Negão arrombou meu cuzinho ( parte 5)

Um conto erótico de Larissa
Categoria: Heterossexual
Contém 1143 palavras
Data: 04/06/2026 15:28:33

Tudo começou com o Paulo, o segurança da boate. A primeira vez que ele me comeu foi a porta de entrada para um mundo que eu nem imaginava. Depois veio o trio na minha casa: Paulo, Marcelo e Rafael. Três paus enormes me usando ao mesmo tempo, me enchendo pelos três buracos, me deixando destruída de prazer. Em seguida, o pintor Júnior, aquele negão bruto da casa ao lado, que me fodeu contra a parede e no chão sujo da obra. E a última, que ainda estava fresca na minha memória, foi no boteco com Seu Jorge, Cláudio e Nego.

Eu ainda sentia o cheiro daquele boteco quando fechava os olhos: cachaça, cigarro, suor de homem. Lembrava do jeito como eles me colocaram de quatro na mesa, me arrombaram o cu e a buceta, me fizeram engolir porra enquanto xingavam:

— Toma rola de velho, sua casadinha vadia! Enquanto seu corno tá em casa, tu tá aqui virando puta de boteco.

Eu gozei tanto aquela noite que minhas pernas mal me sustentavam quando saí de lá, com porra escorrendo pelas coxas e o vestido amarrotado.

Roberto tinha voltado da viagem, mas eu mal suportava quando ele me tocava. Sexo rápido, sem força, sem tesão. Eu fingia gemer, mas minha cabeça estava longe, lembrando de como aqueles homens me usaram.

Naquela terça-feira à noite, Roberto tinha saído para jogar bola com os amigos e só voltaria tarde. Eu estava inquieta, molhada, com aquela coceira insuportável entre as pernas. Decidi sair para comprar sorvete. Coloquei um shortinho jeans cinza bem curto, daqueles que deixam metade da bunda de fora, uma regata branca justa sem sutiã e uma sandalinha de dedo. Sem calcinha. Queria sentir o vento passando direto na minha buceta enquanto andava.

Estava voltando pra casa quando passei pela rua de baixo, mais escura e tranquila. Foi quando eu vi eles.

Dois pivetes sentados na calçada de um terreno baldio, fumando um baseado. Deviam ter no máximo 18 anos. Negros, magros mas com aquele corpo definido de quem joga bola o dia inteiro na rua. Um era mais alto, cabelo low fade, cara de malandro, sorriso safado — era o Kayque. O outro era um pouco mais forte, com dreads curtos e uma tatuagem caseira no braço — o Lucas.

Eles me viram e imediatamente começaram a provocar:

— Ei, patricinha gostosa! Tá passando assim na nossa frente? Olha esse shortinho… a bunda tá quase toda de fora! — gritou Kayque, dando um assobio longo.

Lucas riu e completou:

— Porra, olha essa bundinha branca balançando… Tá querendo provocar os cria, é dona?

Parei na frente deles. Meu coração batia forte. Em vez de ignorar, senti um calor subir pela buceta. Respondi com a voz baixa e provocante:

— E se eu estiver provocando mesmo? Vocês são corajosos o suficiente pra aguentar uma mulher como eu?

Eles se olharam, surpresos. Kayque se levantou devagar e veio mais perto, os olhos descendo pros meus peitos marcando a regata fina.

— Corajosos? Nós tem 18 anos já, tia. Já comi muita patricinha casada por aí. Quer testar a rola dos menor?

Lucas se aproximou também, cheirando descaradamente meu pescoço:

— Tá sem calcinha, né? Dá pra ver a marquinha da buceta no shortinho… Tá molhada já, patricinha?

Fiquei vermelha, mas o tesão falou mais alto. Olhei pros dois lados da rua (estava vazia, mas qualquer um podia passar) e respondi quase sussurrando:

— Tô molhada pra caralho… Querem sentir com a mão?

Kayque não esperou. Enfiou a mão direto dentro do meu shortinho e passou os dedos na minha buceta encharcada, gemendo baixo:

— Caralho… tá pingando, tia. Que bucetinha lisinha e quente… Tá louca pra levar rola de pivete, né?

Eu gemi baixinho quando ele enfiou um dedo em mim:

— Tô… Quero ser comida por dois moleques novos… Quero me sentir uma puta barata na rua.

Eles me puxaram pro fundo do terreno baldio, atrás de uns muros quebrados e mato alto. O lugar era perigoso — qualquer pessoa que passasse na rua poderia ver ou ouvir. Isso só me deixava mais molhada.

Kayque me encostou contra o muro frio e puxou meu shortinho pra baixo até os joelhos. Lucas levantou minha regata e começou a chupar meus peitos com fome, mordendo os mamilos.

— Que tetinha boa da porra… — murmurou Lucas. — Tá casada, né? E tá aqui dando pra dois pivete na rua… Que vadia safada.

Kayque abriu a bermuda e tirou o pau pra fora. Era grande pra idade dele, bem escuro, veioso, com a cabeça brilhando. Esfregou na minha buceta molhada e perguntou com voz rouca:

— Quer rola, tia? Pede direito.

— Quero… Me fode… Me usa como uma puta de rua — implorei, empinando a bunda.

Ele enfiou devagar no começo, depois meteu tudo de uma vez. Gemi alto, mordendo o braço pra não fazer barulho:

— Aaaaihh… que gostoso… tá me enchendo toda…

Kayque começou a meter com força, segurando minha cintura. O barulho molhado da pele batendo ecoava no terreno.

— Toma rola de pivete, sua casadinha safada! Enquanto seu marido tá em casa, tu tá aqui levando no meio da rua como uma vadia!

Eu gemia descontrolada:

— Meu marido é um frouxo… tem um pau pequeno… nunca me fode direito… Me arromba mais forte, por favor!

Lucas enfiou o pau na minha boca, fodendo meu rosto enquanto Kayque me comia por trás. Eles trocavam de posição o tempo todo. Em certo momento, Kayque me colocou de quatro no capim e meteu no meu cu. A ardência foi forte, mas o prazer era maior.

— Caralho… teu cu é apertadinho pra porra… tá me espremendo, vadia. Enquanto seu corno nem imagina a vagabunda que tem em casa, tu tá aqui dando o rabinho pros pivete!

Eu choramingava:

— Meu marido nunca me fode no cu… ele é um frouxo… me arromba, Kayque… me usa como uma puta!

Lucas meteu na minha buceta enquanto Kayque continuava no cu. Fiquei empalada, tremendo, gozando forte, mordendo o braço pra abafar os gritos.

Eles me usaram por quase meia hora, trocando de buraco, me dando tapas na bunda, cuspindo na minha cara, me chamando de tudo:

— Putinha casada do caralho!

—Olha só como gosta de rola, é muito safada!

Kayque gozou primeiro, enchendo meu cu de porra quente e grossa. Lucas puxou o pau e gozou na minha boca e no meu rosto. Engoli o máximo que consegui, tossindo um pouco, com porra escorrendo pelo queixo.

Fiquei lá, de quatro, ofegante, com porra escorrendo do cu e da boca, o shortinho ainda nos joelhos, o corpo sujo de terra e capim.

Eles riram, dando tapas na minha bunda marcada:

— Qualquer dia a gente te pega de novo, patricinha. Agora tu virou nossa puta da rua.

Voltei pra casa com as pernas tremendo, o shortinho molhado, o corpo sujo de terra e porra, mas com um sorriso safado e satisfeito no rosto.

Eu estava cada vez mais perdida… e cada vez mais viciada.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive larissahot a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários