Escravo virtual do mestre Douglas

Um conto erótico de Escravo 21
Categoria: Homossexual
Contém 8413 palavras
Data: 06/06/2026 17:34:01

Todos nomes usados neste conto são pseudônimos!

Olá, meu nome é Paulo tenho 27 anos eu sou o escravo numero 21, e só encontro pessoalmente com meu mestre algumas vezes no ano, porém eu tenho que seguir suas ordens, sejam elas vindas dele por mensagens ou quando fazemos chamadas de vídeo.

Eu conheci meu mestre Douglas(39 anos) em uma rede social online que foi criada justamente para que pessoas com fetiches parecidos encontrassem umas com as outras. Claro que eu nunca imaginava que eu encontraria de verdade alguém que iria se interessar por mim lá, eu acabei criando uma conta naquele lugar só porque eu queria ver fotos e vídeos de outras pessoas vivendo e aproveitando o que eu achava que poderia acontecer só na minha imaginação. Havia se tornado basicamente um ritual toda manhã e noite eu checar as novas fotos e vídeos das pessoas que eu estava seguindo e bater punheta me imaginando no lugar dessas pessoas.

O que mais me atraia a atenção era ver outros homens parecidos comigo sendo dominados e obrigados a servir seus mestres e donos. Ver um homem como eu ser dominado me deixava todo duro e desejando ser fodido sem piedade. Um dos meus vídeos preferidos que eu vi naquele site tinha sido de um homem em uma jaula. Ele estava quase completamente pelado, ele era um pouco gordinho e a jaula parecia pequena de mais para ele já que ele não conseguia se mover lá dentro e era obrigado a ficar encolhido de quatro, esse homem usava uma cueca de couro que deixava a bunda dele exposta com apenas a virilha dele estando tendo um volume que eu imaginava que era por causa que o pau dele devia estar duro de baixo da cueca. O homem que estava segurando a câmera caminhou em volta da jaula e deu umas risadas olhando para o escavo e se abaixou para ver o "rosto" do escravo. Não era possível ver o rosto já que ele estava usando um tipo de capuz de couro que estava conectado com uma coleira grossa que não permitia que o escravo movesse a cabeça para os lados.

O homem segurando a câmera deu uma risada ouvindo o escravo gemer e então disse algo em uma língua que eu não entendia, eu acho que era alemão ou algo parecido, o escravo então gemeu mais e o homem riu e falou algo a mais e finalmente colocou a câmera apoiada em um lugar no qual daria para o ver tirando seu escravo de dentro da gaiola. O homem parecia ser bastante maduro, e seu corpo mostrava isso, ele estava sem camisa mostrando com orgulho seu corpo torneado e os pelos em seu torso e braços, mais a baixo ele estava vestindo uma calça de couro e botas que pareciam militares. E ele tinha um sorriso safado no rosto e que me fez ficar morrendo de inveja do escravo que estava na jaula. O homem pegou uma chave que estava pendurado e um colar que ele usava e destrancou a porta da jaula e puxou o escravo para fora segurando ele por uma argola que ficava na coleira grossa em seu pescoço. Por conta do capuz o escravo não podia ver, então ele se moveu com cuidado, até estar totalmente fora da gaiola. O homem dominante então deu um puxão para cima, fazendo o escravo ficar de joelhos e puxou ele para mais perto esfregando o rosto encapuzado do escravo na virilha dele. De novo o homem dominante falou algo e o escravo gemeu parecendo concordar com o que o seu mestre havia dito. O homem então moveu as mãos na cabeça encapuzada do escravo e então começou a desafivelar algumas tiras de couro que estavam conectadas no capuz do escravo e com isso a mordaça que estava na boca do escravo saiu para fora mostrando que o escravo estava chupando uma mordaça em formato de rola e ela estava toda babada, e o escravo colocou a língua dele para fora pela abertura de anel metálico que havia ficado exposta no capuz agora que a mordaça de rola não estava mais o mantendo em silencio. O escravo ficou com a boca aberta e a língua para fora como se estivesse esperando por algo. O mestre deu um tapa no rosto do escravo e então o mesmo se apequenou um pouco mais e começou a implorar por algo, o homem dominante então finalmente disse algo depois do escravo ter se humilhado implorando por algo o homem abriu o zíper da calça de couro dele e seu pau enorme pulou para fora. O escravo não podia ver mas sentiu quando o seu mestre segurou sua cabeça e então empurrou o seu pau enorme para dentro da boca do escravo o fazendo engasgar e mais baba escorrer de sua boca, mesmo pego de surpresa o escravo começou a chupar parecendo desesperado para ter o leitinho quente de seu mestre fluindo dentro de sua garganta. E alguns minutos depois o mestre havia gozado e encheu o escravo de leitinho. Quando ele puxou o pau para fora um pouco de sua porra escorreu para fora caindo no chão e em suas botas. Com apenas uma palavra o escravo se abaixou e começou a lamber o chão e as botas de couro de seu dono sem reclamar ou choramingar.

O vídeo acabou com o escravo sendo colocado de volta em sua jaula apertada e estando com um pouco de porra escorrendo pelo queixo dele, e eu havia gozado umas quatro ou cinco vezes quando assisti esse vídeo pela primeira vez, e até salvei ele no meu computador pois esse vídeo me deixava excitado pra porra, mesmo não sendo a primeira vez que eu havia visto algo daquele tipo, eu apenas sentia uma inveja daquele escravo que eu não conseguia descrever. Eu queria estar no lugar dele, eu queria estar usando aquele capuz que escondia totalmente minha identidade, eu queria ser humilhado e dominado totalmente ao ponto de permitir que outro homem me prendesse em uma jaula, eu queria chupar um pau enorme enquanto o meu pauzinho tinha que ficar escondido dentro daquela cueca que deixava o cu do escravo exposto caso o verdadeiro homem quisesse fuder o escravo por trás.

