Juninho na República (versão expandida)

Um conto erótico de Thiago P.
Categoria: Homossexual
Contém 3067 palavras
Data: 01/06/2026 08:51:54

A república estava um inferno de barulhenta aquela noite. Era sábado, o churrasco no terraço tinha começado cedo e, lá pelas onze, o chão já estava colando de cerveja derramada e o ar era uma mistura densa de gordura queimada, fumaça de cigarro e o cheiro azedo de dezenas de latas de Skol acumuladas. Eu, o Juninho, o calouro, o "mascotinho", era a peça central do entretenimento. Eles me tratavam com aquele carinho bruto de quem é mais velho: tapas na nuca que deixavam a pele ardendo, abraços que quase quebravam as costelas, apelidos que iam de "Juninho" a "Bunda de Mel".

​Cheguei junto com a elite da casa: Maurício, o veterano de Engenharia que mandava em tudo; Pedro, o braço direito dele; Sérgio, André e Arthur. Eu tentava acompanhar o ritmo deles, mas era como um poodle tentando correr com pitbulls.

​— Juninho, o virgem da república! O nosso pequeno monge! — gritava Pedro, com o celular na mão, gravando meu rosto vermelho enquanto os outros gargalhavam.

​Fomos pra sala. O sofá de couro rasgado cheirava a suor acumulado de gerações de estudantes. Maurício, com aquele olhar de quem já planejou a noite toda, me empurrou pro meio e colocou um copo de plástico na minha mão. Estava morno, cheio até a boca de uma vodka barata que cheirava a álcool de posto.

​— Bebe tudo, mano. Hoje a gente vai tirar esse cheiro de leite materno de ti. Hoje tu vira homem na marra.

​Eu bebi. O líquido desceu como uma lixa pegando fogo na minha garganta. Meus olhos lacrimejaram na hora, e eles aplaudiram, batendo nos meus ombros com força. Logo veio outro. E mais um. A cabeça começou a flutuar. Eu ria de tudo, me sentindo finalmente parte do grupo, sem perceber que o riso deles era diferente do meu. Eles trocavam olhares rápidos. Diziam que eu era "bonitinho demais pra ser hétero", que tinha "rostinho de menina que gosta de apanhar".

​Depois de uns quarenta minutos de bombardeio alcoólico, minha visão já estava embaçada. O mundo girava num ritmo lento. Maurício se levantou, me pegou pelo colarinho da camisa e me puxou com uma força desnecessária.

​— Agora chega de papo furado. Vamos pro quarto dos fundos. Tem uma brincadeira nova, tradição da casa. Tu perdeu no rei ou coroa lá no churrasco, lembra?

​Eu não lembrava de nada, mas ri, cambaleando. Me levaram pelo corredor escuro. No caminho, mãos passavam por mim, me dando tapas na bunda por cima da calça, beliscando minha cintura. O quarto dos fundos era o "depósito", um lugar que fedia a mofo, maconha velha e um cheiro mais pesado, almiscarado, de corpo confinado. Tinha uma cama de casal velha com o lençol desbotado e uns colchões no chão. A luz vinha de uma lâmpada fraca e amarelada que deixava tudo com cara de pesadelo.

​Me sentaram na beira da cama. Pedro trancou a porta. O clique da fechadura ecoou na minha cabeça como um aviso. Meu coração, mesmo dopado de vodka, começou a martelar.

​— Relaxa, Juninho — disse André, passando a mão no meu cabelo de um jeito que não era de irmão. — É só um jogo.

​Maurício tirou uma venda preta do bolso.

​— Tu perdeu feio, viadinho. Agora aguenta as consequências.

​Eu tentei rir, um riso nervoso, seco.

​— Que porra de brincadeira é essa, gente?

​— Confia na gente, porra. Vai ser engraçado. — Sérgio parou atrás de mim e segurou meus ombros com firmeza.

