Carlos e Márcia tinham 52 e 48 anos. Ele, gerente de banco. Ela, dona de casa devotada à igreja, aos dois filhos já criados e ao marido. Eram evangélicos há mais de vinte anos, frequentavam a mesma denominação, participavam de todos os cultos e celebrações. Para todos os olhares externos, eram o casal modelo – unido, religioso, bem resolvido.
Mas dentro do quarto, as coisas não andavam bem.
Márcia havia casado virgem. Carlos fora seu primeiro e único homem. Durante os primeiros anos, o sexo foi bom – dentro do que ela considerava "aceitável" para um casal cristão: pouca luz, pouca criatividade, apenas a posição tradicional e um eventual 69 quando ele pedia com jeitinho. Ela nunca gostou de gozar. Ou melhor, nunca soube o que era gozar de verdade. Sentia um alívio quando ele terminava, um misto de dever cumprido e cansaço.
Carlos, por outro lado, sempre teve a imaginação mais fértil. Lia contos eróticos escondido. Márcia sabia – pegou o computador dele algumas vezes – mas nunca se importou de verdade. Ela não tinha desejo sexual muito vivo. Para ela, sexo era obrigação conjugal, não prazer.
Com o tempo, a frequência caiu. O que era três vezes por semana virou uma. O que era uma vez virou quinzenal. Depois, mensal. Carlos começou a ter dificuldade de ereção. O pau demorava a endurecer. Quando endurecia, ele demorava uma eternidade para gozar. Márcia ficava ali, deitada, esperando ele terminar, os olhos pregados no teto.
Ele tentava agradar. Tentava lamber o cu dela. Pedia. Insinuava. Ela sempre dizia não.
— Deus não fez aquele lugar para isso, Carlos. Isso é pecado.
Ele não contestava. Guardava para si o desejo de explorar a bundinha dela com os dedos, com a língua. Tinha vergonha de pedir. Achava que ela ia olhar para ele com nojo, com desprezo. Que ia chamá-lo de pervertido.
O que ela não sabia é que ele já era pervertido há muito tempo. E que a perversão dele tinha um nome: corno.
Carlos lia contos eróticos todas as noites. Ficava com o pau duro na cama, Márcia dormindo ao lado, o celular escondido sob o travesseiro. Lia sobre maridos que assistiam a esposa sendo comida por outro. Lia sobre homens que lambiam a boceta da mulher depois que outro gozava dentro. Ele gozava copiosamente com essas histórias. Gozava imaginando que era ele ali, de joelhos, a cara enterrada na boceta da esposa, sentindo o gosto e o cheiro do esperma de outro homem.
Nunca contou para ninguém. Enterrava o segredo no fundo da alma.
Até que um dia, Márcia resolveu bisbilhotar.
Foi num domingo à noite. Carlos tinha saído para comprar pão. O celular dele ficou na mesa da sala, vibrando com uma notificação. Márcia olhou por cima. Era um site de contos eróticos que ele havia deixado aberto.
Ela sabia que não devia mexer. Mas a curiosidade falou mais alto.
Pegou o celular. Leu o título: "Ela voltou para casa com a buceta cheia de porra". Leu outro parágrafo. Depois outro. O conto descrevia uma cena onde a esposa saía com o amante, voltava horas depois com a boceta melada, e o marido, de joelhos, lambia cada gota.
— O quê? — Márcia murmurou, incrédula.
Ela rolou a tela. Viu o histórico de busca: "corno", "lamber buceta gozada", "esposa sendo comida".
Carlos não era apenas um leitor de contos. Ele tinha um fetiche específico. Ele queria ser corno. Ele queria lamber a buceta dela depois de outro homem gozar dentro.
— Isso não pode ser verdade — ela sussurrou.
Guardou o celular. Fingiu que não viu nada. Mas o pensamento ficou. Roendo. Incomodando. Provocando.
Na semana seguinte, Márcia não conseguiu se concentrar nos cultos. A imagem do marido lambendo a boceta dela depois de outro homem... aquilo deveria causar nojo. Em vez disso, uma noite, enquanto se masturbava sozinha no chuveiro, ela imaginou a cena. Imaginou um homem montado nela. E depois Carlos, de joelhos, lambendo o que outro tinha deixado.
Ela gozou. Forte. Pela primeira vez em meses.
Sentiu vergonha. Pediu perdão a Deus. Mas o desejo não sumiu.
Na noite de sexta-feira, depois do jantar, Márcia decidiu confrontá-lo.
— Carlos, eu vi o que você lê no celular.
Ele empalideceu.
— Você quer ser corno, não é? Você quer que eu dê para outro homem. Você quer lamber a minha boceta com a porra de outro dentro.
Carlos baixou a cabeça.
— Sim — ele confessou, a voz um fio. — É verdade.
— Desde quando?
— Desde sempre. Quando comecei a ler os contos, descobri que não sou o único.
— Você sente tesão em ser humilhado?
— Não sei se é humilhação. É tesão. Eu não gosto de gozar quando penetro você. Eu gosto de gozar no 69. Quando sinto o cheiro da sua boceta depois do sexo. E aí eu imagino que não foi o meu pau que esteve ali dentro. Imagino que foi outro. Um pau maior. Que te preencheu melhor.
Márcia ouviu sem interromper. Sentiu a boceta esquentar.
— Você pediria para eu fazer isso?
— Não pediria. Mas se você fizesse... eu só pediria para lamber depois.
Ela se levantou. Foi para o quarto. Não dormiram juntos naquela noite.
Três dias depois, Márcia pediu uma reunião particular com o pastor Sérgio.
Ele era um homem de 55 anos, casado, pai de uma filha de 19 anos, a Tatiane. Pastor Sérgio tinha fama de ser compreensivo. O corpo era forte para a idade – ombros largos, mãos calejadas. Usava aliança, mas Márcia notou que ele não usava quando estava sozinho no escritório.
Chorando, ela contou tudo. A descoberta. A confissão. O fetiche do marido. O desejo de ser corno.
Pastor Sérgio ouviu em silêncio. Os olhos brilhavam de uma forma que ela nunca tinha visto.
— Isso é grave, irmã Márcia — ele disse. — Mas o que ele sente não é incomum. Muitos homens têm esses desejos.
— E como a gente lida?
Pastor Sérgio se levantou. Foi até a janela. Quando voltou, sua voz estava mais baixa, mais íntima.
— Se é chifre que ele quer... talvez a gente possa ajudar.
Márcia arregalou os olhos.
— O senhor está dizendo...
— Estou dizendo que às vezes o Senhor usa instrumentos inesperados. Seu marido quer ser corno. Ele quer lamber a buceta de outro homem. Quem somos nós para negar?
— Mas o senhor é pastor...
— Sou. E tenho o dever de guiar minhas ovelhas. Inclusive no prazer. Você já gozou de verdade, Márcia?
Ela baixou a cabeça.
— Nunca.
Pastor Sérgio se aproximou. A mão dele tocou o ombro dela.
— E se eu te mostrasse o que é prazer de verdade? Você seria capaz de trazer para seu marido o que ele tanto deseja?
Márcia sentiu a boceta melar instantaneamente.
— Quero.
Ele se inclinou. A boca dele estava perto do ouvido dela.
— Vamos começar.
Pastor Sérgio convidou Márcia para "aconselhamento conjugal" na casa dele, enquanto a esposa viajava.
Ela chegou arrumada – vestido floral, decote modesto. Dentro da bolsa, uma calcinha extra.
Ele recebeu-a com um abraço demorado. O pau já estava meio duro – ela sentiu pressionar a barriga dela.
Sentaram no sofá. Ele ofereceu vinho. Ela aceitou. A conversa começou sobre o casamento, mas o tom mudou rápido.
— Você é bonita, Márcia — ele disse, passando a mão no cabelo dela.
Ele se aproximou. O beijo veio lento, molhado, profundo. A língua dele invadiu a boca dela com uma segurança que Carlos nunca teve.
— Vamos orar primeiro — ele sussurrou, rindo.
Ajoelharam no tapete. Ele pediu que ela fechasse os olhos. Em vez de orar, começou a beijar seu pescoço. Desceu pelos ombros. Puxou o decote do vestido para baixo. Os seios dela saltaram para fora.