Ter visto este vídeo e desejado estar no lugar daquele escravo que finalmente me fez finalmente decidir me expor um pouco mais naquele site. Meu perfil era bastante vazio, só tinha meu nome, mas nenhuma imagem minha ou uma biografia ou algo do tipo, então eu comecei a enfeitar meu perfil um pouco mais, postei algumas fotos minhas a principio cobrindo meu rosto pois eu tinha vergonha de ser reconhecido, mas depois de um tempo eu percebi que a chance de alguém me reconhecer seria bastante baixa já que não parecia ter ninguém da minha cidade com uma conta lá, havia algumas contas de pessoas que moravam em cidades próximas, mas como eu moro mais no interior ninguém era da minha cidade e isso foi uma maldição e benção. Maldição pois significava que eu não encontraria um mestre onde eu morava e benção pois eu comecei a me expor mais e mais sem me preocupar com isso me afetar minha vida e meu dia a dia.

Eu consegui chamar um pouco de atenção fazendo alguns vídeos de mim mesmo usando meu celular, eu fiz alguns vídeos me algemando na cama, eu tinha comprado um capuz que cobria meu rosto quase que inteiramente, mas que tinha abertura para boca e olhos, eu usava algumas mordaças, principalmente minha ballgag, e também uma mordaça de pênis igual a do vídeo. Meus vídeos nunca tiveram tanta visualização nessa época, mas eu estava recebendo um pouco de atenção, principalmente de algumas pessoas que diziam estar interessadas em me dominar, mas quando percebiam que estávamos cantos diferentes do Brasil eles sempre desistiam ou eu que desistia pois não sentia que podia simplesmente deixar minhas coisas para trás apenas para viver minhas fantasias. E as coisas continuaram assim por um tempo comigo explorando algumas das minhas fantasias sozinho me amarrando com cordas que eu havia comprado, usando correntes, algemas, alguns brinquedos sexuais, e sempre tirando algumas fotos e fazendo alguns vídeos para compartilhar se me desse vontade.

E foi em uma das minhas postagens que eu recebi uma notificação de uma mensagem privada.

Não parecia nada de mais, eu já tinha recebido outras mensagens no privado, algumas eram mensagens de golpes, outras era algumas pessoas falando que se pudessem elas iriam me fuder até eu não aguentar mais, mas esta mensagem foi diferente. A mensagem era bem escrita e educada e quem tinha escrito parecia ter estudado meu perfil um pouco já que sabia exatamente dos meus interesses e como ele estava interessado em conversar comigo se eu também tivesse interesse. E depois de ter visto seu perfil eu tinha bastante interesse. A foto de perfil dele já tinha me deixado todo excitado, ele estava sentado em uma poltrona de couro que parecia mais como um trono, em seus pés estavam dois outros homens pelados e com coleiras em seus pescoços e ele segurava a corrente conectada nelas. Ele tinha um olhar sério em seu rosto, e os escravos tinha a cabeça baixa e suas mãos em suas costas. As outras imagens que ele tinha em seu perfil o mostrava sempre em posições que mostrava a todos que ele era o alfa. Seu cabelo era escuro, mas seus olhos eram claros e tinham um brilho que parecia ter me hipnotizado, eu mal conseguia pensar em como seria o ver na vida real e não através de fotos.

Ele parecia perfeito, até perfeitinho de mais e isso me deixou com um pé atrás, principalmente quando eu notei que em cada foto ele estava com um submisso diferente. Eu me perguntei o porque disso, mas entendi quando fui ler a bio e as preferencias dele. Aparentemente ele era um homem de negócios, e estava constantemente viajando e durante essas viagens ele gostava de desfrutar do que ele pudesse encontrar na região.

Eu mordi meus lábios pensando que ele estava me considerando como uma possibilidade de parceiro que ele poderia utilizar enquanto visitando meu estado, e o fato de que poderia ser algo que aconteceria apenas uma vez e então eu seria descartado como uma camisinha usada me deixou mais duro ainda dentro da minha calça.

Eu respondi para ele que estava interessado em conversar com ele e assim começou. Trocamos algumas mensagens, ele realmente era bastante educado e inteligente, eu até mesmo me sentia envergonhado de trocar mensagens com ele, ele me explicou um pouco mais e eu admiti ter dado uma olhada no perfil dele e que estava bastante excitado, nossos gostos pareciam estar bastante alinhados, e ele falou que gostava do meu estilo. No entanto, ele fez a pergunta que sempre me deixava um pouco hesitante de responder. "Você já teve alguma experiência servindo a um mestre pessoalmente?" e minha resposta era sempre um não. E eu estava com medo, de que ele iria desistir de mim caso eu respondesse que nunca havia tido uma experiência daquelas e que estava desesperado para servir ele. Eu respondi de forma honesta que toda experiência que eu tinha com fetiches era sozinho. Ele demorou um pouco para responder e eu tinha perdido a esperança, mas quando ele respondeu foi com uma mensagem perguntando se eu poderia conversar com ele através de uma vídeo chamada. Meu coração estava batendo forte e eu fiquei na duvida se deveria fazer aquilo já que tínhamos acabado de nos conhecermos. Eu acabei aceitando, e quando ele atendeu a ligação eu pude ver que ele estava deitado em sua cama segurando seu celular. Ele estava sem camisa, tinha um sorriso em seu rosto e eu me estremeci todo vendo a forma como ele parecia estar me analisando.

"Fique nu e de alguns passos para trás para que eu possa ver com o que estou lidando." Sua voz soou grossa e suave ao mesmo tempo, não tinha como eu não obedecer. Apoiei meu telefone na estante da sala e dei alguns passos para trás e então deixei minhas roupas caírem no chão. "Bom garoto." Ele falou.

Eu senti minha bochecha ficar um pouco quente por causa da vergonha de estar pelado e ser analisado por outro homem, ele parecia estar gostando de ver o quanto eu estava envergonhado e pediu para que eu desse uma volta para que ele pudesse ver todo meu corpo. Obedeci novamente e quando olhei de volta para ele ele mandou eu me aproximar do meu celular novamente. Eu estava para dar um passo para frente quando ele fez um gesto de não com a mão e apontou para baixo. "De joelhos. Engatinhando."

