Negão arrombou meu cuzinho ( parte 6)

Um conto erótico de Larissa
Categoria: Heterossexual
Contém 1243 palavras
Data: 06/06/2026 15:49:39

Depois de tudo o que eu já tinha vivido, eu achava que conhecia meus limites. Mas quando Ronaldo entrou pela porta da minha casa, eu entendi que ainda não sabia nada sobre até onde meu corpo e minha mente podiam chegar.

Roberto tinha viajado para uma convenção que duraria quase uma semana inteira. Assim que o carro dele sumiu na rua, eu senti aquele vazio familiar — a buceta latejando, o cuzinho piscando de tesão, o corpo implorando por algo bruto, sujo, que me destruísse.

Foi no supermercado que eu o vi pela primeira vez. Um negão gigantesco, uns 1,90m de altura, ombros largos como uma porta, braços grossos cheios de veias, cara feia, nariz largo, testa franzida, olhar de quem não pede nada — toma. Ele estava pegando cerveja. Quando nossos olhos se cruzaram, ele me mediu sem vergonha. Eu estava de shortinho jeans claro bem curto e uma regata branca justa. Senti um frio na barriga e uma quentura imediata entre as pernas.

Ele se aproximou sem cerimônia:

— Tu é casada, né? — disse ele, olhando direto pro meu dedo. — Mas tá olhando pro preto aqui como se quisesse levar rola grossa.

Fiquei vermelha, mas não neguei. Respondi baixinho, quase tremendo:

— Meu marido viajou… tô sozinha em casa a semana toda.

Ele sorriu devagar, mostrando os dentes grandes:

— Então me passa o endereço, vadia. Hoje à noite eu vou te visitar. E prepara esse cuzinho, porque eu não vou ter pena.

Eu passei. E ele veio.

Assim que Ronaldo entrou pela porta, eu soube que aquela semana ia me destruir de prazer.

Ele era um monstro. Olhar bruto. Sem dizer uma palavra, ele me agarrou pela cintura, me levantou como se eu fosse uma boneca e me prensou contra a parede da sala. O cheiro dele era forte — suor de homem, que trabalha pesado, virilidade pura.

— Tu é bem menor do que parecia… — rosnou ele, enfiando a mão grossa dentro do meu shortinho. — E já tá encharcada, sua putinha branquinha.

— Meu Deus, Ronaldo… — gemi, tremendo. — Eu quero você me destruindo essa semana toda. Quero ser sua vadia, sua puta particular.

Ele riu rouco e me jogou no sofá. Quando tirou a calça, eu fiquei sem ar. O pau dele era uma aberração. Vinte e seis centímetros de rola preta grossa como meu antebraço, veias saltadas, uma cabeça enorme, roxa e brilhando. O saco era pesado, grande, pendurado, cheio de porra.

— Caralho… que pauzão lindo… — sussurrei, hipnotizada. — Nunca vi uma rola tão grande, tão grossa… olha só é do tamanho do meu braço…( disse colocando meu braço do lado do pau dele e fazendo comparação.)

Ronaldo segurou minha cabeça com as duas mãos e enfiou aquele monstro na minha boca. Eu engasgava, babava, lágrimas escorrendo, mas não parava de elogiar:

— Nossa olha o tamanho desse cacete gostoso… que grossura maravilhosa… eu adoro pica grande de negão… me fode a garganta, por favor… eu sou sua quenga…

Ele metia fundo, batendo as bolas pesadas no meu queixo. Eu chupava com devoção, lambia o saco grande e inchado, enfiando a língua entre as bolas enquanto gemia:

— Que sacão maravilhoso… olha o tamanho dessas bolas- parece bagos de cavalo-tão cheias de porra… eu quero tudo pra mim… me alimenta com essa porra grossa…

Ele me virou de quatro no sofá, cuspiu no meu cuzinho e enfiou a cabeça enorme. Eu soltei um gemido longo e alto:

— Aaaaihh… tá me abrindo toda… que rola grossa… arrebenta meu cu, Ronaldo… eu sou sua vadia… sua biscate… me castiga!

Ele meteu tudo, até o talo. A sensação era insana — ardor, pressão, prazer sujo. Ele começou a estocar forte, segurando minha cintura, batendo a barriga contra minha bunda com força.

