Durante a noite, lembro de ter tido uns sonhos estranhos... não lembro direito o que era, mas lembro de flashs como a Fernanda falando alguma coisa, me apertando e até mesmo me mordendo, mas lembro da cama balançar bastante também, como se alguém estivesse pulando nela. Enfim... tudo apenas um sonho bem nebuloso por conta da bebida.
Quando acordei de manhã, com uma leve dor de cabeça, acordei com uma risada da Fernanda, que vinha do banheiro do quarto.
Ao olhar, vi nossas roupas do dia anterior, ainda no chão, minha blusa, blusa do Lucas, vestido de Fernanda, Sunga do Lucas, Calcinha da Fernanda... pera...nem Lucas e nem Fernanda dormiram sem a roupa de baixo...
Meu pensamento foi cortado por mais uma risadinha de Fernanda, que vinha do banheiro. Dessa vez ela falava algo como:
"Para Lucas, hahahaha"
Para Lucas? Dentro do banheiro? Me levantei e fui até o banheiro e disse:
“Tudo bem ai?”
por um momento o barulho parou e escuto a voz de Fernanda:
“Tudo sim amor, só vim tomar um banho”
Matheus: “E o Lucas?”
Fernanda: “ahh o Lucas?”
Lucas: “Só estou concertando o chuveiro aqui irmão”
Nesse momento escuto um barulho, em um ritmo consistente que vinha do banheiro...
Tentei abrir a porta do banheiro e estava trancada, então, sem parar o barulho, a Fernanda diz:
“Um minutinho... amor... é... a porta.... esqueci de.... destrancar... vou sair... e.... abro.... pera ai.....”
Escuto sussurros meio imcompletos:
Lucas: “Esse final de semana você vai ser... ”
Fernanda: “Por favor, ....”
Com isso, sentei na cama, e comecei a me masturbar escutando os barulhos que vinham do banheiro e cara... eles não estavam tentando esconder de mim, era nítido o que eles estavam fazendo... tenho certeza que tudo isso é ideia da Fernanda, ela é ardilosa, ela faz tudo isso porque sabe que me dá tesão...
Poucos minutos depois, os barulhos param, alguns minutos de silencio e eles abrem a porta do banheiro.
Lucas sai pelado com o pau meia bomba, bate na minha mão como forma de cumprimento, dizendo: “Bom dia, irmão”
E Fernanda sai logo depois, completamente pelada, com uma marca de chupão no peito esquerdo e marcas de dedo no pescoço.
Senta no meu colo, me beija na boca e fala:
“Bom dia, meu amor, desculpa a demora... mas tive uma ideia legal qual acho que você vai gostar... Lembra aquela brincadeira do Lucas e eu sermos namorados na rua? E se fizéssemos isso durante todo o final de semana? Mesmo dentro de casa?”
Lucas já tinha saiido do quarto. Meio surpreso e empolgado, falei:
"É isso que você quer?"
Falei enquanto levantava ela do meu coloco, tirava o short e colocava ela ajoelhada entre as minhas pernas.
Ela segurou no meu pau com uma mão e disse:
"Não é que eu queirraaaaa, é só um.... jogo... isso, apenas um jogo"
Disse ela em um tom sarcastico que eu sabia que estava zombando de mim.
Segurei ela pelo cabelo e encaixei meu pau na boca dela, perguntando:
"Isso pra você é só um jogo?"
"Sim gluck…gluck…gluck…só um jogo gluck…gluck… muito gluck…gluck…gluck…gluck… gostoso e gluck…gluck…gluck…gluck…gluck… muito molhado..."
"Você é uma puta, sabia?"
"gluck…gluck… sabia, e é por isso que você me ama. gluck…gluck…gluck… inclusive, você ama saber que eu já dei pro seu amigo duas vezes sem você assistir né? gluck…gluck…"
Eu mal conseguia raciocinar direito:
"ahh... duas vezes? Quando? ahhhh.... como foi?"
"gluck…gluck… Então a primeira vez foi de madrugada..."
Disse ela tirando meu pau da boca e apenas batendo punheta pra mim enquanto alisava meu saco. Era uma punheta bem molhada devido a baba que ela deixou no boquete.
"Então a primeira vez foi de madrugada... Você não achou que não ia rolar nada, com ele de cueca, eu de fio dental e todo mundo bebado né? você queria que rolasse algo... simplesmente ele começou a pegar nos meus peitos durante a noite, eu senti o pau dele duro encostando na minha bunda e você sabe... uma coisa leva a outra... mas fica tranquilo... não foi traição, em momento nenhum eu tentei esconder de você. Inclusive, teve uma hora que eu fiquei de quatro praticamente em cima de você e até te mordi, mas você não quis participar junto..."
O sonho... puta merda, não foi um sonho... eu namorei uma puta mesmo... que coisa maravilhosa.
"E a segunda vez? ahhhh"
"A segunda você escutou né? tá só fingindo que não sabe hahaha. Inclusive eu estava fazendo barulho para te acordar e pelo visto... deu certo.."
Nesse momento, empurrei meu pau no fundo da garganta dela e gozei tudo que estava acumulado.
Ela engoliu...engoliu cada gota... abriu a boca e colocou a língua pra fora me mostrando.
Não resisti, dei um beijo de língua nela e disse:
"Eu te amo."
"Eu também te amo meu amor."
"Eu também amor vocês." - Disse o Lucas, parado na porta do quarto, nos assustando, com um sorriso no rosto - "Que final incrível, adorei, digno de Oscar!"
No reflexo, me cobri, como se estivesse envergonhado:
"Precisa ficar assim não cara, é de casa já."
Ele estava pelado ainda e com o pau meia bomba. Chegou perto da Fernanda, que ainda estava ajoelhada e sem roupa e disse:
"Já estamos em íntimos já." - Falou enquanto colocava o pau apoiado no rosto de Fernanda.
Ela colocou a língua pra fora e deu uma lambida bem generosa, do saco, passando pela base e indo até a cabeça avermelhada do pau dele.
Ele levantou o pau, deu 3 batidas no rosto dela e falou:
"Matheus, vou precisar comprar umas coisas pra gente fazer um churrasco, vai comigo?"
"ahh eu quero ir junto" - Disse Fernanda.
Então nos arrumamos, vestimos uma roupa, Lucas foi dirigindo enquanto eu e Fernanda fomos no banco de trás.
Mal o carro saiu da garagem e o papo já começou.
Fernanda estava encostada em mim, com a mão descansando na minha coxa.
— Então… — ela começou, com um sorrisinho — vocês dois viraram oficialmente meus namorados agora?
Lucas riu alto, olhando pelo retrovisor.
Eu ri, ainda meio sem graça, mas excitado.
— Falando nisso… duas vezes essa manhã, Fernanda? Sério?
Ela mordeu o lábio, fingindo inocência.
— Foi mal, amor… foi muito gostoso.
Lucas completou, rindo:
— A primeira nem conta, estávamos bêbados hahahaha,
Fernanda apertou minha coxa, a voz ficando mais rouca:
— E a segunda foi no banheiro agora cedo… Acordei molhada, com a buceta latejando. Fui atrás dele e pedi pra me foder antes de você acordar. Ele me comeu em pé, contra a pia. Gozou bem fundo… espero que você não veja problema amor...
— Porra… — murmurei, sentindo o pau endurecer de novo.
Lucas olhou pelo retrovisor com um sorriso sacana:
— O Matheus acordou com cara de quem tomou porrada. Coitado. Chegou no banheiro e ainda teve que ouvir o barulho de eu socando a namorada dele. A cara dele quando abriu a porta foi impagável.
Fernanda riu e apertou meu pau por cima da bermuda.
— Mas ele gostou, né amor? Olha como fica duro só de ouvir a gente falar. Você ama saber que eu acordei com fome de pau do Lucas, não ama?
— Amo pra caralho… — confessei, a voz baixa.
Lucas deu seta e mudou de faixa, ainda rindo.