Engoli em seco e fiquei de joelhos quase que de imediato, ele ainda podia me ver pelo ângulo que estava a câmera do meu celular e engatinhei até meu celular, vi que ele moveu o celular dele para baixo, ele não estava sem camisa apenas, ele também estava totalmente pelado e seu pau estava tão duro quanto o meu. Claro que o pau dele era claramente maior do que o meu e eu comecei a salivar imaginando que em algum momento eu poderia realmente estar chupando aquele pau maravilhoso.

"Você quer chupar meu pau não quer?"

Acenei com a cabeça que sim, eu queria muito, e estava quase chorando de vontade. Ele deu uma risada firme, e parecia satisfeito com minha reação.

"Mas e se eu desejar te fuder por trás primeiro?"

Congelei por um momento. Claro que eu sempre desejei ser fudido por trás, eu daria meu cu para ele sem pensar duas vezes.

"Eu sou todo seu, mestre Douglas."

Ele abiu um sorriso maior vendo que eu já estava me entregando para ele e tínhamos apenas acabado de nos conhecer e estávamos conversando pela primeira vez. Fiquei com medo que eu estava sendo apressado de mais, de que esse meu desejo desesperado iria o afastar, mas ele continuou, e me deu a ordem de mostrar todos os brinquedos sexuais que eu tinha a disposição em casa. Rapidamente peguei de baixo da minha cama a caixa de brinquedos que eu tinha e mostrei um a um para ele. Ele pareceu um tanto decepcionado vendo que minha coleção era bastante pequena e simples.

"Nenhuma gaiola de castidade?" Ele falou com um certo tom de decepção.

"Perdão senhor, eu... Eu posso comprar uma e começar a usar para o senhor." Ele deu uma risada ao ouvir minha voz falhando quando eu tentei dizer aquilo. O homem estava saboreando aquele momento, aproveitando ver que um jovem 10 anos mais novo que ele estava se entregando totalmente de forma tão fácil.

"Não, você não precisa comprar nada. Eu irei enviar para você uma gaiola de castidade como um presente e também como uma promessa."

"Uma promessa?"

"Sim. Você entenderá quando receber ela."

Eu estava morrendo de curiosidade sobre o que ele estava insinuando, mas decidi não perguntar mais nada pois ele já estava me dando outra ordem, ele explicou que teria que sair por alguns minutos e que eu deveria me amordaçar com a minha mordaça de pênis, algemar minhas mãos na minhas costas e ficar ajoelhado na frente do meu celular com as pernas abertas e esperar que ele retornasse, ele explicou que se eu ficasse daquela forma até ele retornar eu iria receber minha gaiola de castidade de presente e que ele estaria disposto a conversar comigo mais vezes. Não falei nenhuma palavra para ele, apenas fui de quatro até meus brinquedos sexuais, me amordacei com minha mordaça de pênis e comecei a chupar ela imaginando que eu estava chupando o pau dele, então algemei minhas mãos nas minhas costas e me virei de joelhos olhando na direção da tela do meu celular apoiado na estante mostrando que havia obedecido a ordem dele e ficaria ali. Ele não disse nada, apenas desativou a tela dele e mutou o mic dele para que eu não ouvisse o que ele iria fazer. Me perguntei se ele realmente iria fazer algo importante, ou se estava me observando e me testando, ele poderia também estar tocando a si mesmo enquanto me vendo naquela posição. Eu não sabia quanto tempo tinha se passado, mas minhas pernas e joelhos estavam começando a ficar desconfortáveis e doendo, mas ainda assim eu continuei, até que finalmente ele apareceu de novo na tela do meu celular.

"Muito bem. Você realmente tem potencial para ser um bom submisso para mim."

Se eu não tivesse com uma rola de borracha em minha boca eu provavelmente teria dado um grito de alegria.

"Eu não vou poder continuar essa nossa brincadeirinha agora, então você pode se soltar e me enviar uma mensagem com o seu endereço postal para que eu possa entregar seu presentinho." Ele falou e então finalizou a chamada de vídeo me deixando sozinho para que eu me soltasse das algemas e assim que o fiz enviei para ele o endereço para o qual ele poderia enviar o presente.

Alguns poucos dias depois eu recebi dos correios uma caixa pequena. Desembrulhei a caixa rapidamente e então a abri com cuidado já imaginando o que seria. Era exatamente uma gaiola de castidade e havia um cadeado nela também, meu coração bateu forte quase pulando de meu coração. Havia uma pequena carta de papel lá dentro da caixa, mas eu nem precisava ler para entender a mensagem que o mestre Douglas estava tentando me passar. Ele queria que eu me trancasse naquela gaiola. Me lembrei do que ele havia dito sobre uma promessa e como não havia nenhuma chave para o cadeado ali entendi que a promessa só poderia ser a que se eu me trancasse naquela gaiola de castidade ele viria até mim com a chave daquele pequeno cadeado. O que significava que a promessa é que eu seria dele até que ele viesse até mim me destrancar.

Suei frio pensando sobre aquilo, pois quando ele iria vir até mim? Ele se quer viria? Talvez eu teria que encontrar uma forma de ir até ele, mas ele morava do outro lado do país e não apenas isso, segundo nossas conversas ele estava sempre viajando e com sua agenda cheia.

Finalmente peguei a carta de dentro da caixa e li com cuidado, havia as instruções nela, de fato eu devia me trancar nela. Eu tinha apenas aquele dia para me decidir se era o que realmente eu desejava, se fosse, eu deveria em trancar na gaiola de castidade usando aquele cadeado, tirar uma foto e enviar até a meia noite, se eu falhasse em fazer aquilo ele entenderia que eu não estava disposto a ser seu escravo e eu não teria uma segunda chance. Não havia nada indicando quando ele iria me visitar, ou se ele iria me visitar. Peguei a gaiola de dentro e então o cadeado. A gaiola de castidade não parecia ter nada de especial, era feita de metal, parecia ser resistente, mas que me assustava um pouco era o tamanho, era definitivamente pequeno, e seria impossível para que eu pudesse ficar duro enquanto trancado nela. Meu pau estava duro, e eu queria me tocar, me perguntei se eu deveria. Fui até o banheiro eu mal me toquei e já estava quase gozando, eu acho que foi a punheta mais rápida que eu havia batido pois em questão de segundos eu havia tido dois orgasmos e gozado. Satisfeito meu pau começou a ficar flácido e aproveitei a oportunidade para me trancar na gaiola de castidade.