— Abençoados — ele disse, chupando um mamilo.
Márcia gemeu. Era a primeira vez que alguém a chupava com tanta vontade. O pastor lambeu, mordeu, puxou, chupou como se fosse o último ato da vida.
Ela já estava molhada. A calcinha encharcada.
Pastor Sérgio sentiu o cheiro e sorriu.
— Já está pronta, irmã?
— Estou.
Ele levantou o vestido dela. A calcinha estava transparente de tanta umidade. Ele cheirou o tecido. Fundo.
— Que cheiro delicioso. Deus é perfeito.
Ele puxou a calcinha para o lado. A boceta dela apareceu – rosada, inchada, os lábios brilhando.
— Vai ser a primeira vez que você goza de verdade — ele disse. — E vai ser com a minha boca.
Ele enfiou a cara. Lambeu. A língua grossa percorreu o clitóris, os grandes lábios, o períneo. Márcia arqueou as costas.
— ISSO, PASTOR! ASSIM!
Ele chupou como se não houvesse amanhã. Enfiou dois dedos dentro dela. Ela gritou.
— VOU GOZAR!
— GOZA!
Gozou. Pela primeira vez na vida com um homem que não era o marido. O líquido claro jorrou na boca do pastor. Ele sorriu. Lambeu tudo.
— Pronto. A primeira de muitas.
Na semana seguinte, o pastor foi mais ousado. Mandou ela usar um vestido curto, sem calcinha.
Ela chegou. Ele abriu a porta de cueca. O volume era grande – maior que o de Carlos.
Ele a virou contra a parede. Puxou o vestido para cima. A boceta peluda – ela não se depilava – apareceu.
— Linda — ele disse. — Natural. Cheirosa.
Ele ajoelhou. Cheirou. Lambeu. Dessa vez, pediu:
— Quero que você goze pensando no seu marido. Imaginando que ele vai lamber isso depois.
Ela fechou os olhos. Imaginou Carlos de joelhos, a cara enterrada na sua boceta depois que o pastor gozasse dentro. Gozou em trinta segundos.
Pastor Sérgio se levantou. Tirou a cueca. O pau dele – 18 centímetros, grosso, veiado – estava babando.
— Agora você vai provar.
Ele enfiou na boca dela. Ela chupou com vontade. O gosto era forte, salgado, selvagem.
— Gostou?
— Sim.
Ele a deitou no tapete. Abriu as pernas dela. Enfiou o pau na boceta.
Márcia gritou. Ele era maior que Carlos. Mais grosso. Mais duro.
Ele meteu devagar no início. Depois rápido. Os gemidos dela ecoavam pela casa.
— GOZA DENTRO DE MIM! — ela pediu.
— QUER LEVAR PARA ELE?
— QUERO! QUERO QUE ELE LAMBA A SUA PORRA!
Ele gozou. Jatos grossos, quentes, encheram a boceta dela.
— Pronto — ele disse. — Agora vai para casa. Não tome banho. Não se limpe. Deixa escorrer. Deixa ele sentir.
Márcia chegou em casa com a boceta escorrendo. O vestido estava manchado na parte de trás. O cheiro subia forte – sexo, esperma, suor.
Carlos estava na sala, lendo a Bíblia.
Ela parou na frente dele. Abriu as pernas. O vestido subiu.
— Cheira — ela disse.
Ele cheirou. Os olhos se arregalaram.
— O que é isso?
— O que você sempre quis.
Carlos ficou de joelhos. Enterrou o rosto na boceta dela. Cheirou fundo – o cheiro era diferente, mais forte, mais ácido. Era o cheiro de outro homem.
— QUEM FOI? — ele perguntou, a voz trêmula.
— Não interessa.
Ele lambeu. A língua percorreu os grandes lábios, o clitóris, o períneo. O gosto era salgado, forte, inconfundível. Era esperma de outro.
Carlos gozou sem ninguém tocar no pau dele. Só com a língua na boceta da esposa.
No terceiro encontro, pastor Sérgio pediu algo diferente.
— Hoje você vai aprender a dar o cu.
— Nunca fiz. O Carlos sempre pediu, mas nunca deixei. Nem ele chegou perto. A minha bunda sempre foi proibida para ele.
— Pois hoje você vai perder o medo. E depois você leva o cheiro para ele. Ele vai cheirar o seu cu e saber que outro homem esteve lá. Um lugar que ele nunca teve acesso.
Ela deitou de bruços. Empinou a bunda. Pastor Sérgio passou lubrificante. Enfiou a ponta.
Márcia gritou – dor e prazer misturados.
Ele foi devagar. Entrou centímetro por centímetro. Ela chorou – lágrimas de libertação.
— TÁ DENTRO — ela sussurrou.
— GOSTOU?
— SIM.
Ele meteu. Devagar. Depois rápido. O cu dela apertava. Ele tirou todas as pregas que Carlos nunca pôde tocar.
— VOU GOZAR — ela gritou.
— GOZA!
Gozou. Ele gozou dentro do cu dela.
Quando chegou em casa, Carlos já estava de joelhos no tapete da sala, esperando.
Ela abriu as pernas. Mostrou o cu escorrendo.
— Cheira — ela disse.
Carlos cheirou. O cheiro era forte – cu, lubrificante, esperma. Ele lambeu. Gozou na hora.
No encontro seguinte, o pastor comeu ela de todas as posições – de quatro, de lado, por cima, por baixo. Gozou duas vezes dentro da boceta dela. A boceta estava tão cheia que o esperma escorria sem parar.
Ela chegou em casa. Carlos estava no quarto, pelado, o pau meia-bomba.
Ela sentou na cara dele. A boceta escorrendo.
Carlos lambeu. Chupou. Enfiou a língua.
Depois de lamber tudo, ele levantou os olhos. O rosto estava lambuzado, os olhos marejados de tesão e submissão.
— Foi o mesmo comedor? — ele perguntou, a voz trêmula. — Todas as vezes foi o mesmo homem?
Márcia olhou para ele. Demorou a responder.
— Foi.
Carlos soltou um gemido baixo.
— Então eu sou corno de verdade. Ele comeu você quantas vezes?
— Muitas.
— E ele comeu o seu cu?
— Comeu. Todas as vezes. Ele tirou todas as minhas pregas. Todas. Aquelas que eu nunca deixei você chegar perto.
Carlos sentiu o pau endurecer instantaneamente.
— Eu pedi tanto — ele sussurrou. — Tanto tempo. Você nunca deixou. Nem um dedo. Nem a língua. Falava que era pecado. Que Deus não tinha feito aquele lugar para isso. Aí chega um comedor... e você deixa ele levar tudo. Deixou ele arrombar o seu cuzinho. Deixou ele gozar dentro. E eu... eu fiquei só com o gosto.
Ele desceu a cabeça de novo. Lambeu o cu dela. Lambeu a boceta. Lambeu a porra misturada que escorria.
— Eu amo lamber a sua bunda gozada — ele disse, a voz embargada. — Amo saber que foi outro quem fez isso. Que foi outro quem esteve dentro de você. Que foi outro quem comeu o que era meu por direito.
Márcia se levantou. Olhou para ele – o rosto lambuzado, o pau jorrando, os olhos cheios de lágrimas de tesão.
— Eu vou continuar dando para ele — ela disse. — E você vai continuar lambendo.
— Sim — ele respondeu. — Sim, senhora.
Ela nunca se sentiu tão poderosa. Tão mulher. Tão puta.
E adorou cada segundo.
—Parte 2
—Márcia não conseguia parar.
Depois da primeira vez com o pastor Sérgio, algo nela havia despertado. Não era apenas o sexo. Era a sensação de poder. De ser desejada. De finalmente gozar de verdade – e gozar gostoso, várias vezes, até perder as contas.
Ela passou a se encontrar com ele duas, três vezes por semana. Sempre com a desculpa do "aconselhamento conjugal". A esposa do pastor viajava muito a trabalho, então a casa ficava livre. Márcia chegava arrumada – vestidos cada vez mais curtos, decotes cada vez mais profundos. E sempre sem calcinha.
O pastor a recebia com um beijo na boca e a mão já subindo pela sua coxa.
