Uma Mãe Doidivanas, capítulo 8

Da série Mãe Doidivanas
Um conto erótico de Doidivanas
Categoria: Heterossexual
Contém 3771 palavras
Data: 08/06/2026 01:29:11
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

Vocês sabem como eu sempre me defini: como uma mulher livre. É assim que eu me vejo, que eu me entendo, é o meu jeito de ser. O casamento não me prendeu, a maternidade não me domou — pelo contrário, só reforçou minha convicção de que o meu corpo é meu, as minhas regras são minhas, e o resto que se foda. Não devo satisfação a ninguém, nem mesmo às convenções idiotas da sociedade. Meu marido me entende, meus filhos já aprenderam a me aceitar como sou. E eu? Eu vivo exatamente como quero.

Aquela manhã era uma manhã normal em nossa casa. Desci pelada, como quase sempre, e comecei a preparar o café da manhã. O cheiro de café e ovos fritando enchia a cozinha.

O mais velho foi o primeiro a descer. Parou atrás de mim, deu um “bom dia, mãe” rouco e apertou minha bunda com as duas mãos, bem devagar, sentindo a carne macia.

— Bom dia, filho — respondi, rindo.

Logo depois veio o caçula. Fez exatamente o mesmo: abraçou-me por trás e apertou minha bunda com vontade.

— Bom dia, mãe gostosa…

Eu ri alto, balançando a cabeça.

Meu marido desceu por último, viu a cena e soltou uma risada baixa:

— Deixem a bunda da mãe de vocês em paz, rapazes.

Ele se aproximou, apertou minha bunda com força e ainda deu um tapa estalado.

— …mas tá difícil resistir, né? — completou, rindo.

Eu me virei, fingindo indignação, mas sem conseguir parar de rir:

— Vocês três são impossíveis! Eu tentando fazer café e virando brinquedo da casa.

Sentamos à mesa. Eu continuava pelada, servindo os ovos e o pão. O clima era leve, quente e familiar.

O caçula, enquanto passava manteiga no pão, me olhou com curiosidade:

— Mãe… conta uma história sua? De antes de casar com o pai.

Eu sorri, tomando um gole de café. Sabia exatamente qual história contar.

— Tá bom. Vou contar uma que eu quase nunca falo. Eu era bem novinha. Tinha um menino chamado Lucas que eu era loucamente apaixonada. Ele era dois anos mais velho, bonito, popular… e meus amigos sabiam disso.

O mais velho se inclinou na cadeira:

— E aí?

— Era um dia de verdade ou desafio na casa de uma amiga. Eu estava super animada porque o Lucas tinha sido convidado. Meus amigos juraram que iam me ajudar a ficar com ele. Quando chegou minha vez, eu escolhi “desafio”, confiante. Aí eles me traíram da forma mais safada possível.

— O que pediram? — perguntou o caçula, já interessado.

— Pediram pra eu tirar a blusa e mostrar os peitos. Na frente dele. Num quarto vazio.

Eu ri da minha própria lembrança, um pouco envergonhada mesmo depois de tantos anos.

— Eu fiquei vermelha que nem um tomate. Quase morri de vergonha. Mas como eu era apaixonadinha nele e confiava nos meus amigos… acabei aceitando. Fomos pro quarto, só nós dois. Eu levantei a blusa e o sutiã e mostrei os peitos pra ele.

O mais velho arregalou os olhos:

— E ele?

— Ele ficou olhando, impressionado. Disse que eu era linda, que meus peitos eram perfeitos. Depois perguntou, bem tímido, se podia tocar rapidinho. Eu estava morrendo de vergonha, coração disparado… mas disse que sim.

O caçula:

— E ele tocou?

— Tocou. Apertou os dois devagar, passou o polegar nos mamilos… Eu tremia inteira. Foi a primeira vez que um menino me tocou assim. Fiquei molhada na hora, mas não entendia direito o que estava sentindo.

O mais velho:

— Você gostou?

— Gostei e odiei ao mesmo tempo. Fiquei com muita vergonha depois. Me senti exposta, vulnerável… mas também poderosa. Ver o jeito que ele me olhava, o desejo dele… mexeu muito comigo. Foi ali que eu comecei a perceber que gostava de ser olhada.