Senti que aquele era o momento.

Eu tinha que fazer aquilo.

"Agora ou nunca!" Falei para mim mesmo, e então quando percebi já havia colocado a gaiola de castidade em volta do meu pau e o anel dela estava pressionando minhas bolas um pouco por trás.

Só faltava fechar o cadeado. Respirei fundo e com cuidado movi o cadeado na parte em que a gaiola e o anel se conectavam. O clique do cadeado foi alto, e pareceu ter ecoado pelo banheiro inteiro. Pode ter sido só impressão minha, mas eu senti como se aquele tivesse sido o som do meu destino sendo totalmente selado. Tirei uma foto minha trancado com a gaiola de castidade que ele havia me dado e ele visualizou a mensagem quase de imediato, mas demorou para responder, quando ele respondeu eram mais instruções. Ele disse que agora eu era dele e mostrou uma foto de uma chave, havia um numero dela, o numero era 21, o mesmo numero que estava marcado na parte de baixo da minha gaiola, ele explicou que todos seus escravos estavam trancados em gaiolas e cadeados similares e que cada um havia um numero. Para ele eu não seria mais Paulo e sim escravo 21. E fiquei envergonhado, pois isso significava que por todo Brasil ele tinha mais 20 escravos que provavelmente estavam tão desesperados pela atenção dele quanto eu! Meu pau foi esmagado dentro da gaiola de castidade só de pensar nisso, eu queria tocar meu pau e bater mais uma punheta pensando que enquanto eu estava morrendo de vontade de servir o mestre Douglas poderia ter outro escravo agora mesmo de joelhos ou de quatro sendo fudido por ele.

Era deliciosamente frustrante!

Nos primeiros dias eu estava aguentando, eu me perguntava quando que eu iria receber uma visita e queria bater uma punheta, mas com aquela gaiola que esmagava meu pau estava me torturando completamente por me impedir de tocar no meu pau. Depois de uma semana eu estava totalmente desesperado já, eu ficava de minuto em minuto checando o celular para ver se eu havia recebido alguma mensagem do mestre Douglas. Ele tinha me ordenado para não enviar mensagens para ele, eu apenas deveria enviar algo para ele para revelar que havia realizado as ordens e tarefas que ele tinha ordenado.

As primeiras ordens foram bastante simples, ele queria que eu estivesse sempre depilado, desejava que eu cortasse meu cabelo curto e o manter sempre assim, as outras ordens eram um pouco mais humilhantes, pedindo até que algumas vezes eu tivesse que tirar fotos da minha gaiola de castidade enquanto em publico, e a cada vez que eu fazia essas ordens eu recebia em troca áudios dele me humilhando e me chamando de seu escravo e a verdade é que eu adorava receber cada um desses áudios que eram cheio de palavras de humilhação. e obviamente eu também amava obedecer as ordens de meu mestre, mas eu estava começando a ficar preocupado de que eu nunca seria visitado por ele, até que finalmente eu recebi o que eu estava esperando a bastante tempo, ele disse que estaria em meu estado por conta de negócios e gostaria de me encontrar para que ele finalmente pudesse me usar presencialmente.

Já havia se passado dois meses comigo trancado naquela gaiola e passando vontade de ter um orgasmo e também de dar um orgasmo ao meu mestre.

Na mensagem que ele me enviou ele explicou que não viria na minha cidade, mas sim na capital do meu estado. Eu tive que dar meus pulos para conseguir convencer meu chefe do trabalho que eu precisaria alguns dias afastado e também para chegar na capital, mas consegui convencer o velho e comprei uma passagem de ônibus. Felizmente o mestre Douglas disse que eu não precisaria levar nenhuma bagagem ou me preocupar em hospedar algum lugar para ficar pois ele havia uma casa na capital e iria permitir que eu ficasse lá com todas as despesas bancada por ele.

Na frente da casa dele meu coração estava batendo muito mais acelerado do que eu imaginei que estaria. Eu estava vestido de forma casual e parecia que eu estava totalmente errado naquele lugar, como se e não pertencesse a um lugar que parecia tão luxuoso, principalmente pois eu estava lá por conta de um desejo tão pervertido, mas ao mesmo tempo ele também desejava o mesmo, e eu superei toda minha ansiedade e toquei a campainha da casa dele. A porta se abriu revelando a silhueta do Douglas, vendo ele pessoalmente eu percebi que de fato ele era um homem grande, eu mal alcançava seu pescoço e precisei olhar para cima para poder ver o rosto dele, ele estava sério, apenas por um momento, até me reconhecer, ele fez um movimento com as mãos e pediu para que eu entrasse, assim que eu passei pela porta ele a fechou atrás de mim e já pediu para que eu me despisse. Fiz aquilo rapidamente e então instintivamente me ajoelhei. Ele fez carinho na minha cabeça e então viu que eu estava quase gozando já na minha gaiola de castidade.

Ele balançou a cabeça.

"Primeiro temos que te preparar. Me acompanhe."

Engatinhei atrás dele a casa parecia uma mansão tanto por fora quanto por dentro, e era totalmente diferente do que eu estava acostumado, engatinhar naquele chão frio e bem polido me fez me sentir mais insignificante e o mestre Douglas nem precisou dizer nada para que eu me sentisse totalmente inferior a ele, eu já entendia meu lugar e aceitava totalmente. Ele me levou até os fundos em uma varanda onde eu percebi que tinha alguns acessórios me esperando e também uma mangueira. O mestre Douglas segurou a mangueira e ligou ela e começou a jogar agua em mim pedindo para que eu me limpasse. Eu fiz aquilo e então ele me jogou uma toalha para que eu pudesse me secar. Me sequei rapidamente e depois ele apontou para os acessórios que estavam em uma bancada.

