Descabacei o cuzinho do meu parceirinho gay - Parte 2

Um conto erótico de Alex
Categoria: Gay
Contém 2236 palavras
Data: 06/06/2026 09:47:09
Assuntos: Amigo, Gay, Hétero, Traição

Galera, curti demais escrever pra vocês aqui na página, e a pedidos, resolvi fazer uma parte 2 dessa putariazinha com meu amiguinho gay do trampo.

————————-

No dia seguinte, cheguei um pouco mais cedo na loja, o Ian ainda não estava lá. Fiquei um pouco preocupado com o lance dele e o namorado, ele falava sempre desse mano, sobre como ele era o “amor da vida dele”. Mandei mensagens na noite anterior mesmo ele tendo pedido pra não o fazer, pro corninho dele não ver e não desconfiar de nada.

Pouco tempo depois de eu chegar, vi o Ian de longe chegando, com a cara meio fechada. Logo que ele chegou no quiosque, ele deixou as coisas dele no armarinho que tem embaixo do nosso caixa. Ele não falou nenhuma palavra, até eu quebrar o gelo.

- E aí, bebê? Dormiu bem?

- Mano, o Lucas tá super desconfiado, eu nem fiquei sem roupa em casa, você fez um estrago em mim, Lex!

Ele estava com um ar diferente, me falou isso olhando com uma cara meio estranha. Eu olhei pra boca dele, voltei o olhar pros olhos, e disse:

- Ianzin, eu nunca fodi um rabo tão gostoso feito o teu! Eu tô apaixonado, lek! Kkkkk

- Lex, cê não tá entendendo. Meu cu tá todo dolorido, mano, não tô conseguindo nem sentar e ficar confortável. Meu namorado dormiu na sala, não tá nem falando comigo.

Ele disse isso com os olhos marejados, seu rosto pesou. Ele realmente estava mal com o que tinha rolado entre a gente. Improvisei algo, e falei:

- Mano, aquela erva que a gente fumou ontem faz isso mesmo, dá uma tara surreal, não fica se esquentando com isso, mano.

- Nem vem com essa Alex, eu já via você reparando na minha bunda, e eu não vou fingir que não tava doido pra você cobiçar ela mesmo. Mas isso não pode mais acontecer, eu não posso fazer isso com o Lucas.

Eu assenti com a cabeça, e comecei a organizar a vitrine. O Ian tava mesmo mexido com o fato de ele ter traído o namorado. Eu não entendia muito isso, porque eu vi o quanto ele tava adorando levar meu cacete naquele rabo, e eu sabia que ele mesmo ia querer mais. Modéstia à parte, meu pau é bem da hora, grande, de uns 20cm, mais escuro que a minha pele, bem veiudo e grosso, além de eu foder com vontade, do jeito que viadinho gama.

A parte da manhã passou meio estranha, Ian não falava muito, nossa interação tava se resumindo às coisas da loja. Desci pra lanchar, o shopping tava bem tranquilo hoje. Enquanto comia meu sanduíche, recebo uma mensagem do Ian. Quando abri, era uma foto, fiquei meio perplexo. Era o rabo dele aberto, de quatro, aquilo já fez todo o sangue do meu corpo ir pra minha pica. Na foto tava escrito: “só pra vc ver o estrago que vc fez véi”, e comecei a reparar. O cuzinho dele tava parecendo uma vagina, aberto verticalmente, como uma racha. Aquilo fez minha pica babar, mas eu ia seguir esse joguinho dele pra ver até onde ia, respondi:

- Caralho Ianzin, eu te machuquei, deixa eu ver pessoalmente, eu tenho uma pomada em casa que eu posso passar em você.

Não demorou nem dois minutos pra ele responder.

- Mano, tá bem dolorido mesmo, cê me rasgou, Lex.

Não respondi mais, terminei de comer, subi, e já cheguei olhando pra ele com cara de culpado. Ele me olhou de volta com uma cara meio de manhoso. Eu já sabia muito bem que aquela não iria ser a única vez que eu ia martelar aquela cucetinha. Meu jogo durou pouco, não aguento ficar fazendo essas ceninhas, já logo falei:

- Ian, eu curto demais você, sabe que te acho um irmãozinho, mas ontem, com você em casa, eu só conseguia ver uma fêmea precisando de um homem de verdade, e eu sou macho, não consigo resistir a uma putinha rabuda que nem você.

Ele me olhou meio perplexo, tentando continuar esse jogo, descaradamente, logo depois de me mostrar aquele cuzinho rosado, como se fosse inocente. Ele fez uma cara de inocente, e respondeu:

- Mano, eu…

Cortei ele antes de continuar.

- Mano não, Ianzin, vamos parar com essa conversinha. Você quer ser minha fêmea, e eu sei, cê nao pode abrir o rabo pra mim, deixar eu te traçar que nem uma cadela e vir com esse papo agora!