— A irmã está com saudade? — ele perguntava, mordendo o lábio.
— Muita, pastor.
— Então vamos orar.
E a "oração" durava horas. Ele comia a boceta dela de todas as formas – de frente, de quatro, sentada, em pé, encostada na parede. Fazia ela gemer alto, gritar, implorar. Gozava dentro dela sempre que possível, enchendo a boceta de esperma quente e grosso.
Márcia voltava para casa com a calcinha encharcada – ou sem calcinha, com o vestido manchado na parte de trás. O cheiro subia forte. Carlos sentia de longe.
— Chegou, meu amor? — ele perguntava, já de joelhos no tapete da sala.
— Cheguei. E trouxe uma surpresa para você.
Ele abria as pernas dela. Cheirava fundo. Os olhos reviravam de tesão. O cheiro era diferente – forte, ácido, selvagem. Não era o cheiro dele. Era o cheiro de outro homem. De um comedor.
Carlos lambia cada gota. Chupava o clitóris, os grandes lábios, o períneo. Enfiava a língua na boceta escorrendo de esperma. Gozava sem ninguém tocar no pau dele.
E nunca perguntava quem era o comedor. Tinha medo da resposta. Mas também tinha tesão.
O que ele não sabia é que a resposta estava mais perto do que imaginava.
CENA 1 – O FLAGRANTE
Era uma terça-feira à tarde. Tatiane, a filha do pastor Sérgio, tinha 19 anos. Era professora de educação física numa escola particular, corpo sarado, pernas torneadas, cabelos longos e escuros. Usava sempre roupas justas – leggings, tops, shorts. Sabia que os homens olhavam. Gostava.
Ela havia saído mais cedo do trabalho porque uma aluna faltou. Decidiu passar em casa para pegar uma roupa de academia. Não avisou o pai.
A porta da frente estava destrancada. Tatiane entrou devagar, sem fazer barulho. Ouviu gemidos vindos do quarto. Gemidos femininos – altos, sofridos, de puro prazer.
— ISSO, PASTOR! ASSIM! ME COME! ENFIA TUDO!
Tatiane congelou.
Ela sabia que o pai traía a mãe. Já tinha desconfiado antes. Mas nunca tinha visto. Nunca tinha ouvido.
A porta do quarto estava entreaberta. Ela se aproximou na ponta dos pés. Espiou.
O pai dela – pastor Sérgio – estava nu em cima da cama. Por baixo dele, uma mulher morena de cabelos castanhos, uns 48 anos, os seios caídos balançando a cada estocada. Ele a comia de frente, as pernas da mulher abertas, os pés apoiados nos ombros dele.
— GOZA DENTRO DE MIM, PASTOR! ENCHE MINHA BUCETA!
Ele metia rápido, fundo, as bolas batendo no clitóris dela. O suor escorria pelas costas dele.
Tatiane sentiu a boceta esquentar. A calcinha de algodão que usava ficou molhada instantaneamente.
Ela sabia que não devia ficar ali. Mas não conseguiu se mexer.
O pastor gemeu. Enterrou o pau até o talo. Gozou dentro da mulher. Jatos grossos, quentes, encheram a boceta dela. A mulher gritou – gozou junto.
Os dois ficaram imóveis por alguns segundos, ofegantes. Depois, o pastor se levantou. O pau ainda duro, babando esperma. A mulher ficou deitada de pernas abertas, a boceta escorrendo.
Tatiane reconheceu o rosto. Era a Márcia. A esposa do Carlos. Aquele casal modelo da igreja.
— Vai, irmã — o pastor disse, dando um tapinha na bunda de Márcia. — Vai levar isso para o seu corno. Ele deve estar de joelhos esperando.
Márcia sorriu. Levantou, vestiu o vestido curto – sem calcinha – e saiu do quarto sem nem olhar para o lado.
Tatiane se escondeu atrás da parede da cozinha. O coração batia acelerado. A boceta latejava.
Ela esperou Márcia sair pela porta da frente. Depois, correu para o quarto. O pai já estava no banho. Ela se jogou na cama, enfiou a mão dentro da calça e se masturbou furiosamente, cheirando o lençol onde o pai e a amante tinham transado.
Gozou em menos de um minuto.
— Eu vou acabar com essa puta — ela murmurou, ofegante. — E com o corno também.
No dia seguinte, Tatiane foi até a casa de Carlos e Márcia. Sabia que Márcia não estaria – tinha um compromisso na igreja à tarde. Carlos estaria sozinho.
Ela bateu na porta. Ele abriu, de camiseta e bermuda, os óculos de grau na ponta do nariz.
— Tatiane? O que você está fazendo aqui?
— Preciso conversar com o senhor, tio Carlos. É sério.
Ele franziu a testa, mas deixou ela entrar. Sentaram na sala. Carlos estava nervoso, mexendo as mãos.
— O que houve, minha filha?
Tatiane respirou fundo. Olhou nos olhos dele.
— Eu vi. Ontem. Vi meu pai comendo a sua esposa.
Carlos empalideceu. Abriu a boca, mas nenhum som saiu.
— Eu vi ele metendo nela — Tatiane continuou, a voz firme. — Vi ele gozar dentro da sua mulher. Vi ela sair do quarto com a boceta cheia de porra, vestido curto, sem calcinha. E sei que o senhor lambeu depois. Porque meu pai mandou ela levar para o "corno" dela.
Carlos baixou a cabeça. As mãos tremiam. A vergonha queimava no peito.
— Eu... eu não sei o que dizer...
— Não precisa dizer nada. Eu já sei.
Ela esperou que ele explodisse de raiva. Que xingasse, que chorasse, que dissesse que ia se separar.
Mas o que aconteceu foi diferente.
Carlos levantou a cabeça. Os olhos estavam vermelhos – mas não de raiva. De excitação.
— Como... como foi? — ele perguntou, a voz um fio.
— Como assim?
— Como ele comeu ela? Como ela gemeu? O que ela falou?
Tatiane arregalou os olhos.
— O senhor não está com raiva?
— Não — ele confessou, o rosto corado. — Eu... eu já sabia. Sabia que ela estava dando para alguém. Só não sabia para quem. Ela chegava em casa com a boceta cheia de porra... e eu lambia. Eu amava lamber. Gozava só de sentir o gosto.
— O senhor está falando sério?
— Sim. Eu sou corno. E gosto de ser corno.
Tatiane ficou em silêncio por um segundo. Depois, sentiu a boceta esquentar de novo.
— O senhor gosta de lamber esperma de outro homem na buceta da sua esposa?
— Sim.
— O que mais o senhor gosta?
Carlos hesitou. Olhou para o chão.
— Pode falar — ela insistiu. — Eu não vou contar para ninguém.
Ele respirou fundo.
— Eu gosto de cheiro forte. Cheiro selvagem. Axila suada. Buceta suja. Cu. Gosto de cheirar calcinha usada. De mulher menstruada. Gosto de xixi. De inversão. De ser humilhado.
Tatiane arregalou os olhos.
— O senhor já fez tudo isso?
— Não — ele disse, a voz trêmula. — Nunca fiz. Sempre tive vergonha de pedir para a Márcia. Ela é muito religiosa. Nunca deixou nem eu chegar perto do cu dela. Falava que era pecado.
— E como o senhor sabe que gosta se nunca experimentou?
— Pelos contos. Eu leio contos eróticos todas as noites. Me projeto nos personagens. Gozo imaginando que sou eu ali.
Tatiane sentiu um misto de nojo e tesão.
— O senhor é um pervertido, tio Carlos.
— Eu sei — ele disse, quase chorando. — Eu sei.
Ela se levantou. Ficou em pé na frente dele. As pernas torneadas apareciam sob o short curto. O top de academia marcava os seios firmes.
— O senhor sabe que meu pai comeu a sua esposa, né? Sabe que ele encheu a buceta dela de porra várias vezes?
— Sei.
— E o senhor não fez nada. Só lambeu.
— Só lambi.
— Então o senhor merece ser castigado. E eu vou castigar o senhor. Em nome da minha mãe, que levou chifre desse pastor safado. O senhor vai pagar pelo chifre que meu pai deu nela.
Carlos olhou para ela, confuso.
— O que você quer fazer?
