Fui Trabalhar Com Meu Sogro e Virei Puta Dele e Dos Seus Clientes Pt4

Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 3866 palavras
Data: 04/06/2026 13:38:19

Então , Manoel segurou meu cabelo loiro com uma das mãos e ordenou com a voz rouca:

— Aumenta o ritmo da punheta.

Fiquei nervosa, mas obedeci. Comecei a mover a mão mais rápido, masturbando aquele pau enorme e grosso. Sentia ele pulsar forte na minha palma, quente e pesado.

— Agora lambe... e depois chupa — mandou ele.

Hesitei, olhando para o pau negro de 25 cm na minha frente.

— É muito grande... — murmurei, nervosa.

— Sim, é. Mas você vai conseguir. E sempre olhando pra mim. Quero ver esses seus olhos azuis enquanto você me chupa. Entendeu?

Assenti, envergonhada, e mantive o olhar fixo nos olhos frios e intensos dele. Comecei lambendo devagar, passando a língua pela cabeça grossa, sentindo o gosto forte e o cheiro masculino. Depois abri a boca o máximo que consegui e enfiei a cabeça do pau dele entre meus lábios.

Era completamente diferente de chupar o Fábio. Meu marido tinha 18 cm, o que já era grande para a maioria dos homens. Mas o pau do Manoel era outra coisa: mais grosso, mais comprido, mais pesado. Mal conseguia colocar metade na boca. Meus lábios estavam esticados ao máximo enquanto eu subia e descia a cabeça, chupando com dificuldade, sentindo as veias marcadas na língua.

Manoel gemeu baixo, segurando meu cabelo com mais força, e murmurou:

— Isso... assim, devagar. Olha pra mim. Quero ver o olhar de vadia da nora enquanto engole o pau do sogro.

Eu continuava chupando, com os olhos azuis fixos nos dele, sentindo minha buceta latejar de excitação e vergonha ao mesmo tempo.

Continuei chupando o pau de Manoel com mais vontade, sentindo o peso e a grossura dele na minha boca. Meu maxilar já começava a doer. Ele segurava meu cabelo loiro com firmeza, guiando o movimento da minha cabeça.

— Quero que sua garganta aguente tudo — rosnou ele, olhando para baixo com aqueles olhos pretos intensos. — Engole mais fundo, vadia.

Tentei. Abri a boca ao máximo e forcei mais do pau dele para dentro. A cabeça grossa bateu no fundo da minha garganta, me fazendo engasgar. Lágrimas escorreram dos meus olhos azuis, borrando um pouco a maquiagem, mas não parei. Subia e descia a cabeça, engolindo quase a metade daquele monstro de 25 cm, sentindo as veias grossas pulsarem contra minha língua. Saliva escorria pelos cantos da minha boca, pingando no chão. Manoel gemia baixo, empurrando o quadril devagar, fodendo minha boca com mais profundidade.

— Isso... respira pelo nariz... relaxa a garganta... Isso mesmo, nora. Olha pra mim enquanto engole o pau do sogro.

Mantive o olhar fixo nele, mesmo com os olhos lacrimejando. Chupava com força, passando a língua pela parte de baixo, sugando a cabeça grossa quando subia. Meu queixo estava todo molhado. Ele segurava minha cabeça com as duas mãos agora e metia mais fundo, fazendo meu pescoço inchar visivelmente. Eu gorgolejava, engasgava, mas tentava aguentar o máximo possível.

Depois de longos minutos, ele finalmente me puxou pelo cabelo, tirando o pau da minha boca com um fio grosso de saliva conectando meus lábios à cabeça inchada.

— Se levanta e senta no meu colo — ordenou.

Sentei de frente para ele, abrindo as pernas por cima das dele. O vestido curto subiu completamente, expondo minha calcinha encharcada. Senti o pau duro dele pressionando diretamente contra minha buceta por cima do tecido fino.

Ele estava sozinho na mesa, simulando uma partida de poker falsa — jogando cartas contra si mesmo apenas para manter as aparências do treinamento.

Ficamos assim por quase meia hora, ele mexendo o quadril de vez em quando, esfregando o pau em mim, apertando minha bunda com as mãos grandes.

Quando a partida acabou, ele deu um tapa forte na minha coxa e disse:

— Se eu cliente ganhar, vamos comemorar. Se eu cliente perder, vamos espairecer. E você leva o cliente pro quarto. Cada menina tem o seu. O seu é o número 8.

