Eu posso dizer que o meu primeiro ano de experiências sexuais beirou a extravagância e o sexo se transformou em uma das coisas mais importantes da minha vida junto com o estudo, os livros e minha dedicação incondicional ao Demônio. Não tenho o menor constrangimento de dizer que André era e é o meu dono, senhor absoluto do meu corpo e do meu desejo, um parceiro digno de despertar inveja em qualquer mulher: lindo, inteligente, um furacão na cama, companheiro, leal e divertido. O homem que me conquistou me mostrando o que é o amor.
O que não significa dizer que outras pessoas não eram importantes, mas vamos por partes, como já dizia Jack. Acordar com aqueles dois homens naquele dia de janeiro, depois de ser consensualmente abusada foi como despertar nas nuvens. Gabriel estava com o corpo colado ao meu, de conchinha, com o pau duro entre as minhas coxas, enquanto meu braço estava sobre as costas de André, que dormia de bruços.
Depois de passar dezoito anos tendo as lives do Youtube como minha única fonte de estímulo e prazer sexual, fora o tio Sávio, em quatro meses eu tinha dado meu primeiro beijo na boca, perdido a virgindade, inaugurado minha portinha dos fundos, me apaixonado por outra mulher, feito DP e dormido com dois homens apaixonantes. Que evolução, hein Megera? De garota do Youtube a quase uma libertina.
Nada, em absoluto, para não ser redundante, que eu não houvesse amado. Meses depois, já com um ano de namoro com o André, surgiu o fenômeno Cínthia em minha vida. Não a Cínthia, em si, que eu conhecia desde o primeiro período de faculdade, mas a Cínthia desnuda, de um jeito que eu nunca imaginara ser possível. Minha amiga, uma das poucas e raras que eu tinha, com seu rosto de princesa e corpo de deusa. Amante de literatura, filosofia, política e psicologia, para listar alguns de seus interesses.
Cínthia era talhada para o sucesso. Segura de si, com uma inteligência aguda e perspicaz, focada e consciente do poder de sua beleza. Como eu poderia imaginar que por traz daquela Cínthia real houvesse uma camada oculta e ávida por ganhar visibilidade e ser realizada?
Eu já aprendera que desejos e fantasias sexuais eram para ser considerados e, se possível, vividos, contanto que com as pessoas certas e em momentos apropriados. Talvez já tenha dito isso, mas é sempre bom reforçar. Eu nunca tive aversão ao sexo e não fui formada em ambiente moralmente restritivo. Antes mesmo de sentar no pau do Demônio e descobrir os prazeres do sexo, já era muito mais consciente e madura do que muita senhora moralista e frustrada que a gente sabe que tem por aí. A minha única forma de lidar com a sexualidade sempre foi aceitar o que sentia e desejava, buscando o mínimo de bom senso possível para viver essas situações. Tem coisas mais importantes na vida para a gente explicar do que nossas taras.
Outra coisa é lidar com os sentimentos alheios. Às vezes, a gente não precisa falar ou ouvir, é só observar e sentir. Foi o que me conduziu nas primeiras interações sexuais com Cínthia. Desde a noite do castigo do Demônio, observei suas reações. Não quero dizer que sou a mulher super experiente com, naquele momento, meus dezenove anos de idade, nem poderia, ou seria leviana e me exporia ao ridículo. Até porque, lidar com Cínthia se tornou um desafio.
Vamos, então, à verdade? Quando combinei de trair meu namorado com o Diego, Cínthia não fazia parte do jogo. Era só a única companhia que eu gostaria de ter naquela noite. Só que uma coisa furou o planejamento. Foi quando Diego chamou Cínthia para dançar. Sentir ciúmes e tesão ao mesmo tempo com aquilo não estava nos meus planos, mas eu não ignoro meus sentimentos. Se eu sinto, ali está uma oportunidade. Se não vai fazer mal a ninguém, é algo a ser considerado.