​A venda desceu. O nó foi dado com força, puxando meus cabelos na nuca. O escuro foi total. De repente, os outros sentidos deram um salto. O cheiro de suor dos caras ficou mais forte, as risadas baixas pareciam vir de todos os lados ao mesmo tempo. Eu ouvi o som metálico de zíperes sendo abertos. Um, dois, três. O som de cintos sendo desfiados das fivelas.

​— Olha como ele tá tremendo, tá parecendo uma britadeira — zombou Pedro.

​As mãos começaram a me mapear. Dedos ásperos, com cheiro de cigarro e gordura, enfiaram-se por baixo da minha camisa, apertando meus mamilos com força até doer. Outras mãos desciam pelas minhas coxas, subindo até a virilha, apertando meu pau por cima do jeans. Eu tentei me mexer, mas Sérgio me prensou contra o corpo dele por trás.

​Senti um hálito quente de vodka e nicotina no meu ouvido. Era Maurício.

​— Abre a boca, Juninho… só um pouquinho. Deixa o titio ver se tu é bom de obedecer.

​Eu achei que ele ia me dar mais bebida. Abri. Em vez de álcool, senti algo quente, vivo e pulsante roçando meus lábios. Era a cabeça de um pau, úmida de pré-gozo, cheirando a bicho, a macho excitado. Tentei puxar a cabeça pra trás, mas mãos agarraram meu cabelo e me mantiveram ali.

​— Shhh… é só brincadeira, moleque. Só encosta a língua. Não vai morder os amigos, né?

​Ele começou a esfregar a rola semi-dura no meu rosto, pintando minha bochecha, meu nariz e meus lábios com aquele caldo salgado. Eu sentia o calor que emanava da virilha dele. Outro pau tocou minha testa, descendo pelo lado do meu rosto, deixando um rastro grudento. Eles riam baixo, uma vibração de tesão que eu nunca tinha sentido antes.

​— Tá vendo? Tá gostando, o viadinho tá até babando já — disse André, a voz dele estava rouca, carregada.

​Maurício pressionou mais. A glande grossa forçou meus lábios. Ele entrou devagar, expandindo minha boca, o gosto de pele e suor invadindo tudo. Eu tentei protestar, mas o pau dele era uma mordaça de carne. Ele começou a estocar, devagar no começo, curtindo o aperto da minha boca virgem.

​Enquanto Maurício me usava, os outros começaram a conversar, como se eu fosse apenas um móvel, um buraco de conveniência.

​— Porra, ontem eu peguei aquela loirinha da odonto — começou Pedro, o som da voz dele acompanhado pelo barulho rítmico dele se punhetando. — A mina tem um cu que parece um ímã, mano. Joguei ela no capô do carro, levantei a saia e meti seco. Ela gritava "não, Pedro, aqui não", mas empinava aquela bunda branca pra mim. Fodi até o cu dela ficar inchado, piscando, escorrendo tudo.

​Maurício parou de foder minha boca por um segundo só pra rir.

​— Loira é bom, mas eu prefiro aquela morena da 302. Peitinho de cadela, mas a buceta… caralho, aquilo é um pântano. Enfiei a mão toda dentro daquela puta. Depois virei de quatro e socava com tanta força que o barulho do meu saco batendo na bunda dela parecia um aplauso. Chamava ela de lixo, de cadela barata, e ela só pedia mais.

​Ouvir aquilo enquanto tinha um pau na boca e mãos me apertando por todo lado me deixou em choque. Sérgio assumiu meu rosto agora. Ele segurou minha mandíbula com uma mão e com a outra guiava o pau dele. Era mais grosso. Eu senti os cantos da minha boca esticarem até o limite. Ele metia com vontade, ignorando meus engasgos, minhas lágrimas que já molhavam a venda.

​— E a ruiva que eu trouxe aqui semana passada? — André interveio, a voz trêmula de prazer. — Aquela safada implorou pra eu gozar dentro. Eu segurei ela pelo pescoço, quase enforcando, e enchi a buceta dela de porra. Depois fiz ela lamber o pau sujo, lamber tudo, até a última gota de sêmen misturado com o suco dela. Ela lambia e chorava, uma delícia.