Tatiane sorriu. Tirou o top. Os seios dela saltaram para fora – firmes, redondos, os mamilos já duros.
— Eu dei aula o dia inteiro. Sujei a minha axila. Sujei o meu corpo. O senhor disse que gosta de cheiro forte, né?
— Sim...
— Então cheira. Cheira a minha axila.
Tatiane levantou o braço. A axila apareceu – lisa, mas úmida de suor do dia inteiro. Carlos se aproximou. Cheirou. Fundo.
O cheiro era forte. Salgado. Selvagem.
O pau dele – que há meses demorava para endurecer – ficou duro instantaneamente.
— Lambe — ela ordenou.
Ele lambeu. A língua percorreu a axila suada. O gosto era forte, intenso. Ele gemeu.
— Gostou, corno?
— Sim — ele respondeu, ofegante.
— Então agora desce. Vai lamber a minha boceta.
Carlos desceu. Ajoelhou na frente dela. Tatiane tirou o short e a calcinha de uma só vez. A boceta dela apareceu – lisa, depilada, rosada, já molhada.
— Cheira — ela ordenou.
Carlos enfiou o rosto. Cheirou fundo. O cheiro era diferente do de Márcia. Mais jovem. Mais fresco. Mas igualmente forte. Igualmente selvagem.
— Lambe.
Ele lambeu. A língua percorreu os grandes lábios, o clitóris inchado, o períneo.
— ISSO, CORNO! ASSIM!
Ele chupava com vontade, como se fosse a última refeição da vida. Tatiane gemia alto, agarrando a cabeça dele.
— ENFIA A LÍNGUA!
Ele enfiou. A língua entrou na boceta dela. Ela apertou as pernas na cabeça dele.
— MAIS!
Ele lambeu mais. Tatiane gozou em menos de dois minutos, o líquido claro jorrando na boca dele.
— PRONTO — ela disse, ofegante. — AGORA É A MINHA VEZ.
Ela o empurrou no tapete. Carlos ficou deitado de costas, o pau duro apontando para o teto.
— Você já comeu o cu de alguém?
— Nunca. A Márcia nunca deixou.
— Pois hoje você vai aprender.
Ela montou nele. Mas não na boceta. Enfiou dois dedos no cu de Carlos.
Ele gritou – não de dor, de prazer.
— ISSO, TATIANE! ASSIM!
— VOCÊ GOSTA DE SER COMIDO?
— NUNCA IMAGINEI QUE AMAVA TANTO! É A PRIMEIRA VEZ!
Ela metia devagar no início, depois rápido. Entrava e saía do cu de Carlos. Ele gemia, os dedos arrancando o tapete.
— AGORA O BEIJO GREGO — ela ordenou.
Ela tirou o dedo do cu dele. Desceu a cabeça. Enfiou a língua no cu de Carlos. Lambeu. Chupou. Enfiou.
— ISSO, CARALHO! ASSIM!
— VOCÊ GOSTA DE TER O CU CHUPADO?
— AMO! NUNCA IMAGINEI QUE AMAVA TANTO!
Ela enfiou a língua fundo. Depois, sem avisar, enfiou dois dedos. Ele gozou na hora – o líquido claro jorrou do pau dele, sujando a própria barriga.
— Pronto — ela disse, levantando a cabeça, a boca lambuzada. — Agora você já experimentou. E vai querer mais.
— Quero. Quero muito mais.
— E vai ter. Eu vou comer o seu cu toda semana. E você vai lamber a minha boceta sempre que eu mandar.
— Sim, senhora.
— E quando eu estiver menstruada...
— Sim?
— Eu vou trazer a buceta suja para você limpar. Você vai lamber o meu sangue. Vai sentir o cheiro. Vai gozar.
Carlos gozou de novo – só de ouvir.
— E você vai comprar um consolo. Um grande. Grosso. Você vai usar ele no seu cu. E quando eu chegar, eu vou usar ele em você. Você vai ser a minha puta.
— Sim, senhora. Vou comprar hoje.
Tatiane sorriu. Vestiu a roupa.
— Na próxima semana, a gente continua. Agora vai comprar o consolo. E não conta nada para a sua esposa. Deixa ela continuar dando para o meu pai. Enquanto isso, eu vou cuidar de você.
Carlos ficou no tapete, pelado, o pau ainda duro, o cu ainda aberto, a boca lambuzada. Nunca se sentiu tão feliz. Tão humilhado. Tão vivo.
Uma semana depois, Tatiane voltou.
Ela entrou na casa de Carlos sem bater. Ele estava na sala, lendo a Bíblia – mas o celular estava aberto em um conto erótico no colo.
— Eu sabia — ela disse, rindo. — Pervertido.
— Eu... eu estava só...
— Não precisa se explicar. Eu trouxe o que prometi.
Ela tirou o short. A calcinha estava manchada de vermelho – sangue de menstruação.
— Cheira — ela ordenou.
Carlos se ajoelhou. Cheirou a calcinha. O cheiro era forte, metálico, selvagem. Ele ficou duro na hora.
— Lambe.
Ele lambeu o tecido. O gosto do sangue misturado com o suor da boceta. Ele gemeu.
— Tira a calcinha — ela ordenou.
Ele tirou. A boceta dela estava suja de sangue – os grandes lábios avermelhados, o clitóris inchado.
— Agora lambe a minha boceta. Tudo.
Carlos enfiou a cara. Lambeu o sangue. Chupou. Enfiou a língua. Tatiane gemia alto, as mãos no cabelo dele.
— ISSO, CORNO! ASSIM!
Ele lambeu cada gota. Não parou até ela gozar. O jato de sangue e lubrificação escorreu pela boca dele.
— Engole — ela ordenou.
Ele engoliu. Gozou sem ninguém tocar no pau dele.
Tatiane se sentou no sofá. Abriu as pernas.
— Agora você vai usar o consolo em você. Eu quero ver.
Carlos foi até o quarto. Voltou com o consolo preto – 18 centímetros, grosso, veiado. Passou lubrificante. Deitou de bruços no tapete. Enfiou o consolo no próprio cu.
— METE! — ela ordenou.
Ele meteu. O consolo entrava e saía. Ele gemia.
— MAIS RÁPIDO!
Ele acelerou. Gozou – o pau jorrando no tapete.
— Pronto — ela disse. — Agora você é minha puta de verdade.
— Sim, senhora.
— Toda semana a gente faz isso. Toda vez que eu estiver menstruada, você lambe. Quando eu não estiver, você come o meu cu com a língua e eu como o seu com o consolo.
— Combinado.
Na terceira semana, Tatiane chegou com uma cinta de borracha. Um consolo preso na cintura – 20 centímetros, grosso, preto.
— Hoje eu vou comer você de verdade — ela disse.
Carlos já estava pelado, de joelhos no tapete, esperando.
— Deita de bruços.
Ele deitou. Empinou a bunda.
— Vai doer? — ele perguntou.
— Vai. Mas você vai gostar.
Ela enfiou o consolo. Carlos gritou – de prazer. Ela meteu devagar no início, depois rápido. O consolo entrava e saía.
— ISSO, TATIANE! ASSIM!
— VOCÊ GOSTA DE SER COMIDO POR UMA MULHER?
— AMO! NUNCA IMAGINEI QUE AMAVA TANTO!
— AGORA VOCÊ VAI SER MINHA CADELA.
— SOU! SOU SUA CADELA! SOU O QUE VOCÊ QUISER!
Ela meteu mais forte. Carlos gozou – só com o consolo no cu.
— Pronto — ela disse, tirando o consolo devagar. — Agora você está pronto para o que vier.
Carlos ficou deitado, ofegante, o cu ainda aberto.
— Eu quero mais — ele sussurrou.
— Vai ter. Semana que vem. Agora levanta. Limpa o chão. Sujou tudo de porra.
Carlos se levantou. Pegou o pano. Limpou o próprio esperma do tapete.
Tatiane vestiu a roupa, guardou a cinta na mochila e foi embora.
Carlos ficou ali, nu, o cu latejando, o pau mole. Sorriu.
Ele finalmente tinha encontrado alguém que entendia seus fetiches. Que não tinha vergonha. Que o humilhava do jeito que ele gostava.