— Esse final de semana foi foda demais. Nunca pensei que ia comer a namorada do meu amigo o final de semana inteiro. E ainda com ele assistindo e participando. Vocês dois são doentes, mas eu adorei.
Fernanda se inclinou pra frente, entre os bancos, e falou bem perto da orelha dele:
— E olha que ainda tem o resto do dia… Eu ainda tô me sentindo sua namorada hoje, sabia?
Lucas sorriu, colocou a mão na coxa dela e apertou.
— Então tá ótimo. Vou precisar parar num posto.
Seguimos viagem. Em poucos minutos ele entrou num posto de estrada que parecia abandonado — bombas velhas, mato alto e nenhum carro por perto. Lucas foi direto pro fundo do terreno, estacionando atrás de uma parede meia caída, longe da estrada.
— Perfeito — murmurou ele, desligando o carro.
Saltou do banco da frente e entrou no de trás, fechando a porta com força. Sem dizer nada, segurou o rosto da Fernanda e enfiou a língua na boca dela com fome. Ela gemeu alto, correspondendo imediatamente, enquanto eu assistia a poucos centímetros de distância.
Lucas desceu a mão pro shortinho dela, puxando-o pra baixo junto com a calcinha. Fernanda levantou a bunda pra ajudar, já molhada. Ele enfiou dois dedos nela de uma vez, mexendo rápido.
— Porra… ainda tá cheia da porra que eu te dei mais cedo — grunhiu ele, tirando os dedos e mostrando pra mim, brilhando.
Fernanda olhou pra mim, olhos cheios de tesão:
— Amor… quer ver ele me comer?
Não deu tempo de responder. Lucas já tinha abaixado o banco da frente pra ganhar espaço. Puxou Fernanda pra cima dele, de frente pra mim, e encaixou o pau grosso na buceta dela de uma vez. Ela soltou um gemido longo quando sentou até o final.
— Ai caralho… que delícia — ela gemeu, começando a quicar devagar.
O carro balançava no ritmo. Lucas segurava a bunda dela com as duas mãos, abrindo bem enquanto metia pra cima. Eu não resisti: puxei o pau pra fora e comecei a me masturbar vendo eles.
Fernanda se inclinou pra frente, apoiando as mãos no banco da frente, e pegou meu pau na boca. Começou a chupar com vontade, gluck… gluck… gluck…, enquanto Lucas socava ela por trás.
— Isso, mama o pau do seu namorado enquanto eu te fodo — Lucas rosnava, dando tapas fortes na bunda dela.
O barulho molhado enchia o carro. Fernanda babava no meu pau, gemendo com a boca cheia, o corpo tremendo a cada estocada. Lucas metia cada vez mais forte, fazendo os peitos dela balançarem.
Eles trocaram de posição. Lucas sentou no meio do banco e mandou Fernanda sentar de frente pra ele. Ela obedeceu, quicando com força.
— Vida... tenta colocar junto, por favor... ahhhh.
Eu me ajoelhei no espaço apertado e tentei enfiar meu pau junto com o do Lucas. Mirei no cu dela, mas estava apertado, como ela estava bem molhada acabou escorregando e entrando na buceta os dois juntos.
— AHHHHHH! Vocês dois vão me matar de tesão… — ela gemeu muito alto. — Quero gozar no pau de vocês ao mesmo tempo!!!
Eu apertei os peitos dela, colocando na boca de Lucas que começou a chupar e mordiscar os mamilos dela, enquanto metíamos mais forte. O carro inteiro balançava forte agora. Fernanda começou a tremer, gozando com força, apertando os nossos pau enquanto gemia alto.
Lucas e eu não paramos. Ele virou ela de quatro no banco e eu acabei sentando ali, onde tinha espaço. A cara dela praticamente no meu colo, e meteu por trás com tudo. Eu segurava o cabelo dela, enfiando o pau na boca enquanto ele socava.
— Vou gozar… — Lucas avisou, a voz rouca.