Ele abriu a porta do quarto 8 e me empurrou para dentro. Era um quarto luxuoso, com uma cama king size, iluminação vermelha suave e um pole dance no centro.

— Fica nua e dança no pole dance — ordenou.

— Manoel... eu não sei dançar nisso — falei, envergonhada.

— Aprende. Agora.

Tirei o vestido lentamente, ficando completamente nua na frente dele. Meus seios médios e firmes estavam arrepiados, mamilos duros. Comecei a dançar desajeitada no pole, girando devagar, rebolando. Manoel sentou na poltrona e ficou olhando.

— Sabia que você era gostosa... mas caralho, isso é um espetáculo. O Fábio é um sortudo do caralho.

Depois de alguns minutos, ele se levantou e ordenou:

— Fica de quatro.

Obedeci, ficando de quatro na cama, empinando a bunda. Manoel se posicionou atrás de mim e falou enquanto passava a mão na minha bunda redonda:

— Eu vou te ensinar a obedecer os clientes. Eles mandam em você na cama. E também vou te ensinar a fazer eles gastarem todo o dinheiro que têm nessa buceta molhada.

Ele enfiou dois dedos grossos de uma vez na minha buceta encharcada, metendo e tirando rápido. Gemi alto, empinando mais. Sentia ele atrás de mim, o pau duro roçando na minha coxa. Meu corpo todo tremia de desejo, querendo ser fodida por aquele pau enorme.

Mas minha mente ainda resistia: “Como isso vai caber dentro de mim?”

Manoel tirou os dedos da minha buceta e deu um tapa forte na minha bunda, deixando a marca vermelha na pele clara.

— Olha como você tá molhada… pingando pra caralho.

Ele esfregou a cabeça grossa do pau entre meus lábios, lambuzando tudo. Tentei me preparar, mas quando ele começou a forçar para dentro, entrei em pânico.

— Manoel… espera… é muito grande… muito grosso… — gemi, com a voz trêmula. — Não vai caber…

Ele segurou minha cintura com força e continuou empurrando devagar. Senti uma dor aguda quando a cabeça grossa abriu minha entrada. Meu corpo resistia. Lágrimas começaram a escorrer dos meus olhos azuis enquanto ele forçava mais.

— Só entraram 19cm até agora… — disse ele, com a voz rouca de prazer. — Relaxa essa buceta, Aline. Ainda tem muito pau pra você aguentar.

— Ahhh… dói… tá muito grande… — choraminguei, apertando os lençóis com as mãos.

Ele empurrou mais um pouco. Senti meu interior sendo esticado ao limite. Lágrimas desciam pelo meu rosto, borrando a maquiagem, enquanto eu gemia de dor:

— Ai… Manoel… por favor… devagar…

Mas, aos poucos, a dor começou a se misturar com um prazer profundo e proibido. Minha buceta se acostumava com o tamanho dele, ficando ainda mais molhada. Os gemidos de dor foram lentamente se transformando em gemidos de tesão:

— Ahh… hmm… ahhh… — gemia mais alto, empinando a bunda instintivamente.

Manoel sorriu ao notar a mudança e meteu um pouco mais fundo, agora com estocadas ritmadas e fortes.

— Tá vendo? Sua buceta já tá aceitando. Logo você vai gemer como uma vadia pedindo mais.

Eu mordia o lábio, sentindo ondas de prazer cada vez mais intensas substituírem a dor inicial. Meu corpo tremia, os gemidos saindo mais roucos e involuntários:

— Ahhh… caralho… tá tão fundo… hmm… ahh!

Manoel segurou minha cintura com firmeza e começou a estocar de maneira intensa, metendo fundo e forte. O som molhado e obsceno da nossa foda ecoava pelo quarto. Cada estocada fazia meu corpo inteiro balançar.

— Porra, Aline… que buceta deliciosa — grunhiu ele, acelerando o ritmo. — Tão apertada… e extremamente molhada. Tá sugando meu pau inteiro.

Eu gemia alto, sem conseguir me controlar. Ele me fodia de quatro com força bruta, batendo fundo, as bolas pesadas estalando contra mim a cada estocada. Meu corpo tremia violentamente.

— Ahhh! Manoel… ahh! Tá muito fundo! — gritei, apertando os lençóis.

