Continuo neste relato a história incomum da minha namorada e a sua filha comigo, sugerindo ler os textos anteriores para entender melhor.
Sou o Mário, divorciado, sem filhos, loiro com olhos azuis, 1,75 m, cabelos lisos grisalhos e curtos q elas dizem proporcionar um charme especial, barba sempre desenhada e aparada, esbelto e fisicamente bem condicionado, empresário de sucesso, e professor universitário.
Posso me definir como um desses coroas q sempre se vestem bem, q atraem tanto as mulheres da mesma faixa etária, como tb chamam a atenção daquelas novinhas, q preferem a experiência.
Namorava Bernadete há três meses, 45 anos, viúva, detentora de uma beleza própria de quem herdou boa genética e tb se cuida frequentando academia e se alimentando corretamente, uma potranca bunduda do tipo dominadora de todas as atenções, q não precisava apelar em nada para ser notada, redatora publicitária extremamente criativa, q tb levava esse seu lado inventivo para a cama.
Sua filha única Lúcia Helena era estudante universitária iniciante em outro Estado, linda sendo muito semelhante à mãe, com um corpo espetacular de modelo, introvertida conforme a minha namorada a avaliava antes de entrar na Faculdade, ainda virgem aos vinte anos em função da extrema e indevida proteção da mãe, conhecida por mim qdo a busquei no aeroporto junto com Bernadete.
Aquele seria o nosso primeiro jantar q incluiria a jovem, e além de estar muito ansioso cheguei cheio de altas expectativas, pois alegando nas palavras dela segurança e a minha experiência de namorador, Bernadete havia solicitado, simplesmente, q tirasse a virgindade da sua filha, tanto a vaginal, qto a anal.
Minha namorada costumava ser mesmo assim detalhista e ao mesmo tempo abrangente, pois de certa forma a profissão dela de redatora publicitária, tinha muito a ver com isso.
Tanto isto era verdade, q uma das nossas distrações era ler o q Bernadete redigia, para vender os produtos e os serviços dos clientes, da agência de publicidade na qual trabalhava.
Da minha parte durante breves períodos havia me envolvido por várias vezes com duas mulheres ao mesmo tempo, e convivido com o estresse gostoso de certa forma de uma descobrir a outra, e acontecerem os barracos típicos dessas ocasiões q todo mundo conhece.
Afirmo q o estresse da traição tem o lado gostoso em si q vai além do prazer dos orgasmos alcançados, pq outorga ao homem traidor a imagem q tb permeia toda a sociedade, de ser machão, fodedor, comedor, viril.
Porém, em relação às mulheres, todos sabemos qual é a percepção daquela q trai pq frequentemente é mal comida por ejaculadores precoces, embora isso esteja numa lenta transformação è medida q fica mais comum a mulher trair.
Mas me relacionar ao mesmo tempo com duas mulheres da mesma família, estando uma ciente da relação da outra comigo, e ainda mais sendo mãe e filha, tendo q as satisfazer simultaneamente e estando ambas em situações opostas em termos de experiência, enfim, esta seria a minha inauguração total, e não admitia a mim mesmo a possibilidade de falhar.
Sabia ser natural a ansiedade naquele dia pq a única virgindade vaginal q tirei foi a da minha ex há mais de trinta anos, e não eram boas as lembranças daquele longo e sofrido período de três dias, do qual sentia vergonha de mim mesmo pelas condições e demora para concluir o serviço.
Já sobre o sexo anal sabia haver sido incluído no cardápio da minha enteada, pq a mãe avaliava como indispensável e muito gostoso o q fazíamos com frequência à pedido dela, e comparativamente com o ex marido e pai da garota, nas poucas vezes q minha namorada fez com ele, terminou pretendendo não repetir.
Havia me tornado experiente em despertar o tesão para a mulher ser enrabada, prestando atenção sobre as suas reações de prazer onde e como tocava, concluindo serem exatamente aqueles os estímulos certos, feitos nos lugares certos, e do jeito certo.
Assim, ao contrário das q no início negavam, todas passaram a pedir para comer seu cuzinho, chegando algumas praticamente até a implorar, pq na sequência a leve dor inicial da penetração se tornara por demais insignificante, perante o terremoto e a tempestade de prazer desfrutado ao dar o rabo .
E muitas delas incluindo Bernadete, tb conseguiram a realização maior no sexo anal, de gozar pelo cuzinho, sem manusear o clitóris.
Pq minha namorada e eu tínhamos o controle remoto do portão e as chaves da residência um do outro, encontrei a mãe e a filha na cozinha organizando a mesa especial daquele nosso primeiro jantar a três, com um aroma dos mais agradáveis produzido pelos temperos da comida q já se encontrava pronta, e visualizando o colírio dos colírios pelas sensualíssimas e pouquíssimas roupas q as duas vestiam.
