No sábado cheguei do serviço mandei mensagem pra Pâmela, mas ela falou que tinha planos com a família que não daria pra gente se ver, me mandou o contato da Luiza, com a seguinte mensagem “chama ela pra fazer algo, ela me chamou mas também não vou poder.”
Não queria ver a Luiza ficar sozinho com ela seria estranho, ela já tinha me forçado a chupar o pênis dela.
Comecei a organizar as coisas em casa, a casa já estava bem limpa e o quintal deu um pouco de trabalho, mas fiquei boa parte da tarde no carro da minha irmã, nossa como tinha terra e poeira, eu já estava morrendo quando terminei.
Minha irmã chegou, olhou tudo e ficou com um sorriso no rosto mas avisou que a gente teria uma visita à noite, iria vim um homem em casa. Eu não queria ouvir ela transando que certamente eu iria me masturbar.
“Eu acho que eu vou sair.”
“Sair para onde? Com quem? Não vamos fazer barulho, pode ficar no seu quarto.”
“Eu não quero ouvir vocês fazendo sexo, e se eu ficar com tesão não quero me masturbar.”
“Vai ser melhor pra você então.”
Sem escolha e sem amigos, liguei para a Luiza, ela me chamou para ir no shopping com ela.
Ela estava com uma blusinha onde os faróis marcavam e um shortinho curto mostrando a poupa da bunda, nossa que mulherão
“Não acredito que você me mandou mensagem.” ela falou.
Fiquei morrendo de vergonha e a gente andou juntos por um bom tempo, depois comemos.
“Você quer assistir um filme ou sair pra beber?”
“Você que manda.”
Luiza com um sorriso no rosto, “vamos beber!”
Saímos do shopping de carro e até o destino era estranho, me sentia confortável e mais ainda com vergonha, um frio na barriga e me perguntava: e se as coisas saíram do controle?
Ela parou o carro numa adega, pegamos um gin de 10 cada um e saímos, Luiza me levou para uma pracinha, até que era legal o lugar.
Ficamos conversando e bebendo ela me perguntou. “Quantos você pesa?”
“Uns 72 kilos eu acho.”
“Eu pego 68 quilos na elevação de quadril, mais 10 da barra, acho que é 78.”
Eu não entendo nada de academia, então achei um absurdo aquele peso.
“Moça bonita não deve mentir.”
“Ah, você não acredita.”
“Não mesmo.”
Ela sentou no chão com as costas apoiadas no banco, com as pernas esticadas para fora.
“Normalmente a barra fica no meu colo, mas vem senta aqui já que você está duvidando.”
“Você quer que sente no seu colo?”
Ela está com um sorriso “vem senta no colo da mamãe.” Ela falou brincando.
Olhei pro lado morrendo de vergonha, não tinha ninguém, tomei coragem e sentei no colo dela. Estava de costas para ela, mas quando sentei eu senti a sua tromba na minha bunda, ela segurou a minha cintura.
“Pronto?”
“Sim.”
Foi quando ela impulsionou o corpo pra cima num movimento suave, os meus pés saíram do chão.
“Põe seus pés em cima da minha perna.”
Eu fiz como ela mandou, eu vi a diferença como ela era musculosa, meu corpo desceu um pouco, a minha bunda esfregava naquele pênis gigante, ela repetiu o movimento com o meu corpo suspenso, como ela era forte, fez aquilo umas 10 vezes como se não fosse nada, ela ainda conseguiu trazer o corpo dela para sentar no banco comigo no colo.
“Ual como você é forte.”
Ela ficou com um sorriso no rosto.
“Olha a minha perna ficou a marca da sua mão você segurou muito forte, estava com medo?”
“Eu não queria cair, mas foi uma sensação boa.”
“Quer tocar?”
Eu olhei para suas pernas grossas, foi quando ela puxou o short ajustando o seu pênis que tinha ganhado um volume, eu fui com a mão na sua coxa, ela flexionou para mostrar os músculos.
“Você tem um corpo incrível.”
Ela ficou rindo me olhando.
“Porque vocês homens fazem isso?”
“Fazemos oque?”
“Me come com os olhos, me dá elogios e não faz nada.”