Ele não diminuiu o ritmo. Continuou metendo como um animal por longos minutos, segurando meus quadris com força, puxando-me contra ele. O prazer foi crescendo rápido demais. Meu corpo inteiro se contraiu e eu gozei forte, gemendo alto:

— Ahhhhhh! Tô gozando! Ahh, caralho… tô gozando!!!

Minha buceta apertou o pau dele com espasmos, jorrando enquanto ele continuava metendo sem parar, prolongando meu orgasmo até minhas pernas quase cederem.

Manoel tirou o pau de dentro de mim, me virou de barriga para cima com facilidade e abriu minhas pernas bem abertas. Sem dar tempo para eu me recuperar, ele se encaixou entre elas e enfiou tudo de uma vez, metendo como um animal selvagem.

Seus quadris batiam forte contra mim, o pau enorme entrando e saindo quase inteiro. Meus seios balançavam descontroladamente com a força das estocadas.

— Isso! Geme como a puta que você é! — rosnou ele, olhando nos meus olhos.

Eu não conseguia mais segurar. Gemendo como uma vadia, completamente entregue:

— Ahhh! Me fode! Mais forte! Ahh… Manoel… tá me arrombando! Hmm… ahhhhh!

Meu corpo se contorceu novamente. Gozei pela segunda vez, dessa vez um orgasmo longo e intenso, quase sem fim. Minhas pernas tremiam descontroladamente ao redor dele, minha buceta pulsando forte enquanto eu gemia alto, rouca, perdida de prazer.

Manoel acelerou ainda mais, estocando como um louco. Com um grunhido profundo, ele enterrou o pau até o fundo e gozou dentro de mim. Senti jatos quentes e grossos enchendo minha buceta, muito porra quente sendo despejada bem no fundo.

Caí exausta na cama, ofegante, toda suada. Meus cabelos loiros estavam grudados no rosto e no pescoço pelo suor. Meus olhos azuis estavam vidrados, em completo êxtase, ainda tremendo com os resquícios do orgasmo.

Manoel, ainda com o pau semi-duro dentro de mim, sorriu satisfeito e falou:

— Você é uma puta de nascença, Aline. Olha como gozou gostoso… Quer repetir isso de novo, não quer?

Ainda ofegante, com a voz fraca e rouca, respondi sem hesitar:

— Sim… eu quero…

Ainda ofegante, com o corpo tremendo e a buceta latejando, olhei para Manoel e perguntei, com a voz fraca:

— E agora… o que eu tenho que fazer?

Manoel sorriu, passando a mão pela minha bunda suada.

— Nada demais. Toma um banho no vestiário das meninas e vai trabalhar normalmente no bar. Esteja aqui na hora certa quando eu te chamar.

Tomei um banho rápido no vestiário das garotas. A água quente escorrendo pelo corpo não conseguiu apagar a sensação do que havia acabado de acontecer. Vesti minha roupa normal e desci para o bar.

O dia no bar foi relativamente calmo. Poucos clientes, música baixa e o cheiro constante de cigarro e petiscos. Eu atendia as mesas de forma automática, mas minha mente não parava quieta. Meus pensamentos alternavam entre culpa, medo e um desejo proibido que ainda pulsava entre minhas pernas.

Por volta das 14h, Kaique chegou com a moto nova, estacionou e veio direto até mim. Seu rosto estava sério.

— Mãe, você não pode me impedir de continuar no cassino. Eu tenho 18 anos, não sou mais criança.

— Fala baixo, Kaique! — respondi, olhando ao redor. — Tudo que eu e seu pai fazemos é pro seu bem. Eu sei que você está trabalhando no cassino. Seu pai não sabe, então eu sou a única pessoa que se preocupa de verdade com você.

Kaique deu um riso sarcástico:

— Meu avô se preocupa comigo. Eu só sou o responsável pelo dinheiro, mãe.

— Eu não confio nele — retruquei.

Ele me olhou direto nos olhos e falou baixo, mas afiado:

— Você acabou de dar pro velho… e ele vai pagar a dívida que você tem com o banco. Então é melhor começar a confiar nele.

Kaique virou as costas e saiu sem esperar resposta.

Fiquei parada atrás do balcão, sentindo o rosto queimar. “É verdade… eu dei pro meu sogro.” O pior era que meu corpo traía completamente minha consciência — só de lembrar das estocadas, minha buceta já ficava molhada de novo.