Bernadete veio me beijar e abraçar aproveitando para esfregar os seios em mim e depois a bunda ao se virar, colocando acintosamente uma das mãos no meu pau sob o olhar atento da filha, dizendo ainda de maneira bem maliciosa:
- Meu gostosão!
Daí a minha enteada respondeu tb maliciosamente:
- Teu gostosão por enqto... pq depois q a gente se pegar, não sei se isso vai continuar assim...
Então, minha enteada me surpreendeu de novo, ao dizer:
- Mãe, se já está certo q eu e o Mário vamos ficar amanhã, mas ele já está aqui, quero começar nossa brincadeira ainda hj...td bem pra vc, mãe?
Depois de olhar com expressão de surpresa para mim, Bernadete respondeu:
- Estudar na Faculdade está fazendo muito bem para a minha filha...está perdendo a timidez...td bem pra mim, filha, td bem...e fico feliz q esteja se liberando mais com o Mário...faça o q vc quiser com ele, ele é todo teu...comigo presente ou ausente, pois tenho certeza q vc e ele vão gostar...tanto, q ficará difícil de parar...estou certa, Mário?
- Está certa, minha menina mulher, muito correta, minha mulher menina, lhe confirmei...se depender de mim, não precisamos esperar para amanhã...aliás...era bem nisso q vinha pensando no cainho para cá...
Percebia haver um clima de absoluta sedução de Bernadete e Lúcia Helena em relação a mim, pq praticamente não existia diferença entre estar nuas, ou vestidas.
Pois minhas duas mulheres vestiam shortinhos justíssimos e minúsculos altamente provocantes, desses q atrás entram totalmente no rego, e na frente, retratam com riqueza de detalhes as saliências da bocetinha.
E aquelas peças grudadas às suas peles cometiam ainda outra crueldade, pois deixavam suas coxas belíssimas inteiramente de fora, pq terminavam exatamente no limite das nádegas arrebitadas de cada uma delas.
Porém, indicando querer q meus olhos não deixassem de as desejar, seus decotes tb não cobriam praticamente nada, criando uma confusão no meu olhar ao se indefinir na escolha pela beleza e sensualidade dos seios, das coxas e da bunda, pertencentes a cada uma daquelaas belíssimas mulheres.
Confesso q o ineditismo da situação me deixava sem saber como proceder, pq se estivesse sozinho com Bernadete naqueles trajes tão sensuais, como fizera muitas vezes em picos de tesão, já a teria atacado, agarrado, subjugado na pia da cozinha ou na mesa, rasgaria o shortinho, a deixaria com a bunda totalmente liberada, e daí meteria muito, e com muita força naquela bocetinha q amava comer em todo tipo de posição e lugar...
Mas com certeza tb não perdoaria a sobremesa do seu cuzinho cor de rosa, pq terminaria com certeza gozando muito nele, como estava habituado a fazer, e minha namorada dizia amar esse jeito de ser dominada, e bem comida.
Entretanto, certamente orientada pela mãe Lúcia Helena tb se encontrava toda oferecida ali na cozinha, mas sendo ainda virgem aos vinte anos, sem jamais haver dado um beijo na boca, e sem haver experimentado sequer as delícias de um amasso bem feito.
Assim, da minha parte havia a lucidez de q não podia precipitar as coisas, precisando combinar minha experiência com a aparente liberação comportamental de Lúcia Helena ocorrida durante os meses de Faculdade, qdo ficou distante das amarras pretensamente protetoras da mãe.
Minha mente fervia, pois naquele momento excitante possuía quase certeza de q ela presenciou ou soube de putarias comuns nos ambientes universitários, às quais certamente foi convidada, e muito provavelmente, deve ter sentido bastante desejo de participar.
Pq era flagrante a diferença contada pela mãe entre a garota q foi à Faculdade três meses atrás, e a fêmea q voltou sendo mais mulher e toda mudada na disposição de se vestir e de se comportar.
Por isso, Bernadete estava uma mistura de estupefação e preocupação com as mudanças da filha, demonstrando ainda não saber como reagir pq não podia continuar a ser a mãe excessivamente protetora a q se acostumara, e desconhecia o q havia transformado a filha, a surpreendendo a cada resposta, ou comentário.
Essas alterações na filha q preocupavam a mãe, em mim produziam efeito contrário.
Deixei de imaginar a cena preocupante de Lúcia Helena estar encolhida e coberta me esperando na cama, pq sabia q poderia sentir dor e ter sangramento, insegura pq seria penetrada por um pau bem duro, grande, e quente.
Nos poucos minutos em q estávamos naquela cozinha nos preparando para jantar, em função de cada frase q Lúcia Helena disse relacionada comigo, passei a visualizar aquela maravilha de mulher me abraçando e beijando desesperadamente a partir do primeiro segundo em q entrássemos na sua suíte, depois tomando a iniciativa de me despir e tb ficar inteiramente nua, e daí, estando ambos em pé com as nossas mãos passeando por todo o corpo do outro, ela se abaixaria, e seguindo as minhas instruções, começaria a chupar o meu pau como se fosse o último do planeta.
