Meu Marido e Eu, Passamos o Sábado Inteiro Transando Com O Novinho do Sinal

Um conto erótico de Morena Casada
Categoria: Heterossexual
Contém 1401 palavras
Data: 06/06/2026 00:30:54

Abri os olhos devagar, ainda com a sensação gostosa do sono. O quarto estava claro, o sol entrava pelas frestas da cortina. Eu senti um movimento atrás de mim, um calor, uma pressão gostosa...

Quando eu fui me mexer, senti.

Plof... Plof... Plof...

Era o Juninho! Ele já estava acordado há um tempinho. Como eu tinha dormido virada, com a bunda toda colada nele, ele aproveitou, levantou devagar o meu quadril, encaixou aquela rola imensa na minha buceta já meio aberta e estava me comendo bem baixinho, bem devagar, só pra sentir, só pra me encher.

— Hmmm... bom dia, amor... — ele sussurrou quente no meu ouvido, sem parar o movimento. — Acorda princesa... o novinho tá aqui te esperando.

Eu não falei nada, só fechei os olhos de novo e aproveitei. Que sensação maravilhosa! Sentir ele me enchendo todinha, entrando e saindo com cuidado, mas com aquela grossura que só ele tem, me fazendo sentir viva logo pela manhã.

E o Ricardo? Ele estava lá na minha frente, dormindo que nem uma pedra, deitado de lado, boca aberta, totalmente alheio ao que estava rolando. Ele não fazia ideia que eu estava sendo comida ali, bem ao lado dele, pelo mesmo pau que ele tinha adorado levar na noite anterior.

— Gostosa... que buceta quente... — Juninho gemia baixinho, metendo mais firme agora, mas sem fazer barulho. — Ela me aperta tanto...

Eu já estava molhadinha, muito excitada. Ele me comeu assim por uns bons minutos, me provocando, me enchendo de carinho e de pau, até que ele começou a meter mais forte, mais decidido.

— Vou gozar, amor... vou encher você de leitinho logo cedo...

— GOZA DENTRO, FILHO... ENCHE A TIA... — eu sussurrei, mordendo o travesseiro pra não gritar e acordar o marido.

PUFT! PUFT! PUFT!

Ele parou tudo, encaixou fundo, e eu senti jatos quentes e gostosos enchendo minha buceta. Eu gozei junto, apertando ele todo, sentindo ele pulsar dentro de mim, uma delícia sem fim.

Ele ficou ali encostado, beijando meu pescoço, até que o Ricardo se mexeu e acordou bocejando.

— Nossa... que sono bom... — ele disse, esfregando os olhos, e depois olhou pra gente e sorriu safado. — Já começaram sem mim, né?

— Acorda, boneca Tem café e tem muito mais pra fazer hoje! — respondi rindo.

Nós levantamos, fomos pro banheiro, tomamos banho juntos, muita brincadeira, muita mão boba, e depois fizemos um café da manhã daqueles, bem forte, pra dar energia pro dia que ia ser longo.

Sentados na mesa, planejamos:

— Hoje nós vamos sair os três juntos, de boa. Vamos num shopping bem longe, onde ninguém conhece a gente, pra gente poder ficar à vontade. — falei.

— Bora! Eu quero andar de mãos dadas com a minha mulher mesmo! — Juninho disse, me puxando pra perto dele.

E foi assim que saímos.

Fomos ao shopping, um lugar grande, cheio de gente, mas ninguém nos conhecia. E a cena era engraçada e gostosa: Eu e o Juninho andávamos coladinhos, de mãos dadas, ele me abraçava pela cintura, me dava beijinhos no rosto, me chamava de amor. Eu parecia mesmo a namorada dele, a mulher dele.

E o Ricardo? Ele andava do nosso lado, tranquilo, sorrindo, parecendo só um amigo, um camarada, mas eu sabia que por baixo da calça ele estava duro só de nos ver juntos, de ver o homem da casa sendo o homem mesmo.

— Vamos no cinema? — sugeriu o Ricardo. — Tem uma sessão agora.

— Bora, mas não é pra ver filme não... — Juninho riu, apertando minha cintura.

Entramos na sala. Escolhemos o canto mais afastado, lá no alto, onde quase não tinha ninguém, na penumbra total. Mal as luzes apagaram, a festa começou.

Eu fiquei no meio. Um de cada lado.

O Juninho, do meu direito, já foi enfiando a mão por dentro da minha blusa, pegando meu peito, apertando, chupando meu pescoço com vontade. O Ricardo, do meu esquerdo, beijava minha boca, passava a mão na minha coxa, subia devagar, me deixando louca.

— Nossa bucetinha tá molhada, né? — Juninho sussurrou no meu ouvido, enquanto a mão dele já estava dentro da minha calça, dedando eu devagar.

— Toda sua, amor... toda sua...