Após o bar fechar, me dirijo para o cassino. Servi alguns clientes VIPs, sorrindo, deixando que passassem a mão na minha cintura e na minha bunda, mas sem ir além disso. Era apenas serviço leve.

Foi então que Manoel passou por mim, segurou meu braço discretamente e disse perto do meu ouvido:

— Se prepara. Vou jogar um poker agora e quero você comigo.

mesa de poker estava pronta, com quatro jogadores sentados. A iluminação vermelha suave deixava o ambiente ainda mais carregado. Manoel puxou uma cadeira e bateu na própria coxa:

— Vem, senta aqui no meu colo.

Obedeci, sentando de lado sobre ele. O vestido curto subiu pelas minhas coxas, deixando minha bunda quase exposta. Um dos jogadores, um homem careca de uns 50 anos, me olhou com desejo descarado e comentou:

— Ela é nova, né Manoel? Porra, que delícia… Qual é o seu nome, puta?

Manoel apertou minha cintura possessivamente e respondeu com um sorriso:

— O nome dela é Aline.

Dei uma risadinha sensual, olhando para os outros jogadores como se já estivesse entrando no personagem:

— Boa sorte, senhores… especialmente pros perdedores que vão jogar contra ele.

O jogo começou. Nas primeiras rodadas, Manoel jogava com calma, analisando as cartas. Enquanto isso, sua mão direita deslizava por baixo do meu vestido. Seus dedos grossos afastaram minha calcinha e começaram a esfregar meu clitóris lentamente. Tentei manter a compostura, mas minha respiração já estava alterada.

Em uma das rodadas, ele enfiou dois dedos bem fundo na minha buceta molhada, mexendo devagar enquanto observava as cartas. Mordi o lábio para não gemer. Ele se inclinou e sussurrou no meu ouvido:

— O que você acha, Aline? Eu aumento a aposta ou só pago?

— Aumenta… — respondi baixinho, quase gemendo.

Ele aumentou a aposta. Enquanto esperava os outros jogarem, seus dedos entravam e saíam de mim em um ritmo torturante, fazendo um barulhinho molhado quase imperceptível. Eu servia drinks para ele e para os outros jogadores, me levantando um pouco, mas sempre voltando para o colo dele, onde sua ereção pressionava minha bunda.

Em outra rodada, ele meteu três dedos, curvando-os para dentro e massageando meu ponto G. Apertei as coxas, sentindo um orgasmo se aproximando. Minhas pernas tremiam levemente.

— Fica quietinha… — murmurou ele, sorrindo para os outros jogadores.

Na última rodada, a tensão estava alta. Manoel olhou para mim e perguntou:

— Tudo ou nada, Aline?

Assenti, mordendo o lábio. Ele foi all-in.

Quando as cartas foram reveladas, Manoel ganhou com um Full House.

Os outros jogadores xingaram baixo, jogando as cartas na mesa. Manoel deu um tapa discreto na minha bunda e anunciou com voz grave e satisfeita:

— Vamos comemorar.

Assim que entramos no quarto 8, Manoel me jogou na cama com força. Caí de bruços, com o vestido curto todo embolado na cintura.

— Rebola pra mim, vadia — ordenou ele, tirando a camisa.

Fiquei de quatro e comecei a rebolar, mexendo a bunda redonda e empinada para ele. Manoel se aproximou, segurou meus quadris com as mãos grandes e, sem aviso, enfiou aquele pau enorme de 25 cm na minha buceta ainda dolorida da foda da manhã.

— Ahhhhhh! — gritei, sentindo uma mistura forte de dor e prazer.

Ele começou a estocar forte e intensamente, como se quisesse me fazer delirar. Cada estocada era profunda e violenta. Eu sentia cada centímetro grosso me invadindo, abrindo minha buceta ao limite.

— Ai… Manoel… tá tão fundo… ahh! — gemia alto, sem controle.

Ele metia sem piedade, batendo forte contra minha bunda. Meu corpo tremia. Depois de alguns minutos sendo fodida daquele jeito bruto, gozei intensamente, apertando o pau dele enquanto gritava de prazer.

Manoel se deitou na cama, o pau latejando, brilhando com meus fluidos.

— Agora cavalga no meu pau, vadia.