O caçula:

— E depois? Rolou mais alguma coisa?

— Não. Só isso. Ele me beijou depois, mas foi só um beijo. Meus “amigos” traíram a promessa e não ajudaram em nada. No dia seguinte eu morri de vergonha na escola, mas também não conseguia parar de pensar na sensação das mãos dele nos meus peitos.

Meu marido, que ouvia tudo em silêncio, sorriu:

— E olha onde você chegou. Da menina que tremia mostrando os peitos pro garoto que ra apaixonada, pra mulher que anda pelada em casa na frente dos nossos filhos.

Eu ri:

— Exatamente. Aquela vergonha toda me ensinou que eu gosto de sentir tesão assim. E que eu não quero mais viver presa.

O mais velho:

— Caralho, mãe… você era bem safadinha desde nova, hein?

— Mais do que vocês imaginam. E fico feliz que vocês saibam disso. Não quero ser uma mãe santa. Quero ser real.

O caçula, ainda processando:

— E você nunca se arrependeu de ter deixado ele tocar?

— Nunca. Foi um dos momentos que me moldaram. Me mostrou que meu corpo reage quando é desejado… e que eu adoro isso.

Eu me levantei pra pegar mais café, completamente pelada, sentindo os três olhares em mim.

— Alguma outra pergunta, meus taradinhos?

Enquanto eu servia mais café, o mais velho me olhou com aquele brilho curioso nos olhos e pediu:

— Mãe, conta outra história de quando você era mais nova.

Eu ri, voltando a sentar pelada à mesa, cruzando as pernas de forma pouco maternal.

— Vocês estão mesmo querendo conhecer a versão jovem e idiota da mãe, hein? Tá bom… Vou contar uma que aconteceu na faculdade.

O caçula se ajeitou na cadeira, atento.

— Eu tinha saído pra beber com umas amigas e acabei ficando com um cara chamado Bruno. A gente se pegou a noite inteira na balada, bebeu demais e terminamos transando no quarto dele – ele morava em uma república. Foi uma foda gostosa, bêbada, sem compromisso. Depois caímos no sono, abraçados, pelados debaixo do lençol.

Fiz uma pausa, sorrindo da lembrança constrangedora.

— O problema é que eu estava muito, muito bêbada. Durante a noite, sem perceber, eu me virei de bruços, empinei a bunda e chutei o lençol todo pro lado. Quando acordei, na manhã seguinte, eu estava completamente nua, de quatro quase, com a cara enfiada no travesseiro e a bunda empinada pro alto, bem no meio da cama.

O mais velho arregalou os olhos:

— Caralho… e o cara?

— O Bruno ainda estava dormindo ao meu lado. Mas quando ele acordou e olhou pro chão, viu uma mochila que não era dele e um bilhete na mesa. O colega dele tinha voltado cedo de manhã, entrado no quarto e nos visto. Viu tudo. Eu pelada, de bunda empinada, claramente depois de uma noite de sexo casual.

O caçula colocou a mão na boca, rindo chocado:

— E você percebeu na hora?

— Percebi quando o Bruno me acordou, nervoso. Ele me contou que o colega tinha passado lá. Eu quase morri de vergonha. Fiquei imaginando o cara entrando, me vendo completamente exposta, buceta e bunda pra cima, marcas de chupão no pescoço… Não sabia se ele tinha tirado foto, se tinha ficado olhando, nada. Foi horrível.

O mais velho:

— E o que você fez?

— Tive que me vestir com a roupa da noite anterior, sair do alojamento dos meninos de manhã cedo, com o cabelo bagunçado, cara de quem tinha sido bem comida e todo mundo sabendo. Passei pelos corredores sentindo que todos olhavam pra mim.

Eu ri, balançando a cabeça.

O caçula:

— Como você se sentiu na hora, mãe?

— Eu morri de vergonha. Fiquei vermelha por dias. Era muito nova, achava que tinha feito uma grande besteira. Me senti suja, exposta, vulnerável… Imaginei aquele cara contando pra todo mundo que tinha me visto pelada, de quatro, depois de foder o colega de quarto.