E era a filha do pastor que comia a sua esposa.
A vida era uma ironia deliciosa.
—Parte 3
—Enquanto Carlos se entregava cada vez mais aos prazeres proibidos com Tatiane, Márcia continuava indo na casa do pastor Sérgio duas vezes por semana. Ele comia sua boceta, seu cu, gozava dentro dela sempre que queria. Ela voltava para casa com a boceta escorrendo e Carlos limpava tudo com a língua, de joelhos no tapete da sala.
Os dois mundos – o de Márcia com o pastor e o de Carlos com Tatiane – ainda não tinham se cruzado.
Mas isso estava prestes a mudar.
Era uma quinta-feira à noite. Márcia tinha ido ao culto de oração, mas terminou mais cedo porque a pastora não compareceu. Resolveu voltar para casa sem avisar.
A porta da frente estava destrancada.
Ela entrou devagar, sem fazer barulho. Ouviu gemidos vindos do quarto. Gemidos masculinos – altos, sofridos, de puro prazer.
— ISSO, TATIANE! ASSIM! ME COME! ENFIA TUDO!
Márcia congelou.
Ela conhecia aquela voz. Era do Carlos. Do seu marido.
O coração disparou. Ela se aproximou na ponta dos pés. A porta do quarto estava entreaberta. Espiou.
O que ela viu fez sua boceta esquentar na hora.
Carlos estava de quatro na cama, pelado, a bunda empinada. Atrás dele, montada como uma amazona, estava Tatiane – a filha do pastor Sérgio, a professora de educação física de 19 anos, o corpo sarado, os seios firmes balançando. Ela usava uma cinta de borracha com um consolo preto de 20 centímetros. E estava enfiando o consolo no cu do marido dela.
— METE, TATIANE! METE MAIS FORTE! — Carlos gemia, os dedos arrancando o lençol.
— VOCÊ GOSTA DE SER COMIDO, CORNO? — Tatiane perguntava, metendo rápido, fundo.
— AMO! NUNCA IMAGINEI QUE AMAVA TANTO!
— VOCÊ É MINHA PUTA?
— SOU! SOU SUA PUTA! SOU O QUE VOCÊ QUISER!
Márcia sentiu a boceta melar instantaneamente. Ela sabia que deveria ficar com raiva. Que deveria entrar aos gritos, expulsar a menina, confrontar o marido.
Mas não conseguiu se mexer. O tesão foi maior.
Ela apenas observou, a mão descendo para a própria boceta por cima da calcinha, se masturbando ali mesmo, atrás da porta.
Tatiane metia sem parar. O consolo entrava e saía do cu de Carlos. Ele gozou – o líquido claro jorrando no lençol, o pau mole, mas o cu apertando o consolo como se quisesse mais.
— PRONTO — Tatiane disse, tirando o consolo devagar. — Agora lambe.
Carlos se virou. Lambeu o consolo sujo do próprio cu. Lambeu como se fosse a coisa mais natural do mundo.
Márcia não aguentou. Gemer – baixo, mas o suficiente.
Tatiane virou a cabeça. Olhou diretamente para a porta.
— Pode entrar, Márcia. Eu sei que você está aí.
Márcia empurrou a porta. Entrou no quarto. O rosto estava vermelho de vergonha e tesão.
— Eu... eu não sabia...
— Sabia sim — Tatiane disse, sem se assustar. — Você sabia que o seu marido era corno. Sabia que ele lambia a sua boceta gozada. O que você não sabia é que ele também gosta de ser comido.
— Isso não é verdade...
— É sim — Carlos disse, a voz trêmula, mas firme. — Eu gosto. Eu sempre gostei. Só nunca tive coragem de te pedir.
Márcia olhou para o marido. Pelado, o cu ainda aberto, o pau mole, o rosto lambuzado. Ele parecia feliz. Mais feliz do que ela via há anos.
— Você está dando para o seu pai — Tatiane continuou, encarando Márcia. — Eu sei de tudo. Sei que você vai na casa dele duas vezes por semana. Sei que ele come a sua buceta e o seu cu. Sei que você volta para casa com a porra dele escorrendo para o seu corno lamber.
Márcia baixou a cabeça.
— Eu... eu não posso negar.
— Então você é puta. E eu sou a filha do seu amante. E você pegou o seu marido sendo comido por mim.
— Eu vi.
— E o que você sentiu? Raiva? Nojo?
Márcia levantou a cabeça. Os olhos estavam marejados – mas não de raiva. De excitação.
— Tesão — ela confessou. — Senti muito tesão.
Tatiane sorriu.
— Então você não vai contar nada para ninguém. Pelo contrário. Você vai ficar calada. E vai me obedecer.
— Obedecer?
— Sim. Você deu para o meu pai. Eu vou comer o seu cu. Em nome da minha mãe, que levou chifre desse pastor safado. Vou me vingar de você. E depois eu vou fazer xixi na sua cara.
Márcia sentiu a boceta esquentar mais ainda.
— E se eu não aceitar?
— Você vai aceitar. Porque se não aceitar, eu conto para a igreja toda que o pastor Sérgio come a esposa do Carlos. E conto que o Carlos é corno e ama ser comido. Você vai perder tudo. A sua reputação. Os seus amigos. A sua vida.
Márcia engoliu em seco.
— O que você quer que eu faça?
— Tira a roupa. Deita de bruços na cama. Do lado do seu marido.
Márcia obedeceu.
Márcia se despiu lentamente. O vestido caiu no chão. A calcinha – encharcada – foi jogada ao lado. Os seios caídos apareceram, os mamilos escuros e duros. A boceta peluda já estava escorrendo.
Ela deitou de bruços na cama, ao lado de Carlos. Os dois corpos nus, lado a lado, os cus empinados.
Tatiane colocou a cinta de volta. O consolo preto de 20 centímetros estava babando lubrificante.
— Você, corno, vai assistir. Vai ver eu comendo o cu da sua esposa. Um lugar que você nunca pode tocar. E vai lamber depois.
— Sim, senhora — Carlos respondeu, de joelhos na cama.
Tatiane se posicionou atrás de Márcia. Abriu a bunda dela. O cu apareceu – pequeno, rosado, cercado de pelos grisalhos.
— Vai doer — Tatiane avisou.
— Pode doer — Márcia respondeu, a voz trêmula.
Tatiane enfiou a ponta. Márcia gritou.
— CALMA — Tatiane disse.
— CONTINUA!
Tatiane enfiou mais. O consolo entrou devagar. O cu de Márcia apertava, mas foi cedendo.
— TÁ DENTRO — ela sussurrou.
— GOSTOU?
— NÃO SEI AINDA. METE!
Tatiane meteu. Devagar no início. Depois rápido. O consolo entrava e saía do cu que nunca tinha sido tocado por Carlos. Um cu que só o pastor Sérgio havia explorado antes.
— ISSO, CARALHO! ASSIM!
— VOCÊ GOSTA DE DAR O CU?
— AMO! NUNCA IMAGINEI QUE PODIA SER TÃO BOM!
— VOCÊ É MINHA PUTA?
— SOU! SOU SUA PUTA! SOU O QUE VOCÊ QUISER!
Tatiane metia sem parar. Márcia gemia, os dedos arrancando o lençol. Carlos assistia, o pau duro, a mão no próprio pau, se masturbando.
— ELA ESTÁ GOZANDO, CORNO! — Tatiane gritou.
— EU VEJO! — Carlos respondeu, ofegante.
Márcia gozou. O líquido claro jorrou na cama. Tatiane continuou metendo.
— MAIS! — Márcia pediu.
— MAIS?
— MAIS FORTE!
Tatiane acelerou. O consolo entrava e saía. Márcia gozou de novo. Depois de novo. Três vezes seguidas.
— PRONTO — Tatiane disse, tirando o consolo devagar. O cu de Márcia ficou aberto, piscando, se contraindo.
— Agora você, corno. Lambe o cu da sua esposa. Lambe o que eu acabei de comer.
Carlos enfiou a cara. Lambeu o cu escorrendo de lubrificante e dos fluidos da esposa. Lambeu com vontade, como se fosse a última refeição da vida.
— GOSTOU, CORNO?
— AMEI! — ele respondeu, a boca lambuzada.
