Ola a todos os possíveis leitores deste conto, essa é uma história real, e algo maravilhoso que vivi um tempo atrás, para preservar a descrição, os nomes usados no conto serão fictícios, espero que gostem.
Me chamo Felipe, atualmente tenho 25 anos, mas na época em que esse conto ocorreu, estava no auge dos meus 17 anos, jovem cheio de tesão, que fazia tudo sem pensar nas consequências, ja tinha passado a época de patinho feio por assim dizer, então ja era um cara mais apresentável, cabelos loiros, olhos castanhos, e cavanhaque clássico, ja estava na academia, corpo sarado mas nada exagerado, ja tinha experimentando algumas mulheres e fetiches, mas o meu favorito sempre foi a podolatria.
Como moro em cidade pequena, acabou que minha família também se mudou para cidades aos arredores, e é ai q a história começa a ficar interessante, sempre fui próximo dos meus primos, que não são poucos, mas um em específico era mais chegado, vou chamá-lo de Lucas, Lucas era mais velho, enquanto eu tinha 17, ele ja estava beirando os 32, como ele morava em uma cidade próxima, cerca de 50km, era fácil e recorrente nos vermos, nesse tempo Lucas namorava uma menina mais nova, vou chama-la de Jéssica.
Jéssica era o clássico caso de mulher bonita mais nova, com o cara mais abaixo da média e mais velho, na época ela tinha 22 anos, e era uma das mulheres mais atraentes que eu conhecia, 1,65 de altura, loira branquinha dos olhos castanhos, cabelo liso, peitos médios e lindos, cintura fina e bunda arrebitada, pernas malhadas e perfeitas, e aqueles pés, meus amigos, só de lembrar me da água na boca, unhas médias na maioria das vezes em francesinha dedos perfeitos e aquelas solas rosas que davam um contraste com a pele branca, (caso queiram uma referência, ela e muito parecida com a LOIRA.FEET, tanto em corpo como nos pés).
Fazia tempos que eu reparava naquela Deusa, e sempre que podia, batia uma punheta pensando naquelas solas e o quanto eu gostaria de lamber cada centímetro daqueles pés, até que um dia a oportunidade bateu na porta.
Ao pegar umas férias, combinamos que eu iria passar alguns dias na casa deles, para curtir outra cidade e sair um pouco, Jéssica não trabalhava, ficava cuidando da casa enquanto meu primo estava no trabalho, então obviamente eu passaria mais tempo com ela do que com eles no geral.
Eu cheguei na casa deles em uma segunda feira, por volta das 08:00 da manhã, como meu primo saia cedo para trabalhar, foi a própria Jéssica quem me recebeu, quando ela abriu a porta, não pude deixar de notar, no pijama curto q ela estava usando, que nada mais era do que um short de tactel preto com listras nas laterais e uma blusa curta branca, como ela estava dormindo, saiu descalça e andou até o pátio e abriu o portão para que eu entrasse, e antes que eu pudesse notar algo, ela me abraçou forte e me cumprimentou com um beijo no rosto, ja tínhamos muita intimidade por ter bastante contato então até ai tava beleza, até eu olhar para aqueles pezinhos divinos, como ela estava dormindo e saiu rápido, ela acabou saindo descalça e a cada passo que ela dava, eu podia ver aquelas solas macias e rosadas que ficavam empoeiradas, meu pau ja começou a dar aquelas palpitadas na calça, mas aguentei o tesão.
Ela entrou e eu larguei minhas coisas no quarto de hóspedes e fui para sala, enquanto ela foi no banheiro e prendia o cabelo com a porta aberta.
Jéssica: - Fe, espera um pouco ai que ja eu vou arrumar o café pra nós tomar - ela falava enquanto ia se arrumando.
Só respondi com um "beleza" enquanto observava ela no banheiro na ponta dos pés com aquelas solas levemente marcadas pela poeira, meu pau começou a ficar duro novamente, e por um momento me perdi, quando ouvi ela falando:
Jéssica: - ta com fome?-
Eu: - to sim, sai sem comer nada, e não peguei nada no caminho-
respondi enquanto tentava disfarçar o pau duro.
Quando ela saiu, me ofereci para arrumar a mesa enquanto conversávamos, conversa vai e vem, e o dia se passou, meu primo não voltou para almoçar, e de acordo com ela, por trabalhar com uma transportadora, era normal ele nem aparecer em casa durante o dia, e chegar tarde.
Meu primo chegou por volta da 20:00, colocamos a conversa em dia enquanto Jéssica preparava a janta, inventamos de tomar umas cervejas e jogar vídeo game, como fazíamos antigamente, Foi ai que Jéssica decidiu entrar na brincadeira, ficamos tão empolgados com a bebida que por volta das 21:30 ja estavamos bêbados e alegres por assim dizer, foi quando Lucas se levantou tropeçando e falou que ia tomar um banho para depois jantar.
