Minha EX DE BUNDA.... e o marido rejeita essa RABADA.

Um conto erótico de Daniel
Categoria: Heterossexual
Contém 1564 palavras
Data: 06/06/2026 15:35:49

Eu me chamo Roberto e essa história é real pra caralho. Aconteceu há poucos dias e eu ainda tô com o pau latejando só de lembrar. Em meus outros contos de meu perfil, tem endereçompara meus vídeos e fotos com safadas casadas.

Eu tava na livraria do bairro, aquele lugar antigo de papelaria e livros usados no Recife, procurando uns materiais pra trabalho. O cheiro de papel velho e tinta misturado com o ar-condicionado fraco. Eu tava distraído olhando umas prateleiras quando meus olhos desceram e pararam ali: aquela bunda enorme, redonda, empinada pra trás enquanto ela se inclinava no balcão baixo, procurando alguma coisa nas prateleiras de baixo. A calça branca justa marcava cada curva, o tecido esticado brilhando no bumbum carnudo. Meu coração quase parou. Eu conhecia aquela bunda. Conhecia desde os meus 19 anos.

— Letícia? — chamei baixo.

Ela virou o rosto, os cachos escuros balançando, e aqueles olhos castanhos se arregalaram. Quarenta e seis anos e ainda linda pra porra. O corpo mais cheio, os peitos pesados, mas a bunda… caralho, a bunda continuava sendo a mesma obra-prima que me viciou.

— Roberto?! Não acredito… — Ela riu, aquele sorriso safado que eu nunca esqueci. Me abraçou forte, o corpo quente colando no meu por um segundo longo demais.

A gente começou a conversar ali mesmo, fingindo que era só reencontro inocente de infância. Cresci no mesmo bairro que ela. Começamos a ficar quando ela tinha 18 e eu 19. Ela era virgem de buceta, mas nunca fez questão. Desde a primeira vez que eu encostei o pau na bundinha dela, Letícia ficou louca. “Come meu cu, Beto… eu quero sentir tudo.” E eu comia. Todo dia, toda semana. Ela dava a bunda pra mim como se fosse a coisa mais natural do mundo. Depois eu descobri que não era só pra mim. Ela dava pra outros caras da faculdade também. Eu sofri pra caralho, mas não conseguia parar de querer aquela bunda. A gente terminou feio. Ela casou, eu segui a vida. Até agora.

— Você continua com a mesma bunda, porra — falei baixo, sorrindo. — Reconheci de longe.

Ela corou, mas os olhos brilharam. — Seu safado… ainda lembra, né?

A gente saiu da livraria e foi caminhando. Conversamos sobre a vida. Ela casada há 15 anos, marido executivo que viaja muito. “É um bom homem”, ela disse, “mas… tem umas coisas que ele não entende.”

Perguntei direto, brincando mas com tesão:

— E aí, ainda dá essa bundona pra alguém ou virou santa?

Letícia riu, mas baixou a voz:

— Não, Beto. Sou fiel. Mas tenho saudade pra caralho… Meu marido não curte anal. Acha nojento. Fala que é cheio de bactérias, vírus, fungos, que pode dar doença, que é loucura, que homem de verdade não gosta disso… Toda vez que eu tento, ele faz cara de nojo. Então eu fico quieta.

Eu parei, olhei pra ela.

— E você aguenta isso? Você que sempre foi louca pra dar o cu?

Ela mordeu o lábio.

— Sozinha eu me viro. Passo manteiga numa cenoura, enfio devagar, fico me tocando na buceta ao mesmo tempo… gozo pensando nos velhos tempos. Mas não é a mesma coisa.

Meu pau já tava duro dentro da calça.

— Eu tenho saudade daquele tempo, Letícia. Adoraria reviver.

Ela ficou em silêncio por uns segundos, depois sorriu maliciosa:

— Então vem pra casa. Meu marido tá viajando até domingo.

Fomos pro apartamento dela, classe média boa, vista pro mar, sofá confortável, quarto arrumado. Assim que a porta fechou, o clima mudou. Eu a abracei por trás, mãos cheias naquela bunda enorme.

— Deixa eu cheirar essa bunda primeiro.

— Beto… eu preciso tomar banho, tô suada do dia…

— Não. Eu gosto do cheiro natural. Aquele cheiro que só você tem. Lembra?

Ela hesitou, mas o tesão falou mais alto. Virou de costas, abaixou um pouco a calça branca junto com a calcinha, empinando aquela bundona branca e macia. O cheiro subiu forte: suor do dia, bunda morna, aquele aroma almiscarado, íntimo, deliciosamente sujo.

Eu ajoelhei ali mesmo no corredor, nariz enfiado entre as nádegas carnudas e inspirei fundo.

— Puta merda… tá a mesma coisa. Esse cheiro é inesquecível. É só seu, caralho.

Letícia gemeu baixinho:

— Seu nojento… filho da puta… sempre foi louco por essa bunda.

Passei a língua devagar, de baixo pra cima, sentindo o gosto salgado, o cuzinho enrugadinho pulsando. Ela tremia.

— Vai, Beto… lambe meu cu. Ele sempre foi seu.

Eu lambi com fome, enfiando a língua, chupando, fazendo barulho. Letícia rebolava devagar, gemendo. Depois fomos pro quarto. Ela tirou a roupa toda, ficou só com aquela bunda enorme exposta. Eu tirei a roupa também. Meu pau tava grosso, latejando.