— Goza dentro, por favor… — Fernanda implorou, voz abafada pelo meu pau.
Foi nesse momento que ouvimos três batidas fortes no vidro traseiro.
TOC! TOC! TOC!
— Polícia! Saiam do veículo com as mãos visíveis!
O coração quase saiu pela boca. Lucas parou no meio da estocada, ainda enterrado nela. Fernanda congelou com meu pau na boca. O vidro estava embaçado pra caralho, mas dava pra ver as silhuetas de dois policiais do lado de fora.
Lucas soltou um “porra” baixinho e lentamente saiu de dentro dela. Fernanda se sentou rápido, tentando puxar o shortinho pra cima, o rosto vermelho e a buceta brilhando. Eu guardei o pau na bermuda às pressas.
Do lado de fora, a lanterna do policial bateu no vidro embaçado.
— Agora, por favor!Agora estávamos os três dentro do mercadinho do posto, pegando coisas pro churrasco. O clima era de puro nervoso aliviado misturado com tesão.
— Caralho, eu quase morri quando ele bateu no vidro — Lucas falou baixo, rindo enquanto colocava carvão na cestinha. — Tava metendo fundo pra caralho e do nada “Polícia!”. Meu coração quase saiu pela boca.
Fernanda, ainda corada, riu e encostou em mim.
— Eu com o pau do Matheus na boca e você me arrombando… Achei que íamos ser levados pra delegacia. O velho ainda ficou olhando pros meus peitos sem disfarçar. Parecia que nunca tinha visto um par na vida dele.
Lucas deu uma risada baixa.
— Ele até disfarçou mal. Ficou uns bons segundos encarando. Quando falou “com esse corpo aí ainda balançando o carro”, eu quase ri no meio do nervoso. O cara deve ter inveja pra porra.
— Eu senti que ele quis falar mais alguma coisa — completei, pegando um pacote de linguiça. — Mas acho que até ele ficou sem graça de ver os chupões no seu peito.
Fernanda apertou minha mão, mas olhou pra Lucas com um sorrisinho safado.
— Ainda tô com a buceta pulsando… Gozei bem na hora que ele bateu no vidro. Foi a coisa mais louca que já aconteceu. Quase morri de vergonha, mas confesso que deu um tesão do caralho.
Lucas parou na frente dela, segurou a cintura e falou baixinho:
— Quando a gente chegar em casa eu termino o que comecei. Quero te foder direito, sem interrupção. Quero ouvir você gemendo alto na cama do Matheus.
Fernanda mordeu o lábio e olhou pra mim, depois pra ele:
— Vocês dois vão me deixar destruída hoje, né?
— Essa é a intenção — Lucas respondeu, dando um tapa leve na bunda dela.
Pagamos as coisas ainda rindo da situação, o clima entre nós três ainda mais quente depois do flagrante.
Depois do almoço, estávamos os três na sala. Lucas olhou pra mim com aquele sorriso safado e falou:
— Vamos jogar uma FIFA (Jogo de futebol)?
Matheus: “É, estava pensando em uma coisa um pouquinho diferente… algo como: cada vez que alguém fizesse gol, tinha direito de fazer algo com a Fernanda. Tem que começar leve e ir escalando. Quem fizer o gol depois sempre tem que fazer algo mais pesado que o anterior. E não tem pause, então se ficar tempo demais com ela, vai tomar gol e perder a vez.”
Lucas: “Evidentemente que eu topo. Posso escolher o jogo? Quero aquele modo rápido, 5x5, que a cada gol o jogador que fez sai.”
Matheus: “Porra, vai ficar bem frenético, mas bora.”
Fernanda: “Caralho, vocês realmente estão fazendo acordo como se eu fosse uma puta mesmo, hahaha.”
Matheus: “Falando nisso, puta… vai lá, senta no meio da gente.”
Falei dando um tapa forte na bunda dela, que ainda estava só com o micro biquíni vermelho.
Encostamos na cabeceira do sofá grande e Fernanda ficou no meio de nós dois, o corpo quase nu entre a gente.
