Como prometido, trago a continuação do conto, onde suspeito do meu amoroso namorado ter me traído. Leia a parte 1, pra entender todo o contexto!
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Terminei meu banho, vi que Guto já havia dormido, e fiquei um pouco puto, porque queria pica. Vesti uma cueca, coloquei uma camiseta larga pra dormir, e fui esquentar algo pra comer. Jantei, assisti um pouco de uma série, e meus pensamentos começaram a me sabotar. Comecei a imaginar coisas, ficava imaginando se Guto teria essa coragem, de me trair na nossa própria casa, se ele ainda me desejava mesmo, a demora em me avisar por mensagem que já estava acordado (ele sempre me mandava bom dia assim que acordava). Fiquei um pouco grilado durante a noite, demorei a dormir, mas acabei adormecendo.
Uma semana se passou, as coisas estavam tranquilas e minhas desconfianças ficaram de lado. Era uma manhã tranquila de segunda-feira, tinha acabado de chegar na empresa, e estava digitando um e-mail pra fornecedor e Guto me mandara uma mensagem, dizendo:
- Amor, bom dia! Esqueci de avisar, mas o Kaique vai vir tatuar hoje de novo.
Aquilo me deu um nó, de repente, as inseguranças anteriores retornaram, mas tentei me acalmar, pensar em como nossa relação era tão boa, ele nunca faria algo pra me machucar, no final das contas, foi graças a mim que tudo aquilo se tornara possível. Pensei com calma, fiquei mais tranquilo, nós tínhamos uma relação boa demais pra eu ceder a essa insegurança. Me recompus emocionalmente e respondi:
- Bom dia príncipe! Tudo bem, boa sessão pra você! Te amo.
O dia foi correndo, as horas passando, até o Guto me mandar uma foto do processo na metade já. Reparei no desenho, nos traços… algo estava um pouco fora da curva. O trabalho parecia ter avançado pouco, ou seriam noias da minha mente? Fiquei reparando, as linhas, as sombras, a posição do Kaique sentado na cadeira. Fiquei pensativo, mas logo respondi:
- Está ficando ótima, mor, acha que termina até que horas?
Passou mais uns quarenta minutos, e ele me respondeu:
- Então bebê, essa aqui eu vou ter que terminar com mais uma ou duas sessões. São muitos detalhes.
Aquilo me deu um nó na garganta, que eu tentara rapidamente tirar da minha mente, o Guto jamais se aproveitaria dessa situação pra me trair, ele sequer tem olhos pra outros, é ciumento, fala que me ama sempre, me dá presentes, lembra de todas nossas datas, me conhece por inteiro, jamais! Continuei trabalhando, até passarem mais umas horinhas, e ele me mandar outra foto, dizendo:
- Essa aqui vai ser meu orgulho, bebê!
Reparei novamente, tinha avançado mais um pouco, mas pra minha cabeça era um avanço lento. Deixei aquilo de lado, respondi falando que estava muito boa, mas aquilo não saía da minha mente, que foi desenhando cenários de perversão que eu não imaginaria. Respondi apenas curtindo a foto que ele me mandou, e continuei meu trampo. O dia foi passando, e não conseguia pensar em outra coisa, só pensava no Guto, de perna abertona em casa, sentado na cadeira dele, enquanto aquele putinho do Kaique estaria ajoelhado na frente dele, cheirando toda a extensão do cacete do meu namorado, delirando com aquela rolona de seus 18cm, Guto com os olhos fechados, cabeça inclinada pra trás, falando “isso porra, mama bem gostoso seu putinho”, enquanto Kaique começava a mamar lentamente. Aquilo tava tomando completamente conta da minha mente, meu pau estava pulsando imaginando essas cenas, que deveriam estar me causando ansiedade.
Parei tudo o que eu estava fazendo, e comecei a pesquisar por câmeras escondidas, escutas… encontrei um perfeito, era um relógio, com câmera. Como Guto mencionou que haveriam novas sessões, essa seria a oportunidade perfeito pra tirar a dúvida da fidelidade do meu amor.