Desde a Ayanna, ver meu namorado com outra mulher era uma ideia que me excitava. Não que eu fosse fazer disso uma rotina ou um estilo de vida. Ver como as mulheres o desejavam era afrodisíaco, mexia comigo. E eu nunca parei para refletir a respeito, porque nunca julguei que isso fosse algo merecedor de reflexões. Apenas era e pronto. Tínhamos um pacto, sem contrato assinado, de lealdade, que se instalara naturalmente em nossa rotina. Sempre sabíamos onde o outro estava e estávamos juntos sempre que podíamos. Isso vinha, inclusive, de antes mesmo de iniciarmos nosso namoro. Não era obrigação, não era imposição, era espontâneo.
Quando decidi envolver Cínthia em nossos jogos, sabia que estava lidando com uma pessoa especial, muito acima da média, que era muito mais que sua beleza estonteante. A minha fantasia era, ao cabo de tudo, vê-la com meu namorado. Em outras palavras, para ser mais sutil, ver o Demônio comendo aquela potranca. Daí veio a ideia de fazer com que ela participasse do castigo do Demônio por ter me traído com ela própria. Isso veio com força – e bota força nisso – naquela noite após o Demônio ter me castigado por tê-lo traído com o Diego, que era ele mesmo. Foi quando me fez gozar feito uma égua no cio me chamando de Cínthia.
Só que quando lidamos com seres humanos as coisas não necessariamente caminham como planejamos. Depois do castigo do Demônio, por me ter traído com a Cínthia, minha ideia era tê-la como nossa amante. No final das contas, era muito simples, mas só na minha cabeça. O que era para ser a realização de uma tara se transformou numa puta duma responsabilidade, porque minha amiga depositou em minhas mãos a realização de algo que eu desconhecia.
Não era problema para mim dominar alguém sexualmente ou ser dominada. Essa era uma de minhas diversões preferidas, mas isso não era o que eu sou, mas como eu estava em momentos específicos. Só que eu descobriria que com a Cínthia as coisas não funcionavam assim, mas eu nunca fui de fugir de desafios, não é? Afinal, eu não sou a Megera por acaso.
Depois de dominar Cínthia e ver aquela transformação da minha amiga em minha submissa, a única coisa que não fazia mais sentido para mim era castigar o Demônio. Mandei minha escrava tomar banho e ir ao supermercado comprar bebidas e ingredientes para nossa farra a três. Assim, ganhava tempo para reformular meus planos.
Desalgemei meu namorado e comuniquei que seu castigo estava encerrado. Doravante, estava iniciado o de Cínthia, mas não tão rápido assim. Fizemos amor e o Demônio me comeu gostoso, beijando minha boca com o gosto da buceta da Cínthia e me proporcionando mais um orgasmo enquanto minha escrava, feliz da vida, cumpria minhas ordens.
- Amor, o que você acha de ter uma escrava? – propus, abraçadinha com meu amor depois de termos gozado juntos.
- Por que, amor? Você quer ser minha escrava? – provocou.
- Amor, eu já sou sua escrava. Você já é meu dono, meu mestre, dono do meu coração e do meu desejo.
- Imagino como seria se não fosse assim depois de ter ficado com a bunda ardida de tanto levar chineladas de você e da sua amiga.
- Mas você mereceu, meu amorzinho. Me traiu com a Cínthia. Você sabe qual é o preço da traição entre nós. Acima de nós existe a lei, que foi feita para ser cumprida. Foi o que eu fiz, mas tem alguém que precisa ser severamente punida. Além de dar para você, a Cínthia ainda teve a cara de pau de participar do seu castigo e abusar da sua boquinha. Então, aquela putinha safada merece ser castigada em dobro.
- O que isso tem a ver com aqueles sons obscenos que vinham da sala, sua safada?
- Quase exatamente o que você está imaginando, meu rei, mas eu quero que você veja em cores vivas. A cor da pele e as curvas. Só confiar em mim.
- E tem alguém em quem eu confie mais do que em você, minha deusa e mulher mais linda que Deus já colocou sobre a Terra?
Claro que eu quase gozei com aquelas palavras.
- Então, amor, vamos passar o final de semana nós três. Eu, você e a Cínthia. Prometo que será inesquecível. Para você e para mim. Agora, vamos tomar nosso merecido banho, porque daqui a pouco nossa empregadinha vai chegar.