E la estava eu, jogando vídeo game sozinho com aquela gostosa, que já não tava em sã consciência, ela estava sentada em uma poltrona de frente para a TV e eu estava em uma de canto, foi quando dei a idéia de jogar uma partida rápido de mortal kombat.
Jéssica: - sério meu, eu jogo isso com o Lucas quase todo dia, tu vai ser esmagado - ela falou meio enrolando a língua .
Eu: - eu sou bom pra caralho nessa porra-
falei com a intenção de provocar mesmo, aproveitando que ela tava soltinha kkkk, e como vi que ela tava a vontade soltei:
Eu: - e digo mais, se tu me vencer nesse jogo eu beijo teus pés-
se ela desconfiasse no outro dia, eu teria a desculpa de estar bêbado e propor o desafio, mas pra minha surpresa ela rio e falou:
Jéssica: - trato é trato, mas tu vai se arrepender-
Nessa hora eu usei a desculpa de estar em uma angulo ruim e sentei no chão do lado da poltrona que ela esta sentada, e pude observar mais de perto, Jessica estava com aquele mesmo short do pijama, mas agora com um moletom em vez da camiseta, e usava umas pantufas pretas, que estavam com aquele cheiro delicioso de chulé feminino, ela estava com uma perna alçada, e fazendo dangling próximo do meu rosto, me distrai por uns segundos e voltei quando ela soltou em tom irônico:
Jéssica: - ué Fe, ja ta aceitando a derrota, ja ta até sentado no chão perto dos meus pés-
Eu: - Nada eu só to aqui pra jogar a sério- falei rindo
Jéssica: - É bom mesmo, pq vai ser ruim pra ti se tu perder, meu pé deve ta fedendo nessas pantufas-
ela falou enquanto balançava quase no meu rosto
Eu: - pode até ser efeito do álcool, mas não ta tão ruim assim- falei rindo com a intenção de provocar, mas nessa hora meu pau ja estava duro, e eu ja tinha decidido perder de propósito.
Jogamos três rounds, mas como esperado eu sai derrotado, e nem precisei forçar, ela até que jogava bem, agora era só pagar a punição, que pra mim seria a realização de um sonho, me ajoelhei na frente dela, Jessica largou o controle na mesa e me encarou com um olhar sério, ergui os dois pés ainda de pantufa no meu colo, ergui o pé direito e tirei a pantufa e cheirei, a sola estava quente e macia, aqueles dedos em escadinha com as unhas pintadas de francesinha eram perfeitos, a sola rosada dando o contraste com a pele branca estava com alguns fios do forro da pantufa, Jéssica me olhava enquanto eu observava aquele pé, então repousei ele de volta na minha perna e fiz o mesmo com o outro pé, ela ficou observando sem falar nada, então peguei os dois pés juntos e dei um beijo demorado em cada sola, enquanto eu beijava, talvez por sentir cócegas, ela apertava os dedos sobre meu nariz, aquilo foi maravilhoso, por menos de 2 minutos perdi a noção do tempo, quando terminei, ela tava sem reação, foi quando ela colocou os pés novamente nas minhas pernas e falou:
Jéssica: - Fe, eu não achei que tu fosse fazer isso cara, meus pés estão com chulé, e outra tu beijou logo a sola, achei que tu fosse beijar em cima-
Como eu vi que ela tava meio envergonhada, tentei ser o mais leve possível, apesar de estar nervoso e com o pau babando dentro da cueca:
Eu: - calma filha, não precisa ficar assim, teu pé nem tava com tanto chulé, pra falar a verdade eu até curti, não foi tão ruim- falei com sarcasmo pra quebrar o clima.
Foi então que meu primo saiu do banheiro, ela ja tinha se acalmado, talvez por estar sob o efeito do álcool
Jéssica: - amor, tu não vai acreditar, acabei com o Felipe no mortal kombat e ele teve que beijar meus pés-
Quando ela falou isso, eu soei frio, sem saber o que meu primo ia pensar, ou o que ele podia achar da situação.
Lucas: - nossa man, não acredito que tu perdeu, e ainda teve que fazer isso, ela tava até com chulé, mas como isso aconteceu- ele falou rindo, então deduzi que tava tudo numa boa.
Eu: - Cara ai é maldade, fala dela assim não, nem foi tão rim assim, só não fazia ideia que ela era boa em MK-
Lucas: - pior que ela é mano, jogamos quase todo dia-
Enquanto nós conversávamos, Jéssica estava lá com a mesma cara de quando eu beijei os pés dela, pensativa e observando a conversa, parecia até que o feito do álcool tinha passado, depois de uns minutos fomos comer, minha ficha começou a cair, eu tinha acabado de beijar os pés daquela mulher incrível, meu pau voltou a ficar duro, como ja era tarde decidimos dormir e eu ficaria no quarto de hóspedes, mas por estar muito quente eles falaram que era pra eu pegar o colchão e colocar do lado da cama deles, já que era o único quarto com ar, enquanto eu arrumava o colchão, Lucas foi fechar os portões e Jéssica foi dar comida pro cachorro.
