Brincadeira com primos. O que sou? gay, homossexual, bi-sexual?

Um conto erótico de Amante Moreno
Categoria: Gay
Contém 1189 palavras
Data: 06/06/2026 14:39:47
Assuntos: Frottage, Gay, troca-troca

A tempos eu me pergunto, a qual categoria sexual eu pertenço? Eu não me considerou gay, afinal, não sou afeminado, gosto de mulher, gosto de buceta (e como gosto), mas eu também sinto desejo por homens. Mas eu não sinto atração a ponto de beijar homem, acho nojento, mas gosto de ver pau duro ejaculando. Dar o cú? Talvez, mas o que eu mais gosto mesmo é de ficar excitado vendo pau duro, e gosto de ver briga de espadas, esfregação de pau com pau, mão amiga, e por aí vai. Acho que gosto de sacanagem com outro macho. Mas tem que ser homem mesmo, não adianta ser gay, não gosto de afeminado. Mas é dificil achar homem (que gosta de mulher) e que queira fazer uma sacanagem com outro macho, mas sem a frescura de vestir de calcinha, queirar beijar ou esse tipo de coisa. Ou seja, fazer apenas sacanagem, bater punheta um pro outro, esfregar as picas uma na outra até gozar.

Acho que esse tesão que sinto foi porque minha primeira experiência sexual foi com outro homem, com meu primo, pra ser mais exato. E o pau duro é algo hipnótico, e diria até bonito. O pau tem um funcionamento mágico, ele fica mole e de repente ganha vida, cresce de tamanho, fica duro e empinado, ficar pulsando de tesão, é uma transformação poderosa. Tem algo de dominação, afinal, um pau duro parece querer deixar outro homem subjugado, submisso, seja pela disputa de tamanho, querando mostrar ser maior, ou pelo fato de que um pau duro, pela natureza dele, é quere entrar em alguém, seja uma buceta ou um cú de outro macho.

Acho que agora entendo o por que dos romanos cultuarem tanto o pau, a ponto de faziam estátuas de homens nus, não só romanos, acho que tem outras civilizações antigas que cultuavam o pau, mas não me lembro agora. Sei que os romanos era comum terem mulheres e também terem outros homens pra fazer sexo.

Na minha história, minha primeira experiência foi com meu primo. Não sei se foi algo bom ou se foi uma espécie de maldição, afinal, essa experiência apesar de muito prazerosa, me trouxe consquencia em relação a ter relacionamento com mulheres. Eu achava que era gay, ou que estava fazendo algo pecaminoso ou proibido, mas sabia eu que esse mundo era comum fazer o que eu fiz, principalmente quando era pequeno e que mais tarde vim a saber que tinha até nome: troca-troca. Até o ato de esfregar pau com pau também tinha nome: "frottage".

Mas enfim, meu primo que tomou a iniciativa, até hoje nunca perguntei pra ele de onde ele tirou essa idéia, afinal, quando somos garotos não saímos por aí querendo fazer sacanagem. Suspeito que, talvez, outro menino tenha feito isso com ele ou, talvez, ele tenha nascido com sacanagem mesmo, daquele tipo de menino que fica com a mão no pau o tempo todo porque sente prazer e os pais tem que ficar chamando atenção para tirar a mão de lá e, por um lado, formar outro trauma, afinal de incutir na cabeça do filho de segurar o pau é algo sujo e pecaminoso.

Acontece que meu primo tinha essa curiosidade e gostava de segurar meu pau por cima do shorts, sempre de forma escondida. Ele morava longe de mim, e me visitava de uma a no máximo 2 vezes ao ano. Às vezes eu visitava ele. Ambos morávamos em sítio, o que dava um tesão a mais na história, afinal, tinhamos o meio do mato pra fazer sacanagem. A gente brincava muito no meio do mato, principalmente no sítio onde ele morava, que era plantação de café. Lá a gente corria lavoura adentro até ficar longe de todo mundo e assim começar a esfregação, de passar a mão por cima do shorts, depois por baixo do shorts, até baixar o shorts não totalmente, acima do joelho, para que, caso alguem chegasse, fosse mais rápido de erguer o shorts e fingir que nada tinha acontecido.

Como explicar o tesão daquilo? Apesar de sermos do mesmo sexo, o tesão não acontece com sexos diferentes, ele simplesmente acontece. A gente sente que tá fazendo algo diferente, e como comos naturalmente curiosos quando pequenos, a gente quer continuar pra ver até onde aquela sacanagem acaba.

O coração começa bater forte, o pau fica duro em segundos, mesmo sendo pequenos e ainda não tendo pêlos ou testosterona, parece que o corpo já foi feito pro sexo e pro prazer. O coração bate tão forte que a gente consegue sentir ele batendo, mesmo parado, sem ter corrido ou feito exercício. A respiração fica mais ofegante, a gente fica doido de tesão, mas sem saber que é tesão ou se aquela sensação tem nome. Então ele baixa o shorts e pula pra fora aquele pau durinho, empinado , talvez nem fosse tão grande assim, afinal ainda éramos muito pequenos. Ele baixava meu shorts e, quase por instinto, a gente sabia que devia aproximar aqueles dois pintinhos um do outro. A gente era pequeno, brincava o dia todo, vivia suado, então os paus tinham um cheiro característico que ao lembrar me dá tesão. A gente não sabia o que fazer, a gente media os paus, encostava cabecinha com cabecinha, a gente segurana na cintura um do outro e esfregava os paus um no outro e sentia tesão, os paus só faltavam estourar de tão duro, e nem sabíamos o que era punheta.

O meu primo gostava de segurar meu pau, parecia ser médico, ficava apalpando, querendo sentir a textura, puxava o capa do meu pau pra trás, o máximo que podia, pra revelar a cabeça vermelha do meu pau, às vezes ele puxava tanto que até doía.

Mas a brincadeira, apesar de gostosa, durava pouco, porque a gente sempre tinha medo dos outros primos ou até mesmo um adulto pegarem a gente.

E a brincadeira ia melhorando. A gente corria pra dentro de um galpão de madeira, onde guardavam as sacas de café, a gente aproveitava brinca de esconde esconde pra se achar e fazer sacanagem.

A gente chegou até brincar de esconde-esconde dentro de casa, no escuro, e ele aproveitava pra ir me apalpando até segurar meu pau. Não sei como ele sabia que era eu pra fazer isso.

A gente até tomava banho juntos , se ensaboava e depois esfregava as rolas.

Acho que outras pessoas de nossa família já devem ter visto a gente fazendo sacanagem. O banheiro tinha uma abertura por baixo da porta em que, se alguem ficasse abaixado, dava pra ver a pessoa tomando banho. No meio do mato já teve uma vez de um adulto ver a gente de longe e perguntar; "O que estao fazendo"? E a gente disfarçava e fingia que não era nada demais.

Mas enfim, hoje sou casado, gosto muito de mulher, mas essa sacanagem mexe comigo. Mas parece que essa sacanagem fazia mais sentido quando a gente era inocente, pequeno, de fazer escondido, não sei se sentiria o mesmo tesão fazendo isso depois de adulto.

Alguém mais já passou por isso e ainda sente tesão de ver outro macho de pau duro?

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 3 estrelas.
Incentive MorenoAlto a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Meu amigo que recordações boas essas hemm, nossa brincar de esconde esconde lembrei do meu vizinho Luiz ele sempre vinha atrás de mim ficava esfregando o pau na minha bunda. Sou igual a vc curto amo mulher buceta mais não resisto de ver um pau poder chupar não curto dar o cu nem beijar na boca de homem..

0 0