Ele fechou a cara, não respondeu, continuou mexendo nas coisas da loja, e foi assim o resto do dia. Ele evitava me olhar, quando eu falava alguma coisa com ele, apenas gesticulava com a cabeça. Aquilo já tava me enchendo o saco de verdade, como que eu tenho que aturar tiração de um viadinho porque ele deu o cu pra mim e agora quer fingir que não? Comecei a fechar a cara pra ele também. O dia passou, e perto do horário de saída, ele veio com cara de dó pro meu lado falando:

- Cê vai querer dar uma olhada nele?

Eu já sabia do que ele tava falando, a verdade é que aquela putinha tava doida pra cair na minha vara denovo. Eu respondi seco:

- Bora lá em casa.

Ele veio me acompanhando, sem falar nada. Chegamos em casa, eu mandei ele ficar de quatro denovo no sofá e abaixar as calças. Ele obedeceu sem titubear. Quando me virei, ele tava com os braços apoiados nas costas do sofá, com cara de manhoso, quase como se fosse chorar. Fui bem atrás dele, me abaixei, bem de frente com aquele rabo gostoso, abri aquela bundona branquinha dele e… lá estava… aquele cuzão delicioso, tava todo abertinho, avermelhado nas bordas. Não resisti, e dei um beijinho de alguns segundos, que foi respondido por um breve e baixo gemidinho. Olhei pra ele, que me encarava, e falei:

- Tá doendo, bebê?

- Muito, Lex. Tá ardido, como se tivesse machucado.

Ele falou com uma voz extremamente manhosa, com carinha de dor mesmo. Voltei meu olhar para aquela cucetinha que na noite anterior tinha engolido minha cara até o talo, ele tava piscando pra mim, reconhecendo a presença do dono dele. Aquele cuzinho já tinha me coroado o rei dele, e eu sabia que a cada piscada que ele dava em minha direção, era um pedido desesperado pela minha língua. Não fiz cena, lambi ele da base do buraquinho até o reguinho do Ian.

- Hmmmm, aí Lex!

Ele exclamou, agora com voz de putinha, bem manhoso, implorando pelo meu cuidado.

- Tá gostoso, Ian?

- Lex…

- Lex não, eu quero ver você desse jeitinho, manhoso, me chamando de papai.

Ele começou a tentar subir as calças irritado, eu impedi, e dei um tapa forte naquele rabo.

- Não aprendeu? Aqui, quando você tá só comigo, você é minha putinha, saiba que quando você vem aqui, eu sou teu dono, e você não passa de uma cadela querendo macho. Eu tenho toda paciência do mundo com um parceiro, mas agora que você quis virar minha putinha, isso acabou.

Ele me olhou meio assustado, mas reparei que tava de pau duro, ele tava adorando, mesmo que não conseguisse admitir. Continuei:

- Você quem quis vir aqui sabendo muito bem o que ia acontecer, você pode fazer essa cara de puta inocente pro corno do seu mano lá, mas aqui, você é tratado como merece de verdade, feito um buraco de brinquedo de mlk tarado, tá entendendo?

Meti outro tapão no rabo dele, e fiquei olhando esperando a resposta. Ele ficou com cara de assustado, dei outro tapa, que ele respondeu de imediato.

- Ai, que caralho Alex! Para com…

Meti outro tapa, ainda mais forte. Ele começou a chorar e falar:

- Tá bom, tá bom, papai!

Quando respondeu, comecei a chupar aquele cuzão. Os gemidos de dor, logo deram lugar àquele gemidinho de fêmea que ele fazia pra mim na noite anterior. Comecei a ficar louco de tesao outra vez, hoje aquele viadinho ia ficar arregaçadinho de verdade. Tirei o rosto do meio do rabo dele, e comecei a pressionar com o dedo indicador. O cuzinho dele nem fez resistência, engoliu meu dedo até o talo.

- Tá gostoso, Ian?

- uhum…

Ele respondeu quase como um gemido. Continuei tirando e penetrando aquele cuzinho com o dedo, e fui introduzindo o segundo. Eu tava viajando vendo aquele rabo imenso, engolindo meus dedos. Ele gemia extremamente manhoso, provavelmente em um misto de dor e prazer.

Comecei a chupar outra vez, quanto mais eu chupava, mais aquele cuzinho ia se abrindo pra mim, minha rola tava babando tanto, que tava escorrendo no chão. Chacoalhei aquele rabo imenso, levantei, e sentei bem do lado dele no sofá e disse:

- Agora vem cá, minha cadelinha, senta no colo do papai pra eu te dar carinho.

