Quando quero DAR O CU não tem HORA NEM LUGAR!

Um conto erótico de Leila
Categoria: Grupal
Contém 1104 palavras
Data: 05/06/2026 16:40:51

om dia, meus machos… aqui é a puta do cu famoso.

Olha essa foto que meu corno manso tirou. Eu tô no alto do morro, em Pontas de Pedras, litoral norte de Pernambuco. O sol queimando quase meio-dia, o mar verde-turquesa lá embaixo, o farol branco enorme atrás de mim. Eu de fio dental rosa minúsculo, aquele que mal cobre minha buceta e some no rego da minha bunda grande e empinada. O vento batendo no meu cabelo preto, o corpo todo suado da caminhada até aqui em cima. Eu paro, olho pra trás, puxo o fio dental pro lado com força e mostro tudo: minha bunda suada, brilhando, e meu cu marrom, gordo, já meio aberto de tanto tesão, piscando pro vento.

Eu adoro isso. Não tenho hora nem lugar. Quando a vontade bate, eu dou o cu. E naquele dia a vontade tava insana.

Chegamos os quatro: eu, meu corno Márcio (só serve pra filmar e segurar a câmera), e dois amigos meus — dois machos fortes, morenos, com rola grossa que eu já tinha provado antes. O sol tava castigando, meu corpo quente, suado, e meu cu com aquele cheiro forte, safado, que eu sei que vicia. Aquele cheiro de mulher no cio, de bunda usada, de puta excitada. Veja mais procurando na net por: Daniel REcife Anal entra nos resultados que ele escreve muito sobre mim e meus contatos.

Parei na beirada do morro, de costas pro mar, e puxei o fio dental pro lado de novo, abrindo bem a bunda com as duas mãos. Meu cu ficou totalmente exposto, piscando devagar, brilhando de suor.

— Quem quer vir cheirar meu cu primeiro? — perguntei, olhando por cima do ombro com cara de vadia.

Eles ficaram sem jeito. Era um lugar aberto, qualquer carro podia subir, qualquer pessoa aparecer. Mas o cheiro já tava subindo. O primeiro se aproximou, baixou a cara e enfiou o nariz bem no meio da minha bunda.

— Puta que pariu… que cheiro bom da porra! — gemeu ele, respirando fundo. — Esse cu tem cheiro de puta viciada mesmo.

O segundo não aguentou e veio também. Enfiou o rosto do lado e cheirou forte.

— Caralho, Selma… nunca pensei que ia gostar de cheiro de cu… mas o teu é foda. Tá forte pra caralho.

Eu ri, rebolando a bunda na cara deles:

— Lambe, caralho! Não fica só cheirando não, seus imundos. Enfia a língua nesse buraco nojento. Lambe fundo, filho da puta!

Os dois enfiaram a língua ao mesmo tempo. Um lambia meu cu, o outro minha buceta. Eu gemia alto, segurando a cabeça deles contra minha bunda suada. O sol queimando minhas costas, o vento batendo, e duas línguas me devorando ali, em público.

Meu corno só filmava, quieto.

— Tá gostando, corno? — gritei. — Olha como tua mulher é puta. Dois machos lambendo meu cu enquanto você filma como um idiota.

— Sim, amor… — ele respondeu baixinho.

— Cala a boca, porra! Só filma e aprende como se come uma mulher de verdade, filho da puta manso.

Eu tava molhada pra caralho. Virei pro primeiro macho, abri as pernas em pé mesmo e mandei:

— Me fode agora. Quero rola na buceta primeiro. Quero gozar na pica antes de dar o cu.

Ele não pensou duas vezes. Segurou minha cintura, apontou a rola grossa e meteu tudo de uma vez na minha buceta encharcada. Eu gritei de prazer:

— Aaaahhh porra! Isso! Mete fundo, caralho! Me fode como uma vadia!

Ele socava forte, em pé, debaixo do sol. Meu corpo balançava, peitos pulando, bunda batendo contra ele. O outro macho veio na frente e enfiou a rola na minha boca. Eu chupava babando, gemendo com a boca cheia.

— Olha isso, corno! — gritei entre uma chupada e outra. — Tua mulher tá sendo comida pelos dois buracos e você só filma. Que homem inútil!

— Ela é uma puta mesmo… — o macho que me comia na buceta falou rindo. — Olha como a buceta dela engole minha rola. Tá molhada pra caralho.

Eu me tocava enquanto levava socada, dedo no clitóris, suando, gemendo feito uma cachorra:

— Isso! Me fode! Quero gozar na buceta primeiro! Depois vocês vão arrombar meu cu!

O macho metia cada vez mais forte, segurando meus quadris. Eu sentia as bolas dele batendo, o suor escorrendo.

— Tá gostando, corno? — perguntei de novo. — Tá vendo como outro macho fode melhor que você?

Depois de uns minutos eu gozei gritando, pernas tremendo, buceta apertando a rola dele. Mas eu ainda queria mais.

— Agora o cu. Quero rola no cu agora!

Mudei de posição. Fiquei de pé, pernas abertas, segurei a bunda e puxei pra abrir. O primeiro macho cuspiu no cu e enfiou a cabeça grossa. Doeu pra caralho. Eu gritei:

— Aaaaiii porra! Tá abrindo! Mete devagar primeiro, filho da puta! Arromba esse cu!

Ele forçou. A rola era grossa demais. Meu cu queimava, esticava ao máximo. Eu suava frio, mas empurrava pra trás até sentir as bolas batendo. Quando entrou todo, comecei a rebolar.

— Isso! Soca! Me arromba! Quero sentir no intestino!

Ele metia forte, segurando meus cabelos. Meu cu soltava pum quente, ruidoso.

— Porra, puta! Tá peidando na minha rola! — ele riu.

— Peido o caralho! Eu tô quase me cagando nessa pica, porra! Mete mais! Arromba!

O outro macho revezava. Tirava, metia o dele. Meu cu tava cada vez mais aberto, vermelho, piscando, soltando pum e um pouco de sujeira enquanto eles socavam sem dó. Eu gritava de dor e prazer:

— Isso! Me fode como uma vagabunda! Arromba esse cu nojento! Vocês são machos de verdade, diferente desse corno que só filma!

Eles revezavam, quase brigando pra ver quem metia mais fundo. Eu tava delirando, bunda toda suada, cu destruído, peidando toda hora.

— Vou gozar! — um deles avisou.

— Na minha boca! Os dois! Quero porra com gosto de cu!

Eu me ajoelhei na terra quente. Eles vieram, punhetando as rolas sujas de cu. Eu abri a boca, língua pra fora. Os dois gozaram quase juntos: jatos grossos, brancos, quentes, caindo na minha língua, no meu rosto, com aquele gosto forte de cu misturado com porra. Eu engoli tudo olhando pra câmera, mostrando pro corno:

— Olha isso, corno. Tua mulher engolindo porra com gosto de cu alheio. E isso foi só o começo do final de semana… ainda vão vir mais três machos pra me foder.

Eu lambi os paus sujos até limpar tudo, sorri pro mar e pro farol, bunda ainda vermelha e aberta.

Se você tá lendo isso e ficou com o pau duro imaginando meu cu piscando no alto do morro… vem pra Pontas de Pedras. Eu tô sempre com vontade. Meu cu tá faminto por rola nova.

Um beijo cheiroso e safado

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