​As histórias deles eram combustível. Eles estavam todos excitados, se revezando na minha boca, me tratando como um objeto de descarte. Pedro veio em seguida. Ele não tinha paciência. Segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a estocar fundo, batendo na minha garganta. Eu sentia o vácuo se formar, a náusea subindo, mas ele não parava. O cheiro de pentelhos suados e o calor das virilhas deles me sufocavam.

​— Caralho, que boca quente… parece uma luva — gemeu Pedro, aumentando a velocidade.

​Eu babava sem controle. O líquido escorria pelo meu queixo, pescoço, encharcando o colarinho da minha camisa que alguém já estava desabotoando. Sentia dedos beliscando meus mamilos, torcendo-os até eu querer gritar.

​— Agora vamos ver o prato principal — anunciou André. — Vamos ver se esse cuzinho é tão bonitinho quanto a cara.

​Eles me levantaram. Eu estava tonto, o álcool e a falta de ar me deixando num estado de transe. Me viraram de costas. Senti o lençol áspero da cama contra meus joelhos. Mãos me empurraram pra baixo, me deixando de quatro, o peito colado no colchão e a bunda empinada pro alto.

​— Olha isso, que visão… parece que foi feito pra ser arrombado — disse Maurício.

​Ouvi o som de alguém cuspindo. Um cuspe grosso, carregado, que caiu direto no meu cu. Senti o gelado escorrendo pela fenda, e logo em seguida dedos enfiaram-se ali, abrindo minhas nádegas com força bruta.

​— Tá nervoso, Juninho? Relaxa… a gente vai cuidar bem de ti — ironizou Sérgio.

​Ele encostou a cabeça do pau no meu buraco. Eu senti a resistência, a pele se esticando. Ele não usou lubrificante, só o cuspe e o pré-gozo. Pressionou devagar, circulando a entrada, torturando.

​— Só a cabecinha, ó… só pra tu sentir o peso.

​Ele empurrou de uma vez. A dor foi um choque elétrico que percorreu minha espinha. Parecia que alguém tinha enfiado um ferro quente em mim. Gritei, um som abafado porque Maurício já estava na minha frente, enfiando o pau dele de volta na minha boca pra eu não fazer barulho.

​Sérgio começou a foder. Estocadas curtas e brutas. Eu sentia meu cu sendo dilacerado a cada movimento. O saco dele batia na minha bunda com um som seco, pla-pla-pla. Ele gemia no meu ouvido, me chamando de "putinha de república", de "depósito de porra".

​Quando ele saiu, eu senti um alívio momentâneo, mas logo André assumiu. O pau dele era o maior. Ele abriu minhas nádegas com tanta força que achei que ia me rasgar em dois antes mesmo de entrar. Ele cuspiu de novo, uma quantidade enorme de baba, e forçou. Eu senti as veias do pau dele arranhando as paredes do meu intestino. Ele segurava meu quadril com as duas mãos, enterrando os dedos na minha carne, e socava até o talo.

​— Puta que pariu, esse cu é apertado demais! — André gritava, enquanto me usava com fúria.

​Minhas pernas tremiam. Eu já não tinha mais forças para resistir. Estava entregue. Sentia mãos me masturbando ao mesmo tempo, mãos me apertando, paus sendo batidos no meu rosto, no meu cabelo. O quarto era uma cacofonia de gemidos, risadas e o cheiro insuportável de sexo grupal.

​Pedro, que estava filmando tudo, deixou o celular de lado e veio pra cima. Ele me virou um pouco de lado, me obrigando a olhar — mesmo vendado — para a câmera que ele tinha deixado gravando.

​— Olha aqui, Juninho. Dá um tchauzinho pra galera que vai ver isso depois. Olha o estado do teu cu, todo vermelho, piscando, pedindo mais.

