O Cigano Sedutor Experiente.
Olá, pessoal, tudo bem? Beleza então.
Sou Rogério, ou Roger para quem é mais chegado. Sou casado há 12 anos com a mulher mais incrível, especial e linda que conheço. É uma pessoa sem frescura, de fácil trato, justa, honesta, fiel e muito carinhosa.
Ainda nos amamos, mas com o tempo a rotina foi chegando e o fogo foi diminuindo, a ponto de às vezes parecermos mais grandes amigos do que um casal de amantes.
Sempre conversava com um cigano que passava vendendo tachos e panelas no bairro. Chamava-se Hero: um homem bonito, de porte elegante, corpo bem definido, cabelos até os ombros, olhos verdes marcantes e cavanhaque. Era muito simpático e divertido, e costumava falar frases que pareciam feitas especialmente para mim, como se soubesse exatamente o que precisava ouvir.
Alguns meses atrás, ouvi sem querer uma conversa entre minha mulher, Letícia, e uma amiga. Ela contava que sentia falta de algo que animasse o nosso casamento, que a rotina estava pesando. Não deu para ouvir o resto, mas já percebi que também não estava satisfeita com a situação.
Comecei então a pensar em algo para reacender a nossa vida a dois. Confesso que algumas ideias vieram à mente, que no início pareciam estranhas, mas que despertaram um desejo que já não sentia há muito tempo. Queria algo que trouxesse de volta a vontade, a intensidade do começo.
Foi quando me lembrei das palavras de Hero e comecei a ligar cada uma delas, tentando entender o que queria dizer por trás daquelas frases. Lembrei de uma que tinha dito certa vez: “Conheci a felicidade, mas esqueci de perguntar se ela precisava me conhecer”. Aquilo me fez refletir que talvez estivesse tão acostumado com a rotina que deixei de me mostrar de novo, de demonstrar que ainda estava ali para descobrir coisas novas ao lado dela. Depois veio outra frase: “Se um casal é como dois pássaros, e um não voa, nunca verá o que o outro vê se o outro não contar”. Entendi que a conversa sobre desejos e sentimentos havia parado, e cada um vivia o seu mundo sem compartilhar o que realmente sentia.
Decidi então procurar conversar melhor com ele. Sabia que passava sempre por volta das 11 horas da manhã. No dia seguinte, ela saiu e fiquei esperando. Quando ouvi o som da carroça e a voz oferecendo os produtos, saí correndo para chamar. Parou ali com aquele sorriso tranquilo.
Puxei conversa sobre as vendas e o movimento do dia. Depois de alguns minutos, tomei coragem e falei:
— Que tal parar um pouco o trabalho? O dia está agradável e tenho cerveja gelada em casa. Quer entrar para conversar comigo?
Olhou nos meus olhos, como se já esperasse o convite, e respondeu:
— Estava esperando… Dizem que entrar na casa de um amigo é encontrar sombra no caminho. Será com muito prazer.
Deixou os produtos do lado de fora e entrou, olhando ao redor com atenção, como se já soubesse que aquele dia teria um significado especial. Hero tinha 36 anos, era alto, corpo forte e bem definido, falava de forma direta e inteligente. Vendia panelas de boa qualidade, mas chamava mais atenção pela presença e pelo jeito calmo de lidar com as pessoas.
Ficamos na varanda conversando.
— Não estou atrapalhando o trabalho?
— Já não vou oferecer mais nada hoje, já estava indo embora quando chamou. Não tenho pressa nenhuma.
— Então vamos até a área da piscina para beber e conversar melhor.
— Só se puder entrar, kkk.
Rimos e concordamos.
— Usa sunga?
— Uso, uma de cada vez, kkk.
— As que tenho talvez sejam um pouco pequenas para o porte. Quer subir para escolher ou prefere esperar aqui?
— Espero aqui. Por tradição, não entro no quarto de um casal, para não atrapalhar a relação.
Respeitei e fui buscar duas opções. Quando voltei, ele já estava sem camisa tirando as botas. Eu já estava de sunga. Olhou as peças e sorriu.
— A frente parece muito pequena, não sei se serve.
Levantou, tirou a calça e a cueca, ficando pelado sem nenhum constrangimento. Experimentou uma das sungas, ajeitou como pôde e fomos até a beira da piscina.
