O Engano do Prazer

Um conto erótico de Hero
Categoria: Gay
Contém 1634 palavras
Data: 07/06/2026 15:53:44

O Engano do Prazer

Nós somos de Santa Cruz do Sul: eu, Raul, 38 anos, meu amigo Gilberto, mesma idade, e Léo, genro dele. Trabalhamos, levamos vida correta. Saímos os três sem as mulheres para jogar futebol numa fazenda perto de Porto Alegre. A ideia era passar o final de semana só entre homens. O jogo terminou 9 a 0. Não ligamos para o resultado. Depois, ficamos bebendo com mais trinta amigos. Tudo tranquilo. Ninguém imaginava o que ia acontecer. Por volta das duas da manhã, o pessoal foi embora. Nós também resolvemos ir. Estávamos bêbados e cansados. Íamos dormir num hotel na estrada. Entramos no carro, eu dirigia, Gilberto ao lado, Léo atrás. Vínhamos há uns vinte minutos quando três carros fecharam o caminho. Freei rápido. Pensei logo em assalto. Todas as portas abriram ao mesmo tempo. Desceram vários homens e vieram para nós. Bateram no vidro e mandaram sair. Saímos assustados. Eles nos seguraram e encostaram no carro. Eu e Gilberto ficamos imobilizados. Puxaram Léo para o lado, como se fosse ele quem procuravam.

— É ele?

— É sim, é o Fernando!

— Te achamos! Vai pagar pelo que fez com o Lucas!

Léo ficou pálido.

— Então Fernando, agora não escapa!

— Que Fernando? Me chamo Leonardo. Somos de Santa Cruz, não somos daqui — tentou explicar.

— Não é? Claro que é!

Um deles deu um tapa forte no rosto dele. Ele caiu de joelhos. Nós dois gritamos que era engano. Disseram que como tínhamos vindo com ele, éramos cúmplices. Chamavam ele pelo nome errado. Ele só pedia para ouvirem. Para eles, não havia erro. Um homem que parecia ser o chefe chegou perto.

— Chega de conversa. Vocês dois vão fazer tudo o que eu mandar. Tirem toda a roupa. E ele também. Se não fizerem, acabamos com vocês aqui.

Ficamos pelados. Léo também estava nu, cabeça baixa, chorando. Tremia muito. Eu e Gilberto nos olhamos.

— Tem muita coisa aqui dentro! — gritou um deles.

— Pega tudo e passa para o meu. E traz o incentivo.

Trouxeram linhas de pó.

— Cada um cheira três.

Fizemos o que mandaram.

— Agora vocês dois, lado a lado — mandou o chefe. — E você, fica de quatro na frente. Abre a boca. Vai chupar os dois ao mesmo tempo, até eu dizer para parar. Não reclama, senão apanha.

Nós nos aproximamos, nus. Nossos paus estavam duros e grandes. Nunca pensamos em nada com outro homem, mas obedecer era a única saída. Ele se ajoelhou. Levantou o rosto. Olhou para mim e para Gilberto. Apoiou as mãos no chão, abriu a boca e encostou nos nossos paus.

— Isso mesmo. E vocês dois, batam com o pau no rosto dele, forte, na boca, na testa. Quanto mais ele chorar, mais forte batem.

Olhei para Gilberto. Nenhum de nós queria, mas sabíamos o risco. Começamos devagar, depois mais forte. Cada toque doía em mim. Ele fechava os olhos, gemia baixo. Ele continuou chupando. Nós batíamos, ouvindo o som seco do contato. A pele ficou vermelha. Os homens em volta riam. Léo só pedia para ouvirem.

— Agora muda — ordenou o chefe. — Você, Raul, vai atrás, enfia tudo na bunda. Você, Gilberto, fica na frente, enfia tudo na boca, até o fundo. Os dois ao mesmo tempo. Se gritar, é para ir mais forte.

Fui para trás. Abri suas nádegas. Meu pau estava duro e grande. Léo começou a se mexer.

— Por favor, não faz isso. Eu não sou o Fernando — dizia.

— Cala a boca.

Encostei a cabeça do pau na entrada do seu cuzinho. Empurrei devagar. Ele gritou e curvou o corpo. Segurei sua cabeça no chão.

— Ai, dói muito! Não cabe! — gritou.

— Fica quieto. Mete com força, Raul.

Comecei a entrar e sair. O espaço era apertado. A situação me deu tesão. Ele gritava, mas eu continuei. Olhava para sua bunda aberta e sentia prazer. Na frente, Gilberto tinha o pau dentro da boca dele, enfiando até a garganta. Léo engasgava, tossia.

— Para, não aguento mais — pedia.

— Mais forte.

Empurrei com tudo. O som era de pele batendo. Gritos. Xingamentos. Senti que ele sangrou um pouco. Gilberto também não parava. Léo estava preso entre nós. Foi então que vi. A mão direita dele desceu entre as pernas e começou a se tocar. Tentava disfarçar, mas eu vi. Os dedos iam no mesmo ritmo que nós. Os olhos se fechavam. Não era só sofrimento. Havia desejo. Não falei nada. Meu corpo reagiu mais. Fiquei mais duro. Olhei para Gilberto e vi que ele estava igual.

— Agora vai gozar, os dois ao mesmo tempo — gritaram. — Enche ele tudo. E você, engole tudo.

Gemendo forte, gozei muito, jorrando tudo dentro dele. Gilberto também gemia, despejando toda a porra dentro da boca. Léo, sem forças, só recebia. Quando acabou, os homens conversaram entre si. Um deles chegou perto.

— Espera, esse não é o Fernando. O outro é mais velho. Erramos feio.