​Ele meteu sem dó. Pedro era sádico. Ele tirava o pau quase todo, deixava só a pontinha, e depois socava com tudo, me fazendo pular na cama. O som era obsceno, um barulho molhado de carne batendo em carne. Eu estava em frangalhos, babando porra e cuspe, com o cu ardendo como se estivesse em carne viva.

​Finalmente, Maurício, o "dono" da casa, veio para o encerramento. Ele era o mais calmo, mas o mais pesado. Ele se posicionou atrás de mim e, sem dizer nada, forçou sua tora monstruosa. Eu senti meu corpo travar. Era grande demais. Meus lábios se abriram num grito mudo. Ele não parou. Foi empurrando, centímetro por centímetro, até eu sentir a base dele encostando na minha pele.

​Ele começou a foder com um ritmo hipnótico, cruel. Cada estocada ia lá no fundo, onde ninguém nunca tinha chegado. Ele dava tapas estalados na minha bunda, deixando marcas de dedos na pele clara.

​— Tu é nosso agora, ouviu? — ele sussurrava, a voz carregada de autoridade. — Toda vez que a gente quiser, tu vai estar aqui. Desse jeitinho. Aberto.

​Eles começaram a gozar. Foi uma chuva de sêmen. Um gozou na minha boca, me obrigando a engolir aquela porra quente e amarga enquanto eu tossia. Outro gozou no meu peito, outro no meu rosto, pintando meus olhos vendados e minhas bochechas. André gozou no meu cabelo, passando os dedos sujos de sêmen pelos meus fios.

​Maurício deu as últimas estocadas selvagens. Eu senti quando ele atingiu o ápice. Ele enterrou o pau o mais fundo que pôde e descarregou jatos e mais jatos de porra quente dentro de mim. Eu senti meu intestino se enchendo, um calor que parecia que ia me explodir por dentro.

​Quando ele finalmente saiu, eu desabei no colchão. Meus músculos estavam moles como gelatina. O sêmen começou a escorrer pelas minhas coxas, misturado com o suor e o cuspe. Eu ouvia eles se limpando, rindo, batendo uns nas mãos dos outros como se tivessem acabado de ganhar um jogo de futebol.

​— Bom trabalho, mascotinho — disse Pedro, dando um último chute de leve na minha perna. — Amanhã tem mais.

​Eles saíram do quarto, batendo a porta e rindo alto no corredor. Eu fiquei lá, no escuro da venda, destruído, humilhado, com o cu latejando e a boca amarga. Mas, no meio daquele vazio devastador, no fundo da minha mente que já não era mais a mesma, uma centelha sombria de prazer começou a queimar. Eu estava marcado. Eu era deles. E, por mais que eu odiasse admitir, meu corpo já estava ansioso pela próxima vez que a porta daquele quarto se trancasse.

Eles saíram do quarto rindo, me deixando largado no colchão sujo como um trapo usado. Meu cu latejava forte, pulsando a cada batida do coração, escorrendo uma mistura grossa de porra e cuspe pelas coxas. Eu mal conseguia me mexer.

Não sei quanto tempo se passou. Talvez minutos. Talvez uma hora. A porta abriu de novo.

— Olha só… o mascotinho ainda tá aqui, todo meladinho — disse Maurício, a voz cheia de satisfação. — Achou que a noite tinha acabado, Juninho?

Mãos me agarraram novamente. Me puxaram pra cima, me jogaram de bruços na cama. Alguém acendeu a lâmpada. A luz fraca do quarto me cegou por um segundo. Estavam só Maurício, Pedro e André agora. Os outros deviam ter ido embora ou estavam assistindo de canto.

— Tá na hora do segundo round, viadinho — falou Pedro, já tirando a calça de novo. O pau dele ainda estava meio duro, brilhando com restos de porra e minha saliva.

Eles me posicionaram de quatro no meio da cama. Maurício se deitou debaixo de mim, puxando meu corpo pra cima dele. Senti a cabeça grossa do pau dele roçando meu cu destruído.

— Não… por favor… tá muito dolorido — murmurei, a voz rouca.