Comecei a colocar os acessórios, o primeiro que eu coloquei foi um arnês de couro que ficava ao redor do meu torso, passando pelo meu peito e costas e apertando um pouco, em seguida foi uma coleira de couro preto também, tinha joelheiras e cotoveleiras acolchoadas que eu coloquei em meus braços e pernas, e o ultimo que ele pediu para que eu colocasse eu mesmo foi um capuz de cachorro também feito de couro e borracha, e tinha um zíper de abertura para a boca no focinho do capuz de cachorro.

Após estar pronto ele me ajudou com os últimos acessórios que estavam lá eu precisaria da ajuda de meu mestre para coloca-los então fiquei de joelhos e esperei que ele se aproximasse.

"Pata direita." Ele falou e levantei minha mão direita, e ele moveu minha pata direita para dentro de um tipo de luva que forçava minha mão a ficar fechada por não ter saída para meus dedos, ela também era acolchoada e tinha o formato da pata de um cachorro. "Pata esquerda." Ele comandou e obedeci, mestre Douglas repetiu o mesmo processo, então ele afivelou as tiras de couro que haviam nessas luvas de látex tornando impossível que eu pudesse remover elas, só aquilo já me deixava indefeso e impossível de escapar qualquer um dos acessórios, mas ele fez questão de usar um cadeado em cada uma dessas luvas e também no capuz de couro que eu estava usando.

Ele fez carinho em minha cabeça e eu dei uns latidinhos alegre igual um cachorro, eu não sei porque, mas foi bastante fácil aceitar aquilo como o natural para mim, eu apenas aceitei que eu seria um cachorro para meu mestre e minha mente parou de pensar em qualquer outra coisa, se aquilo era o que o meu mestre desejava de mim aquilo era o que eu iria ser para meu mestre.

Naquela tarde nada muito interessante aconteceu, ele apenas conversou um pouco comigo explicando como as coisas aconteceriam, eu iria ser o cachorro dele pelo resto do mês e deveria agir de acordo tendo que andar sempre de quatro, comer e beber de um potinho que ficava no chão da cozinha, e coisas do tipo. Estava tanto excitado quanto um pouco decepcionado, já que eu esperava que ele iria me usar como seu escravo naqueles dias e não apenas como seu pet. Mas não, eu seria de fato apenas seu pet.

Ele estava me testando com aquilo, ele sabia que eu tinha esperado um tempão por aquilo e não voltaria atrás em minha decisão, mas ele queria se divertir comigo me atormentando pois eu estava tão próximo dele, mas na visão dele eu era apenas um animalzinho que ele havia domesticado e que seria totalmente leal. Ele brincou comigo um pouco no lado de fora da casa, ele permitiu que eu corresse pela gramado igual a um cachorro, ele jogou uma bola de borracha próximo de uns arbustos e eu me movi rapidamente até a bolinha e trouxe de volta usando minha boca, ele sorriu, mas não parecia totalmente satisfeito. Foi então que eu me toquei o motivo de ele não parecer estar satisfeito de verdade.

Ele deu uma risada um tanto brincalhona. "Claro que tinha algo faltando. Meu cachorrinho está sem sua cauda!" Ele falou e então estalou os dedos algumas vezes indicado para que eu me aproximasse dele, fiz aquilo chegando até seus pés e levantei a cabeça olhando ele de baixo e percebendo que havia um volume em sua calça, ele estava duro me vendo engatinhar com meu corpo exposto e minha gaiola de castidade balançando entre minhas pernas. "Vem cá garoto, eu vou pegar um rabo para você e eu sei que você vai amar!" Ele disse em um tom tentador. Engatinhei atrás dele enquanto ele caminhava pela casa, e então descemos alguns degraus por um dos corredores, ao fim da escadaria havia uma porta, ela estava fechada e ele abriu ela com uma chave, a porta parecia pesada porém mestre Douglas é um homem forte e a abriu com facilidade, uma luz vermelha começou a passar do outro lado, e eu senti como se o interior fosse quente e um tanto úmido. Assim que passei pela porta senti o cheiro forte de couro, látex, lubrificante e é claro, também o cheiro de suor e porra. Foi intoxicante, e fez minha mente girar pensando nas coisas que já haviam acontecido ali.

Meus olhos se arregalaram quando eu vi a quantidade de brinquedos pendurados em mesas e nas paredes, também haviam diversos acessórios expostos e bastante móveis customizados feitos sob encomenda onde ele podia amarrar e fixar seus escravos se desejasse. E claro também tinha uma cama enorme e a parte inferior dela havia barras de metais e uma abertura como uma pequena porta permitindo que o mestre aprisionasse seus escravos de baixo de sua cama.

Mas, o que verdadeiramente tirou o ar de mim e fez que eu ficasse de boca aberta era o fato de que havia alguém na cama, um outro homem, ele estava virado de barriga para baixo na cama, seus braços e pernas presos em cada canto com algemas de couro e corrente, seu corpo totalmente coberto em uma roupa de látex, sua cabeça presa em um capuz de couro que parecia ser grosso e estufado impedindo que ele pudesse ouvir claramente ou fazer algum som alto. Os gemidos dele eram bastante abafados, e se ele tentasse dizer algo não teria como o entender. Sua cintura também estava sendo apertada por um espartilho de couro que o fazia ter uma figura mais feminina, no entanto eu sabia que mestre Douglas não tinha interesse em mulheres, então aquele só podia ser um homem.

Mestre percebeu que eu estava olhando para o outro escravo, mesmo com meu capuz ele pode ler minha expressão de curiosidade.

"Este é o escravo numero 18, você vão me servir juntos enquanto estiverem na minha casa. Agora, venha cá garoto." Mestre Douglas disse tendo caminhado para o outro lado daquela dungeon sexual, em direção a um armário preto.

