreiro, mas não iam me deixar continuar estudando. Então falei que faria qualquer coisa por meio ponto: “Quer que eu faça um boquete? Te chupo agora mesmo? Quer me comer? Quer que eu te coma?”
- E aí? – perguntei, espantado.
- O prôfe ficou espantado e me deu meio ponto. Passei! E ele falou pra eu procurar por ele quando já estiver na faculdade, o safado!
- Aê, caralho! – comemorou Rafa.
- Mas, como vocês não conseguiram me fazer tirar oito e meio, não merecem ganhar boquete...
Não falamos nada, mas nos olhamos, decepcionados.
- Mas como eu sou um cara legal, e vocês foram massa, e eu estou feliz e com tesão e com vontade de chupar vocês, vocês vão ganhar o boquete mesmo assim!
- Aí, sim! – comemoramos.
- Mas não vão gozar na minha boca. Se eu tivesse passado sem ter que xavecar o professor, ia até deixar vocês gozarem na minha boca... – falou, se ajoelhando na nossa frente e tirando a camiseta – Vamos lá, pintos pra fora!
Fui o primeiro a exibir o pinto mole na frente da sua cara. Ele caiu de boca e começou a me chupar, fazendo meu pau endurecer em sua boca. Não conseguia acreditar que o maior garanhão da escola, o cara que comeu mais de metade das garotas, estava pagando um boquete pra mim. Porque no dia anterior, ele estava sendo o fodão, o cara que pinto grande que se exibia pros moleques, que passaram a adorar seu pinto. Mas hoje ele estava de joelhos me chupando com muita vontade.
Logo Rafa se postou do meu lado direito e Edu do meu lado esquerdo. Sebá começou a punhetar os dois. Aos poucos, revezava e os chupava também.
Como eu estava no meio e bem na sua frente, fui o mais chupado, o que fez com que eu gozasse primeiro. Avisei, e ele direcionou meu pau para seu peito enquanto me masturbava. Gozei em seu peito e barriga.
Ele então deu mais atenção pra Edu e Rafa. Rafa gozou em seguida, e Edu depois, também em seu peito. Só então ele pois o pinto duro pra fora e começou a se masturbar.
Continuamos onde estávamos, como ele pediu. Com a mão direita, se masturbava. A mão esquerda acariciava nossos pintos, que amoleciam. Enfim gozou, também em seu peito. Pegou a camiseta do Rafa e limpou todo seu peito.
- Vou deixar um presentinho pra vocês lembrarem enquanto eu estiver fora. Nos vemos ano que vem! – falou Sebá, se vestindo – Nem preciso dizer que isso aqui é segredo nosso, e se tentarem contar algo, vou dizer que foi vocês três que me chuparam, e vocês sabem em quem todos vão acreditar...
Claro que nas férias, eu, Rafa e Edu evoluímos um pouco nossa zoeira. Incluímos boquetes. Passamos a chupar os pintos uns dos outros sempre. Até hoje, o gosto de pinto é um dos meus sabores favoritos.
No ano seguinte, último do colégio, ele veio estudar para todas as provas. Nesses dias, éramos quatro chupando uns aos outros. Ele confessou que apesar de virgem de cu, morria de vontade de experimentar ser penetrado. Passamos a comer o cu de Sebá, mas só quando ele tirava nota nove ou mais.
Foi ele quem apresentou nossas primeiras namoradas. Todas garotas da escola que ele tinha tirado a virgindade.
Infelizmente, Sebá foi fazer faculdade em outro Estado, e nunca mais o vimos. Já eu, Rafa e Edu continuamos amigos até hoje. Mas isso é história pra outro conto...