A partida começou. O jogo era bem rápido, estilo futebol de rua. Em pouco tempo eu meti o primeiro gol. Peguei o rosto da Fernanda, virei e dei um selinho demorado. Lucas não parou de jogar e quase fez um gol, mas errou. Aproveitei o contra-ataque e meti mais um. Segurei a nuca dela e comecei a beijar de língua.
Lucas aproveitou que eu estava distraído e fez o primeiro gol dele. Nesse momento, até eu parei de jogar. Lucas pegou a nuca da Fernanda com calma e começou a beijar ela de língua. Porra, que tesão eu senti. O beijo deles era lento, molhado. Ele mordeu o lábio inferior dela enquanto Fernanda dava um leve risinho, claramente gostando.
Então ele parou, ficou com o nariz colado no dela por alguns segundos e disse:
“ihh, deu mole… não meteu outro gol não?”
Voltamos a jogar, mas eu já estava fazendo corpo mole de propósito. Lucas meteu mais um gol e a cena se repetiu.
Dessa vez, enquanto beijavam, Lucas desceu a mão pela coxa dela, apertando com vontade, subindo até a cintura e passando a mão pela barriga dela, por baixo do top
.
Eu estava ansioso. Meti um gol durante o beijo deles. Nem deu tempo de se separarem. Puxei o rosto dela e comecei a beijá-la, abraçando pela cintura com uma mão e apertando os peitos grandes dela por cima do top fino com a outra. Dava pra sentir os mamilos duros marcando o tecido.
Enquanto eu beijava ela, escutei o som do gol do Lucas. Ele roubou minha namorada das minhas mãos.
Placar 3x3. Eles voltaram a se beijar, mas agora a mão dele entrou por baixo do top e começou a brincar com os peitos dela. Ele estimulava os mamilos, apertava com a mão cheia. Fernanda gemia baixo durante o beijo.
Novamente não fiz nada, só fiquei assistindo ele apalpar minha namorada. Lucas percebeu que eu estava de corpo mole, sorriu e meteu mais um gol, virando o jogo 4x3.
Dessa vez ele puxou o top dela pra cima, tirando completamente, e começou a chupar os peitos dela com fome. Fernanda arqueava as costas, tentando levantar o busto o máximo possível pra dar mais acesso a ele. Meu pau estava latejando.
Depois de uns quinze segundos dele mamando nela, o apito final tocou. Lucas tinha ganhado.
Fernanda, ofegante, empurrou a cabeça dele de leve e perguntou:
— Qual é o prêmio de quem ganhou a partida?
Matheus: “Não pensamos nisso…”
Lucas: “Pode ser alguma coisa envolvendo você, hahaha.”
Fernanda: “Então tá, tenho uma ideia… Vou ficar no colo do ganhador pela próxima partida toda. Ele vai ter que jogar vendo a tela por cima do meu ombro, com o controle nas minhas costas. Vou ficar bem abraçadinha.”
Nem deu tempo de responder. Ela sentou no colo de Lucas, montada de frente pra ele, empinada, com metade da bunda de fora no shortinho.
Fernanda: “Vai configurando a nova partida aí, amor.”
Matheus: “Mas é só apertar play novamente.”
Fernanda: “Não, tem que ser com outros times.”
Quando olhei pra eles, Lucas tinha as duas mãos no quadril dela. Estavam se olhando nos olhos e ela dava leves reboladinhas no colo dele.
Matheus: “Escolhe seu time aí, Lucas.”
Lucas: “Tanto faz, cara. Pode escolher pra mim qualquer um.”
Quando a partida começou, ele colocou ela deitada no peito dele e começou a jogar. Deixei ele meter o primeiro gol.
Lucas: “Meu primeiro prêmio é esse” — disse puxando o top dela (que já estava meio fora) completamente.
O próximo gol foi meu. Eu me inclinei e comecei a chupar os peitos dela. Mas logo escutei o gol do Lucas e quando levantei o rosto ele já estava com a boca nos peitos dela também.
