Prazer em humilhar meu genro

Um conto erótico de Rosália
Categoria: Heterossexual
Contém 4431 palavras
Data: 04/06/2026 19:57:39
Última revisão: 04/06/2026 19:58:48

Olá, este se trata de um.conto longo, mas garanto que valerá cada segundo da leitura, Aproveite!

​Olá, seja bem-vindo à minha "intimidade".

​Hoje, o que irei relatar foi algo que me aconteceu em um curto espaço de tempo.

​Me chamo Rosália e, aos meus 63 anos, jamais imaginei que poderia viver algo igual ou parecido ao que irei descrever neste conto.

​Separada há 5 anos, fui casada a minha vida inteira desde os 19 anos. Tive apenas um homem na minha vida, o pai dos meus filhos!

​Tenho 5, sendo 2 de útero e 3 pela via da adoção. São 4 homens e uma moça, sendo esta a caçula.

​Após minha separação, retornei para a casa dos meus pais, pois, como todos os meus filhos já são casados e meus pais já são idosos, optei por ficar ao lado deles, ajudando no que fosse possível, até o dia em que Deus permitisse.

Entretanto, há cerca de 1 ano, durante uma madrugada, minha mãe teve um mau súbito e faleceu, restando apenas o meu pai, um senhor de 97 anos.

​A casa dos meus pais é bem grande e sempre tivemos pessoas trabalhando aqui na residência: faxineira, cozinheira e um "faz-tudo", que toma conta do jardim, às vezes dirige, vai ao mercado... como disse: um faz-tudo!

​Após a morte da minha mãe, meu pai se entristeceu bastante e começou a ficar mais incomodado com a presença de muitas pessoas na casa, o que nos fez dispensar a faxineira e o faz-tudo. A cozinheira é uma senhora que mora com a gente desde que me tenho como gente, o que já a torna alguém da família. Há muitos anos meu pai construiu uma casa para ela no fundo do nosso quintal. Uma casa simples, mas aconchegante.

​Dadas as apresentações e a contextualização da história, vamos ao conto...

​Minha filha tem 27 anos e é casada com um rapaz de 37. Muito trabalhador, sempre tiveram seu próprio negócio, apesar de trabalharem fora também. Mas aí veio a pandemia e, como boa parte da população, eles sofreram algumas perdas financeiras, tendo que abrir mão do negócio próprio e passando apenas a trabalhar com carteira assinada.

Meu genro passou a fazer Uber de moto para completar a renda, mas nunca vi com bons olhos essa situação.

Vou confessar que nunca fui muito fã desse relacionamento dele com a minha filha, mas, como ela se dizia feliz apesar das condições financeiras, não fazia caso com ela.

​Pois bem... Um belo dia, minha filha comentou que ele havia sido demitido, o que me pegou de surpresa pois, apesar de ser uma pessoa simples, sempre recebia muitos elogios do serviço dele, que trabalhava em uma loja de uma conhecida.

Meu pai, sabendo disso, pediu para que ele viesse à nossa casa, pois gostaria de lhe oferecer uma proposta.

Meu pai demonstrava muito apreço por ele e sempre o admirou pelo seu esforço.

Papai sabia que ele tinha o sonho de cursar uma faculdade, mas, devido à situação financeira, ainda não tinha conseguido alcançar tal meta.

No dia combinado, ele veio a nossa casa e papai lançou a proposta (irei chamá-lo aqui de Júlio).

​Papai falou: "Júlio, fiquei sabendo que você foi demitido e, sem muita conversa, quero te fazer uma proposta. Tô com 97 anos, sei que não tenho muito tempo de vida e quero te ajudar enquanto for possível. Quero pagar uma faculdade para você.

Rosália irá conversar com você direitinho e resolver todas essas questões de qual curso, onde será e como será.