— Então agora lambe a minha boceta. Eu também quero gozar.
Carlos se virou. Enfiou a cara na boceta lisa e rosada de Tatiane. Lambeu. Chupou. Enfiou a língua.
Tatiane gozou em menos de um minuto, o líquido claro jorrando na boca dele.
— Pronto — ela disse, ofegante. — Agora vocês dois são meus. Ela é minha puta. Você é meu corno. E os dois vão me obedecer.
— Sim, senhora — Carlos e Márcia disseram juntos.
— Agora a vingança final — Tatiane disse, os olhos brilhando.
Ela tirou a cinta. Ficou pelada. Subiu na cama e se posicionou em cima do rosto de Márcia, que ainda estava deitada de bruços, o cu aberto, a boceta escorrendo.
— Você vai tomar xixi na sua cara. Pelo chifre que você deu na minha mãe. Pela humilhação que você fez ela passar.
Márcia hesitou.
— Mas...
— Sem mas. Você é minha puta agora. Minha propriedade. Você vai fazer o que eu mandar.
Márcia fechou os olhos. Abriu a boca.
— Pode fazer.
Tatiane abriu as pernas. Segurou a boceta com dois dedos. O jato de xixi quente acertou o rosto de Márcia – primeiro na testa, depois no nariz, depois dentro da boca aberta.
— ENGULA — Tatiane ordenou.
Márcia engoliu. O gosto era forte, ácido, selvagem. O xixi escorreu pelo queixo, molhou os cabelos, pingou nos seios.
Carlos assistiu de joelhos, o pau duro como nunca. Ele queria estar ali. Queria sentir o xixi quente na cara dele também.
Tatiane viu o olhar de Carlos e sorriu.
— Você quer também, corno?
— Quero — ele respondeu, a voz suplicante.
— Então espera a sua vez. Primeiro ela.
Ela continuou mijando. O jato foi diminuindo até parar. Tatiane limpou a boceta no cabelo de Márcia.
— Pronto. Agora você está paga. Pelo chifre que deu na minha mãe. Pelo que fez com a minha família.
Márcia ficou ali, deitada, o rosto molhado de xixi, a boceta escorrendo, o cu latejando. Nunca tinha se sentido tão humilhada. E nunca tinha sentido tanto tesão ao mesmo tempo.
— Gostou? — Tatiane perguntou.
— Sim — Márcia confessou, a voz baixa.
— Então agora você me chama de senhora.
— Sim, senhora.
— E toda vez que eu mandar, você vai abrir a boca e tomar o meu xixi. Entendeu?
— Entendi, senhora.
— Agora você, corno. Sua vez.
Carlos se ajoelhou na frente de Tatiane, ofegante de tesão.
— Abre a boca, corno.
Ele abriu. Tatiane segurou a boceta de novo. O que restava de xixi saiu em jatos mais fracos, mas ainda quentes. O líquido acertou a língua de Carlos. Ele engoliu.
— GOSTOU?
— SIM, SENHORA!
— O que você mais gosta? Fala tudo. Sem vergonha.
Carlos, com a boca ainda molhada de xixi, confessou:
— Eu gosto de cheiro de axila suada. De boceta menstruada. De cu. De calcinha usada. De ser humilhado. De ser comido. De lamber esperma de outro homem. De lamber xixi. De tudo.
Tatiane riu.
— Você é um pervertido mesmo, hein, corno?
— Sim, senhora. Sou seu pervertido.
— Então vai lá. Lambe o rosto da sua esposa. Limpa o xixi que eu fiz nela.
Carlos se jogou no rosto de Márcia. Lambeu o xixi. Lambeu o suor. Lambeu o cabelo molhado. Lambeu os seios.
Márcia gemeu.
— Ele está lambendo o seu xixi, senhora — ela disse, olhando para Tatiane.
— Eu sei. E você vai gozar com isso.
— Já estou gozando.
Márcia gozou – só de sentir a língua do marido lambendo o próprio xixi no rosto dela.
Carlos gozou junto – só de lamber.
Tatiane se sentou na cama, observando os dois. Os dois corpos nus, sujos de xixi, esperma e lubrificante. Os dois completamente submissos. Os dois completamente felizes.
— Agora vocês são meus — ela disse. — Os dois. Não existe mais segredo entre vocês. Eu como o cu do corno. Eu como o cu da puta. Eu faço xixi nos dois. E vocês me obedecem.
— Sim, senhora — eles responderam em uníssono.
— Na próxima semana, a gente vai fazer mais. E vai ser ainda melhor. Eu vou chamar o meu pai. E vocês vão ver a puta sendo comida por ele. E o corno vai lamber. E eu vou comer todo mundo.
Carlos e Márcia olharam um para o outro. Depois olharam para Tatiane.
— Sim, senhora — disseram juntos.
Tatiane sorriu. Vestiu a roupa, guardou a cinta na mochila e foi embora.
Carlos e Márcia ficaram na cama, nus, sujos, exaustos.
— Eu amo você — Márcia disse.
— Eu também amo você — Carlos respondeu.
— Mesmo depois de tudo?
— Por causa de tudo.
Eles se beijaram. Pela primeira vez em anos, um beijo de verdade. Lábios sujos de xixi, esperma, suor. Mas um beijo de amor.
Dali em diante, nada seria como antes.
E estava tudo bem.
—Parte 4
—Depois da noite em que Tatiane submeteu Márcia e Carlos – comendo o cu dos dois e fazendo xixi na cara de ambos – algo mudou na dinâmica do casal.
Não havia mais segredos.
Márcia sabia que o marido era corno e adorava ser comido. Carlos sabia que a esposa dava para o pastor e adorava ser humilhada. Os dois aceitaram suas naturezas. E os dois aceitaram Tatiane como sua senhora.
Na semana seguinte, Tatiane decidiu que era hora de juntar todo mundo.
— Márcia, você vai ligar para o meu pai. Diz que quer que ele venha aqui na sexta-feira. Diz que vai ter uma surpresa.
— Que surpresa?
— Nós quatro. Juntos. Pela primeira vez. Todo mundo vai comer todo mundo.
Márcia sentiu a boceta esquentar.
— E o Carlos?
— O Carlos vai estar aqui. Ele vai assistir. Ele vai lamber. Ele vai participar. E no final, eu vou me vingar de vocês dois pelo chifre que a minha mãe levou. Meu pai também vai se vingar – de você, Márcia, que o seduziu, e de você, Carlos, que permitiu.
— Como assim o pastor vai se vingar?
— Ele vai comer o cu do seu marido. Pela primeira vez. Ele sempre quis, mas nunca teve coragem de pedir. Agora ele vai realizar o sonho dele também.
Carlos, que estava ouvindo da porta do quarto, sentiu o pau endurecer instantaneamente.
— O pastor vai me comer? — ele perguntou, a voz trêmula.
— Vai. E você vai adorar.
— Sim, senhora.
CENA 1 – A CHEGADA DO PASTOR
Sexta-feira, 20h.
Pastor Sérgio chegou na casa de Carlos e Márcia. Trazia uma garrafa de vinho tinto e um sorriso safado no rosto. Não sabia o que o esperava.
Tatiane abriu a porta.
— Pai.
— Filha? O que você está fazendo aqui?
— Eu vou participar. Eu sei de tudo. Sei que você come a Márcia. Sei que ela leva a boceta cheia de porra para o corno lamber. E sei que o corno lambe a minha boceta também.
Pastor Sérgio arregalou os olhos.
— Você está dizendo que...
— Estou dizendo que eu como o cu do Carlos. E ele lambe a minha boceta. E a Márcia já sabe de tudo. E aceitou.
Pastor Sérgio largou o vinho na mesa. Olhou para a filha. O corpo sarado, os seios firmes sob o top justo, as pernas torneadas.
— Você sempre foi a minha fantasia — ele confessou, a voz grossa. — Eu cheiro a sua calcinha todas as noites.
— Eu sei, pai. Eu sempre soube. E sempre quis que você tomasse a iniciativa.
Pastor Sérgio puxou a filha pelo braço. Beijou sua boca. A língua entrou fundo. Tatiane correspondeu – com vontade, com desejo, com anos de fantasia acumulada.
