Depois de um dia inteiro de sol, flertes e tensão, voltamos pra casa no fim da tarde. Fernanda ainda usava o micro biquíni vermelho que Lucas havia comprado. Mal cobria o essencial e ela já estava mais à vontade com isso.
— Vamos pra uma balada hoje — Lucas anunciou enquanto tomávamos uma cerveja na piscina. — Quero ver minha namorada dançando bem soltinha.
Fernanda riu, mas concordou. Subimos para nos arrumar.
Eu estava no quarto terminando de me vestir quando Fernanda saiu do banho completamente pelada, o cabelo cacheado ainda molhado caindo nos ombros. Ela tinha um corpo absurdo: peitos grandes e pesados, cintura marcada, bunda redonda e coxas grossas. Pegou o vestido preto curto que ia usar e estava prestes a vesti-lo quando Lucas entrou no quarto sem bater.
— Matheus, qual é o nome daquela balada que meu amigo indicou mesmo? — perguntou ele, olhando naturalmente pra mim.
Fernanda soltou um gritinho baixo e tentou se cobrir com o vestido na frente do corpo, os braços cruzados sobre os peitos. Estava claramente com vergonha, mas não parecia irritada — só tímida.
Lucas fingiu não se importar nem um pouco com a situação. Continuou falando comigo como se nada estivesse acontecendo:
— Ah, lembrei… é o “La Plage”. Dizem que a música é boa e o whisky é barato.
Enquanto falava, ele deu uma olhada rápida e descarada para Fernanda. Ela estava vermelha, tentando se virar de lado, mas o espelho do quarto traía tudo.
Antes de sair, Lucas parou na porta, deu um sorrisinho e falou:
— Relaxa, Fernanda. Corpo perfeito desse não precisa de tanta vergonha não. Tá difícil pra caralho fingir que não tô vendo essa bunda toda marcada de biquíni… mas tô me esforçando. Por enquanto.
Ele piscou pra ela e saiu, fechando a porta.
Fernanda soltou o ar, ainda corada, mas rindo.
— Ele é impossível…
Chegamos na balada por volta das 23h. O lugar estava lotado, música alta, luzes piscando. Bebemos rápido e muito. Whisky, cerveja, shots. Em menos de duas horas já estávamos bem altos.
Lucas e Fernanda dançavam colados. Ele não tinha mais nenhuma vergonha. Beijava ela no meio da pista, apertando a bunda por cima do vestido curto. Fernanda, cada vez mais bêbada, foi se soltando. Correspondia aos beijos com vontade, enfiando a língua na boca dele, passando as mãos no peito e na nuca de Lucas.
Em determinado momento, os três sentamos num sofá reservado. Lucas puxou Fernanda pro colo dele. Ela sentou de lado, as pernas cruzadas, o vestido subindo bastante.
— Fala a verdade — Lucas disse no ouvido dela, mas alto o suficiente pra eu ouvir. — Tá molhada agora?
Fernanda riu, bêbada e safada:
— Tô… desde que você me beijou na praia eu tô melada.
— Porra, que gostosa — ele respondeu, apertando a coxa dela. — E o que você quer que eu faça com você amanhã?
Ela mordeu o lábio, olhou pra mim com os olhos pesados de tesão e falou sem filtro:
— Quero que você me foda gostoso enquanto o Matheus assiste… Quero sentar no seu pau e gemer bem alto pra ele ouvir.
Lucas sorriu satisfeito e a beijou com força, apertando um dos seios por cima do vestido. Fernanda estava irreconhecível — falava putaria sem vergonha, rebolava no colo dele, sussurrava no ouvido dele coisas como “quero chupar seu pau na frente dele” e “quero que você goze dentro de mim”.
Eu observava tudo, pau duro o tempo inteiro, sentindo aquele ciúme delicioso.
Voltamos pra casa por volta das 4h da manhã, os três bastante bêbados. No caminho, Lucas dirigia com uma mão na coxa da Fernanda, que ia no banco da frente. Ela não tirava a mão dele.
Quando chegamos, Lucas nem fingiu mais. Segurou Fernanda pela cintura, apertando a bunda enquanto subíamos as escadas. Ela ria, encostando o corpo nele.
No quarto, tiramos a roupa sem cerimônia. Lucas tirou a camisa e a bermuda, ficando só de cueca. Eu tirei a camisa também. Fernanda tirou o vestido e o sutiã, ficando só de calcinha fio-dental.
— Vamos dormir os três juntinhos hoje — Lucas disse, já deitando.
Fernanda deitou no meio. Lucas se encaixou atrás dela, fazendo conchinha grande, colando o peito nas costas dela e passando o braço por cima da cintura. Eu fiquei de frente pra ela, abraçando-a pela frente. Uma grande conchinha.
Lucas apertou a bunda dela contra ele e murmurou no escuro, rouco:
— Dorme gostosa… amanhã você vai ser bem usada.
Fernanda soltou um suspiro contente, o corpo quente entre nós dois. Demoramos a dormir, o tesão e o álcool ainda fervendo no sangue.