Ele apertou a calcinha fio-dental bem enfiada na bunda dela e ficou apertando as nádegas com as duas mãos cheias enquanto mamava. Fernanda rebolava forte no pau dele.
Lucas meteu mais um gol, colocou Fernanda ajoelhada entre as pernas dele, ficou em pé e baixou a bermuda. O pau dele pulou pra fora, grosso, batendo quase na cara dela. Dava pra ver que era maior que o meu. Fernanda olhou com desejo.
Ele sentou novamente, puxou ela pro colo. Fernanda rebolava forte, abraçada no pescoço dele. Lucas meteu outro gol, empurrou ela de costas na cama, puxou a calcinha do biquíni de uma vez e Fernanda, sem esperar, pegou o pau dele e sentou com força até o final.
Ela abriu a boca pra conseguir gemer bem alto
Fernanda começou a quicar com força, o barulho molhado ecoando na sala. Lucas segurava a bunda dela enquanto se beijavam freneticamente.
Eu meti um gol. Mesmo assim eles continuaram.
Matheus: “Vida, minha vez.”
Ela não parou de sentar no pau dele, apenas esticou uma mão e começou a me punhetar.
Lucas: “Você é muito gostosa, puta que pariu.”
Fernanda: “Meu Deus, que pau gostoso do caralho!”
Lucas: “Então agradece seu namorado por deixar eu te comer.”
Fernanda: “Amor… muito obrigada por deixar seu amigo me foder assim…”
Ela parou de me punhetar, colocou as mãos no peito de Lucas e começou a rebolar forte, esfregando o clitóris. Lucas enforcou ela de leve com uma mão e imobilizou os braços dela atrás das costas com a outra.
Fernanda começou a tremer, revirando os olhos. Gozou forte no pau dele.
Lucas não parou. Colocou ela de quatro, cara no sofá, e continuou metendo forte. Depois me chamou pra frente. Fernanda, ainda grogue, pegou meu pau e começou a chupar. Gozei rápido demais, jorrando na cara, cabelo e olhos dela.
Lucas puxou os braços dela pra trás e meteu ainda mais forte, estapeando a bunda. Fernanda olhava pra mim, cara toda gozada, e sussurrou:
“Obrigada, meu amor…”
Ela gozou pela segunda vez. Lucas socou mais algumas vezes e gozou dentro dela com um gemido rouco.
Nesse momento ela solta a mão do Lucas, cai de cara no meu pau de novo, se estica na cama como se tivesse deitada de bruços. O pau dele desencaixa da buceta dela e ela começa a se tremer novamente.
Em pouquíssimo tempo ela já tinha gozado duas vezes… estava com muito tesão.
Enquanto ela se tremia deitada na minha perna, Lucas subiu na cama, encaixou o pau na buceta dela com ela de bruços e começou a socar muito forte.
Eu fiquei fazendo carinho no cabelo cacheado dela, enquanto meu amigo comia a buceta da minha namorada. Percebi que ele estava socando cada vez mais forte, se apoiando nas costas dela com uma mão. As estocadas foram ficando mais curtas e brutas, até que ele soltou um gemido rouco e longo.
Provavelmente ele tinha gozado dentro dela. Tive certeza quando olhei pra Fernanda e, ao invés de anestesiada, ela estava com um sorriso satisfeito no rosto.
Ela apagou ali mesmo, sem se limpar, completamente pelada. Lucas fez o mesmo, tombou pro lado e dormiu do jeito que estava.
Eu ainda estava elétrico demais. Fui no banheiro, bati mais uma punheta pra aliviar, lavei meu pau, coloquei uma cueca e peguei um edredom grosso no armário. Cobri os dois e me deitei ao lado deles.
Depois de uns dez minutos, finalmente consegui cochilarFomos acordados de sobressalto por uma campainha insistente.
DRIMMMM… DRIMMMM… DRIMMMM…
— Caralho! — Lucas xingou, sentando na cama de uma vez. — Esqueci completamente dessa porra!
A campainha tocou novamente, mais longa e insistente. Fernanda se assustou e se sentou rápido, segurando o edredom contra o corpo.
