Namorada submissa de outros machos (1ª experiência cuckold)

Um conto erótico de J Bastos
Categoria: Heterossexual
Contém 866 palavras
Data: 05/06/2026 10:59:58

João (fictício) à época 19, 1,70m, 70kg, físico forte porém nada exagerado, 17/18cm, cabelo moreno, branco, um sujeito normal.

Joice (fictício) 23 à epoca, magrinha, siliconada, extremamente branca, olhos claros, cabelos escuros longos e lisos, pezinho 37 com solas bem rosadinhas, coxas torneadas e uma bundinha de capa de revista, vestida escondia o ouro, pelada era uma top model.

Contexto: 2019, pandemia, eu tinha 19 e Joice 23, a reencontrei no tinder depois de muito tempo, estudávamos na mesma escola e nunca imaginei que futuramente teríamos um relacionamento, demos match, iniciamos um relacionamento e lá pelo 2º mês de namoro ocorreu essa situação.

Joice sempre demonstrou dominância sobre mim, ela controlava minhas amizades, mandava e desmandava em mim, a todo tempo eu a abraçava, massageava e beijava seus pés (até mesmo em público) eu literalmente demonstrava que ela era minha dona, eu amava isso (e achava que ela também), houve por algum tempo uma confiança tão grande entre nós que compartilhamos as senhas de nossas redes sociais um com o outro (guarde essa informação, ela vai voltar por aqui no decorrer da história).

Nosso sexo era convencional, eu sempre fui adepto ao BDSM, seja como submisso (que eu curto mais) ou como dominador, mas eu era muito tímido pra abrir isso para Joice. Normalmente nos pegávamos, eu a chupava até ela gozar depois ela me chupava um pouco (só o suficiente pra deixar meu pau babado pra entrar mais fácil) e aí transávamos até ela gozar denovo e eu depois dela. Demorei a perceber alguns detalhes, quando eu a tocava no pescoço, ou puxava seu cabelo ela ficava mais excitada, e com a mão na garganta dela ela ficava muito gulosa, mamava feito uma putinha, quando eu tocava ou beijava seus pés durante a relação ela murchava.

Com o passar do tempo os sinais ficaram claros, e comecei a introduzir meu modo dominador em nossa relação, submisso dela na rua, dono dela na cama. Acho que meu erro foi demorar demais pra explorar esse lado mais afundo e com mais radicalismo. Hoje entendo que ela tinha uma necessidade de ser radicalmente submissa entre 4 paredes.

Retomando o assunto das redes sociais, contas de Instagram, Facebook, tudo liberado dos dois em ambos os celulares (pensa numa dor de cabeça, mulher com ciúme de passado). Depois de meses com ela todo dia revirando minhas conversas de relacionamentos passados e trazendo briguinhas por ciúme bobo eu decidi dar uma checada nas conversas dela…

Contarei em três etapas:

I- O nerd sadomasoquista e minha namorada

A primeira conversa que me chamou atenção no Instagram foi de um tal de Renan, um cara magrelo, na realidade feio, chegando a ser até esquisito, estilo roqueiro, estatura baixa e magrelo, o clássico T.I., em suas postagens, guitarras, e coisas sobre programação. Fui primeiro nas mídias da conversa de Joice com ele, gag balls, coleiras, açoites, plugs anais, posts sobre relacionamentos mestreXescrava, fotos dele segurando outras mulheres na coleira, mulheres lindas, gostosas, de todos os tipos, patricinhas, modelos, loiras saradas naipe panicat, algumas deitadas no chão todas arreganhadas, ele com os pés nos rostos angelicais delas. Meu coração disparou num misto de raiva, ciúmes, porém incompreensivelmente eu estava em êxtase de tesão e curiosidade. Na conversa em si ele digitava mensagens como “quem é seu dono. Putinha?" E ela respondia em áudio gemendo "É o senhor mestre Renan". Ele mandava e ela obedecia, ele pedia fotos dela, ajoelhada em reverência, de quatro, com a boca aberta, fotos da bunda dela, fotos dos pés dela amarrados, ela fazia uma mega produção para atender as exigências dele, sendo que nunca tinha enviado um nudes pra mim. Tudo isso rolou quando já estávamos juntos, mas eram só conversas sexuais, eu sem saber já estava assumindo meu lugar como beta e aceitando que não abriria mão da minha deusa por conta disso. A conversa de antes do nosso período de namoro era ainda mais pesada, ela implorava em áudio à ele para ser comida, dizia que serviria ele como um rei, que faria questão de perder a virgindade anal com ele enquanto ele pisasse na cabeça dela como uma vadia submissa, mas como ele morava distante acredito que nunca tenha rolado. Em uma das conversas ela até propõe chamar uma amiga gata dela pras duas servirem a ele, disse que mesmo sendo hétero ela chuparia a buceta da amiga dela pra ele meter e lamberia os pés deles enquanto eles estivessem transando, ela não era digna de sentir prazer vindo dele, o prazer dela estaria em servi-lo da forma que ele quisesse.

Esse foi meu primeiro contato com essa sensação, que mais tarde descobri ser meu fetiche favorito o Cuckold, foi um misto de ciúme e tesão inexplicável, mas assim como Joice tinha prazer em servir, eu tinha prazer em satisfaze-lá, não abri pra ela que havia visto isso e comecei a pegar mais pesado com ela na cama, comecei a pisar na cabeça dela durante o sexo, bater na bunda dela com mais força, até comprei umas velas para uma seção de waxplay. Nossa relação sexual melhorou por um tempo mas senti que ela queria mais…

Continuarei com a parte II em outro conto.

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