Subi em cima dele, segurei o pau grosso e desci devagar, sentindo ele me abrir novamente. Comecei a cavalgar, subindo e descendo, rebolando no ritmo. Depois de um longo tempo cavalgando, Manoel segurou minha cintura e começou a fazer um vai e vem forte por baixo, estocando para cima como um animal. Eu estremeci inteira e gozei horrores, quase desmaiando de prazer, gemendo rouca e alto.

Ainda dentro de mim, ele falou com a voz carregada de desejo:

— Quero seu cu agora.

Fiquei nervosa, mas não ousei recusar. Manoel me posicionou de quatro novamente, cuspiu no meu cuzinho virgem e começou a forçar a cabeça grossa. A dor foi intensa no começo. Eu gemia e choramingava enquanto ele entrava devagar, centímetro por centímetro, abrindo meu ânus pela primeira vez. Quando finalmente conseguiu enfiar tudo, começou a meter com mais ritmo. A dor foi dando lugar a um prazer estranho e profundo. Ele me fodeu no cu com força, dando tapas na minha bunda enquanto metia.

Depois de longos minutos, Manoel gozou forte dentro da minha bunda, enchendo-me de porra quente.

Fiquei alguns minutos deitada, recuperando o fôlego, toda suada e marcada.

Tomei um banho rápido e voltei para o salão principal. Entrei no local onde as meninas pegavam as bebidas e uma delas, uma morena alta e bonita, me olhou de cima a baixo e disse com um sorriso malicioso:

— Você é a nova puta do Manoel, né? A última dele se deu bem hoje… casada com um cliente influente aqui dentro.

Assenti com a cabeça, sem saber o que dizer, e saí rapidamente.

Terminei meu expediente no cassino por volta das 4h da manhã. Quando estava quase saindo, Manoel se aproximou e disse:

— Amanhã cedo você vai pra academia. Vou mandar alguém te buscar. Todas as minhas meninas vão estar lá, ok?

— Ok — respondi, exausta.

Na manhã seguinte, eu ainda estava exausta da noite anterior quando Kaique me abordou na cozinha:

— Mãe, o pai me ligou cedo pra perguntar se você estava bem. Ele disse que te ligou várias vezes pra conversar e você não atendeu.

Antes que eu pudesse responder, Kaique completou:

— Eu disse pra ele que seu celular quebrou e que você levou pro conserto hoje cedo.

Fiquei aliviada. sabendo de todo o meu envolvimento no cassino, Kaique me protegia.

— Obrigada — murmurei.

Fui me arrumar para a academia. Coloquei uma roupa que Manoel havia mandado: um top esportivo preto bem justo e uma legging cinza clarinha extremamente apertada. O tecido marcava cada curva do meu corpo — meus seios médios e firmes estavam bem destacados e a legging grudava na minha bunda redonda, deixando minhas coxas e contornos bem visíveis. Fazia quase 4 anos que eu não frequentava uma academia, então a roupa ficava ainda mais colada e reveladora.

Quando saí do quarto, Kaique me olhou de cima a baixo, demoradamente, e soltou:

— Caralho… você tá linda, dona Aline.

— Olha os modos, menino! — respondi, sentindo o rosto esquentar.

Nesse momento, o carro enviado por Manoel buzinou lá fora. Peguei minha bolsa e parti.

A academia era extremamente luxuosa, com aparelhos novos e modernos, ar-condicionado gelado e um cheiro de limpeza e perfume caro no ar. Vi várias meninas que trabalhavam no cassino treinando com seus personal trainers — algumas com homens, outras com mulheres. Todas tinham corpos bem trabalhados e vestiam roupas sensuais de academia.

A atendente me recebeu com um sorriso profissional:

— Bom dia! Qual é o seu nome?

— Aline.

Ela consultou a lista no tablet e falou:

— Perfeito. Seu personal trainer já está chegando. É o Allan.

Poucos minutos depois, vi um homem alto se aproximando. Allan era imponente: tinha 1,88m de altura, corpo forte e musculoso, mas sem exageros — os músculos bem definidos, especialmente nos braços e ombros. Tinha cabelos lisos escuros, olhos pretos penetrantes e os braços cobertos de tatuagens que desciam até os antebraços. Sua presença chamava atenção por onde passava.

Assim que ele se aproximou, algumas das meninas de Manoel que estavam treinando perto sussurraram entre si, sorrindo:

— Nossa, você caiu com o Allan… esse gostoso.

