A água da piscina refletia as luzes amareladas do hotel fazenda, balançando devagar com o vento leve da madrugada. Meu coração batia tão forte que eu quase conseguia ouvir por cima do som dos grilos.
Tudo começou no quarto, como sempre.
— Porra, Luna, você tá gostosa pra caralho hoje — Alê falou com aquele sorrisinho safado dele, sentado na cama só de bermuda, segurando a taça de vinho. Ele era baixinho, mas tinha aquele corpo atlético e moreno que eu adorava.
Eu ri, já meio alta, vestindo só um shortinho de algodão e uma regata fina.
— Para de me olhar assim, Alê. Tá me deixando molhada só com os olhos.
Ele puxou minha perna, me fazendo cair sentada no colo dele.
— Então senta aqui e me mostra o quanto tá molhada, vai...
A gente se pegou ali mesmo. Beijo molhado, língua, mão dele apertando meus seios pesados por cima da regata, beliscando o bico já duro. Eu já estava gemendo baixinho quando parei o beijo, ofegante.
— Alê… eu quero fazer uma coisa hoje.
— Fala, safada.
Olhei bem nos olhos dele.
— Quero foder na piscina. Agora. Lá fora.
Ele levantou uma sobrancelha, surpreso, mas o sorriso safado cresceu.
— Na piscina do hotel? Tá louca, porra? Qualquer um pode aparecer.
— Eu sei… — mordi o lábio, sentindo a adrenalina já subindo. — É exatamente por isso. Nunca fiz sexo num lugar aberto assim. Quero arriscar.
Alê ficou quieto por uns dois segundos, depois soltou uma risadinha baixa.
— Caralho… você tá falando sério. Tá bom então. Vamos.
A gente conferiu duas vezes: era quase duas da manhã, o hotel estava silencioso. Pegamos duas toalhas e fomos descalços, rindo baixinho como dois adolescentes.
A água morna da piscina balançava contra meu corpo enquanto Alê me prensava contra a borda. Meu shortinho e a regata já estavam jogados na espreguiçadeira. Só de calcinha, eu sentia o pau dele roçando em mim.
— Ta molhadinha, filha da puta! Aperta meus dedos com a bucetinha, vai!
Eu gemi e comecei a piscar a buceta nos dedos dele, apertando e soltando, provocando.
— Assim, amor? — perguntei safada.
Ele meteu os dedos mais fundo, gemendo baixo. Logo tirei a calcinha dele e comecei a bater uma punheta lenta no pau grosso.
— Quero você dentro de mim, Alê. Aqui na piscina.
Ele me virou de costas, segurou meus quadris e me penetrou devagar, me enchendo toda. Começou a meter num ritmo gostoso, a água batendo contra nossos corpos.
Foi então que eu vi.
Do outro lado da piscina, nas sombras, um homem alto e magro nos observava. Uns 50 anos, camisa aberta. Ele tinha o pau pra fora e batia uma punheta lenta, concentrado em nós. Ele ainda não tinha percebido que nós o vimos.
Meu tesão explodiu.
— Alê… — sussurrei, gemendo enquanto ele metia. — Tem um cara ali se masturbando pra gente.
Alê olhou discretamente e sorriu.
— Caralho… quer que eu pare?
— Não… — respondi, rebolando no pau dele. — Quer que eu fale pra ele que a gente já viu?
Alê soltou uma risadinha excitada e meteu mais fundo.
— Fala, vai. Mostra pra ele que a gente tá gostando.
Eu olhei direto para o homem e falei alto, com a voz rouca de tesão:
— Ei, você aí… você mesmo batendo punheta!
Dei uma risada baixa. O homem tomou um susto, parou o movimento por um segundo, claramente desconcertado.
— Tá gostando, safado? Tá de pau duro olhando pra gente?
Ele hesitou, mas respondeu com a voz rouca:
— Tô…
Eu sorri, mordendo o lábio.
— Então chega mais perto pra gente ver se tá duro mesmo.
O homem se aproximou devagar, saindo das sombras. Quando chegou a uns três metros, meu queixo quase caiu. O pau dele era enorme, bem maior que o do Alê, veioso e com a cabeça inchada.