Maaaas, quero que você trabalhe para mim aqui em casa. Cuide do jardim, organize a frente, se precisar pintar alguma coisa, você fará. Se Rosália precisar de alguém para dirigir para a gente, será você... Enfim... você será o faz-tudo! Não se preocupe, que irei pagar seu salário, tudo direitinho, sem descontar nada da faculdade. E todo final de semestre quero ver as notas!"

​Ele não falava nada enquanto papai falava e, no final, papai perguntou: - Topa?

Ele abriu um sorriso enorme no rosto e falou que topava, sim!

​Papai falou que ele começaria na manhã seguinte, a partir das 7h da manhã até às 17h...

​...No dia seguinte, ele chegou todo solícito, mostrei a ele o que deveria fazer e o dia transcorreu todo em paz...

​Resolvemos a questão da faculdade, ele desejava o curso de psicologia!

Fizemos a matrícula e ele começou a frequentar as aulas.

As semanas foram se passando e tudo ia bem, até que um dia estava vestida com uma calça de academia e uma camiseta e, ao passar por Júlio, senti que ele virou o pescoço para olhar para a minha bunda. Então olhei para trás para tirar a prova e pude ver aquele olhar malicioso. Fechei a cara, dei uma encarada nele e saí... achei uma falta de respeito enorme, pois sou a mãe da mulher dele, fora que sou uma senhora de 63 anos, não tenho nada de mais no meu corpo. Tenho 1,60, sou morena clara, cabelos cacheados e grisalhos, curtinhos. Sou cheinha, tenho bunda grande, coxa grossa, mas não é nada de academia, sou assim porque sempre fui cheinha.

​Alguns dias se passaram e esqueci esse assunto, até que aconteceu novamente... Estava com um vestido e, ao descer do carro na garagem, notei ele me olhando novamente, mas dessa vez fixamente, sem pestanejar. Olhei para ele e perguntei: - Tá tudo bem? Ele sorriu, pediu desculpas e disse que se sentiu tonto por um momento.

Não engoli essa conversa, mas deixei para lá.

Em outro dia, ele estava cuidando do jardim da casa, era um dia muito ensolarado, ele estava sem camisa e apenas com um calção. Passei por ele e ofereci água, ele pegou o copo e, enquanto bebia, a tampa da garrafa caiu. Ao me abaixar para pegar, vi um volume no calção dele, que desenhava suas "partes", e que ele provavelmente estaria sem cueca. Peguei a tampa, perguntei se ele queria mais e depois fugi dali. Desse dia em diante, tentei evitar ao máximo chegar perto dele, pois, na minha cabeça, ele estava mexendo comigo, tipo me provocando, não sei explicar, mas era algo assim que eu via naquela situação.

Passou um bom tempo e nada mais aconteceu.

​Chegou um mês em que teríamos um feriadão prolongado e a cozinheira, aquela que sempre morou com a gente, pediu para tirar uns dias de folga para ir ao interior visitar uns parentes que ela ainda tinha. Não vi problema nenhum e liberei, tendo em vista que ela só ia para o interior quando tinha esses feriados prolongados ou nas férias.

O feriado era na quarta e ela viajaria na terça no final da tarde.

Na terça-feira, pedi para o Júlio levar ela na rodoviária, e assim ele fez.

Quando ele estava saindo para a faculdade, me perguntou se poderia vir no feriado para arrumar um quartinho que temos atrás da casa para guardar ferramentas e etc. (tipo um "celeiro"). Perguntei o porquê, e ele respondeu que preferia folgar no sábado, ao invés da quarta de feriado. Perguntei ao papai se teria algum problema e ele liberou.

Na quarta-feira de feriado, ele chegou cedo. Papai já havia levantado, tomado café e estava na cama assistindo. Eu levantei e fui juntar as roupas para pô-las na máquina de lavar.

​A área de serviço com as máquinas fica no fundo da casa, colada com o "celeiro", o quartinho das ferramentas. Peguei minhas roupas, as de papai, pus em um cesto e deixei em cima da máquina para separar enquanto fui pegar as roupas de cama e toalhas.