O mais velho:

— E depois? Você se arrependeu?

— Arrependi da bebedeira e da falta de cuidado, sim. Mas não de ter transado. Aquilo mexeu muito comigo. Foi uma das primeiras vezes que senti na pele o que é ser julgada pelo desejo. Ao mesmo tempo, anos depois, percebi que parte de mim gostou da ideia de ter sido vista assim… tão exposta, tão “pega no flagra”. Foi como uma semente do que eu sou hoje.

O caçula:

— Você nunca soube se o cara tirou foto?

— Nunca. E isso me atormentou por semanas. Toda vez que via um cara olhando pra mim no campus, eu pensava: “Será que foi ele?”. Foi humilhante… mas também libertador. Depois disso eu comecei a aceitar que meu corpo e minha sexualidade iam me colocar em situações constrangedoras. E que, no fundo, eu não odiava isso tanto assim.

O mais velho balançou a cabeça, sorrindo:

— Você era uma safada desde novinha, então.

— Era. Só não admitia ainda. Hoje eu admito e não me importo com isso.

Meu marido, que ouvia tudo em silêncio, riu e apertou minha coxa por baixo da mesa:

— E olha no que deu. Hoje ela faz muito pior na frente dos próprios filhos.

Eu pisquei pros meninos:

— Querem mais uma história ou já deu por hoje, seus curiosos?

O caçula trocou um olhar com o irmão e soltou a pergunta que parecia estar queimando na língua dele:

— Mãe… e antes do pai, com quantos homens você ficou?

Eu parei com a xícara no ar, sorri devagar e me recostei na cadeira, completamente pelada, sem nenhum pudor.

— Querem mesmo saber? Tá bom. Vou ser sincera. Antes de conhecer seu pai, eu fiquei com uns onze homens. Alguns foram só beijos e pegação, outros foram bem mais longe. Querem que eu conte?

O mais velho assentiu rápido:

— Conta. Com detalhes.

Eu ri, achando graça da curiosidade deles.

— Tá bom. Vou listar em ordem, mais ou menos. Teve o Lucas, que eu já contei. Só pegação e ele apalpando meus peitos. Nada de sexo. Teve um menino da escola, o Mateus. A gente transou duas vezes no quarto dele, com luz apagada e debaixo do lençol. Eu estava nervosa, mas curiosa. Depois... teve mais uns, antes do Bruno, o da história da república.

O caçula estava vidrado:

— E depois?

— Depois eu comecei a ficar mais solta. O quarto foi o Thiago. A gente transou no carro dele, no estacionamento do shopping. Eu gozei no banco de trás enquanto ele me comia por trás.

O mais velho:

— Caralho… no carro?

— No carro. E foi bom. Depois veio o Diego. Com ele eu dei meu primeiro boquete no banheiro da faculdade. Engoli tudo.

Eu continuei, sentindo o clima da cozinha esquentar:

— Depois eu comecei a ficar mais safada. A gente transou no quarto dele, na casa dele, com os pais dele em casa. Eu de quatro, ele metendo enquanto eu tentava não gemer alto.

O caçula:

— E você não tinha medo de ser pega?

— Tinha. Mas o medo misturado com tesão era delicioso. Depois veio o Lucas 2 — outro Lucas. Com ele eu saí sem calcinha pela primeira vez. Fomos pra uma festa, eu de vestido curto, sem nada por baixo. Ele me dedou no meio da pista de dança.

O mais velho engoliu em seco:

— No meio da pista?

— Isso. Tinha gente em volta. Eu quase gozei ali mesmo.

O caçula:

— Mãe… você é louca.

— Louca e molhada só de lembrar. Teve o Vitor. A gente transou no banheiro de um bar lotado. Ele me fodeu contra a parede enquanto tinha fila do lado de fora. Eu tive que tapar a boca pra não gritar.

O mais velho estava claramente excitado de novo:

— Tem mais?

— Teve o Guilherme. Com ele eu cheguei no auge da safadeza antes do seu pai. Uma vez eu chupei ele dentro do cinema, no escuro, enquanto o filme passava.