Eu não aguentei. Baixei devagar, me escondendo pelas poltronas, e fui direto no colo do Juninho. Abri o ziper da calça dele, e aquela rola já estava dura, saltando pra fora.

— Chupa, amor... chupa esse pau que é seu...

Eu abaixei a cabeça e chupei com toda vontade. GLUP! GLUP! SLURP!

Chupei muito, fiz ele gemer baixinho na escuridão, chupei até ele não aguentar mais.

— VOU GOZAR! VOU BOTAR LEITE NA BOCA DA MAMÃE!

PUFT! PUFT!

Ele gozou muito na minha boca, eu engoli tudo, quentinho e gostoso.

Depois eu passei pro lado, pro Ricardo. Ele estava todo excitado, esperando. Eu chupei ele também, fiz ele gozar na minha mão, todo molhadinho.

Saímos do cinema, todos felizes, com cara de quem fez muita travessura. Fomos comer alguma coisa pra matar a fome, e depois eu olhei pra eles:

— E agora? Cansaram?

— De jeito nenhum! — Juninho falou. — Quero mais! Vamos num lugar bom, com conforto!

Decidimos ir num Motel Top, daqueles de luxo, com hidro, luzes, e principalmente com aquelas cadeiras eróticas, daquelas que você pode por em várias posições, pra brincar sem limites.

No caminho, claro que não deu pra segurar.

O Ricardo foi dirigindo de novo, sério na frente. Eu e o Juninho fomos pra trás. Dessa vez eu sentei no colo dele, de frente pro Ricardo, olhando bem nos olhos do meu marido enquanto eu cavalgava.

— ISSO! QUICA BEM GOSTOSA! — Juninho gritava, segurando minha cintura, me levantando e abaixando com força na rola dele.

Eu quicava, quicava muito, sentindo ele me encher todinha, vendo o Ricardo olhar tudo, se mexendo no volante, com a cara de tesão. Chegamos no motel com o carro todo cheirando a sexo.

O PARAÍSO DOS PRAZERES

Entramos no quarto. Que lugar incrível! Espaço grande, espelhos nas paredes, a hidro enorme no canto, e no centro do quarto, a famosa Cadeira do Amor, com várias regulagens, braços, apoios, perfeita pra qualquer posição.

— Nossa, que máquina do prazer! — Juninho falou, olhando tudo. — Vem cá, patroa. Vamos testar isso agora.

Ele me colocou sentada na cadeira, ajustou a altura, abriu minhas pernas e encaixou os apoios. Eu fiquei lá, totalmente aberta, totalmente exposta, esperando por ele.

Ele veio pra cima, encaixou o pau, e começou a meter. A cadeira balançava, ajudava no movimento, era perfeito! Ele me comia olhando no espelho, vendo a cena toda: ele, moreno forte, enfiando o cacete na branquinha, e o Ricardo ali do lado, de boca aberta, babando.

— ISSO! OLHA COMO ENTRA! OLHA COMO ELA ENGOLI TUDO! — Juninho gritava, metendo forte. PLAM! PLAM! PLAM!

Depois ele mudou a posição da cadeira, me deixou de quatro, inclinada, e chamou o Ricardo:

— Chega aqui, boneca. Agora é a sua vez. Segura ela aí que eu vou meter em vocês dois hoje.

O Ricardo ficou de lado, me abraçou, me beijou, enquanto o Juninho me comia por trás, e depois, sem tirar o pau de mim, ele foi massageando o cuzinho do Ricardo, preparando ele de novo.

— Vocês dois são meus... — ele rugia. — Minha mulher e meu marido.

Ele então tirou de mim e colocou no Ricardo, fez meu marido gemer igual uma putinha, rebolar e gritar muito alto, nunca vi o Ricardo gemendo tão fino e tão feminino igual esse dia, ele gemia demais, rebolava com uma vontade, pedindo mais e mais rola do Juninho.

Depois fomos para a cadeira, ele me comeu de todas as formas possíveis, me virou de lado, de pé, sentada, depois me levou pra hidro, onde a água morna deixava tudo mais gostoso, e nos amamos lá dentro, eu de pé, apoiada na borda, ele me comendo por trás, o Ricardo me beijando na boca, me dando o pau pra eu chupar enquanto recebia o cacete do novinho.

Depois foi a vez do Ricardo sentar com mais vontade do que eu, ele sentava com uma força que jogava água pra tudo que é lado, enquanto beijava minha boca e apertava meus peitos.

Foi um sábado inesquecível.

De manhã na cama, no cinema, no carro, na cadeira erótica, na hidro... O Juninho nos comeu muito, nos encheu de porra, nos fez gozar muitas e muitas vezes.

E o Ricardo? Ele estava mais feliz do que nunca, vendo a gente junto, participando, sendo usado e usando também.

Éramos três corpos, uma só alma, e muito, muito tesão.

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