No meu quarto tem ar-condicionado, então nunca abro as janelas, mas, por ter algumas partes de vidro, consigo ver um pedaço da área de serviço e do quintal. Estava tirando os lençóis da cama quando percebi uma movimentação na área de serviço e, por curiosidade, resolvi olhar... Quando olhei, vi o Júlio mexendo no balde das roupas, como se procurasse algo. Não entendi o que ele procurava, até que vi ele pegar uma calcinha minha e pô-la no nariz. Aquilo me enojou! Me subiu um ódio, uma raiva, um NOJO absurdo daquele homem.

​Como podia, o marido da minha filha, uma pessoa em quem confiei, em quem meu pai confiou, e ele estar fazendo isso... Não sei explicar, deu muito ódio na hora! Mas, mesmo diante de muita raiva, não consegui tomar uma atitude. Terminei de tirar os lençóis e fui para a área de serviço, rezando para que ele já tivesse terminado com "aquilo"!

​Cheguei lá, e ele estava dentro do quarto das ferramentas arrumando as coisas. Coloquei as roupas para lavar e perguntei se ele já estava perto de terminar, pois, quando terminasse, poderia ir embora. Ele respondeu que ainda tinha muita coisa para fazer, pois papai queria que ele podasse um pé de planta que temos na nossa varanda. Assenti com a cabeça e falei que iria preparar o almoço, então.

​Preparei o almoço, tomei um banho e fui chamar o Júlio para almoçar. Ele estava varrendo as folhas que tinham sujado a varanda enquanto podava. Eu estava com uma calça de academia, que gosto de usar dentro de casa para ficar mais à vontade. Quando fui me aproximando, já notei o olhar dele diretamente para a região da minha vagina. Fechei a cara, o encarei e perguntei:

"- Qual é o seu problema? Você não tem vergonha na cara, não?"

​Ele me olhou nos olhos e perguntou: "- O que eu fiz?"

​Rodei a mão na cara dele! De mão ABERTA, para ficar os cinco dedos na cara, que até eu mesma me assustei com o barulho... plááááá! Ele desviou o olhar, baixou a cabeça e pediu desculpas. Naquele momento pensei em falar muitas coisas, mas segurei; resolvi esfriar um pouco a cabeça e deixar para depois do almoço. Papai, depois do almoço, sempre tira um cochilo, assim poderia ter uma conversa séria com aquele moleque sem incomodar papai.

Durante o almoço, papai puxou conversa com o Júlio, perguntou sobre a faculdade e sobre outras coisas. Júlio respondia somente o que papai perguntava, até que terminamos o almoço.

​Depois do almoço, Júlio sempre tira sua hora de descanso em uma rede que fica no alpendre da área de churrasqueira, ao lado, parede com parede, da casa da cozinheira. Terminei de guardar a comida que sobrou, tomei um banho e, bem calma, fui lá conversar com o Júlio.

​Quando estava indo em sua direção, vi que ele estava deitado na rede, porém, quando fui me aproximando, notei que ele estava chorando baixinho, como se quisesse abafar o choro. Fiquei ao lado da rede e perguntei se a gente poderia conversar. Ele já iniciou pedindo desculpas por qualquer coisa. Disse que não queria desculpas, queria entender o que estava acontecendo. Primeiro, o porquê do choro...? Ele disse que não queria perder o trabalho que papai havia oferecido, mas principalmente não queria sair da faculdade. Tranquilizei ele falando que isso não aconteceria!

​E então o indaguei sobre o porquê de estar me "secando", olhando para a minha bunda, para a direção das minhas partes íntimas; queria que explicasse o porquê disso, já que ele era um homem "novo" e eu uma mulher bem mais velha que ele. E sem falar que ele era casado com minha filha, uma mulher nova, linda, cheia de saúde e disposição sexual.

​Nesse momento, puxei uma cadeira e me sentei ao lado da rede, cruzando as pernas, aguardando a explicação dele.

