Sou casado com a Ana há alguns anos. O tempo de casamento e a nossa maturidade enquanto casal nos tornaram mais fortes e confiantes um no outro. Eu, no auge dos meus 43 anos, com uma barriguinha de chopp e já um pouco grisalho, não negava que era o homem do trabalho e o provedor do lar. Nunca fui muito bonitão e nem um tanto vaidoso: uma calça jeans e uma camiseta resolviam o problema. O que mais chamava atenção em mim era meu pênis, grosso e com a cabeça um pouco menor, como se estivesse sempre pronto para penetrar.
Já a Ana, com seus 37 anos, trabalhava em uma empresa de advocacia e era muito vaidosa. Eu amo a minha esposa e ela é a minha base. Casamos muito cedo, porém já curtimos muito a vida. Eu já tive experiências gays e ela também já teve experiências lésbicas. Já tinha traçado um garoto na antiga cidade onde morávamos e nada era escondido da Ana; ela sabia de todas as minhas aventuras. Minha libido estava caindo ao longo dos anos, mas não por falta de tesão na minha esposa — pelo contrário, ela era muito gostosa. A Ana era magrinha, com peitos redondos e grandes, branca e depiladinha. Há muito tempo eu tinha a vontade de ter experiências diferentes com ela.
Sábado à noite, fomos a uma famosa casa de swing na nossa cidade. Eu queria ser corno; queria ver um macho deflorando a minha mulher.
Eu estava com a mesma roupa de sempre, sem grandes novidades: uma calça jeans que marcava o meu pau, uma camiseta mais folgada e tênis. Já a Ana estava com uma saia sem calcinha, um cropped e botas. Só de vê-la assim, eu já ficava de pau duro.
Entramos de mãos dadas, anunciando que éramos um casal. Algumas mulheres se aproximavam, alguns homens também, e sempre avaliávamos bem antes de aprofundar algo. Até que encontramos o Richard, um jovem de 25 anos, cabelos pretos, pele branca, magro e poucos músculos. A Ana gostou do garoto, então falei para ela ir puxar papo com ele. Conversamos bastante, os três.
Ana e Richard deram o primeiro beijo. Vi a minha esposa se entregando nos braços do garoto, que parecia um pouco inexperiente — o tipo que a minha esposa ia adestrar direitinho. Se ele desse abertura, eu poderia ajudar também. Bebemos um pouco, mas eu queria deixar os dois em evidência.
— Carlos, eu estou louco para comer sua esposa — ele sussurrou no meu ouvido, como se implorasse pela minha permissão.
— Vai lá, garoto. Mete marcha. Ela é toda tua — respondi.
Num determinado momento, eles se pegaram pelas mãos e ele a chamou para ir embora; ela prontamente acatou. Paguei a conta de nós três e eles seguiram na minha frente. Senti um prazer imenso em ver que estava sendo deixado para trás e que o moleque, mesmo com a pouca idade, já tinha incorporado direitinho o personagem que eu e a Ana gostaríamos.
Saíram de mãos dadas e eu fui atrás. Apertei o passo, cheguei ao lado dele e perguntei:
— Tem habilitação? Toma, vai dirigindo.
Entreguei as chaves do carro. A Ana sentou no banco do passageiro à frente, ele assumiu a direção e eu sentei atrás, observando a dinâmica. Com desenvoltura, o Richard ligou o carro, engatou a primeira marcha e saiu da vaga. A Ana foi indicando o caminho da nossa casa. Entre um sinal e outro, ele alisava as coxas dela e eles se beijavam. Em um determinado momento, a Ana abriu as pernas e ele enfiou a mão direto na buceta. A esse ponto, meu pau estava duraço, e já havia uma manchinha de pré-gozo na minha calça, vendo aquele moleque assumir tão facilmente o meu papel.
Chegamos em casa e desci para abrir o portão. Ele estacionou e desligou o carro. Pelo vidro, observei que eles se beijavam intensamente. Olhei mais para baixo e vi que a Ana estava com a mão no pau do moleque; era um pau grande, mas um pouco fino. Ela sentou no colo do Richard ali mesmo, dentro do carro, prestes a deixá-lo penetrá-la no pelo, sem camisinha.