— Cala a boca — respondeu Maurício, segurando meus quadris com força e me puxando pra baixo. Ele entrou de uma vez, enterrando tudo. Eu gemi alto, o corpo tremendo. Ele começou a meter devagar, segurando minha cintura, me usando como uma boneca.

Foi então que senti André atrás de mim. Ele cuspiu bastante, esfregou a saliva no próprio pau e encostou a glande logo acima do pau do Maurício.

— Não… dois não… eu não vou aguentar… — implorei, a voz falhando.

André não ligou. Pressionou com força. Meu cu, já aberto e cheio de porra, resistiu por alguns segundos antes de ceder. A dor foi lancinante quando a segunda rola forçou passagem ao lado da primeira. Eu gritei, o corpo inteiro se contraindo. Os dois paus me esticavam ao limite, as veias roçando uma na outra dentro de mim.

— Caralho… que cu guloso — gemeu André, empurrando mais fundo.

Eles começaram a se mover. Primeiro em ritmo alternado, depois juntos, socando ao mesmo tempo. DP bruto. Meu buraco estava sendo arrombado de verdade agora. Cada estocada dupla fazia meu corpo sacudir. Eu sentia os dois paus enormes me preenchendo completamente, batendo fundo, esticando minhas paredes até o limite. A dor era absurda, mas tinha um prazer doentio misturado, minha raba sendo massacrada sem parar.

Enquanto eles me fodiam como animais, Pedro se ajoelhou na minha frente, na cabeceira da cama.

— Abre a boca, putinha.

Eu obedeci, ainda gemendo a cada estocada. Mas ele não enfiou o pau. Em vez disso, levantou um pé e encostou a sola suada bem na minha cara.

— Lambe.

Eu hesitei. Ele deu um tapa no meu rosto.

— Eu mandei lamber, porra.

Com a língua tremendo, comecei a passar a língua na sola do pé dele. O gosto era forte — suor, sujeira do dia inteiro, um leve gosto de chulé. Ele riu e enfiou os dedos do pé na minha boca.

— Chupa. Isso… chupa direitinho enquanto leva rola no cu.

Maurício e André aceleraram o ritmo, me empalando juntos, as bolas batendo contra minha bunda. Eu lambia e chupava os dedos do pé de Pedro com desespero, babando, sentindo o gosto salgado invadindo minha boca enquanto meu cu era destruído por dois paus ao mesmo tempo.

— Olha o estado dele… lambendo pé que nem cachorrinho — zombou André, dando um tapa forte na minha bunda.

Eles me foderam assim por um bom tempo. Me regaçando sem piedade, alternando velocidade e profundidade, enquanto eu era obrigado a lamber os dois pés de Pedro, passando a língua entre os dedos, chupando o calcanhar, o peito do pé suado.

Maurício foi o primeiro a gozar. Ele enterrou fundo e explodiu dentro de mim, enchendo meu intestino ainda mais. André continuou metendo no meio da porra dele, até que também gozou com um gemido rouco, jorrando mais sêmen quente.

Quando os dois saíram, meu cu ficou escancarado, piscando, vomitando porra em golfadas grossas que escorriam até minhas bolas.

Pedro me virou de costas, colocou os dois pés no meu rosto e começou a se punhetar rápido.

— Continua lambendo enquanto eu gozo.

Eu lambi os dois pés ao mesmo tempo, língua trabalhando desesperadamente, até que ele gemeu e gozou forte no meu peito e pescoço, pintando minha pele de branco.

Fiquei lá, ofegante, destruído, o corpo todo tremendo, o cu completamente arrombado e o gosto dos pés dele ainda na minha boca.

Maurício bagunçou meu cabelo suado.

— Boa putinha. Amanhã a gente traz o resto da casa pra ver como você aguenta DP direitinho.

Eles riram e saíram, me deixando mais uma vez sozinho no quarto fedorento, marcado, cheio e quebrado.

Mas aquela centelha sombria dentro de mim, estavam queimando.

Eu amava ser a putinha deles.

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