Arrisquei Lamber o Tobinha da Irmãzinha do Maluco

Um conto erótico de Sincericida
Categoria: Heterossexual
Contém 1153 palavras
Data: 07/06/2026 13:43:18
Última revisão: 07/06/2026 13:54:41

Essa vai ser rapidinha. Eu estava alucinado pra comer boceta. A principal culpada era minha musa, a loira alta e tesuda, irmã do Atentado.

Tentei com várias garotas, incluindo a irmã do Perigo, dona do maior bocetão que já vi e tāo perigosa a ponto de quase decepar meu pau com uma dentada. Também avancei sobre a irmã do Maluco, uma quietinha que parecia santa, mas que na verdade era doidaça e mijou na minha cara.

Agora, eu repassava as poucas chances de comer uma xereca antes do fim de semana, porque depois dessa data fatal os caras mais velhos do bairro planejavam arrombar todas as garotas dali fazendo suruba.

Bem, pensar em suruba me deu uma luz. Tinha a prima da minha musa, outra loirona gostosa que era uma cópia fiel dela. Essa garota veio passar uns dias na capital e sabem como é: garota que vem do interior raramente volta sem rodar numa caceta - e se essa caceta sortuda fosse a minha?

É certo que tinha umas dúvidas. Ela era tão parecida com a prima que eu bem podia ter confundido as duas, quando achei ter visto a irmã do Atentado se acabando de tomar pica dos caras mais velhos em tudo quanto era orifício daquele corpão.

Era inconveniente não saber qual delas tinha rodado na pirocada, pois não queria meter onde três caras muito maiores que eu haviam estado: seria uma comparação desleal e injusta. Se ao menos soubesse qual delas levou surra de pica, poderia tranquilamente investir na outra.

Estava decidido, eu ia procurar a prima do Atentado e tirar a história da suruba à limpo. Isso era fundamental para determinar qual delas teria a hora de rebolar na minha piroca zero quilômetro - pode parecer arrogante, mas se eu não me valorizasse, quem o faria?

Mal saí de casa, ia cruzando a rua e chegou montada numa bike a Maluquete, irmã mais nova do Maluco. Essa mina não estava na lista porque, ao contrário da irmã mais velha que tinha pinta de santa, puxou ao irmão e tinha fama de ser meio doida.

Sabe quando uma garota tem tudo pra ser bonita, mas o resultado é meio estranho? O rosto redondo de olhos inquietos, grandes e azuis, mas meio separados demais, com uma cabeleira de cachos loiros e franjinha apontando pro alto toda despenteada, reforçavam essa impressão.

Enfim, essa garota certamente era uma roubada: fama de doida, irmã dos malucos e pinta de quem saiu do hospício. Mas ela veio inclinada na bike, com a bundinha arrebitada de shortinho entrando no rego e um par de tetas cheinhas penduradas, meio aparecendo pela gola da blusa folgada, o que me fez parar e dar assunto.

A Maluquete estava de bobeira e ofereceu me levar à casa do Atentado, o que parecia não ter nada demais. Porém, essa carona de bike foi assim: eu sentado no banco pedalando com as mãos nos ombros da garota, que ia na frente dirigindo, inclinada e sentada no meu colo.

O pau começou a crescer e parecia que ela sentava nele com mais vontade a cada pedalada, esfregando a bunda na rola. Caraco, parecia que estava comendo a garota, só não era uma bela enrabada porque estávamos vestidos.

Daí, uma quadra antes da casa do Atentado, a Maluquete deliberadamente virou o guidão e pegou uma entrada que todo moleque conhecia: o beco. Esse era o abatedouro público do bairro, o chamado buraco quente, onde quem não tinha carro costumava ir foder nas madrugadas.

Quando paramos e ela saiu de cima de mim, foi um pouco embaraçoso. Eu tinha esporrado na cueca e ela provavelmente havia gozado na calcinha, pois haviam manchas úmidas em nossas roupas.

Merda, fiquei com vergonha. Sarrei a garota o caminho todo e agora, bem na hora do vamo-ver, eu amarelei, sem saber o que fazer. Mas ela não… Essa garota podia ser mais nova que eu, mas também era mais doida, afinal, era parente do Maluco.

Ela chegou junto, me colando contra a parede e me prensando com aqueles peitos duros, agarrando o pau sobre o short, enquanto me encarava com os olhos meio afastados que lhe conferiam aquela expressão de maníaca compulsiva.

Primeiro ela se ofereceu pra chupar a rola, mas lembrei que já tinha levado uma dentada ali que quase me deixou capado e preferi não arriscar. Depois me perguntou se preferia que ela tocasse uma siririca pra eu me animar, mas eu já tinha passado por isso e levei mijada na cara, então definitivamente não queria.

E foi ai que tive aquela ideia meio doida: mandei a Maluquete abaixar o shortinho, ficar apoiada na parede e inclinar bem a raba, porque eu ia lamber o seu tobinha.

Caraco, essa foi a ideia mais maneira que já tive! Aquela bundinha branca e polpuda do reguinho bem marcado era uma visão tesuda demais! E a Maluquete ainda dava uns risinhos, toda safadinha, excitada com a sacanagem que inventei.

Caí naquele traseiro e lambi cada pedacinho até deixá-la toda arrepiada, gemendo e rebolando na minha cara, antes de me concentrar no reguinho. Puta que o pariu, ela até deu uns gritinhos com minha língua forçando o tobinha, sou capaz de jurar que a Maluquete forçava a bunda para ver se entrava entre as pregas.

Finalmente, meu sonho se realizaria, não só ia comer uma garota como me atolaria num cuzinho deliciosamente apertado, aquilo era melhor do que jamais imaginara.

E era mesmo…

Justo quando a ponta da língua conseguiu invadir as preguinhas, um estrondo soou e eu quase desmaiei ajoelhado com a cara metida no rego da garota: a Maluquete soltou o maior peido na minha boca! Era a coisa mais fedida que já cheirei, parecia que ela havia comido mexido de repolho com ovo e farinha - e ainda veio breado.

Fiquei passado, zonzo como se tivesse fumado uma tora, enquanto a porra da garota gargalhava da minha cara, subia o shortinho e sumia na bike, gritando que eu era muito otário se achava que ela daria o cuzinho pra mim.

Porra, será que um ser humano não pode foder uma garota sem se foder no processo? O pior foi que a breada impregnou na minha cara e por todo o caminho de volta fiquei enjoado com o cheiro. Nunca mais, eu jurava, nunquinha, lamberia outro cu na vida. O risco não valia à pena.

E aí veio o pior, bem em frente à porta de casa, linda, loira e gostosa, lá estava a minha musa, a irmã do Atentado. E eu empesteado, fedendo a peido de repolho, teria que passar por ela.

Era uma merda, quer dizer, eu fedia a merda! Contudo, não conseguia imaginar o que ela fazia ali. Será que depois de tanto perrengue, minha sorte estava a ponto de mudar?

Era improvável, mas não havia outra maneira: teria que pagar pra ver. Mas isso já é uma outra história e, como prometi, a de hoje era rapidinha.

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