— Vamos entrar?
— É funda?
— Não muito.
— Então prefiro ficar sentado na parte rasa.
— Melhor assim, dá para conversar e beber à vontade.
Entramos devagar, onde a água batia na altura da cintura. Servi a bebida e ficamos ali à vontade.
No começo falamos de coisas simples: movimento da rua, tempo, trabalho. Depois toquei no assunto que realmente importava. Contei sobre os anos de casamento, que o carinho ainda existia, mas que a rotina tinha esfriado as coisas e que sabia que ela também sentia falta de algo diferente. Ouviu tudo com atenção, sem interromper.
— É assim mesmo. Com o tempo, a gente se acostuma e deixa de reparar nos detalhes, mas o fogo não acaba, só precisa ser cuidado. Não existe fórmula pronta, mas com respeito, atenção e sinceridade tudo pode mudar.
— Mas como fazer para acordar isso de novo? Tenho medo de achar que estou inventando moda.
— Não é inventar nada, é falar a verdade. Diz que sente falta de vê-la sorrir como antes, que quer que os dois voltem a se sentir bem. Se for com sinceridade, vai entender.
— E se aceitar algo diferente?
— O que faz bem aos dois, com respeito e vontade, não é errado. O desejo é natural, só fica escondido por vergonha ou medo.
— Se quiser, pode voltar hoje à noite, quando ela chegar. Conversamos os três, sem rodeios, cada um diz o que pensa, sem obrigação nenhuma.
— Acha que vai topar?
— Se falar com carinho e clareza, tem grandes chances. O resto é deixar o coração falar.
Combinamos o horário. Saiu e, quando ela chegou, contei tudo com calma, expliquei que era alguém que falava com sabedoria e que poderia nos ajudar a ver as coisas de outra forma. Ela concordou sem receios.
Às oito horas bateu no portão, entrou e cumprimentou com educação. Jantamos e conversamos sobre costumes, tradições e a vida.
— Conta um pouco sobre a sua cultura, é verdade que tem tradições muito diferentes das nossas?
— Temos nossos costumes e crenças. Valorizamos muito a liberdade, a família e a palavra dada.
— E as histórias que contam, sobre sinais?
— São formas de ver o mundo, cada um tem a sua verdade.
— E a sedução? Dizem que sabem como ninguém conquistar alguém.
— A sedução está no olhar, no respeito, em fazer o outro se sentir único. Não é magia, é atenção.
Quando terminamos, levantei.
— Vou resolver um assunto rápido lá fora, volto já. Fiquem à vontade.
Saí e deixei os dois sozinhos. Quando voltei, Hero estava só de cueca, e Letícia ainda vestida, mas percebi que algo já tinha mudado no ar. Os olhares eram mais intensos e havia uma cumplicidade que não existia antes.
— Ei Roger, tudo bem?
— Pô, claro que sim. Espero que vocês não se importem de eu ficar aqui com vocês.
— De jeito nenhum, não é Let?
— Claro, suas histórias são muito interessantes.
— Tu é muito interessante, da maneira que tu fala, tem um brilho nos olhos quando fala.
— É mesmo, são poucas pessoas que têm esse jeito especial, né amor?
— É, eu mesma nunca conheci ninguém assim.
— Estão sendo gentis!
— Não é gentileza, é a pura verdade.
— Se for assim, eu também tenho que admitir: a sua mulher é incrível mesmo, é uma mulher que merece ser vista e saber o quanto é especial. Na minha tradição, aprendemos que o desejo não precisa ser gritado, ele nasce no olhar, no respeito e no carinho.
— É um jeito bonito de ver as coisas.
— A rotina acalma, mas não apaga o que existe dentro, basta alguém que saiba despertar devagar.
Estendeu a mão e tocou levemente o rosto dela, acariciando a pele com a ponta dos dedos. Ela não recuou, apenas fechou os olhos por um instante, sentindo o toque.
— Humm, que toque suave, muito bom.
— São mãos que viajam nos desejos mais profundos de uma pessoa, que consertam, que cuidam, mas também sabem o que cada pessoa precisa. Cada carícia é de um jeito especial para cada momento.
— Nunca ninguém me tocou com tanta calma.
— Porque cada toque deve ser sentido, não apenas dado.
Aos poucos, passou a acariciar seus braços, descendo devagar com movimentos leves e seguros.