E as mudanças percebidas no comportamento da minha enteada se fizeram presentes, tb qdo íamos nos assentar para jantar.
Pq ela disse para a mãe indicando o seu lugar na mesa: vc se assenta aí de frente para nós, eu e o Mário, ficamos de frente pra vc.
Claro q nem Bernadete nem eu esperávamos essa atitude dela, mas pensando no contexto do q nos preparávamos para acontecer na suíte dela, ficamos satisfeitos, e seguimos o posicionamento na mesa sugerido por ela.
Preparadas por Lúcia Helena e Bernadete estavam maravilhosas as frutas bem doces, e delicioso o nhoque de mandioquinha ao sugo q consumimos, enqto conversávamos sobre a rotina da Faculdade q minha enteada estava amando cursar.
Querendo apimentar o assunto perguntei à minha enteada, se havia sido convidada pelos colegas para alguma festa, e ela disse:
- Me convidaram para várias festas da nossa, e das outras turmas...em cidades praianas pelo q percebi as pessoas são mais festeiras...mas não aceitei nenhuma vez, pq minha mãe me pediu para não ir em nenhum lugar diferente, sem lhe avisar...não é, mãe? Disse invocando o testemunho da minha namorada...e teve umas vezes q soube da festa muito em cima da hora, ou não conhecia quem me convidou.
- Vc ficava sabendo o q acontecia nessas festas? Lhe perguntei, querendo descobrir se rolavam sacanagens...putarias...surubas...
- Não em todas, ela falou, mas de algumas fiquei sabendo q rolaram surubas, e teve uma colega da minha sala q numa segunda-feira chegou contando q a festa havia sido muito boa... e qdo lhe perguntaram em qual sentido havia sido boa, ela disse q pela primeira vez havia dado para dois numa vez, e para três logo na sequência...ela disse q nunca havia gozado tanto...daí começaram a chegar mais colegas querendo saber quem mais estava na festa, quem mais deu pra quem, quem comeu quem, mas eu só ouvi um pouco, me senti deslocada e saí logo de perto, pq ainda sou virgem, e não sei muito bem como agir sobre isso...pq nem tinha nada pra dizer...mas quis sair logo dali, principalmente, pq comecei a ficar excitada, molhou a calcinha, e fiquei com receio de escorrer nas coxas...
Mas a minha namorada falou maliciosamente, olhando pra mim:
- Filha, hj isso vai mudar...vc passará a ter muita coisa pra dizer...
Então resolvi me manifestar pois me envolvia, dizendo bem maliciosamente tb:
- Garanto q vai...
O ponto negativo nesse jantar, foi somente a dificuldade em ficar de frente para Bernadete sem poder tocar em seu corpo delicioso como estava acostumado, enqto ao meu lado se encontrava uma outra beldade quase nua, na qual ainda não havia encontrado um jeito de tocar, encoxar, beijar, lamber, pois td de ambas indicava haver muito mais do q permissão: desejo, excitação, e urgência.
Qdo terminamos de jantar, Bernadete se dirigiu à filha, e disse:
- Pode ficar com o Mário se vc quiser, q a mãe ajeita as coisas aqui, se referindo a lavar a louça, secar, e guardar as sobras.
Daí minha enteada e eu nos levantamos ao mesmo tempo, ela me estendeu a mão, e nos dirigimos à sua suíte no andar de cima da casa.
Ao subir os degraus da escada na minha frente, era maravilhosa a visão dos movimentos da sua senhora bunda bem próxima do meu rosto, um verdadeiro monumento detentor de magnetismo próprio q impossibilita desviar o olhar ao exigir ser tocado e apertado, de modo q não resisti ao chegar no topo, e a agarrei pela cintura prensando suas nádegas contra o meu pau duríssimo.
Minha enteada reagiu como esperava parando, rebolando e empurrando a bunda contra o meu pau duríssimo, tentando encaixar o seu rego, colando suas costas ao meu peito, e com certa dificuldade pela posição, voltando o seu rosto para beijar a minha boca, enqto de propósito lhe dificultava dando somente lambidinhas nas extremidades.
- Isso...isso...delícia...q gostoso...continua...ela dizia entre um suspiro e outro, qdo passei a beijar e lamber suas orelhas, a nuca, o pescoço, e coloquei as mãos nos seios pressionando e massageando os dois ao mesmo tempo, até q nos viramos de frente, e passamos a nos beijar de modo desesperado principalmente da parte dela, q parecia estar descobrindo o q era bom demais para não continuar.
Ficamos assim por alguns momentos, e mais uma vez Lúcia Helena me surpreendeu ao dizer:
- Queria q vc me pegasse na frente da minha mãe...queria muito...queria ver se ela ia conseguir ficar apenas vendo sem acabar dividindo vc comigo, como eu fiquei passando vontade qdo se esfregou em vc, e pegou nesse teu pau...queria muito...
Continua...