Dei uma engolida seca, eu estava tentando ser o mais simpático e natural, não tinha percebido isso.
“Na academia tem aqueles machos idiotas que fazem a mesma coisa, parecem que estão com o tesão reprimido.”
Fiquei em silêncio.
“Aquele dia você me chupou, não foi legal?”
Fiquei morrendo de vergonha porque não queria chegar nessa conversa.
“Eu gostaria de um boquete antes de dormir e tenho certeza que você também, não significa nada para ambos, só um alívio.”
Eu só tentava não olhar para aquele volume gordo no meio de suas pernas, mas parecia inevitável.
“Luiza!”
“Você consegue se chupar sozinho?”
Era impossível de se chupar sozinho.
“Não consigo.”
“Quer que eu retribua o favor daquele dia?”
“Luiza.”
“Eu sei que você deve estar sorrindo por dentro e com vontade.”
Eu dei um sorriso.
“Tá vendo como eu tenho razão.”
“Você quer me chupar aqui?”
“Qual o problema, eu sei que não sou a Pamela, é porque ela não tem um pau? OU O PROBLEMA É EU TER UM PAU MAIOR QUE O SEU?”
“Porque se tá assim.”
“Só tô fazendo uma observação, uma observação verdadeira, aliás.”
“Não tem nada a haver com a Pamela.”
“Ah você me parece um idiota agindo assim.”
Me sentei tentando me acalmar.
“Você tem razão.”
Fiquei em silêncio, eu procurava palavras mas não achava, Luiza começou a fazer carinho no meu cabelo, eu coloquei a cabeça no seus peitos grandes e duros, eu apertava a minha cabeça querendo amassar eles, ouvi um suspiro de Luiza, dei um abraço nela e peguei na sua bunda grande, ficamos em silêncio, eu me levantei com mão na sua bunda, ela passou a mão nas minhas costela e foi até barriga e abaixou a mão pegando no meu pau.
(Como aquele convite do boquete seria bom) eu pensei, fiquei em silêncio respirando fundo, foi quando ela pegou o meu dedão e chupou, fiquei morrendo de tesão, como ela era grande mesmo se quisesse beijar ela teria que se inclinar, mais essa vontade de beijo se passou quando senti a sua mão abrindo a minha calça, meu pau duro passava uma energia vem me chupar, estava tão duro.
Ela tirou ele pra fora e ficou me masturbando enquanto eu pegava na sua bunda, foi quando ela ficou de joelhos e eu senti a boca me chupando, ela chupava diferente de tudo que eu simplesmente senti, um boquete como se fosse um abraço de sua boca e molhado.
Ela chupou com tanta vontade que eu simplesmente gemia enquanto acontecia e tudo foi muito rápido um boquete que não demorou mais que 3 minutos, eu simplesmente não estava aguentando, ela fazia uma sucção na cabeça do meu pau e a sensibilidade era enorme.
“Eu vou gozar.”
Ela continuou chupando até encher a boca dela com o sêmen, ela chupou até a última gota e cuspiu na grama ao lado, eu ainda ofegante.
Ela voltou e colocou o meu pau dentro da cueca amolecendo e fechou a minha calça.
“Você gostou?”
“Sim, foi o melhor da minha vida.”
“Viu! Não sei porque aquele drama todo.”
“É você tem razão.”
Ela bebeu um gole da sua bebida e o resto do copo jogou fora, eu conseguia ver o pênis dela estava tão duro que parecia uma camisa de força em um louco se debatendo para sair.
“Você quer um boquete?” eu perguntei.
Ela me olhou.
“Não, agora estamos quites, mas quando você quiser um boquete pra ajudar a dormir, vai ter que retribuir o favor.”
“Justo.”
Ela riu.
“Você quer carona ou consegue ir embora sozinho?”
“Ah eu me viro.”
“Tá bem então.”
Ela veio até mim e me deu selinho e um abraço, eu senti o pênis dela tocando a minha barriga, aquilo era demais pra mim.
“Se cuida.” ela falou e foi até carro e foi embora.
Me sentei no banco me perguntando (que merda acabou de acontecer e porque foi tão bom?)