- Empregadinha?
- A Cínthia, amor. Esse é o castigo dela por ter me traído com você, maculando meu templo sagrado. Ela foi ao supermercado comprar os ingredientes para nossa noite de pecado.
- A Cínthia nossa empregadinha? Noite de pecado? Tu quer foder com minha imaginação, não é Megera?
- Depende do quanto sua imaginação seja óbvia, que eu sei que não é, meu amorzinho – provoquei, acariciando o pau do Demônio, que voltou a ficar duro feito uma rocha, que era tudo que eu queria.
Tomamos banho trocando carícias, mas sem penetração. Tínhamos que guardar energia para o que viria, que eu não sabia ainda exatamente o que era, o que tornava tudo mais excitante. A única coisa certa, para mim, que me mantinha em estado permanente de excitação, era que veria aquela potranca sentada no pau do meu namorado, pensamento que me provocava aquela espetada gostosa no estômago.
Cínthia retornou do supermercado com um brilho nos olhos que era contagiante, me chamando de Dona Ana e pedindo permissão para arrumar as compras. Tenho que admitir que a felicidade em seus olhos de me servir como escrava er acontagiante e afrodisiaca.
- Antes, ajoelhe-se diante de sua rainha e beije meus dois pés para demonstrar sua gratidão pela honra de me servir como escrava.
- Sim, senhora – reagiu, se ajoelhando e dando um beijo no peito de cada um os meus pezinhos.
André chegou naquele momento na sala e viu aquela cena com os olhos arregalados.
- Agora, beije os pés do seu senhor – ordenei, puxando André pelo braço para que se aproximasse.
Cínthia obedeceu, enquanto meu namorado me olhava com cara de espantado. A mesma mulher que participara do seu castigo agora beijava seus pés sem demonstrar qualquer constrangimento, como se fosse a coisa mais normal do mundo.
- Levante-se, escrava – ordenei.
Cínthia obedeceu.
- Você sabe que merece ser castigada por ter traído sua senhora com o seu senhor, mas eu vou lhe conceder suas últimas horas como uma mulher livre. Após as quais, você não terá mais autonomia para fazer nada sem que eu lhe ordene e nos servirá da forma como acharmos melhor, está compreendido?
- Sim, senhora.
- Não me chame de senhora. Você está liberada do seu castigo até que eu decida que sua vida de servidão se inicie. Até lá, eu sou sua amiga Ana Clara e o André também. Nós queremos desfrutar da sua companhia como mulher livre. Dos seus últimos momentos como mulher livre e não admito desobediência quanto a isso, fui clara?
- Sim, sen... quer dizer: você foi clara, Ana Clara.
- Gostei do trocadilho e proponho que essa linda mulher possa ter, esporadicamente, momentos de alforria, para que possamos apreciar sua inteligência e senso de humor – ponderou André, entrando no jogo.
- E também seu corpo maravilhoso – emendei - Você está de acordo, minha amiga linda e querida?
- Claro que sim. Estou de acordo com tudo que você quiser e sou grata por tudo que você está fazendo por mim – respondeu, me dando um abraço gostoso.
- E eu? Não ganho abraço? – protestou o Demônio, ganhando o mesmo carinho de Cínthia.
- Então, vamos beber e comer coisas gostosas, que faremos juntos, ok? Só não vá se acostumar. Quando reiniciarmos o seu castigo, você será nada mais que uma serviçal nessa casa, responsável por fazer todo o serviço, como uma boa escrava.
- Tudo bem, miga, mas, como mulher livre, enquanto você assim permitir, peço que pare de falar nisso, que eu fico sentindo uma coisa descontrolada entre as pernas.
Todos caímos na gargalhada, não só pelas palavras, mas pela careta linda de doer que a criatura fez para enfatizar suas sensações.
- Outra coisa, meninas, e isso é muito sério, interveio André.
- Falou agora o verdadeiro líder e senhor – provoquei.