Fiquei em silêncio por um segundo, olhando pros meus filhos.

O mais velho:

— Caralho, mãe… você era bem vadia mesmo.

— Era. E orgulho disso. Fui descobrindo aos poucos o quanto eu gosto de sexo, de risco, de ser desejada. Cada um desses caras me ensinou algo. Uns me ensinaram prazer, outros me ensinaram ousadia.

O caçula:

— E quando você conheceu o pai?

— Quando conheci seu pai, eu já era bem safada. Mas com ele eu encontrei alguém que não só aceitava, como incentivava essa minha parte. E aí eu parei de contar. Porque ele virou o principal.

Meu marido, que ouvia tudo com um sorrisinho, apertou minha coxa:

— E eu nunca me arrependi.

Eu sorri pra meus filhos:

— Alguma outra pergunta, meus curiosos? Ou já estão traumatizados com a mãe de vocês?

Os dois riram, vermelhos, mas claramente fascinados. O mais velho pediu:

— Mãe, conta mais uma. Uma bem doida.

Eu suspirei, rindo, e me recostei na cadeira, completamente pelada.

— Tá bom. Essa é de quando eu tinha vinte e um anos. O cara se chamava Tiago. Ele era bem mais velho que eu e gostava de me exibir.

O caçula ergueu a sobrancelha:

— Como assim, exibir?

— Ele adorava mostrar fotos minhas pros amigos. Fotos bem safadas. E o pior: fazia isso na minha frente. A gente saía com os amigos dele e ele mostrava fotos minhas pelada, ou de quatro, ou chupando ele. Depois, na frente de todo mundo, ele falava alto o que ia fazer comigo mais tarde.

O mais velho:

— Tipo o quê?

— Uma vez, num bar, ele mostrou uma foto minha de quatro pro grupo de amigos e disse: “Olha pra essa bundinha. Hoje à noite ela vai engasgar no meu pau até chorar”. Eu estava sentada do lado dele, morrendo de vergonha, fingindo que estava brava. Dava um tapa no braço dele, falava “para com isso, seu idiota”, mas por dentro… eu ficava encharcada.

Meu marido sorriu, interessado:

— E ele sabia que você gostava?

— Sabia. Ele me conhecia bem. Outra vez, na frente de três amigos, ele disse: “Ela adora levar rola forte por trás. Geme feito cadela quando eu boto tudo”. Eu fiquei vermelha, fingi que estava com raiva, mas minha buceta pulsava. Mal via a hora de sair dali pra ele fazer exatamente o que tinha prometido.

O caçula:

— E você deixava ele falar essas coisas?

— Deixava. Por fora eu reclamava, ficava emburrada, falava que ele era um safado sem noção. Mas secretamente eu amava. O jeito que os amigos dele olhavam pra mim depois… sabendo exatamente o que eu ia fazer… me deixava louca.

O mais velho:

— E depois vocês transavam mesmo?

— Sempre. Naquela noite do bar, por exemplo, assim que entramos no carro ele me mandou chupar. Eu chupei até babar tudo, engasgando, exatamente como ele tinha prometido pros amigos. Depois ele me levou para casa e comeu meu cu, forte, me chamando de puta. Eu gozei duas vezes.

O caçula, vermelho:

— E você não ficava com raiva de verdade?

— Ficava um pouco. Mas o tesão era maior. Eu adorava fingir que estava brava, fazer cara de ofendida, enquanto por dentro eu mal podia esperar pra ele cumprir as promessas safadas que tinha feito na frente dos outros.

O mais velho:

— Ele mostrava foto sua pelada pra todo mundo?

— Pra quem ele queria impressionar, sim. Uma vez mostrou até pro irmão dele.

Meu marido riu baixo:

— Você sempre foi assim, né?

— Sempre. Quanto mais ele me expunha, mais eu me molhava. Era uma mistura estranha de vergonha e tesão. Eu saía reclamando, mas voltava pra casa pensando na próxima vez que ele ia me tratar assim na frente dos amigos.

O caçula:

— Mãe… você era uma vadia de verdade.

— Era. E ainda sou — respondi, abrindo as pernas devagar embaixo da mesa.