Conversamos mais um pouco e decidimos dormir, a cama deles ficou colada na parede que era o canto que Lucas dormia, e Jéssica dormiria no canto próximo ao meu colchão, apagamos a luz e o Lucas ja estava roncando, ela se revirava na cama;
Eu: - ei, tu ta legal? -
Jéssica: - to sim, só me ajeitando pra dormir-
Eu: - vê se dorme quieta então e, se for levantar, não esquece que eu to aqui- falei com a intenção de provocar mesmo
Jéssica: - que diferença faz, pra quem ja beijou meus pés ser pisado não é nada- ela falou soltando uma risada baixa
Nessa hora meu sono foi embora, fiquei de pau duro na hora, o tesão era tanto que eu ja estava querendo cair de boca naqueles pés, ja tinha um plano estruturado, esperar ela dormir e aproveitar, mas tinha que evitar ser pego é claro, por volta da 01:00 da manhã eu ainda estava acordado, esperando o momento certo, quando olhei do lado do colchão vi aquelas pantufas, meu pau que tinha se acalmado já começou a reagir. Peguei uma delas em silêncio e comecei a cheirar, o cheiro dos pés daquela gostosa, era tudo que eu precisava, respirei dentro daquela pantufa como se fosse o meu último suspiro, aquele cheiro me deixou louco meu pau ja tinha deixado a cueca toda melada, olhei para o solado todo empoeirado e sujo com um pouco de terra, sem pensar muito dei uma lambida, aquele gosto de poeira com terra ficou na minha língua, só de pensar que aquele solado sujo que eu estava lambendo foi usado pelos pés daquela mulher, me deixou ainda mais excitado, era uma sensação nova, algo que eu nunca tinha experimentando antes, e eu precisava de mais, deixei as solas das duas pantufas brilhando.
Mas já não era mais suficiente, então fui para os pés da cama e ergui as cobertas, lá estavam eles, os pés da Jéssica estavam encolhidos, um por cima do outro, as solas estavam enrugadas e macias, e não tinham o mesmo cheiro forte das pantufas, meu coração estava acelerado, a sensação de ser pego, e aqueles pés estavam a cm de distância, criei coragem e dei uma lambida no calcanhar descendo lentamente pro meio da sola, ainda com a língua na sola, olhei para ver se ela tinha acordado ou sentido algo, mas ela nem se mexeu, fiquei mais confiantes e comecei a lamber mais forte, nesse momento eu ja não me importava mais em ser pego por ela, só não poderia deixar meu primo saber de nada, lambi no meio dos dedos, enfiava minha lingua no meio de cada dedo, Jéssica não deu nem sinal de acordar, a sola dela ja estava com uma camada de saliva, mas eu estava longe de parar, tirei meu pau para fora da calça, mas na posição que ela estava ficava ruim esfregar ele naquelas solas, então peguei uma das pantufas e encaixei meu pau dentro dela, e enquanto esfregava aquela pantufa nele, continuava passando a língua com mais intensidade naquela sola rosada, chupei os dedos um por um enquanto ia lambendo entre um dedo e outro, quando estava perto de gozar, senti um leve aperto e os dedos se mexendo de forma lenta apertando minha língua, gozei forte dentro da pantufa que ficou coberta de porra, achei que poderia ser pego se continuasse, então cobri os pes dela e voltei a me deitar como se nada tivesse acontecido, meu pau tava todo melado, mesmo assim não deixava de pulsar só de pensar no que eu tinha acabado de fazer, passou cerca de uma hora e meia e eu ainda não tinha dormido, sem acreditar no que tinha feito, nisso escuto barulho e finjo que estou dormindo, meu colchão afunda próximo da minha cintura, Jéssica tinha acordado, meio sonolenta, calçou a pantufa que eu tinha gozado e foi no banheiro, nessa hora eu pensei "fudeu, e se o pé dela ainda estiver com saliva? E se a porra na pantufa dela não secou?" Pensar nisso me fez gelar mas ao mesmo tempo me deu um tesão danado, mas pra minha surpresa, ela voltou, ainda meio dormindo tirou as pantufas e voltou a deitar, e assim se passou a primeira noite na casa do meu primo, mas ainda estava longe de acabar.
Vou encerrar por aqui, para não deixar este conto muito longo, mas pretendo postar mais partes dessa história, que por sinal foi incrível, logo trarei a parte 2.