— Amor, tu está tremendo!
— É normal, são os desejos fluindo novamente, é um sentimento novo resgatando outros adormecidos.
— Não tenha medo, tudo o que faz bem ao coração e ao corpo não é errado.
— Tu me faz sentir segura.
Aproximou o rosto, olhou bem nos olhos dela e encostou os lábios de leve, sem pressa. O beijo foi calmo, ganhando intensidade devagar, misturando carinho e desejo. As mãos continuaram a percorrer o corpo dela com respeito, acariciando os ombros e a cintura com toda suavidade.
— Está gostando?
— Muito.
Ajudou ela a se deitar no sofá, com cuidado, e continuou a beijar o rosto e o pescoço dela, descendo devagar.
— Tu é linda, cada parte tua merece ser bem tratada.
— Me toca como tu sabe fazer.
As mãos dele deslizaram com suavidade por baixo da roupa, sentindo a pele macia e acariciando com ternura. Ela soltou um suspiro baixo, sentindo um calor crescer dentro de si.
— Assim…
— Vai se soltando aos poucos.
— Nunca me senti assim.
— É porque nunca deixaram tu se sentir tão desejada.
Continuou a acariciar e beijar, até que a roupa foi saindo devagar, sem pressa. Quando ambos estavam nus, aproximou-se com calma e ela abriu os braços para receber. Encostou o corpo devagar, sentindo o calor que vinha de encontro, e deixou seu pênis ficar bem na entrada, esperando o momento certo para entrar sem causar desconforto.
Foi entrando bem devagar, devagar mesmo, para que ela fosse se acostumando com o tamanho e a forma, parando um pouco no meio para esperar que o corpo relaxasse e recebesse melhor. Quando estava todo dentro, ficou um instante imóvel, deixando que ela sentisse cada centímetro, antes de começar a se mover com movimentos lentos e ritmados, sem pressa.
A cada vaivém, ia aumentando um pouco mais o contato, sentindo como ela respondia, e ajustava o jeito de mexer para dar mais prazer para nós dois, sempre com carinho e sem brusquidão. As mãos dele passeavam pela cintura e pelas costas dela, puxando o corpo para mais perto, enquanto os beijos iam do pescoço para os seios, com toques suaves que faziam ela suspirar mais alto.
Ela foi se soltando por completo, acompanhando o ritmo e se mexendo também, procurando sentir cada toque, cada movimento, como se quisesse gravar aquela sensação. Aos poucos, o ritmo foi ficando um pouco mais forte, mas ainda calmo, deixando que o prazer fosse crescendo devagar, com nós dois sentindo cada detalhe daquele momento.
Olhou bem nos olhos dela enquanto se movia, e viu ali um brilho diferente, de quem estava se sentindo viva e desejada como nunca antes. Foi aumentando um pouco mais a velocidade e a profundidade, sempre com cuidado, e sentiu como ela apertava devagar, mostrando que também estava chegando ao limite.
A respiração ficou mais ofegante, os corpos se encaixavam com mais força, e a cada movimento um arrepio percorria a pele de nós dois. Os gemidos dela ficaram mais livres, misturados ao som dos corpos que se encontravam, e o ar ficou cheio de uma energia intensa, onde o desejo e a entrega se misturavam por completo.
Continuou assim, mantendo o contato visual e os beijos, até que ela começou a tremer levemente, soltando gemidos mais profundos, e ele sentiu que também estava chegando lá. No momento exato, apertou o corpo dela contra o seu, deixando o prazer se espalhar intenso, enquanto ela chegava junto em um arrepio que tomou conta de todo o corpo, como se cada parte de si tivesse sido acesa ao mesmo tempo.
Ficou parado ali por mais um tempo, sentindo o coração bater forte contra o dela, e depois foi saindo devagar, com muito cuidado, como se não quisesse interromper a sensação que ainda pairava entre nós. Letícia virou de lado, encostou a cabeça no peito dele, ficando ali bem quieta, como se tivesse encontrado um novo jeito de se sentir segura e à vontade.