- Cínthia, você aceitou nos servir como escrava. Se esse é o seu desejo, não me contraponho. Confio no bom senso da minha namorada e sei o quanto ela te ama, mas é bom que fique claro que isso não será para sempre. Prometo que faremos tudo que estiver ao nosso alcance para que você viva profunda e amplamente essa experiência, mas estabeleceremos data para a sua alforria definitiva. É importante dizer isso, para que você esteja preparada, tudo bem?
Minha amiga fez uma carinha que não escondia a decepção, que chegou a dar pena, mas tive que concordar com o Demônio. Que homem, meu Deus! Por isso que a cada dia que passa eu mais me apaixono por ele.
- Tudo bem, eu compreendo, André. Obrigada por ser generoso assim comigo, mas que tal a gente se divertir agora para a minha buceta parar de pensar besteiras?
- Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk! Tá bom, não se fala mais nisso. Acho que já está tudo bem claro entre nós. Mas não pense que não vai me pagar caro por ter deixado minha bunda toda ardida.
- Kkkkkkkkkkkkkk! Quer que eu dê mais beijinhos para sarar? – provocou Cínthia.
- Calma, amiga, está muito ansiosa para se aproveitar do meu namorado.
- Também, quem manda namorar esse colosso de homem? Que, ainda por cima, ainda é gente boa. As amigas ficam atiçadas.
E era bom mesmo que ela ficasse muito atiçada.
- Vou deixar você ganhar um beijo desse colosso de homem. Amor – fiz um gesto para o Demônio, que entendeu.
André tomou Cínthia em um beijo carinhoso e minha amiga envolveu seu pescoço com os braços, retribuindo. Minha buceta latejou na hora e senti a calcinha molhar.
- Ai, nossa – reagiu Cínthia, se abanando, após o beijo. Essa casa está muito quente.
Depois de dar uma gargalhada com a encenação da amiga, foi minha vez de lhe tascar um beijo gostoso, fazendo-a até gemer na minha boca e sair esbaforida em direção a cozinha, se abanando e desfilando aquele corpo que era o próprio pecado em pessoa, pedindo para ser vivido.
André estava vestido com uma bermuda, de chinelo e sem camisa. Cínthia estava com um vestidinho folgado, de alcinha, que bailava e, eventualmente, colava ao seu corpo e realçava suas curvas e saliências exuberantes. Eu estava com um shortinho curto e um top pequeno, preso só aos seios. Entre caipirinhas e tira-gostos, conversávamos sobre nossas experiências. Cínthia ficou impressionada com o fato de termos um casal de namorados no Rio de Janeiro. Contávamos nossas experiências e Cínthia se abanava, fazendo caras e bocas.
- Nossa, miga, para quem foi virgem de boca até os dezoito anos, você está me saindo bem safadinha. Dá até inveja. Minha vida sexual, perto disso, é quase o mesmo que passar um final de semana num convento.
- Kkkkkkkkkkkkkkkk. Relaxa, amiga, você não está em um convento agora – reagi.
- É verdade. Eu nunca gozei tanto como nessas horas que eu estou com vocês. Aqui, está muito mais para inferno. Tem Demônio e tudo – Cínthia falou, mordendo os lábios e olhando para o tronco desnudo do meu namorado, fazendo minha buceta reagir.
A noite já se pronunciava enquanto saboreávamos aquela conversa agradável e cheia de ingredientes bem picantes. Que eu queria prolongar para elevar a tensão sexual entre nós a níveis insuportáveis. Não tínhamos pressa, mas sabíamos mais ou menos como aquilo terminaria.
- Amor, tá doido para comer a Cínthia? – provoquei o Demônio quando minha amiga foi à cozinha preparar uns aperitivos.
- E você, amor? Está doida para eu comer sua amiga gostosa? – devolveu a pergunta.
- Amor, assim eu fico sem graça.
- E eu não fico sem graça de você me perguntar isso assim, a queima-roupa?
- Então, você está com vontade, não está?
- Porra, Megera, depois de você deixar a mulher esfregar a buceta na minha cara, o que você acha? Mas você sabe que eu pertenço a você, não sabe? Eu só faço sexo com outra mulher com seu consentimento. Até hoje, foi só a Ay. Eu não preciso de outras mulheres tendo a melhor de todas como minha namorada e futura esposa. Vontade é coisa que dá e passa.
