A casa estava silenciosa naquela noite quente de verão. Papai havia viajado a trabalho há dois dias, deixando apenas eu e ela — minha madrasta, Laura — sozinhas. Eu tinha 22 anos, ela 38, e embora sempre tivesse sido gentil e carinhosa comigo desde que se casou com meu pai, nunca imaginei que algo assim pudesse acontecer.
Acordei com um barulho suave vindo do corredor. Meu quarto ficava ao lado do dela, e a porta estava entreaberta. Levantei-me devagar, descalça, e caminhei até lá. O que vi me paralisou.
Laura estava de pé ao lado da cama grande, os olhos fechados, o corpo balançando levemente como se estivesse em transe. Ela era sonâmbula — eu sabia disso de ouvir meu pai comentar uma ou duas vezes —, mas nunca tinha visto. Estava completamente nua. A camisola fina que usava para dormir jazia amassada no chão. Seus seios cheios subiam e desciam com a respiração pesada, os mamilos escuros endurecidos. Uma das mãos deslizava devagar entre as coxas, os dedos esfregando o clitóris inchado em círculos lentos e úmidos. O outro braço envolvia o próprio corpo, apertando um seio. Gemidos baixos escapavam de sua boca entreaberta.
Fiquei horrorizada. Meu coração batia forte no peito, as bochechas queimando de vergonha. "O que diabos é isso?" Pensei em acordá-la, em gritar, em fugir de volta para o meu quarto. Mas meus pés não se moviam. Eu não conseguia parar de olhar. O jeito como os dedos dela brilhava com sua própria excitação, o som molhado e ritmado que preenchia o quarto... Era obsceno. Era errado. Era... hipnotizante.
Ela murmurou algo incoerente, virando-se devagar em direção à cama. Caiu de costas sobre os lençóis bagunçados, as pernas se abrindo naturalmente. Continuava se tocando, agora com mais urgência, dois dedos deslizando para dentro de si enquanto o polegar pressionava o clitóris. Seus quadris se mexiam contra a mão, o corpo arqueando. Eu estava parada na porta, respirando rápido, sentindo um calor traiçoeiro se espalhar entre minhas próprias pernas. "Não. Isso é minha madrasta. Isso é loucura."
Mas quanto mais eu olhava, mais o horror se misturava com algo perigoso. Meu corpo traía minha mente. Meus mamilos endureceram contra a camiseta fina, e uma umidade incômoda começou a molhar minha calcinha. Ela era linda. Sempre soube disso, mas agora, vendo-a assim, tão vulnerável e entregue ao prazer... eu queria mais.
Dei um passo para dentro do quarto. Depois outro. Parei ao lado da cama, tremendo. Laura virou o rosto na minha direção, ainda de olhos fechados, gemendo mais alto. Seus dedos saíram de dentro dela por um instante, espalhando os fluidos brilhantes pelas coxas. Eu não aguentei mais.
— Laura... — sussurrei, a voz rouca.
Ela não acordou. Em vez disso, seu corpo pareceu responder ao som da minha voz. Os quadris dela se ergueram levemente, como um convite inconsciente.
Sentei na beira da cama, o coração martelando. "Só vou ajudar um pouco. Só para ela parar de se machucar no sono." Mentira. Eu sabia que era mentira.
Minha mão tremia quando toquei sua perna. A pele estava quente, macia. Subi devagar até a coxa interna, sentindo o calor úmido irradiando dela. Laura soltou um suspiro longo, as pernas se abrindo mais. Eu me aproximei, deitando-me ao lado dela. Meu corpo colou no dela, peito contra peito. Nossas bocetas estavam próximas agora, o calor uma contra a outra.
Eu tirei minha camiseta e a calcinha rapidamente, o desejo vencendo qualquer resto de vergonha. Posicionei uma perna sobre a dela, encaixando nossos sexos molhados. O primeiro contato foi elétrico. Nossos clitóris se tocaram, escorregadios e inchados, e eu gemi baixo, surpresa com o prazer intenso.
Comecei a me mover devagar, esfregando-me contra ela em um ritmo de tribbing lento e profundo. Nossas bocetas se beijavam, os lábios molhados deslizando um contra o outro, o clitóris dela pressionando o meu a cada movimento. Era molhado, barulhento, delicioso. O cheiro de excitação feminina enchia o quarto.
— Ahh... — escapeu da minha boca. Laura respondeu com um gemido mais alto, o corpo ainda sonâmbulo, mas reagindo perfeitamente. Seus quadris começaram a se mover em resposta, encontrando os meus. Nossas coxas se entrelaçaram, pressionando com força enquanto eu acelerava.
Eu me apoiei em um braço e olhei para baixo. A visão era obscena e perfeita: nossas bocetas rosadas e brilhantes esfregando-se com fome, os clitóris inchados se roçando direto, sucos misturando-se e escorrendo pelas nossas bundas. Eu pressionei mais forte, girando os quadris em círculos, sentindo cada dobra dela contra cada dobra minha.
— Isso... assim... — murmurei, mesmo sabendo que ela não me ouvia. Mas seu corpo ouvia. Ela arqueou as costas, empurrando a boceta contra a minha com mais força. O atrito era perfeito, molhado e quente. Eu sentia o orgasmo se aproximando rápido.
Mudei um pouco a posição, abrindo mais as pernas para que nossos clitóris ficassem travados, esfregando direto um no outro. O tribbing ficou mais intenso, mais rápido. Nossos sucos faziam barulhos molhados a cada estocada de quadril. Eu segurei um de seus seios, apertando o mamilo enquanto me esfregava nela sem parar.
— Laura... você está tão molhada... — sussurrei, beijando seu pescoço.
O prazer explodiu primeiro em mim. Meu corpo tremeu violentamente contra o dela, o clitóris pulsando forte enquanto eu gozava, inundando nossas bocetas com mais umidade. Isso pareceu despertar algo mais profundo nela. Mesmo dormindo, Laura gozou logo depois, o corpo convulsionando, os gemidos altos enchendo o quarto enquanto sua boceta se contraía contra a minha.
Ficamos ali, ofegantes, nossas bocetas ainda coladas, pulsando devagar uma contra a outra. Eu me mexi levemente, prolongando o contato escorregadio, sentindo os últimos espasmos.
Só então, devagar, os olhos dela se abriram. Confusão, depois surpresa, depois um sorriso lento e cúmplice.
— Filha... — murmurou, a voz rouca de sono e prazer.
Eu não respondi com palavras. Apenas pressionei minha boceta contra a dela mais uma vez, recomeçando o tribbing suave. Ela não resistiu. Seus braços me envolveram e, pela primeira vez completamente acordada, Laura começou a se mover comigo, nossas bocetas famintas encontrando o ritmo perfeito novamente.
Papai só voltaria daqui a quatro dias. Tínhamos tempo. Muito tempo para "ajudar" uma à outra todas as noites.