Fred era o marido perfeito. Pai exemplar. Trabalhador, educado, gentil. Mas, como tudo que é perfeito demais, tinha que ter um defeito. E Clara sabia exatamente qual era.
— Não acredito, Fred! Reage, porra! Vai me deixar aqui com esse fogo?
— Clara, não tô a fim. Amanhã tenho reunião cedo. Preciso dormir.
— Você sabe que eu fico irritada quando não gozo... Fred??
Mas ele já estava roncando. Clara levantou irritada, foi pro banheiro tentar aliviar. Se deitou na banheira e olhou pro chuveirinho... Ela deve uma ideia pra apagar aquele seu fogo. Ligou o chuveirinho, encostou no grelinho latejando e começou a se tocar. Pois as pernas na borda da banheira e ergueu um pouco os quadris pra cima a exibir o enorme bucetão cabeludo. Ela começa sentir a pressão do chuveiro, aquele jato de agua masturbando-a com força. Pelo menos aquilo serviu pra se aliviar.
Mas o problema é que aquele fogo nunca apagava completamente. Era constante, insaciável. E se o marido não dava conta, ela ia procurar quem desse.
Foi aí que o vizinho do lado começou a chamar atenção. Passava sem camisa, com a toalha pendurada no quadril. Clara ficava parada atrás da cortina, e observava intensamente aquele homem passando pelo quintal como quem quisesse ser visto. Ela mordeu os lábios sentindo um fogo a subir pelas pernas.
Alguns minutos depois o vizinho abriu a porta e viu a vizinha ao lado.
— Oi, vizinho... tô sozinha em casa... apareceu um rato peludo enorme no banheiro. O senhor pode matar pra mim?
— Claro, vizinha. Só esperar eu vestir uma camisa.
Ele foi até a casa da vizinha, entrou no banheiro e procurou aquele maldito rato.
— Cadê esse rato? Você falou que era grande?
— É sim... bem grande e peludo... tá aqui, ó...
Ao se virar, viu a vizinha levantando o vestido, revelando a buceta peluda, úmida e inchada, os pelos escuros e desgrenhados envolvendo os lábios carnudos que se abriam levemente, pulsando com excitação. Cada contorno da carne, cada dobrinha apertada e rosada, parecia implorar por atenção. O vizinho levou um susto, totalmente inesperado, nunca tinha visto uma mulher casada se expondo daquela forma à sua frente.
Ele tinha duas opções: a primeira, agarrá-la, deitá-la na privada e meter a pica naquela buceta cheia de tesão, apagando o fogo da mulher; a segunda, se sentir constrangido e dar uma lição de moral, indo embora. Entre razão e excitação, o pau duro na calça falou mais alto.
Ele tirou a camisa, agarrou a safada e a empurrou sentada na privada.
— Vai, seu filho da puta… mete logo! Me come com força!
— Se eu soubesse que você era tão vagabunda, já tinha feito isso antes — rosnou ele, cravando o pau sem dó dentro dela.
Estocadas fortes. Beijos mordidos. Gritos abafados. Ela deitou na privada erguendo as pernas nos ombros daquele homem que a comia com força como se fosse um animal selvagem com fome. O pau dele, grosso e quente, encostou primeiro na entrada úmida e peluda da Clara, fazendo uma pequena pressão contra os lábios entreabertos. Ele segurou firme nos quadris dela, empurrando devagar para sentir o roçar dos pelos contra a pele.
Clara sentia a pressão daquele corpo sobre o dela, subindo e descendo repetidas vezes, enquanto as enormes bolas dele batiam na bunda e provocavam ondas de prazer intenso. Ela não conseguia tirar os olhos do rosto dele, admirando a expressão de tesão puro, a boca entreaberta, o suor escorrendo pela testa. Nunca tinha sido comida daquele jeito, cheio de tesão. O vizinho fodia mil vezes melhor do que seu marido.
A metida foi tão forte que a privada acabou quebrando. E o fogo de Clara quase foi apagado senão fosse aquela privada que atrapalhou toda diversão.
Fred chegou exausto do trabalho e viu aquela privada quebrada e ele tentou entender o que aconteceu.
- Clara, tem certeza que foi isso?
- Ora, eu disse que foi porque foi. Eu fui fazer minhas necessidades e a privada quebrou. Vai ver que essa privada está poder, mal consegue com o meu peso.
- Estranho, essa privada nem tem tanto tempo assim que foi colocada.
- Vai ver que os pedreiros na hora de coloca, colocou de mal jeito. Só sei que quebrou. Quero uma privada nova.
- Vejo isso no final de semana... vou tomar banho, já preparou a jantar?
- Acabei esquecendo. Quando for pega o nosso filho na casa de sua mãe aproveita e pega alguma comida pra gente.
Clara odiava fazer comida. Preferia comprar pizza ou pedir comida na casa da sogra. Naquela noite, depois de barriga cheia e seu filho já foi pra cama dormir, Clara ainda dava acordada querendo foder.
— Vai, Fred, mete na bundinha, de ladinho.
— Ah, tô cansado.
— Nada disso. Faça o seu serviço como marido: foder sua esposa. Você sabe que só consigo dormir depois que fazemos amor.
Fred puxou o pênis, que estava meio mole, e tentou endurecê-lo com algumas sacudidas. Virou de lado, e Clara empinou a bunda para ele. Ele se aproximou, abriu a grande bunda da esposa e meteu a vara.
— Isso, amor… mete com força… mais força, Fred, com vontade… você nem tá fazendo direito…
— Toma… toma…
Fred acelerou nas estocadas e, poucos segundos depois, soltou um último gemido. Tirou o pau de dentro da bunda dela e o guardou na calça.
— Espera… por que parou?
— Já gozei!
— Sério? Tá de brincadeira, né? Não faz nem cinco minutos.
— Não dá, não consigo continuar… boa noite, querida…
Ele virou de lado e dormiu como uma pedra. Clara, insatisfeita, resolveu se satisfazer sozinha: masturbou-se e, depois, acabou adormecendo também.
No dia seguinte esperou seu marido sair com o filho. Ela estava sozinha em casa. Tomou banho, vestiu sua roupa de piriquete, passou batom na boca. Em seguida deixou a porta da casa entreaberta.
Não demorou muito pra o vizinho ao lado aparecer.
— Oi vizinha... queria saber se tem sal pra emprestar...
Ela estava sentada no sofá com as pernas cruzadas enquanto via o vizinho sem camisa entrando em sua sala. Ela descruza as pernas, abrir bem as pernas e levanta o vestido.
— Depende do sal que voce vai querer, meu vizinho... — disse ela com sorriso malicioso, abrindo com os dedos os labios da vagina molhada.
Ele rapidamente fechou a porta e caminhou na direção dela. Ajoelhou nos meios das pernas a enfiar a boca com tudo, a chupa-la.
— Aiiiii.... apagar o meu fogo!!!