- Meu Deus, Demônio, você não existe. Parece um sonho que não acaba nunca. Eu fantasiando você com minha amiga e o puto me pede em casamento.
- Eu pedi?
- Você me chamou de sua futura esposa.
- Você quer ser minha esposa, Megera?
- Vai me fazer chorar assim. Isso é covardia. É tudo que eu mais quero. Quero ser sua para sempre.
André me puxou para seu colo e me beijou de um jeito que me deixou arrepiada. Cínthia nos pegou abraçados, numa cena romântica.
- Virsh, parece que estou sobrando aqui – comentou, divertida.
- Ai, miga, acho que eu acabei de ser pedida em casamento. Eu acho, amor? – perguntei com os olhos marejados.
- Na verdade, eu não pedi, minha gatinha, eu pensei que isso já estava implícito. A menos que você não queira, nós seremos marido e mulher. Eu não tenho nenhuma dúvida quanto a isso.
- Puta merda, eu vou gozar vendo essa cena! – reagiu Cínthia, com suas divertidíssimas caras e bocas, servindo a mesa – Pena que eu não vou poder ser a empregadinha do casal.
- Se for uma empregadinha bem safada, quem sabe a gente não negocia isso? – brincou André às gargalhadas, puxando Cínthia para também sentar em seu colo e a enlaçando com o braço pela cintura.
Ficamos eu e minha amiga sentadas no colo do Demônio, cada uma em uma perna, bebendo, comendo e trocando beijos e carícias. Depois da emoção provocada pelas palavras do meu namorado, eu estava ficando muito excitada com aquela intimidade e a forma carinhosa como ele tratava minha amiga, às vezes acariciando suas coxas, às vezes beijando seus lábios. O André era o tipo de pessoa que não demonstrava afeição tão facilmente, mas, quando o fazia, era explícito, não fazia questão de esconder quando gostava de alguém. Estávamos muto à vontade com aquela situação e aquilo era promessa de uma noite memorável.
- Quer dormir com a gente hoje? – perguntei a Cínthia, que acenou positivamente com a cabeça, aquele brilho contagiante nos olhos, que dava vontade de devorar a criatura.
- Mas sem ninguém algemado e acorrentado, né? – brincou André.
- Não, amor, hoje nós estaremos livres para usar as mãos e outras partes do corpo livremente, não é Cínthia? – provoquei.
- Se você diz que é assim, quem sou eu, sua futura escrava, para dizer o contrário?
- Então, minha querida e linda futura escrava, já para a caminha – ordenei, com a buceta latejando de tanto tesão.
Sentamo-nos na beira da cama e André puxou Cínthia para um beijo, deslizando a mão por baixo de seu vestido, apertando-lhe aquelas coxas grossas e macias. Puxei a alcinha do seu vestido e seus seios indecentemente lindos ficaram expostos. O vestido desceu até a cintura e sua respiração ficou pesada. Ajoelhei-me entre as pernas do meu namorado e livrei seu pau da bermuda. O jeito como estava inchado e duro demonstrava o quanto estava excitado. Enquanto beijava Cinthia, suas mãos se apoderaram de seus seios. Abocanhei seu pau e saboreei com delicadeza, fazendo com que André jogasse a cabeça um pouco para trás, demonstrando o prazer que sentia.
Cínthia aproveitou para lamber seu pescoço, fazendo o Demônio soltar um gemido. Em seguida, pulou para suas costas e se pôs a beijar sua nuca e seu pescoço, enquanto suas mãos deslizavam pelo seu peitoral, braços e abdômen. Seu pau dava solavancos em minha boca. André se entregava completamente às nossas carícias com o corpo escorado no de Cínthia. Puxei sua bermuda para baixo, deixando o Demônio nu e aproveitando para acariciar suas perna enquanto chupava seu pau. Estava lindo ver meu namorado se rendendo às nossas carícias, gemendo baixinho quando Cínthia beijava e lambia seu pescoço com delicadeza. Era impossível não saborear profundamente seu prazer, seus pelos arrepiados, a excitação explícita em seu rosto, sendo torturado por quatro mãos e duas bocas.