Ficou silêncio.

— Foi mal aí. Desculpa, pode ir embora.

Devolveram nossas mochilas rápido e mandaram sair. Entraram nos carros e foram embora. Vestimos a roupa. Ninguém olhou nos olhos. Entramos no carro e seguimos viagem. Mais adiante, vimos fogo e fumaça. Eram os carros deles, tinham batido e pegado fogo. Paramos para ajudar, mas um homem gritou que tudo o que tinham estava dentro e ia queimar. Seguimos viagem. Não fomos para casa. Paramos no primeiro hotel. Descemos calados. Entramos no quarto. Léo foi para o banheiro. Nós dois ficamos sentados.

— E aí, gostou? — perguntou Gilberto.

— Gostar não chega.

— Que cuzinho. Quem diria que ele aguentava tudo?

— Vi o que você viu? Se tocando enquanto a gente metia?

— Claro. Acho que já queria desde o começo.

— Será que quer de novo?

— Com certeza.

— Tu acha que deixa fazer tudo de novo?

— Não só deixa, como pede.

— Vamos devagar agora?

— Pode ser. Mas quero ver ele se tocar de novo.

— Eu também.

— Se ele quiser tudo o que temos...

— Então damos. Agora ele é nosso.

A porta abriu. Léo saiu só de toalha. Olhou firme para nós e sorriu.

— Vocês dois estão bem?

— Estamos ótimos.

— Pois é, me machucaram muito — disse ele, rindo.

— Fala a verdade, tu gostou, né?

— Vamos dizer que sim.

— Então vamos continuar.

— O que tu acha, Gil?

— Agora mesmo.

Foi quando vi uma mochila que não conhecia.

— De quem é essa?

— Não é minha.

— Nem minha.

— Quem trouxe?

— Eu achei que era de vocês, coloquei junto sem olhar.

Abrimos e levamos um susto. Estava cheia de dinheiro. Entendemos: eram traficantes, e na confusão, nos entregaram a mochila sem querer. Achavam que tudo tinha queimado no acidente. Gritamos e rimos.

— Que cuzinho caro, hein Léo — falei.

Ele sorriu de volta. Ficamos deitados juntos dando risadas. Léo falou que ainda estava com tesão. Gilberto não esperou. Ficou de joelhos ao lado e colocou o seu pau na boca dele. Eu fiquei de ladinho atrás e meti tudo dentro. Fiquei socando devagar enquanto ele chupava Gilberto. Nunca tinha imaginado que o Gil faria isso. Ele me olhou sorrindo, me puxou para perto e me deu um beijo longo de língua. Fiquei surpreso, mas correspondi. Ao lado, ele continuava chupando. Nós dois curtimos aquele momento. Ele levantou o rosto e disse que queria fuder comigo. Virei ele e deixei de quatro. Encaixei por trás e comecei a socar. Gilberto ficou na frente, me olhando e sorrindo. Passou a mão no meu peito, deslizando devagar. Depois, colocou o seu pau na boca dele novamente. Eu continuei metendo forte, indo até o fundo. Ele se mexia todo para trás, encontrando cada movimento. Tudo acontecia ao mesmo tempo, sem parar. As mãos dele desciam pela minha barriga enquanto eu socava. Não precisava falar nada, só sentíamos. O ritmo aumentava cada vez mais. Ele abria a boca e recebia tudo, engolindo sem reclamar. Eu apertava a cintura dele e ia com tudo. Ninguém pensava em mais nada. Cada vez que eu entrava, ele empurrava mais. Gilberto segurava a cabeça dele e ia até o fim. O som dos corpos batendo era constante. Eu olhava para ele, que me olhava de volta. O beijo que demos ainda estava na minha cabeça. Tudo era novo e bom. Ele gemia com a boca cheia, sem parar de chupar. Eu sentia tudo se encaixando perfeitamente. Nenhum de nós queria acabar. Ficamos assim, ligados, trocando prazer, esquecendo o resto do mundo.

Enquanto eu socava, Gilberto segurava as minhas bolas, me olhando e falando baixinho:

— Que loucura, em parceiro kk.

— Porra meu, loucura é pouco.

Sua outra mão ficou acariciando a minha bunda.

— Assim, dele, por seu sempre usar assim!!

Nisso eu não aguentei e comecei a gozar no seu cuzinho. Gilberto me olhava sorrindo, dizendo baixinho:

— Isso, vai gozar tranquilo, vai parceiro. Eu soco para ele.

Fomos todos para o banho. Ficamos nos acariciando e nos beijando. Léo ficou ajoelhado no meio e chupou nós dois ao mesmo tempo. Dias depois, voltamos para casa. Ninguém desconfiou de nada. Para todos, foi apenas uma viagem e um problema na estrada que já tinha passado. Entre nós, tudo mudou. O que pareceu um erro, se tornou a melhor coisa que nos aconteceu. Continuamos a vida normal, mas carregamos um segredo só nosso. Sempre que podemos, arrumamos desculpas para sair e ficar sozinhos. Quando estamos juntos, repetimos tudo o que vivemos. Léo não tem mais vergonha. Ele é quem procura e quem pede para estar com nós dois. O dinheiro que pegamos, guardamos e usamos só para nós. Serviu para nos ajudar a ficar juntos sem que ninguém perceba. Nunca mais lembramos da confusão ou do medo. O que ficou foi o que veio depois. Hoje, quando nos olhamos, sabemos tudo o que temos. Nossa vida segue igual para o resto do mundo, mas nós somos diferentes. O que começou por engano, ficou para sempre. É a nossa história e o nosso segredo. Assim seguimos, nós três, unidos e felizes.

Fim

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