"Eu acho que aquela brincadeira está indo longe demais", pensei. Tentei me aproximar para interromper e chamá-los para dentro de casa, mas era tarde demais. A Ana já estava com o pau do moleque inteiro dentro da buceta. Comecei a ouvir os gemidos de dentro do meu carro. Meu pau não cabia mais na calça, então resolvi tirá-lo para fora e me punhetar. Ela cavalgava e o beijava com muita destreza, enquanto gemia:
— Ahh, aii... aiiii...
Em um momento, interromperam a transa e saíram do carro. Fingi que nada tinha acontecido e continuamos andando até a sala. A Ana já estava sem roupa, e pude observar aquele moleque de pirocão e bundinha branca. Ele tirou a camiseta, os tênis e estava sem meias, revelando pés brancos e bem cuidados. Aquilo me deixou com muito tesão. Quando ele tirou a calça, minha esposa me chamou:
— Vem cá, corno. Chupa minha buceta.
Eu caí de boca ali mesmo. Lambia o clitóris, os grandes lábios, brincava com a língua. Senti um calor do lado do meu rosto e percebi, pela visão periférica, que era o Richard com a piroca apontada para mim.
— Não quer dar uma chupadinha também, corno?
Eu ignorei e abri caminho. Dei uma cuspida generosa na buceta da Ana.
— Pega a camisinha lá, corno, já que você não quis chupar — disse o Richard.
— Não começou o serviço sem? Então continua — respondi.
— Não vou me responsabilizar se eu fizer um filho nela.
Ele agachou, deu uma chupada na buceta da Ana demonstrando toda a sua habilidade e ignorando a minha cuspida. Penetrou-a ali e ela gemeu. Sentei-me e fiquei observando a química dos dois. Via ele colocar devagarinho, com carinho, mas com uma certa habilidade que nós, homens mais vividos, temos. Aquele garoto parecia experiente e sabia o que estava fazendo.
A Ana estava em posição de frango no sofá e ele estava por cima dela. Sentado, eu via aquele pauzão desaparecer na buceta da minha esposa. Ele aumentou a velocidade, começou a socar forte, com vontade. A Ana gemia ainda mais alto. Entrei por baixo dela; queria chupar a sua buceta. Com cuidado, retirei o pau dele e comecei a lambê-la. Num relance, o Richard enfiou o pau na minha boca. Como um picolé sem gosto, acabei chupando o membro dele, sem muita habilidade e com receio de machucá-lo. Os dois começaram a rir.
Fiquei puto, porque nunca me imaginei com o pau do amante da minha esposa na boca. Queria descontar e comer o cu do moleque, mas, para não cortar o clima, deixei que seguissem. Vi ele foder a minha esposa de frente, de lado e de quatro. Eu já estava doido para gozar e a Ana também já parecia cansada.
Tirei toda a minha roupa, pedi licença para ele, coloquei a Ana de quatro e encaixei a minha pica na sua buceta. Já estava larguinha, então entrou sem muita dificuldade, apesar de o meu pau ser mais grosso que o dele. Ela deu um gemido mais alto. Dei estocadas fortes, soquei com vontade. Sentindo minhas bolas baterem na buceta depilada da Ana, anunciei o gozo:
— PORRA, CARALHO, VOU GOZAAR!
Enchi a buceta da Ana com a porra que ela já conhecia bem.
— Pô, coroa, sujou a buceta dela — reclamou o Richard.
— Está com nojo de gala, irmão? Que tipo de homem é você? Vai lá, bate a minha porra na buceta dela. Só que, para gozar, você goza fora.
— Posso no cuzinho? — ele perguntou.
— Não... — a Ana respondeu.
Richard posicionou a rola na buceta da Ana, que estava toda melada com o meu sêmen, fazendo uma cara de nojo. Mas continuou firme. Minha gala começou a espumar com as estocadas fortes dele, e aquilo inflou o meu ego.
— Vou gozar, caralho... URRRRGGGG!
Num relance, Richard gozou. Mas não gozou fora conforme o combinado: gozou lá dentro, junto com a minha porra.
Depois desse dia, nós demos uma pausa nas nossas aventuras. Sabíamos que Richard e estava muito bem adestrado e para uma primeira vez sendo corno, foram emoções demais.