Vou contar uma história que aconteceu comigo enquanto estava casada, estou divorciada há três anos, agora estou mais a vontade pra falar sobre isso. Eu estava no meio da live, com o headset bem ajustado e a tela do jogo brilhando no monitor. “Galera, foco aqui! Essa partida tá insana”, falei, forçando um tom animado enquanto meus dedos voavam no teclado. O chat rolava rápido, torcendo pela minha vitória. Eu era a Nora, casada há dois anos, e fazia lives de games quase todas as noites. Meu marido estava viajando, e a casa estava silenciosa… ou era o que eu pensava.
De repente, senti o colchão do meu quarto afundar levemente atrás da cadeira gamer. Meu coração deu um salto. Virei o rosto só um pouquinho, sem tirar os olhos da tela, e vi ela: minha sogra na época, Helena. Alta, corpo maduro e curvilíneo, cabelos castanhos soltos caindo sobre os ombros, vestindo apenas um robe preto semi-aberto. Ela colocou o dedo nos lábios, pedindo silêncio, e sorriu daquele jeito perigoso que sempre me deixava inquieta.
Eu congelei por meio segundo. “O que você…?” sussurrei quase sem som, mas o microfone estava ligado. Rapidamente pigarreei e voltei para o público: “Desculpa, galera, gato passou por aqui. Vamos continuar!”
Helena se ajoelhou silenciosamente atrás da minha cadeira, escondida do ângulo da webcam. Suas mãos subiram pelas minhas coxas nuas — eu só usava uma camiseta larga e calcinha por baixo, confortável para jogar. O toque dela era quente, lento, deliberado. Meu corpo inteiro reagiu com um arrepio. Eu apertava o mouse com mais força, tentando manter o personagem no jogo.
— Shhh… — ela murmurou no meu ouvido, tão baixo que só eu ouvi. Seus lábios roçaram minha orelha. — Continua jogando, querida. Quero ver até onde você aguenta.
Sua mão deslizou por dentro da minha coxa, subindo devagar até pressionar o tecido da calcinha. Eu mordi o lábio inferior com força. O chat perguntava se eu estava bem porque minha respiração tinha ficado mais pesada. “Tô ótima! Só… concentrada”, respondi, voz um pouco rouca.
Helena abriu o robe dela. Seus seios grandes e pesados encostaram nas minhas costas quando ela se aproximou mais. Os mamilos duros roçaram minha camiseta, marcando o tecido. Ela começou a se mover devagar, esfregando os seios contra minhas omoplatas, descendo e subindo, como se estivesse marcando território. A sensação era enlouquecedora — pele quente, macia, contra o algodão fino.
Eu matei um inimigo no jogo com um headshot perfeito, mas minhas pernas tremiam. Ela desceu as mãos, puxando minha calcinha para o lado. Dois dedos grossos deslizaram pela minha fenda já molhada, abrindo-me devagar. Eu soltei um suspiro que disfarcei tossindo.
— Porra… — murmurei baixinho, só para ela.
Helena riu silenciosamente e enfiou um dedo dentro de mim, depois dois, curvando-os no ponto certo. Enquanto isso, ela pressionava o corpo inteiro contra minhas costas. Seus quadris começaram a se mover, roçando o monte dela contra minha lombar. Eu sentia o calor úmido dela, o clitóris inchado deslizando contra minha pele.
A sedução escalava rápido. Ela tirou os dedos e, de repente, levantou minha camiseta por trás, expondo minha bunda. Helena se encaixou melhor, abrindo as próprias pernas e colando sua boceta quente e molhada diretamente na minha nádega direita. Começou o tribbing lento, esfregando o clitóris inchado contra minha pele, subindo e descendo, deixando um rastro brilhante de excitação.
Eu jogava no automático agora. Minhas kills saíam, mas minha voz estava entrecortada. “Galera… esse mapa é foda…” O chat ria, achando que eu estava nervosa com o jogo. Ninguém imaginava que minha sogra estava literalmente se masturbando na minha bunda enquanto eu tentava não gemer ao vivo.
Helena acelerou. Seus seios pesados balançavam contra minhas costas, mamilos traçando círculos na minha pele. Ela mudou de posição: virou um pouco de lado e pressionou a coxa grossa entre minhas pernas, forçando minha boceta a esfregar contra a pele macia e quente dela. O tribbing agora era coxa contra boceta. Eu rebolava discretamente no assento, buscando mais fricção, enquanto meus dedos clicavam quase sem controle.
— Você tá tão molhada pra mim… — ela sussurrou no meu ouvido. — Quero sentir você gozar enquanto fala com eles.
Eu estava à beira. O clitóris latejava, inchado, deslizando contra a coxa dela. Helena segurou meus quadris por baixo da mesa, controlando o ritmo. Ela alternava: coxa, depois boceta contra boceta quando conseguia se encaixar melhor, lábios molhados se beijando, clitóris contra clitóris em movimentos curtos e desesperados. O som molhado era abafado pela música do jogo, mas eu ouvia perfeitamente.
Meu corpo inteiro tremia. Eu sentia o orgasmo subindo como uma onda quente. “Galera, vou… vou tentar essa jogada agora!” falei, voz falhando no final. Helena mordeu de leve meu ombro por trás, escondida, e esfregou com mais força, clitóris contra clitóris, seios esmagados contra minhas costas, coxas entrelaçadas.
Eu gozei. Forte. Silenciosamente.
Meus dentes cravaram no lábio até sangrar um pouquinho. Meu corpo inteiro convulsionou, boceta pulsando contra a dela, inundando sua coxa com meu gozo. Helena continuou se esfregando devagar, prolongando meu prazer, gozando logo depois com um suspiro quente no meu pescoço, o corpo dela tremendo contra o meu.
Eu fiquei ofegante, olhos vidrados na tela. “Vitória, galera!”, anunciei com a voz mais estável que consegui. O chat explodiu em parabéns.
Helena se afastou devagar, fechou o robe e me deu um beijo leve na nuca antes de sair do quarto como se nada tivesse acontecido. Eu fiquei ali, calcinha encharcada, pernas tremendo, coração disparado, sorrindo para a câmera enquanto fingia que tudo estava normal.
Mas eu sabia que, assim que a live acabasse, ela voltaria. E eu não iria resistir, e eu de fato não resisti.