Os meninos riram. E não desviaram os olhos da minha buceta exposta.

Eu pisquei pros meninos:

— Mais alguma história ou vocês já estão saturados da mãe safada?

O mais velho ainda estava processando tudo quando se inclinou na cadeira, com um sorriso malicioso:

— Mãe… conta uma das piores que você fez.

Eu soltei uma risada baixa, tomando um gole de café antes de responder:

— Tá bom. Vocês pediram. Vou contar uma que eu fiz quando tinha vinte e dois anos. Essa é bem safada.

Os dois se ajeitaram na cadeira, atentos.

— Eu estava saindo com um homem casado. Ele se chamava Marcos. Me dizia o tempo todo que estava separado da esposa, que o casamento tinha acabado, blá blá blá. Eu queria acreditar porque ele era gostoso e o perigo me excitava. Mas ele era um filha da puta mentiroso. Ainda estava com a mulher enquanto saía comigo.

O caçula arregalou os olhos:

— Casado de verdade?

— Casado, com aliança e tudo. A gente se encontrava escondido. Mas teve uma noite que a verdade apareceu. Eu fui para um bar com as minhas amigas, e adivinhem só quem eu encontrei lá? O Marcos, junto com a esposa dele. Eu fiquei puta da vida porque descobri que ele tinha mentido para mim.

— Eita! E aí, mãe, o que aconteceu? – o caçula não se aguentava.

— Ele me viu também. Ficou nervoso. Começou a me mandar mensagem. Eu fiquei com tanta raiva… mas acabei saindo com ele pro estacionamento mesmo assim.

O mais velho:

— E aí?

— No carro dele, eu abri a calça dele e comecei a chupar. Estava com muita raiva e tesão ao mesmo tempo. Chupei ele com força, babando tudo, enquanto ele gemia e enfiava a mão entre as minhas pernas. Ele me dedava gostoso, mas eu estava com muita raiva. Parei de chupar, tirei a mão dele da minha buceta e falei:

“Não. Hoje você vai só assistir.”

Eu me ajeitei no banco do passageiro, abri bem as pernas, levantei o vestido e comecei a me masturbar bem na frente dele. Ele ficou olhando, boquiaberto. Eu estava encharcada. Esfreguei cada vez mais rápido, gemendo, até que gozei forte, jorrando. Esquirtou tudo no painel do carro, no banco, no câmbio… uma bagunça.

O caçula quase engasgou:

— Você… squirtou no carro dele?

— E bastante. O banco ficou molhado. Quando terminei de tremer, olhei pra cara dele e falei, bem fria: “Agora limpa essa merda todo antes que sua esposa veja”. E essa foi a última vez que a gente se encontrou.

O mais velho riu, chocado:

— E ele limpou?

— Limpou. Com a própria camisa. Ele ficou puto da cara, me xingou. Mas foda-se. Eu fiquei olhando ele limpando meu gozo enquanto ainda sentia as pernas tremendo. Depois que eu saí do carro, nunca mais respondi as mensagens dele. Bloqueei ele assim que cheguei em casa.

Fiz uma pausa, olhando pros meus filhos.

O caçula:

— Como você se sentiu depois disso, mãe?

— Na hora eu me senti poderosa. Vingativa. Safada. Mas também um pouco suja. Eu era nova, estava descobrindo que gostava de coisas erradas… e o risco de estar com um homem casado me excitava pra caralho. Depois veio um pouco de culpa. Eu sabia que estava sendo a “outra”, mas o tesão era mais forte.

O mais velho:

— Você se arrependeu?

— Me arrependi de ter me envolvido com um homem casado. Mas não de ter feito aquilo. Foi uma das primeiras vezes que eu entendi que gosto de controle, de provocar e de deixar marcas. Depois daquele dia eu fiquei ainda mais sem vergonha. Comecei a sair sem calcinha com mais frequência, a arriscar mais… até conhecer seu pai e encontrar alguém que gostava dessa minha versão sem filtro.

Meu marido, que ouvia tudo com um sorrisinho, apertou minha coxa:

— E eu agradeço todos os dias por isso.