— Hoje você vai me comer, pai. Pela primeira vez.
— Vou. E vou gozar dentro de você.
— Eu quero.
Carlos e Márcia assistiam da sala, abraçados, nus, os corpos já suados de tesão antecipado.
— Vamos para o quarto — Tatiane ordenou. — Todos.
Os quatro foram para o quarto de casal. A cama de Carlos e Márcia. O crucifixo na parede. Os lençóis limpos.
— Tira a roupa da sua esposa — Tatiane disse para Carlos.
Carlos obedeceu. Tirou o vestido curto de Márcia. Os seios caídos apareceram, os mamilos escuros e duros. A boceta peluda já estava escorrendo – o cheiro subiu forte.
— Cheira, corno — Tatiane ordenou.
Carlos enfiou o rosto na boceta da esposa. Cheirou fundo. O pau dele ficou duro na hora.
— Lambe.
Ele lambeu. A língua percorreu os grandes lábios, o clitóris inchado. Márcia gemeu.
— JÁ ESTÁ MOLHADA, PASTOR — Tatiane disse. — ELA QUER SER COMIDA.
Pastor Sérgio tirou a calça. O pau dele – 18 centímetros, grosso, veiado – já estava duro, babando.
— Deita ela na cama.
Carlos deitou Márcia de costas, as pernas abertas. Pastor Sérgio montou nela.
— Olha, corno — o pastor disse. — Olha como eu vou comer a sua esposa.
Ele enfiou o pau na boceta dela de uma só vez. Márcia gritou.
— ISSO, PASTOR! ME COME!
Ele metia rápido, fundo. As bolas batiam no clitóris dela. Os seios balançavam. Carlos assistia de joelhos ao lado da cama, o pau duro, a mão no próprio pau.
— VOCÊ GOSTA DE VER SUA ESPOSA SENDO COMIDA?
— AMO, PASTOR! AMO!
— PORQUE VOCÊ É CORNO!
— SOU! SOU CORNO! SOU O QUE VOCÊ QUISER!
Pastor Sérgio meteu por vinte minutos. Márcia gozou três vezes. Ele só gozou depois que ela implorou:
— GOZA DENTRO DE MIM, PASTOR! ENCHE MINHA BUCETA!
Ele gozou. Jatos grossos, quentes, encheram a boceta dela.
— Pronto — ele disse, tirando o pau. — Agora vem limpar, corno.
Carlos se ajoelhou na frente da esposa. Enterrou o rosto na boceta escorrendo. Lambeu tudo. Gozou sem ninguém tocar no pau dele.
— Minha vez — Tatiane disse.
Ela tirou a roupa. O corpo sarado apareceu – seios firmes, pernas torneadas, boceta lisa e rosada. Ela colocou a cinta de borracha com o consolo preto de 20 centímetros.
— Vira de bruços, sua puta.
Márcia obedeceu. Empinou a bunda.
— Você lembra da última vez?
— Lembro, senhora.
— O que eu fiz com você?
— A senhora comeu o meu cu. Depois fez xixi na minha cara.
— E você gostou?
— Gostei, senhora.
— Então hoje vou repetir. Mas dessa vez com o seu marido assistindo. E com o meu pai assistindo também.
Tatiane enfiou o consolo no cu de Márcia. Ela gritou – dor e prazer misturados.
— METE, TATIANE! METE!
Tatiane metia rápido, fundo. O consolo entrava e saía do cu peludo de Márcia.
— OLHA, CORNO — Tatiane disse. — OLHA COMO EU COMO O CU DA SUA ESPOSA. UM LUGAR QUE VOCÊ NUNCA PODE TOCAR.
Carlos assistia, os olhos vidrados. O pastor assistia também, o pau já duro de novo.
— ISSO, FILHA! COME ESSA PUTA!
— ELA É SUA PUTA, PAI. ELA DEU O CU PARA VOCÊ. AGORA ESTÁ DANDO PARA MIM.
Tatiane meteu por mais dez minutos. Márcia gozou duas vezes só com o consolo no cu.
— PRONTO — Tatiane disse, tirando o consolo. O cu de Márcia ficou aberto, piscando.
— AGORA VOCÊ, CORNO. LAMBE O CU DA SUA ESPOSA.
Carlos enfiou a cara. Lambeu o cu escorrendo de lubrificante. Lambeu como se fosse a coisa mais preciosa do mundo.
— GOSTOU, CORNO?
— AMEI, SENHORA!
— ENTÃO AGORA LAMBE A MINHA BOCETA.
Carlos se virou. Enfiou a cara na boceta lisa de Tatiane. Lambeu, chupou, enfiou a língua. Ela gozou em trinta segundos.
Pastor Sérgio olhou para Carlos. O corno ainda estava de joelhos, a boca lambuzada de boceta de Tatiane.
— Sua vez, corno — o pastor disse.
— Minha vez de quê?
— Você vai dar o cu para mim. Pela primeira vez. Eu sempre quis comer você. Sempre tive tesão em comer o cu do corno que lambe a porra que eu gozo dentro da esposa dele.
Carlos sentiu o pau endurecer.
— Você quer me comer, pastor?
— Quero. Mais do que qualquer coisa.
Carlos olhou para Márcia. Ela assentiu, os olhos brilhando.
— Vai, amor. Eu quero ver. Quero ver você sendo comido por ele.
— E você, Tatiane? — Carlos perguntou.
— Eu quero ver também. Vai ser a minha vingança. O corno que lambe a boceta da minha mãe vai ser comido pelo meu pai.
Carlos deitou de bruços na cama. Empinou a bunda. O cu dele apareceu – liso, rosado, já acostumado com os dedos de Tatiane e com o consolo.
— Vai doer? — ele perguntou.
— Vai um pouco. Mas você vai gostar.
Pastor Sérgio passou lubrificante. Enfiou a ponta do pau no cu de Carlos.
Carlos gritou – não de dor, de prazer.
— METE, PASTOR! METE!
Pastor Sérgio meteu devagar no início. Depois rápido. O pau entrava e saía do cu do corno.
— ISSO, CARALHO! ASSIM!
— VOCÊ GOSTA DE SER COMIDO POR UM HOMEM?
— AMO! NUNCA IMAGINEI QUE AMAVA TANTO!
— VOCÊ É MINHA PUTA AGORA?
— SOU! SOU SUA PUTA! SOU O QUE VOCÊ QUISER!
Márcia assistia, os olhos vidrados, a mão na própria boceta. Tatiane assistia, se masturbando também.
Pastor Sérgio meteu por quinze minutos. Carlos gozou duas vezes – só com o pau do pastor no cu dele.
— VOU GOZAR — o pastor gritou.
— GOZA DENTRO DE MIM! ENCHE O MEU CU!
Pastor Sérgio gozou. Jatos grossos, quentes, encheram o cu de Carlos.
— PRONTO — o pastor disse, tirando o pau. O cu de Carlos ficou aberto, escorrendo esperma.
— AGORA LAMBE, CORNO — Tatiane ordenou.
Carlos levou a mão ao próprio cu. Enfiou os dedos, tirou o esperma do pastor e levou à boca. Lambeu. Engoliu.
— GOSTOU DO GOSTO?
— SIM, SENHORA! É O MELHOR GOSTO DO MUNDO!
— Agora é minha vez de realizar uma fantasia — Tatiane disse.
Ela se aproximou do pai. Beijou sua boca.
— Você sempre quis me comer, não é, pai?
— Sempre.
— Desde quando?
— Desde que você fez 18 anos. Eu pegava a sua calcinha no cesto. Cheirava. Batia punheta imaginando você.
— E hoje você vai realizar.
— Vou.
Tatiane deitou de costas na cama. Abriu as pernas. A boceta lisa, rosada, já molhada.
Pastor Sérgio montou nela. O pau dele – ainda duro, ainda babando – entrou devagar.
— ISSO, PAI! ASSIM!
Ele metia devagar no início. Depois rápido. O incesto acontecia ali, na cama do corno, com o corno assistindo e a esposa do corno se masturbando ao lado.
— VOCÊ É MINHA FILHA — ele gemia.
— SOU! SOU SUA FILHA PUTA!
— EU SEMPRE QUIS TE COMER.