Ele veio, sentou no meu colo de frente, e já manjei aqueles peitinhos bicudinho do Ian, estavam avermelhados ainda, perguntei se estavam doendo, ele fez que sim com a cabeça. Dei um beijinho em cada mamilo, ele gemia baixinho, manhoso, como uma criança. Comecei a chupar os peitinhos dele como um filhote de bezerro, comecei devagar, mas quanto mais chupava, mais vontade me dava, comecei a chupar mais forte, minha pica latejava contra o cuzinho dele, que correspondia piscando. Sentia a cucetinha do meu amiguinho toda lambuzada já, minha pica deslizava enquanto eu o puxava pra mais perto, apertando os braços em volta das costas dele. Ele gemia sem parar, e começou a dar uma leve reboladinha na minha vara. Ele tava tão arrombadinho, que eu sentia o cuzinho dele dar umas leves mordidinhas na cabeça da minha rola. Aquilo tava me deixando maluco já. Agarrei ele ainda mais forte, e não resisti, comecei a beijar a boquinha carnuda e rosada do Ian, sentia o pau dele latejando contra meus gominhos já suados pelos amassos e excitação. Eu não precisei falar nada, ele deu uma leve inclinada pra frente, segurou minha vara com vontade, colocou na beiradinha do cu dele, e foi deslizando pra baixo no meu colo, até eu sentir o peso daquele rabo imenso nas minhas bolas. Dei um gemido espontâneo com aquilo, senti cada prega do Ian engolindo meu caralho. Ele ficou parado, me olhou, e ainda em silêncio, com cara de putinha safada, começou a rebolar lentinho na minha piroca. Eu estava em êxtase. Fiquei parado, com meus braços em volta dele, enquanto ele deslizava o quadril dele em volta da minha rola. Eu sentia que estava tão duro, que sentia meus batimentos pulsando na minha pica, e os do Ian abriam e fechavam aquele anelzinho quente em volta do meu cacete. Eu mal me mexi, ele rebolava lentinho, sem parar no meu colo, enquanto sentia o pau dele deslizando, todo babado na minha barriga. Ele começou a dar umas sentadinhas levemente mais fortes, gemendo baixinho, e me falou:

- Me engravida, papai, por favor…

Enquanto ele pronunciava aquilo, eu senti uma descarga intensa irradiando dos meus pés até minha cabeça.

- Ai, porra…

Comecei a jatar aquele cuzinho outra vez, delirei, revirei os olhos.

- Sua biscate, cadela…

Falei baixinho, enquanto meu caralho não parava de pulsar enchendo aquele cuzinho macio de leite. Senti também minha barriga toda molhada, ele gemeu baixinho também, e gozou na minha barriga toda. Ele deitou no meu ombro, sem mudar de posição. Desfaleceu.

Estávamos ainda em êxtase, a alguns minutos, imóveis, ofegantes. Meu pau ainda estava enterrado dentro do rabo do Ian, enquanto sentia escorrer leite de dentro do buraquinho dele. Estávamos nos recompondo, meu pau começava a dar mais sinais de vida, quando o celular dele começou a tocar. Era o forninho outra vez. O Ian atendeu, e logo falou:

- Lucas, eu já tô indo embora.

Ele simplesmente desligou, falou que precisava ir. Levei ele pro banho, comecei a lavar ele todo, enquanto ele fechava os olhos, fui passeando com as mãos, até chegar naquela bundona. Vi que o rabo dele estava bem vermelho, cheio de marcas da minha mão. Meu pau já tava durão denovo. Ele olhou, riu, e falou:

- Hoje não dá pra repetir mais, papai.

- Tudo bem, você tem que voltar pro corno, né?

Ri, ele ficou meio sério, acho que o tesão começava a dar lugar à culpa. Terminamos em silêncio. Meu pau não abaixava por nada.

- Da só mais uma mamadinha, Ian. Olha como eu tô.

Ele se abaixou, sorriu pra mim, e começou a me mamar muito gostoso. Ele mamava com fome. Bateu meu cacete na carinha, e falou:

- Me dá mais leitinho, papai.

Ele acelerou, me engolia até as bolas, intercalava com minhas bolas, colocava uma de cada vez na boca, enquanto batia uma pra mim e me olhava com cara de putinha. Não resisti, levantei ele, virei ele de costas, abri aquele rabo, e meti sem dó. Ele reclamava de dor, mas não tardou para os gemidos de putinha começarem. Ele tava gostando, “putinha gulosa” eu pensei. Meti forte, dei mais umas quatro jatadas quentes naquele rabo, me contorcendo, enquanto sentia aquele cuzão mordendo meu pau repetidamente, “ele gozou”.

Terminamos o banho, nós vestimos, e levei ele, novamente a um quarteirão da casa dele. Ele desceu da moto, me entregou o capacete de volta, e me mandou um beijo com cara de putinha. Dei a volta, e fui embora enquanto via ele de costas andando em direção à casa dele.

———————-

E aí seus putinhos?! Tão gostando? Comentem, ver o tesão de vocês é combustível pra mim! Beijo na beirola do cuzão de vocês!

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Gayroto a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários