A nostalgia tem um cheiro específico: terra molhada, café fresco e a promessa de segredos enterrados. Voltar à chácara da minha avó no interior foi como mergulhar em um sonho. Eu me lembrei de nós, crianças, correndo descalços, mergulhando no igarapé sem qualquer malícia, apenas a pureza de quem não conhecia o desejo. Mas o tempo é um escultor cruel e generoso. Eu não cresci em altura, mas cada centímetro dos meus 1,54m se tornou uma armadilha de curvas: seios fartos, cintura fina e aquela bunda gigante que agora exigia atenção.
Meus primos? Eles haviam se transformado em homens. Grandes, fortes, másculos, com barbas cerradas e vozes grossas que faziam meu ventre vibrar. Quando brincamos que eles haviam virado "homens de verdade" e eles responderam que eu era uma "mulher de verdade", a eletricidade no ar foi quase palpável.
O primeiro sinal de perigo veio no banho de rio. A água fria do igarapé moldava minhas roupas ao corpo, deixando meus mamilos marcados e minha raba evidente. Eu via os olhares deles, via o volume pulsando nos shorts de banho, e fingia inocência enquanto meu clitóris gritava por atenção.
A tarde caiu, e a tensão atingiu o ápice. Fui ao banheiro de visitas para me trocar, vi que não tinha ninguém então fui a quarto pra pegar uma muda de roupas e uma toalha. Quando voltei, a porta estava apenas encostada. Dei de cara com meu primo. Ele estava ali, semi-nu, apenas de sunga, revelando um peitoral largo e cabeludo que exalava masculinidade pura. Fiquei paralisada. Minha bucetinha latejou instantaneamente, inundando minha calcinha.
Ele, sugeriu que eu fosse primeiro que ele esperava, mas eu insistir pra ele continuar e eu sairia, então com um sorriso malicioso e a voz rouca, falou que não precisávamos de pressa. Que poderíamos tomar banho juntos. O banheiro era amplo, e o clima era de pura combustão. Entrei no box de biquíni, brincando para que ele não me olhasse, mas seus olhos devoravam cada curva minha com uma fome ancestral.
— Esfrega minhas costas... — pedi, sentindo a pele arrepiar.
As mãos dele eram grandes e pesadas, deslizando com força sobre a minha pele molhada. O tesão subiu como uma maré. Quando chegou a minha vez de esfregá-lo, comecei pelas costas depois mandei ele virar e fui ao pescoço, descendo lentamente pelo tórax definido até o abdômen. Foi então que vi: a imensa rola dele estava quase estourando a sunga, um volume bruto que não aceitava mais ordens.
— Eu não aguento mais, Ninfeta... você está me deixando louco! — ele rugiu, me imprensando contra a parede fria do box.
Eu não pensei. Agarrei-o pelo pescoço e o puxei para um beijo voraz, sentindo o gosto do desejo proibido. Ele me levantou do chão com facilidade, segurando minha bunda gigante com as mãos firmes, e eu envolvi minhas pernas na cintura dele, sentindo aquela pressão colossal contra a minha intimidade.
— Tira isso... agora! — ordenei.
Ele libertou o monstro da sunga. Uma rola imensa, veiada e pulsante. Puxei minha calcinha para o lado e deslizei sobre aquele membro quente, sentindo-me preenchida até o limite. A água do chuveiro caía sobre nós, misturando-se ao suor e ao desejo. Ele me fodia com urgência, as estocadas profundas fazendo meus olhos revirarem. Ele cobriu minha boca com a mão para abafar meus gemidos, transformando o silêncio do banheiro em um campo de batalha erótico.
Em um movimento brusco, ele me virou de costas e me imprensou contra a parede. Empinei minha bunda monumental para ele, oferecendo o alvo perfeito. Ele entrou novamente, martelando minha bucetinha com um ritmo frenético, urrando no meu ouvido enquanto me possuía com toda a força de um homem que finalmente conseguira o que desejava.
No ápice, ele deu estocadas ritmadas e violentas, e eu senti a explosão. Ele gozou profundamente dentro de mim, inundando meu útero com seu leite quente. Quando ele finalmente retirou a rola, senti o sêmen escorrer lentamente pelas minhas coxas grossas.
Saímos do banho em silêncio, tentando recuperar a compostura. Mas, ao cruzarmos a porta, eu cruzei olhares com outro primo que nos observava de longe. Ele viu. Ele sabia exatamente o que tinha acontecido naquele banheiro.
Fui para a merenda com a bucetinha latejando e cheia de porra, mantendo minha pose de "santinha da família". Mas enquanto olhava para aquele outro primo, percebi que o segredo era uma moeda de troca perigosa... e eu estava mais do que disposta a pagar o preço para mantê-lo calado, mas essa fica para a próxima haha
