Meu nome é Caca. Apelido que meu papai me deu desde pequena porque eu era a “caçadora” de tudo — aventuras, problemas, e agora, dele. Tenho 18 anos, loira natural, cabelo liso e longo até a cintura, olhos verdes-claros, pele branca que bronzeia rápido no sol, seios médios naturais que ficam arrepiados com facilidade, e um corpo fitness bem definido: cintura marcada, abdômen levemente trincado, bunda redonda e pernas tonificadas de quem treina pesado com ele desde os 15.
SE QUISER ME CONHECER meu insta caca14yy
Há uns três meses comecei a fazer videochamadas de striptease num site adulto. Precisava de grana pra faculdade e via as amigas faturando fácil. Dançava devagar com luz baixa, tirava o top aos poucos, apertava os seios, deslizava a mão pela barriga e entre as pernas, gemendo baixinho enquanto os clientes pagavam por minuto. Nunca mostrava tudo, nunca ia além. Era só performance, mas me dava um tesão estranho.
As minhas amigas eram loucas pelo meu papai. “Caca, teu pai é um tesão, aquele corpo de campeonato… ele é casado com tua madrasta, né? Que desperdício.” Elas falavam isso o tempo todo quando ele me buscava na faculdade ou treinava com a gente. Eu ria, mas comecei a prestar atenção. Meu papai tem 35 anos, foi pai cedo, personal trainer profissional — ombros largos, peito musculoso, braços veios, abdômen tanquinho marcado, pele bronzeada. Sempre competiu em fisiculturismo. Eu sentia orgulho, mas depois do site, algo mudou.
Um dia cheguei mais cedo em casa. O notebook dele estava aberto na sala. Cliquei no histórico por curiosidade e vi meu site. Várias sessões com “Caca_Loura18”. Ele assistia eu me tocando, dançando, gemendo. Meu coração disparou. Dali pra frente, não consegui mais olhar pra ele igual. Comecei a sentir uma curiosidade quente, proibida. Notava o cheiro dele depois do treino, o suor escorrendo pelo peito, o volume na bermuda quando ele me corrigia na postura e encostava as mãos grandes na minha cintura. Eu provocava mais: saía do banho só de toalha curta, roçava “sem querer” na cozinha, sorria mais devagar quando ele elogiava meu shape.
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Fomos pro Rio de Janeiro num fim de semana com minha madrasta. No primeiro dia ela passou mal — febre alta, dor no corpo. Ficou no apartamento em Copacabana, dopada de remédio. “Vão vocês dois pra praia, eu vou descansar”, ela disse. Meu papai olhou pra mim. “Topa, Caca? Só nós dois.” Topei na hora.
Pegamos o carro e fomos pra uma praia que um amigo indicou. Estrada de terra, mata em volta. As placas: “Praia Naturista – Área Reservada”. Meu papai ficou vermelho. “Porra… não era essa. Quer voltar, filha?”
Eu senti um frio bom na barriga. “A gente pode só conhecer… tá calor pra caralho e ninguém nos conhece. Vai ser engraçado.” Ele hesitou, mas concordou. Troquei de roupa atrás de umas pedras. Senti o olhar dele queimando minha pele nua. Meus mamilos endureceram com a brisa. Quando ele tirou a sunga, vi o pau grosso, pesado, já meio duro. Ele entrou rápido na água até a cintura, disfarçando.
Entrei também, rindo nervosa. A praia era linda: areia branca quente, mar cristalino calmo, poucas pessoas ao longe, cheiro de sal e protetor solar. Na água, ficamos um tempo em silêncio, só o barulho das ondas.
“Pai… tá tudo bem?” perguntei, me aproximando um pouco.
“Sim, filha… só… não esperava isso tudo. Você tá… confortável?” A voz dele estava um pouco rouca. Ele olhava pro mar, mas eu via os ombros tensos.
Uma onda maior nos empurrou. Meu quadril encostou nele e senti claramente: o pau grosso, duro, roçando na minha coxa. Ele ficou tenso. “Desculpa, Caca… foi sem querer. Tem uma moça ali atrás que eu vi quando cheguei… me distraí.”
Eu sorri de lado, sem acreditar. “Aham, sei… uma moça, né papai?” Virei de costas pra ele, encostando mais a bunda na barriga dele. O pau pulsava quente contra mim. “Você sempre foi tão direto nos treinos, me corrigindo a postura, encostando as mãos… e agora fica tímido?”
Ele respirou fundo, mão na minha cintura. “Caca… a gente é pai e filha. Isso aqui é loucura. Mas desde que eu te vi naquele site… eu não consigo parar de pensar em você. Você cresceu tanto, virou uma mulher linda.”
“Eu sei que você assistia minhas chamadas, papai. Vi no notebook. E… eu comecei a te ver diferente também. O jeito que você treina sem camisa, o suor… me deu uma curiosidade estranha.” Confessei baixinho. Nossos olhos se encontraram.