Eu estava sentado na frente deles, sem falar nada, não conseguia tirar os olhos daquela cena. Sentia uma mistura estranha, mas ao mesmo tempo tranquila: ver minha mulher tão entregue, tão feliz, tão íntima, fez meu desejo triplicar. Seus olhos brilhavam como quando nós nos casamos. Ele acariciava seus seios, seu rosto, seus lábios, passava a mão nos seus cabelos com suavidade, como se estivesse pedindo para ela libertar aquele sentimento que tinha e abrir aquele coração que há muito precisava de atenção. Beijou sua testa com respeito e ternura.
Dava para perceber que ali não era só desejo: havia um cuidado, um jeito de tratar que fazia ela se sentir vista de verdade, não apenas como alguém que estava ali para satisfazer vontades. Eu via o brilho nos seus olhos, um brilho de quem tinha redescoberto algo que achava que tinha perdido, e isso mexeu comigo de um jeito que não esperava.
— Há muito tempo não me sentia assim, tão amada, tão protegida, tão desejada de outra forma.
Depois, ela se ajeitou, deixou a cabeça no encosto do sofá e deu um longo beijo nele. Olhou para mim, piscou um olho e ergueu as pernas para cima, se ajeitou meio de joelhos. Ele pegou o gel, passou no seu pênis e também no ânus dela. Com a ponta, pincelou por uns segundos na entrada, olhando para ela e falando bem baixinho. Ela concordou com a cabeça, e ele foi empurrando bem devagar. Percebi que ela fechou os olhos e fez cara de leve desconforto, então ele parou, saiu um pouco e colocou mais gel.
— Vem cá, fica de pé aqui e acaricia a cabeça dela.
Ela me olhou sorrindo e disse baixinho:
— Tu é um cara perfeito, amor!
Ele voltou a empurrar aos poucos, e logo tudo estava dentro. Ficou imóvel para ela se acostumar, até que ela fez um sinal para continuar, que estava tudo tranquilo. Então começou a se mover: entrava todo até o fundo e saía quase até a cabeça, repetindo o movimento. Aos poucos, foi aumentando a velocidade. Eu estava com tanta vontade de me despir e participar daquela cena incrível.
Novamente ele me surpreendeu, falando sem parar de se mexer:
— Fica pelado também, acho que ela vai gostar.
Sorriu, piscou um olho, apertou ela um pouco mais forte contra o corpo e respondeu com calma:
— Eu que agradeço por me deixar mostrar como uma mulher deve ser tratada. Todo mundo merece sentir que é especial, que seu corpo e seus sentimentos importam.
Ficaram mais um tempo ali, sem pressa, até que eu me mexi um pouco e chamei:
— Que tal abrir um champanhe para nós? Tudo bem? Quer que eu vá buscar?
— Sim, mas deixa que eu vou. Vocês ficam aqui, já volto. Na verdade, acho melhor ir pro quarto descansar um pouco. Sei que agora é hora de vocês conversarem.
Sem vergonha nenhuma, levantou e saiu da sala. O cigano me olhou sorrindo, se ajeitou e me chamou:
— Ei amigão, senta aqui, aqui do meu lado.
Sentei ao seu lado, ainda nu, e ele perguntou:
— Então, como tu está se sentindo? Está bem? Gostou? Falta alguma coisa ainda, né?
— Sim, para as primeiras perguntas. E para a última, acho que sim, kkk.
— Vamos esperar ela voltar para nós conversar melhor?
— Humm… e ela?
— Não te preocupa, espera ela voltar que tu vai entender.
Uns segundos depois ela entrou, entregou as taças para nós, alcançou a garrafa para mim. Nós levantamos, abrimos a champanhe e servimos. Ela bebeu um gole em cada taça, deu um beijo apaixonado em mim e um nele, falou sorrindo:
— Vou tomar um banho, me deitar e dormir até amanhã pela manhã. A porta do nosso quarto vai estar fechada por dentro, eu não vou mais descer. Falo com vocês amanhã pela manhã. Boa noite, te amo amor, e tu… kkk, eu já disse. Tô indo, beijos meus homens incríveis, amo cada um de uma forma, mas amo os dois.
Ela saiu e ficamos só nós dois, sentados na sala, conversando bem tranquilos, cheios de vontades ocultas e muita malícia, como se soubéssemos exatamente o que cada um pensava.