Uma delas completou, baixinho:

— Você deve ser mesmo especial pro Mané. O Allan só é escalado pras preferidas dele.

Senti o rosto esquentar. Olhei para a morena que havia falado comigo na noite anterior e perguntei:

— Aquela menina que vocês disseram que se casou com um cliente influente… ela também frequentava aqui?

— Sim — respondeu ela, com um sorriso cúmplice. — Inclusive o Allan era o personal dela.

Allan parou na minha frente, me olhou de cima a baixo sem disfarçar e abriu um sorriso charmoso e confiante.

— Prazer, Aline. Sou o Allan, seu personal trainer. O Manoel me falou bastante sobre você.

Durante o treino, ele foi extremamente hands-on. Começamos com agachamentos. Ele se posicionou atrás de mim, segurando minha cintura e descendo as mãos até minha bunda enquanto eu descia:

— Desce mais… isso. Empina bem essa bunda — dizia ele, apertando minha nádega com firmeza.

Depois, nos supinos com halteres, ele “ajudava” segurando meus braços, mas seus dedos roçavam a lateral dos meus seios a cada repetição. Em um determinado momento, ele colocou a mão diretamente sobre meu seio esquerdo, “corrigindo” a postura.

— Você é das boas… — murmurou ele perto do meu ouvido, com a voz grave. — Corpo gostoso, reage bem ao treino. O Manoel tem bom gosto mesmo.

Senti um arrepio percorrer minha espinha. Entre um exercício e outro, ele não parava de me tocar: apertava minha bunda para “corrigir” a postura no leg press, roçava os dedos na parte de baixo dos meus seios durante os abdominais… Tudo feito com naturalidade, como se fosse parte do treino, mas o olhar dele deixava claro que era algo mais.

Eu estava suada, ofegante e com o corpo todo arrepiado.

Após o treino intenso, enquanto eu recuperava o fôlego e bebia água, notei que Darlan estava no fundo da academia conversando com Allan e outros personal trainers. Eles pareciam se conhecer bem.

Foi então que Monique se aproximou de Allan, sorridente. Ela beijou o rosto dele com intimidade. Allan, sem qualquer vergonha, desceu a mão e apertou a bunda dela com força, demorando o toque.

Uma das meninas de Manoel que estava ao meu lado sussurrou, com tom debochado:

— Ali está a ex-puta preferida do Manoel… com o marido dela. O Darlan é o dono dessa academia.

Fiquei incrédula. Monique? A ex-namorada do Fábio? Aquela mesma Monique que eu havia visto no bar? Ela tinha sido puta do cassino… puta do Manoel? E agora era casada com o Darlan, que aparentemente era o dono da academia?

Meu choque só aumentou quando Monique me viu e veio caminhando em minha direção, com um sorriso confiante no rosto.

— Aline? Você por aqui?

Darlan, que vinha logo atrás dela, me olhou de cima a baixo e completou com um sorriso irônico:

— Aline… a esposa do meu amigo Fábio. Que surpresa.

Eu queria sumir dali. O chão abrir e me engolir. Sentia o rosto queimando de vergonha e desconforto. A ex do meu marido, que agora era casada com um traficante/dono de cassino, estava na minha frente — e aparentemente ainda mantinha algum tipo de intimidade com o personal trainer do Manoel.

Fiquei sem reação, apenas consegui forçar um sorriso fraco.

Allan, percebendo que Monique e Darlan estavam conversando comigo, se aproximou com um sorriso casual e disse:

— Vocês dois já conhecem a nova menina do Manoel?

Darlan e Monique se entreolharam rapidamente. O clima mudou na hora. Darlan franziu a testa e olhou para Allan com expressão séria:

— Nova menina como assim? Ela descobriu tudo? Ele disse que cuidaria disso. Ele não me consultou sobre colocar uma nova garota no cassino.

Monique também ficou séria, alternando o olhar entre Darlan e eu. O desconforto era visível. Fiquei parada, processando as palavras.

“Por que o Darlan precisa ser consultado?”, pensei. “Ele é só um cliente importante… ou tem algo mais que eu ainda não sei?”

O ar ficou pesado. Darlan me olhou novamente, agora com um misto de surpresa e irritação, enquanto Monique mantinha um sorriso forçado, claramente desconfortável com a situação.

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Comentários

Foto de perfil de Samas

Eita a situação de Aline esta ficando difícil.

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