“Agora você me viu nu também… igual eu vi você dançando.” A mão dele apertou minha cintura. “E aí? O que achou?”
Eu mordi o lábio. “Seu pau… é muito grosso. Uns 18 centímetros fácil. Quando encostou agora, eu me assustei… mas fiquei molhada pra caralho.” Peguei a mão dele e guiei até meu corpo. Ele gemeu baixo. “Segura ele então, filha… sente de verdade.”
Minha mão envolveu a grossura quente debaixo da água. A pele macia deslizava sobre a rigidez latejante, veias pulsando, cabeça molhada. Apertei devagar, masturbando ele enquanto ele apertava meus seios por trás, beliscando os mamilos. Conversamos sussurrando confissões: ele admitiu que gozava pensando em mim depois das chamadas, eu disse que comecei a me tocar imaginando ele. O tesão era insuportável.
Saímos da água. Pau dele ereto, meu corpo pingando. Sentamos na areia, tocando discretamente, até que ele disse: “Não aguento mais, Caca. Vamos pra um lugar privado.”
Eu hesitei, olhando pra ele. *Será que devo? Isso é meu papai… é errado pra caralho… mas eu tô pingando de tesão.* Meu olhar desceu pro pau dele, que ainda estava bem duro, quase apontando pra cima mesmo depois de sair da água. Ele notou.
“Quer sentir ele até chegar no motel, filha?” perguntou, voz baixa e rouca.
Eu balancei a cabeça devagar, mordendo o lábio. “Quero, papai…”
Ele pegou minha mão e me levou de volta pro carro, ainda nus por baixo das toalhas. Mal entramos no carro e fechamos as portas, ele baixou um pouco o banco do passageiro. Eu me inclinei, olhando bem de perto. O pau dele era impressionante: grosso, veias marcadas, cabeça rosada e brilhando de pré-gozo, cheiro forte de homem, suor, mar e tesão puro. Eu me aproximei, inspirei fundo sentindo o cheiro almiscarado que me deixou ainda mais molhada. Toquei com as duas mãos, sentindo a maciez da pele quente deslizando sobre a rigidez de ferro, as veias pulsando contra meus dedos.
“Assim, filha… caralho…” ele gemeu.
Eu desci o rosto e lambi devagar da base até a ponta, sentindo o gosto salgado, o calor. Enfiei na boca, chupando com vontade, a cabeça grossa enchendo minha boca. Subia e descia devagar, língua girando, mão masturbando a base que não cabia. Ele dirigia com uma mão na minha cabeça, gemendo baixo, o carro seguindo devagar pela estrada de terra. Eu chupava gostoso, babando, olhando pra cima de vez em quando pra ver a cara de prazer dele. O cheiro, o sabor, a maciez da pele sobre a dureza… tudo me deixava louca.
Chegamos no motel. Mal fechamos a porta do quarto, ele me beijou faminto — língua enrolando na minha, gosto de sal. Me deitou na cama, chupou meus seios, desceu e comeu minha buceta com fome: língua no clitóris, dedos dentro, som molhado. Gozei na boca dele, tremendo.
Ele me colocou de quatro. No espelho, vi ele atrás de mim. Esfregou a cabeça grossa e empurrou. “Ahhh… papai… tá abrindo tudo… tão grosso…” Metia fundo, ritmado, pele batendo molhada. Gozei apertando ele.
O celular tocou — madrasta. Eu sentei no colo dele, pau inteiro dentro, latejando. Rebolava devagar enquanto atendia. “Alô… paramos pra comer alguma coisa, estamos no carro ainda… tá tudo ótimo.” Minha voz saiu ofegante. Ele mordia meu ombro. Desliguei e ri nervosa.
Ele me virou de quatro de novo e socou rápido e forte. “O que estamos fazendo é muito errado, Caca… mas é tão gostoso, caralho…” Metia fundo, gemendo. “Eu sempre desejei você, filha… desde que você cresceu. Ninguém pode saber disso nunca.”
Gozei forte, gritando o nome dele. Ele urrou junto, gozando dentro de mim, jatos quentes enchendo minha buceta enquanto eu tremia.
Depois fomos pro banho. Água quente caindo. Ele me encostou na parede, me fodeu mais um pouco, depois me colocou de joelhos. “Quero gozar na tua boca, filha.” Chupei gostoso, mão nele. “Amo tomar leitinho, papai… me dá leitinho da…” Ele gemeu alto e encheu minha boca de porra quente, grossa. Engoli tudo, mas uma gota caiu no meu braço. Olhei pra ele, lambi devagar a gota, sorrindo.
Cinco minutos depois, já no quarto de novo, ele estava excitado de novo, me puxando pra perto, sentindo meu corpo colado no dele. “Isso é loucura… mas eu não quero parar.”
**Continua…** (pra contar o resto da viagem, a volta pro apartamento com a madrasta, e o que aconteceu depois).
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