Cínthia virou seu rosto e lambia seus lábios suavemente, enquanto apertava seus mamilo, fazendo André gemer em sua boca. Aquilo estava quase me fazendo gozar sem me tocar. Quando decidi participar e ficamos as duas dando beijos e lambidas na boca, no rosto, no pescoço e nos mamilos, seu corpo convulsionava de tanto prazer e aflição. Mandei que Cínthia se despisse e fiz o mesmo, ficando as duas só de calcinha. Foi quando minha amiga me fez deitar e tirou minha calcinha enxarcada de tesão, beijando minha barriga, enquanto André tomava minha boca num beijo delicioso. Cínthia deu lambidinhas entre as minhas coxas de um jeito que fez meu corpo todo se arrepiar.
Pedi para o Demônio colocar o pau em minha boca, enquanto Cínthia se apoderava da minha buceta com lambidas e beijos deliciosos, me deixando à beira de um orgasmo. Levantou minhas pernas, me deixando toda exposta e lambeu meu cuzinho, me fazendo gemer com o pau do Demônio na boca. Com aquelas lambidas deliciosas e sua mão torturando meu grelinho, meu corpo se convulsionou e tive um orgasmo que chegou a doer, de tão intenso. Sem cerimônia, subiu pelo meu corpo, lambendo e beijando minha barriga e meus seios, me fazendo gemer alto de prazer. Quando chegou ao meu pescoço, me encheu de lambidas, fazendo com que me debatesse embaixo daquele corpo maravilhoso, seus seios fartos se esfregando nos meus.
Quase não percebi que André se posicionava atrás da minha amiga, que estava com aquele bundão exposto para ele. Fiquei com as pernas abertas e arqueadas, Cínthia entre elas, em cima de mim e me tomando num beijo faminto, que estava me enlouquecendo, enquanto André apertava sua bunda e dedilhava sua buceta, o que fez que ficássemos uma gemendo na boca da outra. Até que André a empurrou mais para cima, fazendo com que seus seios ficassem no meu rosto e a penetrou por trás sem pressa, fazendo com que Cínthia desse um gemido tão longo e gostoso, que quase gozei, ainda mais com aqueles peitos na minha cara, que, sem pensar duas vezes, comecei a lamber, beijar e sugar com fome.
O cheiro de sexo e da pele da Cinthia, misturados com seus gemidos, os movimentos cada vez mais frenético dos corpos, seus seios acariciando meu rosto, quase me sufocando, os grunhidos do meu namorado devorando sua buceta, estavam me enlouquecendo. Para me tirar de vez da realidade, André começou a castigar minha buceta com os dedos, me fazendo entrar em transe e gemer descontrolada. Pelo urro que André soltou, foi fácil perceber que estava gozando. Tirou o pau da buceta e descarregou seu leite na bunda da minha amiga, que gozava tentando reprimir os gritos mais altos. Cínthia desabou em cima de mim e tomou minha boca com fúria, enquanto André não parava de fustigar minha buceta com os dedos, até me arrancar mais um orgasmo que quase me fez desmaiar, revirando os olhos com a língua da Cínthia devorando minha boca com uma fome que me deixava tonta.
- Puta que o pariu, Cínthia, que buceta gostosa do caralho – exclamou André, deitando-se ao nosso lado.
- Seu pau também é uma delícia. O melhor que eu já provei – respondeu minha amiga ofegante.
Eu, de minha parte, não tinha forças nem para falar quando Cínthia saiu de cima de mim e anunciou que iria na cozinha pegar umas cervejas para nos recuperarmos daquela catarse erótica, palavras dela própria. E saiu rebolando com aquele corpão, me fazendo salivar e André soltar um assovio antes de me abraçar.
- Essa mulher está com uma fome do caralho, Megera.
- Isso é bom ou ruim? – reagi, a voz ainda saindo fraca, o corpo ainda repercutindo o prazer, completamente em transe.
- Se for bom para você, então eu acho ótimo – reagiu, me apertando mais contra seu corpo, me deixando toda mole.
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Até o próximo episódio!