Dia 2 – Sábado
Acordei com o corpo quente da Fernanda colado ao meu. Ela ainda dormia, respirando calmamente, usando apenas a calcinha do biquíni azul. Lucas já estava acordado, sentado na beira da cama, olhando pra ela sem disfarçar.
— Bom dia — ele falou baixinho, com um sorriso sacana. — Dormiu bem sabendo que sua namorada dormiu quase pelada entre nós dois?
Eu ri baixo e balancei a cabeça. Ele estava ainda mais solto agora.
Descemos para tomar café. Lucas não perdia nenhuma oportunidade. Toda vez que Fernanda se inclinava pra pegar algo na mesa, ele comentava:
— Porra, Matheus… como você consegue acordar todo dia com essa visão e ainda conseguir trabalhar? Eu já tinha largado o emprego.
Fernanda revirava os olhos, mas sorria. Dava pra ver que ela estava gostando da atenção descarada.
Depois do café, estávamos os três na beira da piscina quando Lucas teve a ideia:
— Hoje a gente vai pra praia. Mas tem uma condição. — Ele olhou pra Fernanda com aquele olhar malicioso. — Enquanto a gente estiver fora de casa, você vai ser minha namorada. O Matheus vai ser só o amigo solteiro que tá acompanhando a gente. Beijos, mãos dadas, abraços… tudo liberado. Topa?
Fernanda me olhou, surpresa, mas com um brilho de excitação nos olhos. Eu senti o coração acelerar.
— Topo — ela respondeu, mordendo o lábio.
— Perfeito — Lucas disse, satisfeito. — Então vai se arrumar, namorada. Quero você bem gostosa hoje.
Chegamos na praia por volta das onze da manhã. Assim que saímos do carro, Lucas assumiu o papel completamente. Pegou na mão da Fernanda e entrelaçou os dedos com os dela, puxando ela pra perto. Eu caminhei ao lado deles, me sentindo exatamente como ele queria: o amigo que sobrava.
— Porra, você tá linda demais hoje — ele elogiou em voz alta, sem se importar com quem ouvisse. — Essa bunda nesse biquíni tá me matando.
Fernanda ria, claramente envergonhada mas excitada com o jogo. Lucas passou o braço pela cintura dela, a mão espalmada na curva da lombar, descendo perigosamente perto da bunda enquanto andávamos pela areia.
Na água, ele foi ainda mais ousado. Entraram juntos, rindo. Eu fiquei na borda, observando. Lucas puxou ela pela cintura, colando o corpo no dela. Conversavam baixinho, ele falando coisas no ouvido dela que a faziam sorrir e corar. Em determinado momento, ele segurou o rosto dela com as duas mãos e a beijou.
Não foi um selinho.
Foi um beijo de boca aberta, demorado, com língua. Fernanda correspondeu, passando a mão no peito dele. Quando se separaram, ela estava ofegante. Lucas olhou pra mim com um sorriso vitorioso e falou alto:
— Que isso, Matheus? Sua “amiga” beija bem pra caralho, hein?
Eu só consegui sorrir, sentindo aquela mistura deliciosa de ciúme e tesão.
Depois de um tempo na água, Lucas teve outra ideia:
— Sabe o que eu vou fazer? Vou te dar um presente, gata. Vem, vamos comprar um biquíni novo pra você.
Fomos até uma das lojinhas de praia que vendiam roupas de banho. Lucas escolheu vários modelos e entregou pra Fernanda.
— Quero que você experimente todos. Na nossa frente.
Fernanda, vermelha, foi experimentando os biquinis enquanto esperávamos do lado de fora do provador.
Ele rejeitou os primeiros. Até que ela vestiu um micro biquíni vermelho extremamente cavado. O top era apenas dois triângulos pequenos que mal cobriam os mamilos, e a calcinha era fio-dental, deixando quase toda a bunda de fora. A frente era tão pequena que marcava perfeitamente o volume da sua buceta.
Lucas soltou um assovio baixo.
— Esse. Sem dúvida. Esse é o que eu quero ver você usando o resto do dia.
— Lucas… isso é quase nada! — Fernanda reclamou, rindo, mas girando devagar pra mostrar.
— Exatamente. É pra isso mesmo. Vira de costas.
Ela virou. A calcinha desaparecia entre as nádegas redondas. Lucas passou a mão na bunda dela sem vergonha, apertando de leve.
— Perfeita. Vou comprar esse. E você só vai usar esse agora, entendeu? Nada mais.
Fernanda olhou pra mim, buscando aprovação. Eu assenti, quase sem voz.
Ele pagou o biquíni e fez ela trocar ali mesmo, jogando o antigo na sacola. Quando saímos da loja, Fernanda estava usando o micro biquíni vermelho. Parecia outra pessoa — muito mais exposta, mais puta. Os seios grandes quase escapavam a cada passo, e a bunda estava praticamente toda à mostra.
Lucas passou o braço pela cintura dela novamente e falou no ouvido dela, mas alto o suficiente pra eu ouvir:
— Agora sim, namorada. Todo mundo vai saber que essa bunda é minha hoje.