**O Nariz da Maria**
Meu nome é Daniel. Tenho 34 anos e trabalho como engenheiro elétrico, viajando de van pelas periferias e interiorzinhos de Pernambuco. Conserto instalações elétricas, puxo fios, troco quadros de luz em casas simples de tijolo aparente. É um serviço quente, suado, mas me leva para lugares onde as mulheres são de verdade: corpo marcado pela vida, cheiro natural e tesão sem frescura. Para achar tudo meu, procure na net por: "Daniel Recife anal" e entre nos primeiros links.
Em Palmares eu conheci a Maria.
Ela devia ter uns 22 ou 23 anos. Pele clara cheia de sardas, cabelo preto liso caindo nos ombros, corpo de quem carrega peso e sobe ladeira: coxas grossas, bunda empinada e redonda, seios médios que balançavam naturalmente. Mas o que me pegou de jeito foi o nariz dela. Grande, carnudo, narinas largas e profundas, levemente arrebitado na ponta, salpicado de sardas e com uns pelinhos finos quase invisíveis nas bordas internas. Só de olhar já fiquei duro.
Os pais dela tinham viajado para Recife. Ela estava sozinha em casa. Entrei para consertar o chuveiro elétrico e, enquanto trabalhava, fui conversando. Joguei charme, elogiei o corpo dela, o sorriso tímido, o jeito caseiro. Aos poucos fui mostrando fotos e vídeos no celular. Comecei leve, depois abri o jogo: fetishes diferentes. Pés suados, sovacos, bundas sujas do dia. Ela arregalou os olhos verdes.
— Que nojo, Daniel… gente realmente faz isso? — perguntou, rindo nervosa, mas sem conseguir parar de olhar.
— Faz. E paga bem. Eu mesmo pago quando encontro alguém que topa — respondi baixinho, olhando direto para o rosto sardento dela. — E você tem um nariz que me deixou louco desde que entrei aqui.
Ela corou até o pescoço. Ficou quieta um tempo, mordendo o lábio inferior. Depois sussurrou:
— Quanto você pagaria?
— Duzentos reais agora. E faço tudo que eu quiser.
Ela aceitou. Trancou a porta da casinha simples. As janelas abertas deixavam entrar o vento quente do morro, cheiro de terra, limão e capim. Maria tirou o vestidinho florido devagar, ficando só de calcinha branca simples, já com marca de suor no fundo.
— Vira de costas — pedi, ajoelhando atrás dela.
Ela obedeceu, tímida, mas com a respiração acelerada. Puxou a calcinha pro lado e abriu um pouco as pernas. A bunda era perfeita: redonda, firme, com pelinhos finos escuros no rego. O cheiro veio forte, quente, animal — suor acumulado do dia inteiro, um toque ácido, terroso e íntimo.
— Tá podre, né? — ela disse, voz envergonhada. — Trabalhei o dia todo, nem tomei banho direito… deve tá fedendo pra caralho.
— Tá uma delícia — respondi, encostando o nariz bem no meio do rego quente. Inspirei fundo. O cheiro invadiu tudo: denso, suado, com aquele fundo doce-amargo de pele feminina. Meu pau latejava. — Porra, Maria… empina mais pra mim.
Ela gemeu baixinho e empinou a bunda contra meu rosto. Enfiei o nariz mais fundo, roçando a ponta nos lábios da boceta e subindo até o cuzinho. O cheiro era pesado, bizarro, do tipo que a maioria das pessoas acha repugnante. Pra mim era puro tesão. Lambi devagar, sentindo o sabor salgado, azedo e forte.
— Ai, Daniel… você tá lambendo mesmo aí? Tá fedido… eu sinto o cheiro daqui… que nojo…
— Tá gostoso pra caralho — murmurei, voz abafada contra a carne quente e suada. — Sabor forte, azedo, suado… exatamente como eu gosto. Continua empinando.
Fiquei vários minutos ali, cheirando fundo, lambendo o rego inteiro, enfiando a língua no cuzinho apertado enquanto ela tremia e gemia. A bunda dela suava contra meu rosto, o cheiro ficando cada vez mais intenso. Meu pau babava pré-gozo dentro da calça.