O dia terminou de passar, e eu estava a caminho de casa, Guto ainda estaria atendendo o Kaique. E aquelas cenas ainda não saíam da minha mente. Cheguei, fui direto tomar meu banho, vi a porta do estúdio fechada, não ouvia nada, cheguei nem próximo, e ouvia um leve barulho da maquininha. Fui pro banheiro, liguei o chuveiro, sentei na privada, e minha mente tava um turbilhão. Deixei o chuveiro ligado. O banheiro fica colado à parede do estúdio. Enquanto a água caía, minha mente viajava, não resisti, e peguei o copo que usávamos pra enxágue na pia, coloquei contra a parede que dava pro estúdio e coloquei o ouvido, tapei meu outro lado do ouvido, e me concentrei em escutar algo. Eu ouvia um suave ruído do ventilador, não ouvia a maquininha naquele momento, e tinha a impressão de ouvir alguns ruídos que não conseguia distinguir, mas pareciam movimentações, e alguns sussurros. Não sei se minha mente estava me pregando uma peça, ou se o Guto seria tão cara de pau ao ponto de continuar uma possível traição enquanto eu estava na própria casa. Eu tinha impressão de ouvir objetos se movendo em sintonia, com um padrão repetitivo, até jurar ter ouvido um “ssssssss”, daqueles que fazemos pra dentro quando sentimos dor ou prazer. Aquilo tava indo muito longe na minha mente, continuei tentando ouvir algo por umas meia hora, sentado no chão do banheiro. Aquilo podia ser de fato algo acontecendo, ou poderia ser apenas a dor da tatuagem, e os pés impacientes do Kaique ent quanto era tatuado. Fui tomar meu banho, me sequei e coloquei uma roupa. Eu estava muito nervoso, ansioso, e fui jogar um pouco de LOL pra me distrair. Por volta de mais umas duas horas, meu namorado abre a porta do estúdio. De onde eu estava não o via, porque o quarto onde eu tava, que era o mesmo onde dormimos, estava fechado. Escutei ele entrar no banheiro, fechar a porta, e ouvi barulho da torneira. Aquilo já foi um sinal de alerta pra minha mente. Saí do quarto, e vi o Kaique no estúdio, sentado, olhando pra cima, dei um “oi” rápido acenando, vi que o banheiro estava fechado, fiquei alguns minutos na sala, até o Guto sair, ele só sorriu de longe, voltou pro estúdio e fechou. Passaram mais uns trinta minutos, e eles enfim saíram, com o braço do Kaique envolto em plástico, e foram saindo pela porta da sala. Meu namorado o levou até o portão, se despediram, e ele foi. O Guto veio até mim, me deu um beijo, falou que estava super cansado da sessão. Fiquei reparando nele, na roupa, até notar umas manchas esbranquiçadas na barra da camiseta, na altura do umbigo. Aquilo me deixou muito ansioso, e questionei que ele estava um pouco estranho. Ele disse que era só cansaço. Eu quis tirar a prova final.
- Eu estou com vontade de sentir o gosto de você… - Falei enquanto apalpava o pacote dele.
- Mor, eu tô suado, não quero fazer nada assim! - Ele respondeu segurando minha mão.
- Você sabe que eu gosto assim kkk - falei, insistindo no manuseio daquele pacote.
Ele deixou eu continuar, ele sabia que eu não iria parar, e que provavelmente acharia estranho ele não deixar. Receoso, ele liberou minha mão, e eu continuei massageando ele, que logo começou a ficar duro. Abaixei o shorts dele, junto com a cueca. Observei enquanto tirava, ele de pernas abertas, aquele sacão farto, de uma cor bem mais escura que sua pele branquinha. Aquele cacete destoava do restante do conjunto de seu corpo, ele sendo bem branquinho, enquanto na base de seu cacete, sua pele ficava de um tom mais escuro, quase como um chocolate, com um leve rosado ao fundo. Quando abaixei a roupa dele, ele segurou a rola, deu três batidinhas na minha cara e disse:
- Minha putinha tá com fome de rola?
Eu adorava aquele jeitão puto dele, que era completamente diferente do namorado fofo, gentil e com ar puro, quase completamente ingênuo. Sem responder, comecei a cheirar o sacão dele, subindo pela base… espera. Enquanto subia a extensão da vara do Guto, comecei a sentir o aroma do sabonete que usávamos na pia do banheiro. Minha mente fez o link, e naquele momento, eu tinha praticamente a certeza de ter sido feito de corno, enquanto estava no cômodo ao lado. Comecei a mamar ele, apesar do sentimento imenso de mágoa e angústia, aquilo me preenchia com um sentimento perverso de desejo. Desejo daquele puto, que me traia bem ali, do meu lado, sem medo, sem receio. Enquanto engolia a piroca dele, olhei pro rosto dele, q era de desejo puro. Ele segurou na minha cabeça, e começou a socar a rola na minha boca, enquanto me chamava de putinha. Comecei a me imaginar como o Kaique, ali, ajoelhado na frente do meu namorado, se deliciando com a pica dele, que eu jamais acreditaria que tivesse estado em outra boca a tão pouco tempo. Aquela cena começou a me encher de um tesão que nunca havia imaginado. O desejo naquele momento, era de que realmente o Guto tivesse feito aquela putinha do Kaique de fêmea, enquanto eu, o corno manso, estava a poucos metros jogando no pc. Não demorou muito pro Guto me puxar pra cima, me beijar… então pude sentir outro cheiro… um inconfundível, almiscarado… aquilo era… cheiro de rabo. Puta que pariu, esse filho da outra estaria tendo a coragem de me beijar logo depois de ter caído de boca no rabo do Kaique??? Eu não pude acreditar no que estava acontecendo. Antes de qualquer coisa, Guto me jogara no sofá, de quatro. Eu tenho uma bunda bem avantajada, que eu sabia que ele adorava, tara que eu já sabia que meu inocente namorado tinha: rabos grandes. Enquanto ele me fodia com a língua, eu gemia, imaginando o Kaique mais cedo, nessa mesma posição. Comecei a olhar pras costas do sofá, buscando pistas da minha neurose atual. Guto se levantou, pincelou meu cuzinho, e disse:
- Pede minha putinha, fala pra mim o que você tá querendo que seu homem faça com você?
- Me come seu puto, mete esse cacete em mi…
Antes que eu terminará de falar, ele socou fundo, meu cuzinho, que a alguns dias não tomava pica, se abriu abruptamente com aquela metida sem dó. Eu até ensaiava um gemido de dor, mas tudo que pude expressar foi um desejo intenso que tomou conta de mim. Comecei a gemer feito uma puta, enquanto tomava tapas fortes na bunda, sentia aquele cacete tão duro, como a um bom tempo não sentia. Ele metia com força, vontade, me dava tapas, começou a pegar nos meus peitos enquanto me traçava como um cachorro no cio. Ele acelerou, e falou com uma voz rouca, baixa, quase como um suspiro:
- Quer leite na bucetinha minha putinha?
Ele nunca se referiu antes ao meu cu como “bucetinha”. Aquilo tava me fazendo revirar o corpo de desejo. Respondi sem pensar:
- Me enche de leite, se cachorro, abre meu cuzinho até ficar arregaçado e gala bem fundo dentro do meu rabo gordo!
Sem responder, comecei a sentir os espasmos daquela piroca dentro de mim, seguido dos jatos quentes enquanto ele xingava alto:
- Caralho! Puta que pariu… hmmm, porra!
Ele estava em extasi, e enquanto sentia as jatadas quentes no fundo do meu cu, comecei a jorrar também. Lavei as costas do sofá de leite, leite grosso, em uma quantidade que nunca tinha esporrado antes. Ali, naquela sala, entre gemidos ofegantes enquanto sentia as batidas do meu peito como se fossem sair pela minha garganta, descobri um tesão é uma fantasia que nunca antes imaginaria.
Não disse nada, passei o restante da noite em um clima meio estranho. Aquilo me causava uma angústia, ao mesmo tempo que descobria um prazer novo. Não tardei muito a dormir naquela noite, apesar da ansiedade me corroendo.
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Gente, estou adorando escrever pra vocês, por favor, me digam nos comentários se querem uma sequência, se estão curtindo, ou sintam-se livres pra opinar também! Obrigado por lerem até aqui. Abraços.