Eu sorri pros meninos:

— Agora chega de histórias — declarei, rindo e levantando da mesa. — Senão vocês vão passar o dia todo com o pau duro e eu não vou conseguir fazer nada em casa.

O mais velho abriu um sorrisinho safado:

— Tarde demais, mãe. Já tô assim faz tempo.

O caçula completou, debochado:

— Eu também. Acho que vou ter que bater uma pensando na mamãe jovem.

— Ei, respeito! — fingi bronca, mas estava rindo. — Vão fazer suas coisas, seus taradinhos.

Cada um foi pro seu canto. Meu marido foi trabalhar, os meninos subiram pro quarto. A casa ficou em silêncio.

Mais tarde, por volta das quatro da tarde, subi para entregar uma roupa limpa pro mais velho. A porta do quarto dele estava fechada, mas não estava trancada. Empurrei devagar e parei no batente.

Ele estava deitado na cama, bermuda abaixada até os joelhos, pau duro na mão, batendo punheta com os olhos fechados.

Fiquei ali uns segundos, observando, antes de pigarrear.

— Interrompendo algo importante, filho?

Ele abriu os olhos de repente, levou um susto e tentou cobrir o pau com as mãos, vermelho como tomate.

— Mãe! Caralho! Bate na porta!

Eu entrei no quarto, fechei a porta atrás de mim e cruzei os braços embaixo dos peitos, ainda pelada.

— Bati. Você que não ouviu. Tá batendo punheta pensando em quem? Na história que eu contei?

Ele gaguejou, sem conseguir parar completamente o movimento da mão:

— Eu… porra, mãe… você conta aquelas coisas e acha que eu vou ficar normal?

Eu ri, me aproximando da cama.

— Relaxa. Não precisa parar por minha causa. Continua. Mamãe não se importa.

Ele ficou ainda mais vermelho, mas a mão voltou a se mover, mais devagar.

— Você é doida…

— Sou. E torço pra que um dia você encontre uma namorada tão safada quanto eu era. Uma que adore sair sem calcinha, chupar no carro, se mostrar por aí… uma boa vadiazinha, igual a mim.

Ele gemeu baixinho, acelerando o movimento:

— Mãe… para de falar essas coisas…

— Por quê? Tá gostando? Imagina ela te chupando no estacionamento, ou te deixando foder ela no banheiro de um bar… Igual eu fazia.

Ele respirava pesado, mão subindo e descendo rápido.

— Falo porque é verdade. Quero que você tenha uma garota que te deixe louco. Que te mame gostoso, que peça pra você foder ela com força, que goze jorrando… Igual eu fazia.

— Caralho… você é terrível…

— Sou. E vocês adoram. Goza, vai. Goza pensando na mãe safada que você tem.

Ele não aguentou. Grunhiu alto e gozou forte. O primeiro jato saiu com pressão e acertou minha barriga e a parte de baixo do meu peito.

Eu ri alto, olhando pra porra quente escorrendo na minha pele.

— Olha só… acertou a mãe. Que mira, hein?

Ele ficou mortificado, tentando se cobrir:

— Mãe! Desculpa! Eu não quis…

— Relaxa, filho. Porra não mata ninguém. Vou me limpar.

Virei de costas, e enquanto estava saindo do quarto eu ainda escutava ele me pedindo desculpas.

Fui pro banheiro, peguei uma toalha úmida e comecei a limpar a barriga. Mas parei. Olhei pro resquício de porra que ainda escorria no meu dedo. Hesitei dois segundos… e levei o dedo à boca. Provei. Um gosto levemente salgado, jovem, quente.

Fiquei olhando meu reflexo no espelho e pensei, com um sorriso irônico:

“Meu Deus… eu realmente criei dois monstros. E o pior é que eu sou o monstro original. Uma mãe que prova a porra do próprio filho e ainda acha graça. Liberdade é uma coisa linda… mas às vezes ela vem com um gosto bem peculiar.”

E, estranhamente, me senti mais viva do que nunca.

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Comentários

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Qui delícia kkk quem quiser conversa tele @Queironte

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Esses contos é tipo bater com pau mole, não chega a lugar nenhum, fica se pepetindo, bem meh

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