Levantei, tirei toda a roupa. Meu pau estava duro, grosso, veias marcadas. Sentei na cadeira de madeira da cozinha e puxei ela pra perto.
— Agora vem o que eu mais quero. Quero lamber esse seu nariz enquanto você me punheta.
Maria se ajoelhou entre minhas pernas, o rosto sardento bem na minha frente. Segurei a cabeça dela com as duas mãos e passei a língua devagar pela ponte do nariz, sentindo a pele quente, o sal do suor do dia. Desci para a ponta carnuda, lambendo em círculos, beijando, chupando de leve.
— Lambe mais fundo… — pedi, rouco.
Ela abriu a boca, colocou a língua para fora. Eu enfiei a minha bem dentro de uma narina, sentindo os pelinhos molhados roçando minha língua, o calor úmido lá dentro, o cheiro natural misturado com saliva. Era íntimo, pervertido, deliciosamente bizarro. Ela gemia enquanto eu explorava as duas narinas, lambendo o interior, chupando a ponta, beijando o nariz inteiro.
A mão dela envolveu meu pau. Começou lenta, depois firme, apertando a cabeça e espalhando o pré-gozo que escorria. Com a outra mão ela se masturbava por baixo da calcinha, os dedos fazendo barulhinho molhado.
— Tá gostando do meu nariz, Daniel? — perguntou, voz manhosa e excitada.
— Porra, é o melhor que já vi… quente, carnudo, com esses pelinhos lá dentro… quero gozar bem fundo nele.
Ela acelerou a punheta, gemendo alto. Eu alternava: enfiava a língua fundo na narina esquerda, sentindo a parede macia e os pelinhos, depois na direita, chupava a ponta toda. O cheiro da bunda dela ainda estava forte nas minhas narinas, misturado com o cheiro do rosto sardento.
— Me masturba gostoso, vai… continua se tocando — ordenei.
Maria gemeu mais alto, o corpo brilhando de suor. Os dedos dela voavam na boceta. Segurei a cabeça dela firme, encostei a cabeça inchada do pau bem na narina direita, molhada da minha saliva.
Não aguentei mais.
Gozei forte. O primeiro jato entrou direto no buraco do nariz, grosso e quente. Ela arregalou os olhos, mas não tirou. Continuei gozando, enchendo a narina, a porra escorrendo para dentro e pingando na boca aberta dela. Empurrei o pau um pouco mais, sentindo a ponta roçar os pelinhos internos enquanto o resto da gozada caía na língua e nos lábios.
— Puta que pariu… que gozada do caralho… — rosnei, tremendo inteiro.
Maria gemeu alto, os dedos voando na boceta, gozando junto comigo. O corpo sardento convulsionava. O nariz dela ficou todo melado de porra branca grossa, escorrendo pelas narinas e pela boca. Ela tossiu, riu nervosa, engoliu um pouco.
— Tá tudo melado… que loucura… — murmurou, ainda ofegante.
Fiquei ali, lambendo o resto de porra que escorria do nariz dela, misturando com saliva, beijando aquele nariz perfeito que tinha me dado um dos orgasmos mais intensos da vida.
Depois, enquanto ela se limpava um pouco, eu falei:
— Isso aqui é só o começo, Maria. Eu vou revelar muitos outros fetiches deliciosos e desconhecidos que as pessoas nem imaginam que existam. Nostrfilia, cheiros proibidos, sabores intensos, partes do corpo que ninguém valoriza… Tudo com detalhes reais, pesados e sensoriais. A partir de agora vou gravar, escrever e compartilhar tudo.
Ela sorriu, ainda com resquícios de porra nas narinas sardentas.
— Se você voltar… a gente pode fazer mais.
Eu voltei várias vezes.
E aquele nariz carnudo, com narinas profundas e pelinhos lá dentro, foi o início de uma viagem pesada, bizarra e viciante pelos fetiches mais escondidos do interior de Pernambuco.