O acompanhei enquanto ele abriu o armário. Dentro estavam diversos brinquedos sexuais, e em uma fileira estavam diversos plug anais, alguns pequenos, outros maiores e alguns que me fizeram estremecer totalmente pois eram tão grandes que eu sentia que poderiam acabar me cortando ao meio se ele tentasse usar em mim. Ele escolheu um plug que na parte de trás havia um rabo de borracha, o plug era pequeno, mas ainda sim quando ele o moveu para próximo do meu rosto eu pensei que talvez ainda era grande de mais. "Começe a lamber. Você vai preferir que o plug esteja bem lubrificado." Ele falou e moveu o plug para dentro do meu capuz de cachorro o segurando pelo rabo de borracha. Movi minha lingua até o plug e comecei a lamber sentindo o gosto de borracha. Me perguntei se algum outro escravo do mestre Douglas já havia usado aquele plug, meu pau pulsou dentro da a gaiola de castidade e senti ela se balançar enquanto eu continuava a lamber, fazendo o plug ficar todo molhado e pronto para ser enfiado fundo no meu cuzinho virgem.

"Pronto?"

"Au au!"

Ele puxou o plug para fora do meu capuz e então pegou um outro objeto antes de adicionar minha nova cauda. O que ele havia pego era uma mordaça em formato de osso, era grande e me amordaçaria bem, mas não era o suficiente aparentemente pois ele também havia pego uma cueca. "Eu estive usando ela ontem o dia inteiro para poder te amordaçar com ela." Mestre falou e então forçou a cueca usada dentro da minha boca, senti o gosto de seu suor e também o que eu imaginava poder apenas ser o gosto de sua porra. Eu quase gozei dentro da minha gaiola, mas ele não tinha terminado ainda, depois da minha boca ter sido estufada com a cueca ele me amordaçou com a mordaça de osso e prendeu ela apertadamente em volta do meu rosto. Finalmente ele deu um tapa na minha bunda e apontou para baixo. Levei minha cabeça para o chão e levantei minha bunda na direção dele, finalmente era o momento no qual eu teria meu cu estufado, e assim, ele moveu o plug que ainda estava molhado com minha própria saliva dentro do meu cu. Houve uma certa resistencia a principio, gemi mas o som foi abafado tanto pelas mordaças quanto o capuz, meus olhos reviraram conforme o plug foi se afundando mais e mais dentro de mim, e então eu dei um gemido alto sentindo minhas pernas tremerem e meus músculos se contraírem, meu cu apertou com força a parte mais fina do plug assim que ele havia entrado todo, e de dentro da minha gaiola de castidade de metal minha porra começou a vazar.

"Cachorro safado!" Mestre Douglas disse dando um tapa forte em cada lado da minha bunda. Choraminguei sentindo a pontada forte dos golpes, mestre era bastante forte e deixou a marca de suas mãos no meu posterior. Fiquei totalmente envergonhado por ter tido um orgasmo tão facilmente. Porém quem não teria se estivesse na minha situação?

"Pronto." Mestre falou. "Agora, para sua jaula." Ele disse apontando na direção da cama, ele abriu a porta de metal que havia em baixo dela e eu engatinhei até lá, no caminho eu olhei para um espelho que ficava em uma das paredes, eu mal conseguia acreditar no meu próprios reflexo, mas realmente aquele era eu. Eu havia deixado minha aparência de lado, perdido minha humanidade e virado o cachorro de um outro homem. Um homem que me via realmente como sua propriedade. Parte de mim ainda pensava que aquilo tudo era um tanto absurdo, que seria algo totalmente errado. Mas a outra parte de mim, a parte que eu estava libertando mais e mais estava amando aquilo mais e mais, e eu tinha tomado minha decisão de que eu não iria voltar atrás.

A jaula de baixo da cama era apertada, mal me deixava me mover, até ficar de quatro era um tanto desconfortável eu tinha que ficar deitado e me rastejar, e eu não podia ver quase nada de lá, porém se eu ficasse de lado em um ângulo certo eu podia ver pelo mesmo espelho que eu tinha enxergado meu próprio reflexo e por esse espelho eu pude ver mestre Douglas se despindo de seu terno e roupas caras e então colocando em uma roupa de couro, ele então finalmente caminhou de volta até a cama e subiu nela. Pelo espelho eu pude ver que ele estava se preparando para fuder o escravo vestido em látex que estava em cima de mim.

Ouvi o som de um zíper sendo aberto, era o mestre expondo a bunda do escravo 18, deixando seu buraco exposto e revelando que ele também estava usando um plug anal, meus olhos se arregalaram quando vi pelo reflexo o quão grande era o plug anal, era quase três vezes maior que o tamanho do meu, e o escravo 18 gemeu tanto de prazer quando de alivio quando sentiu o plug sendo removido. Eu mal conseguia imaginar como ele podia se sentir. Antes quando eu engatinhei até minha jaula com o plug balançando dentro de mim eu também estava gemendo de prazer e um pouco de dor. O rabinho de borracha conectado ao meu plug balançava bastante com o menor dos movimentos e fazia com que o plug se mexesse dentro de mim, as vezes sendo puxado mais para o fundo as vezes escorregando um pouco para fora, e fazendo meu corpo se arrepiar totalmente pela onda de prazer.

De dentro da jaula eu não tinha certeza quanto tempo havia se passado, mas o mestre Douglas era insaciável! Ele fudeu o escravo 18 pelo que parecia ter sido uma eternidade, e tudo que eu podia fazer era assistir pelo reflexo do espelho e ouvir os gemidos abafados o escravo 18 tendo o cu dele fudido sem piedade pelo caralho enorme de nosso mestre. Quando mestre Douglas havia se divertido o suficiente ele se levantou da cama e começou a libertar o escravo na cama, soltando as algemas em seus braços e pernas, e então removendo seu capuz. O homem estava respirando fundo depois que várias cuecas foram removidas de sua boca. Ele era um homem maduro, talvez até um pouco mais velho do que o mestre Douglas. O mestre ordenou para que ele fosse ao banheiro da dungeon e tomasse um banho. Alguns minutos depois ele retornou, totalmente nu, e mostrando que ele estava com uma gaiola de castidade de metal exatamente como a minha. Eu já tinha sido tirado de minha jaula e estava sentado igual um cachorro ao lado das pernas de meu mestre. O escravo 18 manteu o seu olhar baixo e me deu umas olhadas rápidas mas tentou manter seu olhar diretamente nas botas de couro do mestre Douglas.