— Quem é?! — perguntou ela, ainda sonolenta e alarmada.
— São meus amigos… Diego, Ruan e a Júlia. Eu tinha marcado com eles hoje e esqueci totalmente depois que vocês chegaram — Lucas respondeu, já pulando do sofá. — Vistam-se! Rápido!
Foi uma correria geral. Fernanda levantou correndo, ainda com porra escorrendo pela coxa, e começou a procurar as roupas pelo quarto.
— Merda, merda, merda… — murmurava ela, pegando o shortinho jeans e a blusa fina do chão.
Eu me levantei também, coração acelerado, vestindo uma bermuda e uma camiseta qualquer o mais rápido possível. Lucas vestiu uma regata e uma bermuda de banho às pressas.
Fernanda mal teve tempo de passar a mão entre as pernas pra limpar um pouco antes de vestir a calcinha e o shortinho. Seus cabelos estavam bagunçados, tinha chupão no pescoço e ainda estava com cara de quem tinha sido bem comida.
A campainha tocou pela terceira vez, agora acompanhada de batidas na porta.
— Lucas! Abre essa porra, cara! — gritou uma voz masculina do lado de fora.
— Já vou! — Lucas berrou de volta. Ele olhou pra gente antes de sair do quarto: — Tentem disfarçar um pouco. Principalmente você, Fernanda… tá com cara de quem levou piroca até agora.
Fernanda deu um tapa no braço dele, nervosa, mas também com um sorrisinho excitado no canto da boca.
Lucas foi abrir a porta. Fernanda terminou de ajeitar a blusa (que ainda marcava os mamilos duros) e passou a mão no cabelo tentando arrumar alguma coisa. Eu fiquei ao lado dela, sentindo a adrenalina.
Da sala já dava pra ouvir as vozes animadas dos amigos entrando:
— Finalmente, porra! A gente já ia embora!
Lucas riu, tentando ganhar tempo:
— Calma aí, galera. Entrem e sentem. Eu tava… dormindo.
Fernanda olhou pra mim, respirando fundo:
— Amor… como tô? Pareço que acabei de ser comida?
Eu sorri, ainda nervoso:
— Parece exatamente isso.
Assim que os três olharam para dentro da sala, o papo morreu por um segundo.
Fernanda estava ao meu lado, ainda claramente recém-fodida: cabelo cacheado bagunçado, rosto corado, um chupão roxo visível no pescoço e os mamilos marcando a blusa fina. Ela tentava parecer normal, mas era impossível disfarçar.
Diego foi o primeiro a reagir, abrindo um sorriso lento e surpreso:
— Porra, Lucas… agora entendi por que você sumiu o dia inteiro — disse ele, sem tirar os olhos de Fernanda. — E aí, beleza? Eu sou o Diego.
Fernanda sorriu, um pouco envergonhada, e cumprimentou:
— Oi… eu sou a Fernanda.
Ruan ergueu as sobrancelhas, claramente impressionado com o corpo dela, e falou com um sorrisinho:
— Caralho… prazer, Ruan. Você não tava brincando quando disse que ia ter “visita especial”, hein Lucas?
Júlia foi mais direta. Olhou Fernanda de cima a baixo, depois olhou pra Lucas e pra mim, e soltou uma risada baixa:
— Nossa… oi, Fernanda. Você tá… bem servida, hein? — disse ela, reparando no chupão no pescoço. — Lucas, seu safado… a gente veio pra tomar cerveja e ver o jogo, mas pelo visto o jogo já rolou aqui antes.
Lucas riu, sem o menor constrangimento, passando o braço pela cintura da Fernanda e puxando ela mais pra perto.
— Galera, essa é a Fernanda. Minha ficante. E esse é um amigo, o Matheus. — disse ele, apontando pra mim. — Matheus, esses são o Diego, o Ruan e a Júlia. Meus parceiros desde a faculdade.
Eu cumprimentei todo mundo com um aceno, sentindo o rosto quente.