​Então ele baixou a vista e começou a falar: "- Desculpa, dona Rosália, mas é que eu e sua filha já estamos separados há um bom tempo, quase 8 meses. Dormimos em quartos separados e levamos uma vida de companheiros apenas. Acabei pegando, quase que sem querer, uma conversa dela com uma outra mulher e, na conversa, elas falavam sobre intimidades que tiveram um tempo atrás. Não briguei com ela, pois nunca quis separar, devido a como seria complicado para dividir tudo. Mas, em resumo, hoje eu e sua filha somos mais amigos que marido e mulher. Não temos nada há mais de 8 meses."

​Confesso que, naquele momento, fiquei sem chão! Pedi desculpas a ele pelo tapa e falei que não sabia de tal situação. Perguntei como ele estava se sentindo com tudo isso e, então, ficamos ali conversando sobre tudo isso. Foi uma conversa longa, reveladora, mas que fez com que toda a raiva que estava dele fosse se dissipando. O despertador dele tocou, o que avisava que ele teria de voltar para o serviço, e então ele levantou. Perguntei se poderia abraçá-lo, como pedido de desculpas; ele, então, me abraçou. No abraço, senti as mãos dele na minha cintura e um cheiro forte de suor. Senti também o calor da pele dele e um volume roçando bem rapidamente na minha barriga (porque sou mais baixinha e cheinha que ele). E, num estalo, toda a paz foi embora. Me afastei um pouco e, olhando no fundo dos olhos dele, perguntei: "- Júlio, por que você trabalha sem cueca?" Perguntei afirmando, já para ele não fugir da situação!

​Ele disse que, devido ao calor, ele sempre ficava assado quando criança, então, ao longo da vida, ele nunca gostou muito de usar cueca. Achei aquilo um atrevimento enorme, porque ele praticamente assumiu que trabalhava sem cueca e, no impulso, dei outro tapa no rosto dele! Esperei alguma reação da parte dele, mas nada aconteceu. Ele somente baixou a cabeça e ficou quieto! Aquela reação dele me deu um frio na barriga... Era algo estranho! Como se eu tivesse sentido prazer em ter batido, ou de ver ele ali acuado, "com medo"... Mexeu comigo! Hoje sei que havia ficado excitada com a situação de "humilhar" ele.

​Depois do tapa repentino e talvez até desproporcional, como forma de argumento o confrontei: "- Eu vi você na área de serviço cheirando minha calcinha, seu imundo!"

​Ele continuou lá parado, sem falar nada! Segurei no pescoço dele, cravando minhas unhas na pele dele, enquanto ele me olhava nos olhos com aquele olhar de medo. Toda essa situação foi me deixando mais e mais excitada, ao ponto de eu começar a xingar mais e mais; eu queria humilhar ele, queria cuspir na cara dele. Parecia que naquele momento o meu cérebro havia despertado para alguma coisa e, no mesmo instante, eram várias ideias ao mesmo tempo que eu queria pôr em prática.

​Soltei o pescoço dele e disse: "- Você fica aqui!" Fui dentro de casa e peguei a chave da porta da casa de Maria (a cozinheira). Voltei, abri a porta e o mandei entrar... ele entrou e então fechei a porta na chave. Puxei o cabelo dele com uma mão e com a outra dei um tapa do outro lado do rosto, chamando ele de imundo, de nojento, de corno, dizendo que achava muito bem feito a minha filha ter traído ele. Falei que não gostava dele, tinha nojo da cara dele. Ele então fez menção de que ia chorar, olhei para ele e falei com prazer: "- Choooora! Quero ver você chorar, seu porco imundo, chora!" E bati de novo no rosto! Aquilo estava me enchendo de prazer, eu queria humilhar ele! Me senti ofegante e excitada, o que era muito louco, essa mistura de sensações!