— Toma rola de preto comedor, sua vadia casada! Enquanto seu corno tá viajando, tu tá aqui virando minha putinha obediente. – Quem manda em você? Eu respondia delirando... - Vc..Ronaldo...vc é meu homem...aaaaihh- Vc é meu macho...ai ai ai... e continuava:

— Eu adoro… eu amo pau grande de negão… me fode mais forte… eu sou uma vadia de preto… me usa como quiser!

Ele me fodeu por quase uma hora na sala. Quando gozou, foi algo absurdo: jatos grossos, brancos, abundantes, como se fossem três homens gozando ao mesmo tempo. Ele encheu meu cu até transbordar, depois tirou e gozou no meu rosto, cabelo e peitos. Eu estava melada, tremendo, completamente destruída.

Mas ele ainda não tinha terminado.

Segundo Dia – Total Submissão

Acordei com o pau dele batendo na minha cara. Ele me fez chupar de novo, lambendo o saco pesado enquanto ele gemia:

— Chupa essas bolas, vadia… isso… tu adora saco de negão, né? No café da manhã? né?

— Adoro… que sacão grande… tão cheio… quero beber muito leitinho quente de manhã...- Ah que delícia....

Ele me fodeu no banheiro, contra a pia, enquanto eu tentava escovar os dentes. Depois me colocou de quatro na cozinha e me comeu enquanto eu tentava fazer café. O cheiro de sexo misturado com café enchia a casa.

— Me arromba, Ronaldo… — implorava eu. — Eu sou uma quenga… uma vadia casada… me humilha… me trata como uma puta barata…

Ele batia com o pau pesado na minha cara, cuspia na minha boca, dava tapas fortes na minha bunda. No final da tarde ele me fez ajoelhar no chuveiro e mijou na minha cara, no meu cabelo, na minha boca aberta. Eu engolia, tremendo de tesão:

— Me mija toda… eu sou sua puta… marca seu território meu macho…

Ele me fodeu mais duas vezes naquele dia — uma na buceta, outra no cu. Gozou uma quantidade absurda novamente, enchendo meu cu e gozando no meu rosto.

Terceiro Dia – O Dia da Destruição Total

No terceiro dia ele estava insaciável. Me acordou metendo na minha buceta, depois me fodeu no sofá, depois no chão da sala. Eu elogiava sem parar:

— Que pauzão perfeito… nunca vi algo tão grosso… me enche de porra, por favor… eu amo ser puta de negão…

Ele me fez ligar pro Roberto enquanto metia devagar por trás. Enquanto eu falava com meu marido, Ronaldo segurava minha cintura e enfiava fundo:

— Oi amor… tá tudo bem por aqui… sim, tô com saudade… (gemido abafado) …não, tá tudo normal…

Roberto não desconfiou de nada.

Quando Ronaldo foi embora, na quinta-feira à noite, eu estava completamente destruída. Buceta e cu inchados e vermelhos, marcas de tapas pelo corpo todo, cheiro dele impregnado na cama, no sofá, no banheiro. Não tinha como esconder.

Quando Roberto chegou, eu estava com cara de destruída. Corri pra ele chorando e contei a mentira que tinha planejado:

— Amor… aconteceu uma coisa horrível… eu fui estuprada…

Contei tudo em detalhes: que um negão enorme invadiu a casa, me ameaçou, me bateu, me humilhou, me fodeu com força durante horas, me encheu de porra, mijou em mim, me chamou de todos os nomes.

Roberto ficou pálido, me abraçou, mas eu percebi algo estranho nos olhos dele. Uma mistura de choque… horror… e uma excitação doentia.

Ele me perguntou, com a voz tremula:

— Ele… te fodeu com força? Conta tudo pra mim… como foi… como era o pau dele… o que ele te obrigou a fazer…

Eu chorei (fingindo), mas respondi devagar, vendo que ele estava ficando excitado:

— Era enorme, amor… monstruoso… 26 centímetros… grosso como meu antebraço… ele gozava tanto… me encheu toda… me fez engolir… mijou na cara… me chamou de puta, de vadia, de casadinha safada…

Roberto respirava pesado. Percebi que ele estava duro.

A conversa estava só começando.

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Nossa casa comigo linda. Juros arrumo uma de 10 negoes assim, se for menos que 25 nao aceito. Chama telegram @ANDERSONAGUIARSP1977 tenho vídeos assim. Incesto, zoofilia vai amar

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