Deitei ela de bruços na cama, abri bem as pernas. O cu tava apertadíssimo, quase virgem de tanto tempo sem rola de verdade.

— Vai devagar, Beto… tá muito apertado.

Passei bastante manteiga (ela mesma pegou da cozinha, rindo nervosa). Esfreguei na cabeça do pau e no cuzinho dela. Empurrei devagar. Letícia mordeu o travesseiro.

— Aaaai… caralho… tá maior que antes… tá rasgando minha bunda!

Centímetro por centímetro, eu entrava. O cu dela apertava como um punho quente. Quando enfiei tudo, fiquei parado, sentindo ela pulsar ao redor da rola.

— Respira, amor… acostuma.

Ela gemia alto, suando. Comecei a mover devagar. Saía quase tudo, entrava de novo. A manteiga fazia um barulho molhado obsceno. Letícia começou a se tocar na buceta, dois dedos rodando o clitóris.

— Isso… fode meu cu… eu tava com tanta saudade disso…

Acelerei. O quarto encheu de som de tapa de carne contra carne, os gemidos dela ficando mais altos. Ela gozou a primeira vez gritando, o cu apertando meu pau como se quisesse ordenhar.

— Aaaahhh porra! Tô gozando no cu!

Não parei. Passei mais manteiga, meti fundo. Ela rebolava, empinando, tomando tudo. Segunda gozada veio forte, ela esmurrou o colchão, mordeu o travesseiro até rasgar um pouco.

— Mais forte, Beto! Socaa! Engole minha pica com esse cu guloso!

Ela mesma começou a se movimentar pra frente e pra trás, empalando a bundona na minha rola. Eu segurava os quadris, ajudando o ritmo. A bunda tremia toda a cada estocada. O cheiro de sexo, suor e bunda enchia o quarto.

Tirei o pau de repente. Ela virou rápido, olhos vidrados de tesão.

— Deixa eu cheirar…

Abaixou e cheirou meu pau todo melado do cu dela, passando a língua, chupando com fome.

— Que delícia… cheiro do meu próprio cu na sua rola… tô louca…

Gozou só com isso, dedos na buceta, tremendo inteira.

Depois subiu de novo, de quatro, cachorra total. Empinou aquela bunda enorme e sentou de uma vez, engolindo tudo.

— Isso! Me fode como antigamente! Eu sou tua putinha de cu!

Eu metia forte, dando tapas naquelas nádegas que balançavam. Ela rebolava, girava, pedia pra eu ir fundo. Terceira gozada veio ainda mais forte, ela gritou tanto que pensei que os vizinhos iam ouvir:

— Tô gozando de novo! Meu cu tá pulsando! Enche essa bunda de porra, Beto!

Eu não aguentei. Segurei firme e gozei fundo dentro dela, jatos grossos enchendo aquele cu apertado. Letícia tremia, gemendo, o cu sugando cada gota.

A gente desabou na cama, suados, ofegantes. Meu pau ainda dentro dela, amolecendo devagar. O cu dela continuava piscando, vazando um pouco de porra e manteiga.

— Porra, Letícia… ainda é a melhor bunda do mundo.

Ela virou o rosto, sorrindo safada:

— Sempre foi sua. E vai continuar sendo. Meu marido não sabe usar, então você vai usar por ele.

Eu peguei o celular e tirei algumas fotos: a bunda vermelha, marcada de tapas, o cuzinho aberto e brilhando de porra. Ela deixou, rindo.

— Cuidado com essas fotos, hein… mas mostra pros seus amigos se quiser. Enquanto o corno tá viajando, a gente vai fazer muito mais. Final de semana inteiro com essa bunda só pra você.

Eu sorri, passando a mão na carne macia.

— Vai ser um final de semana inesquecível. E quem sabe a gente grava uns vídeos também… pra você lembrar quando ele estiver em casa te negando o que você mais gosta.

Letícia rebolou de leve contra minha mão.

— Eu quero. Quero dar essa bunda pra você sempre que ele viajar. Porque essa bundona foi feita pra ser comida. E você sempre soube como fazer isso direito.

A gente ficou ali, conversando, rindo, lembrando das putarias da juventude. Ela me contou que mesmo casada, toda vez que o marido viajava ela se masturbava pensando em rola no cu. Que a cenoura e a manteiga eram o consolo, mas nada substituía uma rola grossa arrombando fundo.

Naquela noite ainda comemos mais duas vezes. Uma no sofá da sala, ela sentada no meu colo, rebolando devagar enquanto assistíamos TV de fundo. Outra de manhã cedo, ela de lado, perna levantada, eu metendo preguiçoso enquanto o sol entrava pela janela.

Letícia 46 anos, casada, mãe, mulher de família… mas com aquela bunda enorme e gulosa que nunca perdeu o vício. E eu, o ex-namorado sortudo que reencontrou o tesão da vida.

Se o marido dela soubesse que enquanto ele viaja a trabalho, a esposa dele tá gemendo “come meu cu” pra outro homem… bem, ele que se foda. Quem não quer não merece.

Espero que tenham gostado da história. Foi tudo real. E nesse final de semana o corno ainda tá viajando. Vou fazer uma grande surpresa anal pra ela… e quem sabe gravo mais pra compartilhar com quem curte esse tipo de putaria.

Um abraço de Roberto.

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Comentários

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O homem que não come um cu de uma gostosa dessa não sabe o que é viver.. tá parecendo uma amiga que adora me dar o cu tbm...

Manda link da foto dessa gostosa aí cara

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