​Foi então que olhei para baixo e vi ele com as mãos sobre sua região íntima, como se estivesse escondendo alguma coisa. Puxei seu cabelo novamente e perguntei: "- Você tá escondendo o que aí...? Mostre o que você tá escondendo!"

​Nem eu sabia o que estava acontecendo ali, me sentia fora de mim! Parecia que outra pessoa tinha tomado controle do meu corpo. Ele se segurou, não falou nada e continuou com as mãos escondendo, até que puxei o seu braço e pude notar que ele estava excitado também. Um volume enorme se revelou no calção dele depois que puxei seus braços. Então perguntei: "- Então você gosta de ser humilhado? É isso? Responda, seu imundo! Você tá de pau duro para mim, mesmo eu te humilhando?!"

​Ele, choramingando, falou: "- Me desculpa!" Eu me sentei no sofá, tentando me recompor da emoção, e fiquei olhando para ele! Ele, olhando para o chão com as mãos escondendo sua ereção... então falei: "- Bota para fora, bora, bota essa porra para fora! Eu quero ver essa merda!" Ele olhou nos olhos e perguntou: "- O quê?" Eu puxei as mãos dele da frente e apertei o pau dele por cima do calção, enquanto olhava nos olhos dele e disse: "- Essa porcaria de piroca que você guarda no calção! Bota essa merda para fora, seu imundo, eu quero ver!" Soltei e fiquei esperando a atitude dele... lentamente ele foi descendo, descendo e descendo até começar a aparecer os pelinhos bem baixinhos, bem cuidados, todo aparado como tem que ser, até que ele puxou o pau para fora... E nossa!

​Para mim, que só tinha tido o meu marido na vida inteira, era muito louco estar vendo um homem pelado na minha frente, aos 63 anos... Mas confesso que era lindo! Um membro comprido, todo proporcional, sem muitos exageros. A cabeça muito rosada e um tamanho que era bem diferente da do meu ex-marido. Algo entre 18 e 20 cm. Quando vi aquilo na minha frente, apontado para mim, todo babado, saindo uns líquidos de dentro como se tivesse uma torneira ligada, fiquei muito excitada. Era um frio no pé da barriga, um incômodo nas pernas e, em um lapso de consciência, olhei para ele em pé. O semblante do rosto dele já havia mudado, estava com uma cara de macho confiante, escroto, sabe... Tratei de colocar ele no lugar dele e fui logo falando: "- Tá pensando que eu vou pôr isso na boca, é? Você tá redondamente enganado! Seu nojento! Imundo! Cheirador de calcinha, é só para isso que você serve, cheirar calcinha usada! Seu porco!" E o mandei se ajoelhar na minha frente...

​Ele obedeceu, se ajoelhando nu no chão frio. Puxei o cabelo dele e, olhando nos olhos dele, continuei a sessão de humilhação: "- Tá pensando que vai me comer, tá? Tá achando que vai me comer? Você tá louco por isso, né? Você anda batendo punheta pensando em mim, hein? Responde, seu punheteiro broxa! Seu puto! Corno manso! Minha filha te traiu com outra, isso é sinal que você não serve para nada, seu lixo!"

​E nessa hora aconteceu algo que eu não faço ideia de como, mas minha calcinha encharcou! Molhou de uma forma que eu achei que tinha mijado na roupa! 63 anos, e de alguma forma... isso aconteceu! E naquele momento, meu ódio por aquele macho (porque era assim que eu o via agora), meu ódio só aumentava... então escorei minhas costas no sofá, levantei meus pés, coloquei na boca dele e falei: "- Lambe! Lambe, seu porco! Lambe meus pés!" Empurrava os dedos do pé dentro da boca dele. Depois de um tempo assim, notei que ele olhava para o meio das minhas pernas. Como estava de vestido, naquela posição de quase frango assado, ele via minha calcinha, foi então que apelei!

"- Você não quer lamber pé, não, né? Você quer cheirar calcinha suja, né? É isso que você quer! Quer cheirar minha calcinha, quer? Fala, seu merda, fala! Não é isso? Você quer cheirar minha calcinha?"