"Este é escravo 21. Vocês dois estarão me servindo juntos pelos próximos dias, escravo 18 tem mais experiência, então ele terá poder sobre você 21, e tudo o que ele mandar você fazer você terá de fazer e você também deve observar bem, pois no futuro você estará fazendo as mesmas atividades que ele. Entendido 21 e 18?" Ele falou aquilo enquanto fazia carinho na minha cabeça.

Eu acenei positivamente e tentei dar um latido mesmo com a cueca húmida dentro da minha boca e a mordaça de osso, o escravo numero 18 respondeu positivamente também.

"Muito bem. Prepare meu terno 18 eu tenho negócios a tratar em breve e você seja um bom garoto 21." Mestre Douglas disse, caminhando para fora da dungeon, pouco depois o numero 18 foi até o guarda-roupa que ficava na dungeon e tirou dele um uniforme de empregada feito de látex. Como eu não havia recebido nenhuma ordem além de observar o que o numero 18 fazia, e ser um bom cachorro eu fiquei ali assistindo ele se vestir no uniforme e se preparar. Ele não vestiu apenas no vestido de empregada, ele colocou pulseiras, saltos altos, meia-calça arrastão, aplicou maquiagem que o deixou mais afeminado mesmo com sua aparência um tanto máscula, e com seu porte físico de um pai, e por fim ele terminou seu novo look com uma peruca ruiva o deixando completamente irreconhecível. E o escravo 18 era bastante experiente com a forma que ele havia se preparado, parecia que aquilo deveria ter demorado no mínimo uma hora, mas ele se transformou em menos de 20 minutos. Mas eu achei aquilo curioso, pois eu sabia que o mestre não tinha interesse em mulheres, então porque ele iria desejar que seu escravo se vestisse como uma empregada sexy?

A resposta veio para mim depois, durante a noite, mas primeiro eu acompanhei a empregada marica pelas escadas de volta a parte principal da casa e então mais uma escadaria até o segundo andar, onde entramos no quarto do mestre. Era uma suíte master enorme e minimalista mas que esbanjava luxo e conforto. Digno para um homem como ele. A empregada marica pegou as roupas do closet do mestre e então começou a passar, enquanto a empregada fazia aquilo eu pude ouvir que o mestre parecia estar conversando com alguém enquanto no banheiro ao lado, a porta estava levemente entreaberta e usei a oportunidade para bisbilhotar. O mestre estava em uma banheira branca, ele estava de costas para a porta então fiquei tranquilo em não ser pego bisbilhotando, não pude ouvir direito do que ele estava falando, mas era obviamente algo importante sobre negócios.

Quando o 18 terminou de passar as roupas ele caminhou para fora do quarto e me encarou, sem dizer nada eu entendi que ele queria que eu parasse de bisbilhotar o mestre e o acompanhasse, eu verdadeiramente não queria acabar causando problemas tão sedo então acompanhei ele para fora. Enquanto passávamos pelo corredor percebi que já estava escuro no lado de fora, algumas poucas estrelas brilhavam lindamente no céu, e eu me senti como se estivesse em um sonho, era quase surreal que aquilo estava acontecendo comigo. O 18 caminhou comigo até a sala de jantar e então para a varanda, na varanda ele apontou para um canto, e entendi que era onde eu deveria fazer minhas necessidades. Eu não tinha parado para pensar sobre aquilo, mas de fato eu seria tratado como um cachorro até mesmo naquele quesito.

Ao passar da noite eu explorei o quintal e a casa inteira, o lugar era grande, mas para mim o cômodo que tinha se destacado mais claramente era a dungeon, e eu mal esperava poder voltar para lá. Eu até tentei, mas a porta havia se trancado. Quando voltei para o primeiro andar novamente, pude ver que o mestre estava indo para a sala, e pude ver o 18 ainda vestido como empregada doméstica acompanhando dois homens e os trazendo até a sala de visitar. Um lugar aconchegante e próprio para homens de negócio. O mestre Douglas me percebeu parado no corredor e fez um movimento com a mão para que eu me aproximasse, fui até a sala e fiquei próximo dele mas no chão frio e polido enquanto ele se sentou em uma poltrona e os outros dois homens em um sofá com espaço para três logo em frente a ele. A empregada mariquinha trouxe para mestre Douglas e os outros dois homens um copo e então uma garrafa de uísque caro e serviu eles. Eu pude ver que um dos dois homens estava me encarando e mal conseguia prestar atenção no que estava sendo discutido.

Mestre Douglas sendo um homem de negócios estava falando de coisas importantes, mas ao mesmo tempo ele também conseguia ser casual e guiar a conversa de uma forma agradável, então que incomodava aquele outro homem não era a conversa sobre os negócios e investimentos e sim o fato de que ele estava vendo um homem jovem como eu basicamente nu sendo tratado como um cachorro.

"Não se preocupe, ele não morde." Meu mestre disse e deu uma risada.

O homem riu de volta, mas ainda um tanto tenso.

"Deixe-me te mostrar" Mestre falou inclinando para frente e acariciou meu rosto de cachorro, e removeu minha mordaça de osso e então a cueca dentro de minha boca. Senti um certo alivio pois depois de algumas horas minha mandíbula estava começando a ficar dolorida por estar presa na mesma posição. "Va até ele."

Engatinhei até o outro só, meu rabo de borracha balançou o tempo todo como se eu fosse um cachorrinho bastante empolgado, e o homem olhou para mim e para meu mestre com uma certa confusão em seu olhar. O parceiro dele que parecia já estar acostumado com as excentricidades do mestre Douglas deu um suspiro brincalhão e um tapa nas coisas do amigo nervoso.