— Caralho, Alê… olha o tamanho dessa rola — falei, chocada e excitada. — Esse pau é monstruoso, porra.
Alê riu e começou a socar com mais pressão, fazendo meus seios pesados balançarem pra caralho dentro da água.
— Tá gostando de ver uma rola grande, Luna? — perguntou, metendo forte.
— Tô… mas essa buceta aqui é sua, amor. Mete mais forte. Mostra pra ele como você me arromba.
O homem agora estava bem perto, batendo punheta rápido, o pau enorme latejando na mão. Ele olhava fixamente para meus peitos balançando e para o ponto onde o pau do Alê entrava e saía de mim.
Eu continuei provocando, gemendo alto:
— Tá vendo como meu marido me fode, safado? Olha como ele soca gostoso… Aaaah, caralho! Tá gostando dessa buceta gordinha levando pau?
— Tô… porra, vocês são loucos… — o homem respondeu, a voz carregada de tesão, acelerando a mão.
Alê agarrou meus cabelos e puxou minha cabeça pra trás, metendo mais bruto.
— Fala pra ele, Luna. Fala o que você é.
— Eu sou uma puta safada que adora ser vista sendo fodida — respondi gemendo alto. — Olha bem, seu pervertido… olha como eu rebolo no pau dele!
O homem estava desesperado, punhetando rápido, o pau enorme brilhando.
Eu sentia o orgasmo subindo forte. Meu corpo inteiro tremia.
— Ai… ai… eu vou gozar! Vou gozar, caralho! — gritei, sem me importar com mais nada.
Minha buceta apertou forte no pau do Alê. Gozei violentamente, gemendo alto, o corpo convulsionando. Alê não aguentou: deu mais algumas socadas fundas e gozou dentro de mim, enchendo minha buceta enquanto o estranho assistia tudo, punhetando como louco.
Ficamos ali, ofegantes, meu corpo mole contra a borda da piscina, o sêmen do Alê escorrendo de mim para a água.
O homem gozou também, segundos depois, gemendo baixo e jorrando no chão.
Alê me deu um beijo no pescoço e sussurrou no meu ouvido:
— Delícia de mulher.
Eu sorri, ainda sentindo o coração disparado de adrenalina.
— Quero fazer isso de novo amanhã…
O estranho, ainda com o pau na mão, olhou para nós empolgado e perguntou:
— Amanhã tem de novo?
Alê riu, ainda dentro de mim, e respondeu sem hesitar:
— Tem sim, irmão. Pode vir pra cá assistir de novo. Só não chega muito perto não, que a safada aqui é minha.
O homem sorriu, claramente animado, e assentiu antes de se afastar nas sombras.
Voltamos para o quarto enrolados nas toalhas, rindo baixinho. Assim que fechamos a porta, Alê me prensou contra a parede e me beijou.
— Caralho, amor… como você é safada. Gostou que o velho tava olhando?
— Aham, gostei — respondi, ainda sentindo o sêmen dele escorrendo pela minha perna. — E você? Ficou com ciúme ou ficou mais tarado vendo ele batendo aquela rola enorme pra mim?
— Fiquei com tesão do caralho. Principalmente quando você provocou ele. Você rebolou mais gostoso quando ele chegou perto, né sua safada?
Eu ri e mordi o lábio.
— Rebolei mesmo. Depois que vi aquele pirocão de perto, rebolei mais ainda. Nunca vi uma rola daquela. Você viu como ele tava latejando?
— Vi. Ele tava doido pra botar em você. Se ele pedisse, você ia deixar? Confessa, piranha.
— Ai, não sei, amor… mas confesso que fiquei com tesão — respondi rindo. — Mas, me fala... se eu quisesse, você ia deixar?
Alê deu uma risada e apertou minha bunda.
— Só de você falar isso já ta fazendo meu pau ficar duro de novo... mas também não sei se teria coragem de dividir você não.
— Safado… — falei, puxando ele para a cama. — Amanhã eu vou ser ainda mais puta, e ele vai gozar rapidinho — e dei uma risadinha.
— Assim que eu gosto, minha putinha!