Aos poucos, nos aproximamos um pouco mais. Eu também toquei nele, da mesma forma: um toque leve, respeitoso, apenas sentindo o calor e a textura da sua pele. Depois acariciei suas costas e a bunda com as pontas dos dedos, devagar. Ele se inclinou um pouco mais e encostou os lábios nos meus, um beijo rápido, suave, sem pressa, apenas um toque de carinho.
— Assim também é bom — sussurrou, afastando um pouco para me olhar de novo. — Não precisa de mais nada para ser especial.
Nos ajeitamos melhor, ficando lado a lado, ainda bem próximos, nossos corpos se encostando levemente. As mãos continuavam a passear com calma: nos peitos, nos braços, na cintura, sem pressa, apenas aproveitando o contato.
— E agora? — perguntei.
— Agora, cada coisa tem seu tempo — ele sorriu. — Hoje já vivemos muito. O que vier, virá quando ambos estiverem prontos.
Ficamos ali por mais um tempo, conversando de coisas simples, de sentimentos, de medos e desejos, com as mãos ainda se tocando de vez em quando, com carinho, sem pressa, apenas aproveitando aquele momento de cumplicidade entre nós. Até que o cansaço bateu e acabamos dormindo ali mesmo, no chão da sala, cobertos apenas por um lençol.
Pela manhã, ela desceu para a sala e encontrou nós dois deitados no tapete, pelados. Veio até mim, me chamou baixinho, me deu um beijo e sussurrou no meu ouvido:
— Amor, eu quero vocês dois juntos agora.
Ele abriu os olhos, me olhou e deu uma piscadinha, sorrindo. Levantei e começamos a nos beijar, enquanto ele deixou nós dois nos curtirmos sozinhos um pouco. Depois o chamei para entrar na brincadeira, e quando ele se levantou, vi que seu pênis estava muito duro. Ele chegou por trás dela e ficou se roçando devagar nas suas costas e bunda.
— Eu hoje só quero chupar vocês dois juntos — disse ela sorrindo — mas na próxima vez quero os dois a noite toda.
Sentamos lado a lado, e Letícia começou me chupando primeiro, com vontade e carinho. Poucos segundos depois, ela trocou e passou a chupar ele, e assim foi fazendo, alternando entre um e outro, sem pressa. Ela nos olhava nos olhos, sorrindo e fazendo sinais com a cabeça, mostrando que agora tudo estava perfeito como ela queria.
Continuou nos chupando com muita habilidade, e quando eu já estava quase gozando, pedi para ela parar, pois não gosto de engolir. Ele então disse para nós ficarmos de pé, explicando que ela é quem iria decidir o que fazer, e também avisou que já estava quase gozando também. Ficamos de frente para ela, e eu logo comecei a gozar na sua boca. Em seguida ele falou que também ia, ela juntou os dois pênis juntos na boca e gozamos quase ao mesmo tempo. Quando terminamos, ela sem falar nada foi até o banheiro, e logo saiu dizendo que estava indo para a casa da sua mãe.
— Tá bom, mas essa felicidade não é só sua, é nossa também!
— É, eu tenho certeza disso. Beijinhos.
Ela saiu sem falar mais nada. Passou meia hora e ela me ligou dizendo que tinha chegado bem na casa da mãe e que qualquer coisa era só ligar.
Depois de um tempo, quando já estávamos mais calmos, ele começou a se arrumar para ir embora.
— E agora, cigano, quando tu vai voltar para nós três conversarmos?
— É amigo, acho que só volto quando vocês dois me chamarem. Pode ser amanhã, depois de amanhã, hoje mesmo…
— Viu? Quem sabe não deixá-lo ir embora, kkk.
— Por mim seria ótimo, né?
— Optchá, é só falar que eu fico, kkk.
— Então né, amor, fala para ele que já combinamos, kkk.
Levei ele até a porta, nós abraçamos bem forte, ele me deu um beijo no rosto e sussurrou no meu ouvido:
— Gadji! Agora para mim tu é Calon. Mas sei que ainda falta muita coisa para resolver, mas tudo tem seu tempo. Hoje nós estamos na parte mais segura da minha carroça, e se algum de nós cair, eu vou quebrar minhas tradições, desço e ajudo a subir novamente, se for do agrado.
Despediu-se como se nada demais tivesse acontecido, mas nós sabíamos que aquele encontro tinha deixado uma marca que não iria acabar tão cedo — isso estava escrito claramente nos nossos olhos.