​Puxei o cabelo dele e esfreguei a cara dele por cima da calcinha. Forçava a cabeça dele até lá embaixo, onde dava, e depois voltava falando: "- Bota a porra da língua para fora! Lambe! Não é isso que você quer, seu bosta? Então lambe!" E dei um tabefe gostoso na cara dele!

​Nessa hora, vi ele batendo uma enquanto tudo isso acontecia, fiquei incrédula!

"- Você tá batendo punheta, seu corno? Tá? É isso que você gosta, bater punheta?"

​Então tirei minha calcinha na frente dele e esfreguei o fundo na cara dele falando: "- Toma, punheteiro, o que você gosta, cheirador de calcinha! Bate aí sua punheta!" Ele pegou a calcinha e começou a cheirar enquanto batia. Aquilo me encheu de raiva, puxei a calcinha da mão dele e joguei longe! Nessa hora, não sei de onde veio tanto tesão, mas puxei a cabeça dele pelos cabelos e esfreguei a buceta na cara dele e falei bem baixinho, mas em tom de autoridade: "- CHUPA ESSA BUCETA, SEU FROUXO! MACHO FROUXO! Chupa com vontade!" E foi maravilhosa a sensação! Sentir aquele pedaço de carne quente, úmida, áspera e macia subindo, descendo, entrando e saindo de mim... Foi indescritível! Minha buceta peluda e ele se deliciando, ele lambeu até meu cu! Foi incrível! Eu não sabia o que era gozar, só descobri quando senti a fraqueza nas pernas e tive de apoiar no ombro do Júlio. Ele me penetrou com dois dedos na buceta, estava gostoso, mas naquele momento não era dedo que eu queria... foi então que olhei nos olhos dele e falei: "- Seu filho da puta, você vai me comer, mas se você contar para alguém, eu vou matar você, seu merda! Mete logo essa pica na minha buceta!" E foi aí que começou a foda com meu genro!

​Ele me penetrou e, a cada 5 bombadas, eu sentia uma nova onda de choque percorrendo o meu corpo. Eu queria falar e a voz não saía. Eu queria fazer alguma coisa e não conseguia. A respiração estava muito ofegante, até que ele parou e perguntou se estava tudo bem, se eu queria parar, se queria uma água... respirei um pouco até que consegui falar que estava tudo bem, mas que tinha gozado algumas vezes, o que tinha drenado minha energia rapidamente. Ele então me pôs num "papai e mamãe", penetrou novamente e começou um vai e vem ritmado, bem lentinho, enquanto me olhava nos olhos... aquele olhar de novo... olhando minha alma! Dei outro tapa na cara dele, sem força dessa vez... chamei de cafajeste... e então ele falou: "- Bate mais, eu gosto!" Gozei só com essa frase!

​Então segurei no rosto dele, cravando minhas unhas nas bochechas dele, e dei um beijo bem gostoso! Nós nos beijamos por um momento enquanto ele me penetrava lentamente, até que o olhei nos olhos e falei: "- Me fode com vontade, seu merda! Me come como um macho de verdade, seu viado!" Ele começou a bombar com força. E novamente senti que, a cada 5 bombadas, eu gozava... Eu sentia minhas forças indo embora. As pernas moles, sem força de sustentação, sendo seguradas pelos braços do Júlio e ele fodendo com vontade. Ele suava muito, o suor caía em cima de mim e a vontade que eu tinha era de lamber o corpo dele, sentir o sabor daquela "água" que saía da pele dele, mas não tinha forças, eu só gemia e revirava meus olhos a cada nova onda de prazer.

Minha buceta latejava enquanto meu corpo espremia aquele pedaço de carne dentro da minha intimidade.