— EU SEMPRE QUIS SER COMIDA POR VOCÊ!
Ele metia rápido, fundo. As bolas batiam no clitóris da filha. Tatiane gemia alto.
— VOU GOZAR, PAI!
— GOZA, FILHA! GOZA NA MINHA PICAA!
Ela gozou. O líquido claro jorrou na cama. Ele continuou metendo.
— GOZA DENTRO DE MIM! ENCHE A MINHA BUCETA!
Pastor Sérgio gozou. Jatos grossos, quentes, encheram a boceta da própria filha.
Carlos assistiu tudo, o pau duro. Márcia assistiu tudo, a boceta escorrendo.
— PRONTO — Tatiane disse, ofegante. — AGORA EU SOU PUTA DO MEU PAI. E ELE É MEU COMEDOR.
— Sua vez, corno — Tatiane disse, olhando para Carlos. — Você vai comer a sua esposa. Mas diferente de todas as outras vezes.
— Como assim?
— Você vai comer ela com raiva. Com tesão. Como se fosse um homem de verdade. O chifre que você levou – do meu pai, de mim – vai ser o seu Viagra.
Carlos olhou para Márcia. Ela estava deitada, os olhos marejados, o corpo sujo de esperma do pastor e lubrificante.
— Você quer? — ele perguntou.
— Quero — ela respondeu. — Quero sentir o meu marido dentro de mim. Pela primeira vez de verdade.
Carlos montou na esposa. O pau dele – que sempre demorava para endurecer – estava duro como pedra.
Ele enfiou na boceta dela. Ela gemeu.
— ISSO, CARLOS! ASSIM!
Ele metia rápido, fundo. O suor escorria pelas costas dele.
— VOCÊ NUNCA ME COMEU ASSIM!
— PORQUE EU NUNCA FUI CORNO ASSUMIDO!
— E AGORA?
— AGORA EU SOU! E ESTOU AMANDO!
Ele meteu por vinte minutos. Márcia gozou duas vezes. Carlos gozou dentro dela – a primeira vez que gozava dentro da esposa em meses.
— PRONTO — ele disse, ofegante. — AGORA EU SOU HOMEM DE NOVO.
— Homem de verdade? — Tatiane provocou, rindo.
— Corno de verdade — ele respondeu, sorrindo. — Viagra de corno é chifre.
Todos riram – até o pastor.
— Ainda não acabou — Carlos disse, surpreendendo a todos.
— O que mais tem? — Tatiane perguntou.
— Ele me comeu. Agora eu quero comer ele.
Pastor Sérgio arregalou os olhos.
— Você quer me comer?
— Quero. Você comeu a minha esposa. Comeu o meu cu. Agora eu vou comer o seu.
Pastor Sérgio olhou para a filha. Ela sorriu.
— Deixa, pai. Deixa o corno realizar a fantasia dele.
Pastor Sérgio deitou de bruços na cama. Empinou a bunda. O cu dele apareceu – peludo, escuro, nunca antes penetrado.
— Você nunca deu o cu? — Carlos perguntou.
— Nunca. Mas sempre tive curiosidade.
— Então hoje você vai perder a sua virgindade anal.
Carlos passou lubrificante. Enfiou a ponta do pau no cu do pastor.
Pastor Sérgio gritou – dor misturada com prazer.
— METE, CARLOS! METE!
Carlos meteu devagar no início. Depois rápido. O pau entrava e saía do cu do homem que tinha comido sua esposa.
— ISSO, CARALHO! ASSIM!
— VOCÊ GOSTA DE DAR O CU, PASTOR?
— AMO! NUNCA IMAGINEI QUE AMAVA TANTO!
— AGORA VOCÊ É MINHA PUTA!
— SOU! SOU SUA PUTA! SOU O QUE VOCÊ QUISER!
Carlos meteu por quinze minutos. Pastor Sérgio gozou – o pau jorrando no lençol. Carlos gozou dentro do cu dele.
— PRONTO — Carlos disse, ofegante. — AGORA ESTAMOS QUITES.
Pastor Sérgio ficou deitado, o cu aberto, escorrendo esperma.
— Eu nunca imaginei que ia gostar tanto de dar o cu.
— Pois é, pastor — Tatiane disse, rindo. — O corno te ensinou uma lição.
Tatiane se levantou. Olhou para os quatro corpos nus na cama – seu pai, Márcia, Carlos e ela.
— Agora a gente faz direito. Todo mundo come todo mundo ao mesmo tempo.
— Como? — Márcia perguntou.
— Vamos formar uma corrente.
Ela organizou:
Carlos deitou de costas. Márcia montou no pau dele – mas com o cu, não com a boceta.
Pastor Sérgio se ajoelhou atrás de Márcia. Enfiou o pau na boceta dela. Ela ficou no meio, sendo comida nos dois buracos ao mesmo tempo.
Tatiane se ajoelhou na frente do pai. Enfiou o pau dele na boca dela – chupava enquanto ele metia na boceta de Márcia.
Márcia, mesmo sendo comida por dois, conseguiu esticar o braço e enfiar dois dedos no cu de Tatiane, que gemeu com a boca cheia do pau do pai.
Carlos, metendo no cu de Márcia, inclinou o corpo e lambeu o cu do pastor, que estava atrás, exposto.
O quarteto virou um nó de braços, pernas, paus, bocetas, cus, línguas e dedos. Ninguém sabia mais quem estava comendo quem.
Os gemidos ecoavam pela casa.
— VOU GOZAR! — Márcia gritou primeiro.
— GOZA! — todos responderam.
Ela gozou – no pau de Carlos e no pau do pastor ao mesmo tempo.
— VOU GOZAR! — Carlos gritou em seguida.
— GOZA!
Ele gozou dentro do cu de Márcia.
— VOU GOZAR! — pastor Sérgio gritou.
— GOZA!
Ele gozou dentro da boceta de Márcia.
— VOU GOZAR! — Tatiane gritou por último.
— GOZA!
Ela gozou com a boca cheia do pau do pai.
Os quatro caíram na cama – um sobre o outro, suados, ofegantes, rindo.
O sol já nascia quando os quatro acordaram, ainda nus, ainda sujos de esperma, xixi, lubrificante e suor.
Pastor Sérgio foi o primeiro a falar:
— Eu nunca imaginei que ia terminar a noite com o cu cheio de porra do corno.
— Eu nunca imaginei que ia comer o cu do pastor — Carlos respondeu, rindo.
— Eu nunca imaginei que ia dar para o meu pai e para o corno ao mesmo tempo — Márcia disse.
— Eu nunca imaginei que ia realizar todas as minhas fantasias em uma única noite — Tatiane concluiu.
Ela se levantou. Olhou para os três.
— Isso não acaba aqui. A gente vai repetir. Toda semana. Todo mundo vai comer todo mundo. E não vai ter pecado. Não vai ter culpa. Vai ter só prazer.
— E a igreja? — Márcia perguntou.
— A igreja não precisa saber. O que acontece entre quatro paredes... fica entre quatro paredes.
— Amém — pastor Sérgio disse, rindo.
— Amém — os outros três responderam.
Carlos olhou para Márcia. Pegou sua mão.
— Eu te amo.
— Eu também te amo.
— Mesmo depois de tudo?
— Por causa de tudo.
Eles se beijaram. Pela primeira vez em anos, um beijo de verdade. Lábios sujos de esperma, xixi, suor. Mas um beijo de amor.
Tatiane se vestiu. Pastor Sérgio se vestiu.
— Semana que vem tem mais — Tatiane disse, saindo pela porta.
— Traz mais lubrificante — Carlos pediu.
— E mais vinho — Márcia completou.
A porta fechou.
Carlos e Márcia ficaram na cama, abraçados, nus, exaustos, felizes.
— Eu acho que a gente finalmente se encontrou — Márcia disse.
— Eu acho que sim — Carlos respondeu.
— O pastor foi um instrumento de Deus.
— Tatiane também.
— O chifre salvou nosso casamento.
Carlos riu.
— Viagra de corno é chifre.
— Amém.
E ficaram em silêncio, ouvindo os pássaros cantarem lá fora.
O sol nascia.
Um novo dia.
Uma nova vida.
Uma nova forma de amar.
FIM.