"Relaxa Carlo! Eu te avisei antes que o Douglas é um homem que conquista e realiza tudo que deseja tanto no mundo dos negócios quanto em nessas outras atividades que ele pratica."

Pude ver o orgulho no rosto de meu mestre conforme o outro homem continuava a falar o quão grandioso ele podia ser, e voltando olhar para o outro homem ele parecia estar tentando se ajustar à aquilo já que ele era um convidado e também o mais inexperiente entre os dois, descansei meu focinho de couro no colo dele e ele olhou para mim com um pouco de confusão, meu mestre pareceu ter gostado daquilo eu dei um latindinho, o homem sorriu nervosamente e então moveu a sua mão suave até minha cabeça coberta em couro e fez carinho gentilmente em mim. Balancei minha bunda fazendo meu rabinho de borracha abanar mais e os homens continuaram conversando e bebendo. Aquele homem relaxou um pouco mais, mas ainda parecia um tanto tenso.

"18 porque você não da um pouco de prazer ao meu amigo?" Mestre me ordenou, e rapidamente afundei meu rosto na virilha do homem, surpreso ele soltou um gemido, e se afastou um pouco se afundando mais no sofá, porém ele não tentou me impedir quando eu usei minha própria boca para abrir o zíper da calça dele e tentei abrir o cinto de sua calça. Eu nunca tinha feito aquilo com minha boca antes então tive dificuldade, felizmente o homem percebeu isso e me ajudou, eu pude sentir que ele estava duro de baixo de sua calça e assim que ele abaixou a calça e sua cueca um pouco seu pau saltou para fora pulsando duro. Ele moveu o caralho duro dele dentro da boca do meu capuz de cão e então para dentro da minha boca, senti o pau dele pulsando dentro de minha boca e movi minha língua em círculos ao redor da cabeça da rola dura dele. Comecei a chupar e o homem tentou não gemer tão alto para não interromper o mestre Douglas e o amigo dele enquanto eu estava lambendo e chupando o pau dele até que ele não conseguiu aguentar mais e gemeu alto gozando dentro do meu capuz me forçando a beber todo leitinho quente que ele ejaculou dentro de mim.

Algum tempo após eu ter terminado de mamar aquela rola deliciosa a empregada marica retornou para a sala e disse que o jantar estava pronto. Os três foram juntos até a cozinha e acompanhei eles ficando para trás um pouco, a empregada marica serviu a mesa, a comida parecia estar deliciosa mas para mim e ela só seria servido as sobras após eles tivessem terminado. Isso caso tivesse sobras. Enquanto comiam eles elogiaram a comida e disseram que estava deliciosa, e após o jantar eles retornaram para a sala de visitas, finalmente eu pude comer algo, mas tive que comer no chão diretamente do meu prato de cachorro e a marica comeu também algumas sobras que do jantar que ele mesmo havia preparado. Após o nosso rápido jantar o mestre nos levou de volta para a dungeon quando a marica tinha terminado de lavar todos os pratos e talheres.

"Estou orgulhoso de ambos. Fizeram um bom trabalho, e agradaram meus convidados. Os próximos dias serão parecidos, espero que continuem fazendo um bom serviço." Após dizer aquelas palavras para nós dois ele algemou o 18 novamente em cima da cama e me colocou na jaula em baixo. Ficamos presos juntos ali porém antes de ele fechar a porta e subir para dormir em seu próprio quarto luxuoso pudemos ouvir ele falar com alguém, apenas o homem mais jovem tinha partido, o outro havia ficado pois nosso mestre havia prometido a ele que ele poderia fuder a empregada marica o quanto ele desejasse, e o homem não perderia aquela oportunidade de forma alguma.

Eu novamente, eu só pude ouvir o 18 sendo fudido enquanto eu só tinha recebido apenas um orgasmo desde o momento que havia chegado naquela casa. Nem mesmo dar prazer eu meu mestre eu pude, e mesmo sendo humilhado e rebaixado desta forma eu não conseguia sentir outra coisa além de gratidão.

O outros dias realmente foram parecidos com este, com o 18 servindo o mestre e eu observando e tentando aprender apenas ao observar o que o 18 estava fazendo, ficando cada vez mais frustrado e desesperado, mas nunca ousando reclamar, eu sabia que não era meu lugar reclamar de nada, e que quando o meu momento de ser usado chegasse eu iria aproveitar a cada segundo por ter sido negado por tanto tempo. Quando o ultimo dia chegou, eu olhei para o mestre Douglas, meus olhos estavam brilhando e eu queria pedir para que ele me usasse. Eu implorava pelos meus olhos, mas meu mestre se manteve firme.

"Você realmente estão disposto a me servir como o numero 18?"

Acenei positivamente com a cabeça como se minha vida dependesse daquilo. E pela forma como eu já havia me entregado a ele nessas semanas minha vida parecia sim depender e pertencer a aquele homem.

"Certo. Você foi um bom cachorro e está disposto a ser um bom escravo." Ele levantou meu rosto pelo meu queixo e me encarou, seu olhar firme mas com um carinho que quase me derreteu. Ele era um homem rígido, firme, mas justo.

"Abandone tudo e seja meu. Apenas meu." Ele disse removendo o meu capuz de cachorro pela primeira vez em semanas. Ele viu meu rosto suado, cabelos bagunçados e meu sorriso bobo.

"Eu já sou seu, apenas seu, mestre Douglas." Falei sem pensar duas vezes.

O sorriso que compartilhamos naquele momento selou de forma definitiva meu destino e eu nunca voltaria a ser uma pessoa normal. Eu era o escravo numero 21 de meu mestre. Eu não me importava em ter de compartilha-lo e eu também não me importava do fato de que o encontraria pessoalmente apenas algumas vezes por ano. Eu tentaria seguir normalmente com uma vida normal, mas a verdade é que a minha vida real era quando eu estava servindo meu mestre, tanto pessoalmente quando virtualmente.

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