​Meu clitóris, duro como pedra, só me enchia mais ainda de prazer! Até que ele deu uma aliviada nas bombadas e, então, tirei meu vestido, fiquei completamente nua, livre de qualquer vergonha do meu corpo, e fiquei de quatro para ele... Ele então se posicionou e começou a meter novamente, agora de quatro. Ele metendo, metendo, até que veio no meu ouvido e perguntou se podia bater na minha bunda...

​Falei: "- Pode, corno manso! Bate, mas bate com vontade, porque eu gosto de apanhar!" Ele encheu a mão na minha bunda, que senti dor, mas logo virou tesão! Nisso ele entendeu como funciono! Ele começou a foder me batendo... e então senti ele cuspindo no meu cu... e depois forçando um dedo... aí eu gelei! Nunca tinha dado o cu, e não passava pela minha cabeça fazer aquilo... e já adianto que não fiz! Rsrsrs ficou só nos dedos mesmo! Muito gostosa a sensação, mas penetrar ainda não está nos planos!

​Enfim... Continuamos, transamos em diversas posições, tudo muito dentro desse contexto de tudo que já relatei e, no fim, o que rolou foi que, em dado momento, ele metendo por cima de mim, tirou o pau rapidamente e começou a jorrar porra em cima da minha barriga, na testa da buceta... fiquei puta de raiva... "- Nada disso, filho da puta!" Peguei o pau de volta e coloquei dentro: "- Tá me comendo, é para gozar dentro, não é fora, não! Goze dentro!" Ele não falou nada e continuou bombando... Até que eu perguntei: "- Bora, cadê a porra? Goza dentro de mim!"

Aí ele falou: "- Rosália..."

Segurei o rosto dele com as unhas, fechei a cara e disse: "- Dona Rosália, seu merda!"

"- Dona Rosália, não vou conseguir gozar agora. Vai levar um pouquinho de tempo para gozar de novo! Mas se quiser continuar, ele vai continuar duro, porque faz muito tempo que não transo!"

​"- Ah, é? Pois tira essa piroca daí de dentro, seu imundo. Vem cá!"

​Puxei ele pelos cabelos e fiz ele lamber toda a porra que ele tinha gozado em cima da minha barriga e da testa da buceta!

​"- Lambe a porra todinha, vai! Deixa bem limpinho! Engole a porra toda! E não faça cara de nojinho, não! Engole toda a porra! Isso é para você aprender que, quando for gozar numa mulher, é para gozar dentro da buceta dela, seu viadinho!"

​Depois taquei um beijo na boca dele e, com a mão, fui guiando o pau dele para dentro de mim novamente!

​Por fim, ele gozou novamente, uma quantidade considerável de sêmen para quem estava gozando uma segunda vez, acho que pelo tempo que não tinha relação sexual. Quando terminou, caiu para o lado e disse que estava exausto. Eu também estava, mas o "diabinho da humilhação" ainda não tinha ido embora. Ele deitado, recuperando as energias, mandei ele deitar de barriga para cima e me sentei na cara dele com a buceta escorrendo a porra dele... mandei lamber tudinho sem reclamar. Ele assim o fez!

​Quando terminou, segurei firme nas bochechas dele com as unhas e falei novamente: "- Se você contar para alguém isso, eu mato você! Mas se você não contar, todo sábado a gente sai para foder, você escolhe!" Ele olhou e disse: "- Nunca irei contar para ninguém!"

Bom garoto!!

​Foram duas horas e pouco de muito sexo! Nunca na minha vida tinha vivido algo igual ou parecido a tudo isso que vivi nesse dia! Foi uma loucura enorme... tudo isso se iniciou por volta das 14 horas, e paramos de trepar porque ouvi papai me chamando, umas 16 horas... foi tudo incrível!

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Comentários

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Muito interessante e incomum. Sua filha é lésbica e ele um corno sub? Eles nunca transaram?

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Na verdade, não sei bem se ela é lesbica ou se ele é submisso. O que houve foi uma traição da parte dela, e eles resolveram não deixar de morar na mesma casa. É até aí que a história chegou até mim.

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