Como fiz minha esposa evangélica virar puta 24 final

Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 2460 palavras
Data: 08/06/2026 13:05:51

Desbloqueei a tela e li a mensagem da Helena. Ela avisava que o Tomás tinha chegado logo em seguida e não tinha desconfiado de absolutamente nada; o boi jantou com a sogra achando que estava tudo normal. Mas eu mal consegui comemorar o sucesso do chifre. Minha cabeça estava em outro lugar, o peito apertado e o corpo tenso por causa da notícia da mãe do Carlos. O Tizil era meu irmão de infância, e pensar na velha de canudo no hospital daquele outro interior quebrava qualquer clima de sacanagem.

Passei o resto da tarde rodando pela casa, sem sossego. Quando se passaram umas 4 horas, o meu celular vibrou forte. Era uma mensagem do Carlos, direto do hospital regional, a 200 km dali.

Carlos: "Paulo, meu irmão, o susto foi grande, mas graças a Deus a velha teve uma melhora e o quadro estabilizou. Só que o médico avisou que a recuperação vai ser lenta. Vou ter que passar uns 2 meses aqui no interior com ela para dar todo o suporte. Cuida das coisas por aí."

Respirei fundo, sentindo um peso sair das costas, e avisei a Naty.

Se passou 1 mês daquela correria. Com o Carlos longe, o cabaré na cidade não parou, pelo contrário, o parquinho pegou fogo de vez. Foram semanas de muitas fodas violentas. A Helena me dava a bucetinha loira em qualquer canto, me procurando desesperada no laboratório de química e na biblioteca da faculdade, implorando para ser rasgada de quatro. Do outro lado, a Naty continuava com a perversão no limite: dando para o Pastor Gilberto no altar do gabinete e também para o Marcos, o professor de Educação Física, no vestiário, revezando os caras e voltando para casa cheia de leite. Era tanta foda acumulada que a gente mal conseguia respirar.

Até que, em um dia normal, a rotina de sacanagem foi cortada no meio. A Naty começou a empalidecer na cozinha, sentiu uma tontura forte e passou mal, vomitando tudo no banheiro. O rastro da putaria cobrou a conta e fomos parar no hospital de urgência.

Depois de uma bateria de exames e de ficarmos horas esperando no corredor, o médico veio com o papel na mão e soltou a bomba: a Naty estava grávida.

No primeiro segundo, o meu coração disparou e eu senti uma onda de felicidade pura. Ia ser pai, a realização de um sonho. Mas a alegria durou bem pouco. No segundo seguinte, a minha mente deu um estalo e a realidade bateu com ódio na minha cara. Me lembrei da zona que a nossa vida era e o chão sumiu debaixo dos meus pés.

Será de quem era aquele filho? Meu, do Tizil, do Pastor Gilberto, do Marcos ou até do moleque do Felipe? Eu fiquei muito triste, com o peito rasgado, e completamente louco de tanto nervoso, andando de um lado para o outro na recepção do hospital sem conseguir olhar na cara da Naty.

A Naty acabou precisando ficar internada, passando uma semana inteira no quarto do hospital, direto no soro para conseguir segurar o corpo e parar de vomitar. Foram dias longos, com aquele cheiro de remédio e o barulho dos aparelhos cortando o silêncio, enquanto eu ficava sentado na poltrona de acompanhante com a cabeça parecendo uma engrenagem moendo de tanto pensar.

No terceiro dia de internação, o médico chefe da ala trouxe o resultado detalhado dos exames de ultrassom e soltou a especificação exata do tempo de gestação: a Naty estava grávida de dois meses cravados.

Quando o doutor saiu do quarto, eu encostei a cabeça na parede pintada de branco e comecei a fazer a conta de cabeça, sentindo o peito apertar. Já que a gestação era de exatamente dois meses, o Carlos estava totalmente fora do tabuleiro. O Tizil e a Akemi tinham chegado de viagem e começado a putaria na piscina na semana anterior, pouco antes de o velho ligar avisando da doença da mãe dele. Ou seja, daquela foda geral no tapete e da bagunça com o casal internacional não tinha vindo nada.

A conta ficou restrita e o meu juízo diminuiu ainda mais. Se o filho tinha dois meses, a criança só podia ser minha, do Marcos (o professor de Educação Física do vestiário) ou do Pastor Gilberto (do altar do gabinete). Eram as três únicas opções que tinham enterrado o pau na Naty no pelo naquele período de semanas atrás.

Olhava para a minha mulher deitada na cama do hospital, com o braço pálido espetado na agulha do soro e os olhos verdes fechados de cansaço, e sentia um nó na garganta. O mistério de não saber se o sangue que corria ali dentro era o meu ou o daqueles caras estava me matando por dentro. Eu estava no meio de um turbilhão, sem saber se comemorava a paternidade ou se enlouquecia de vez com o tamanho do chifre acumulado.

Saí do quarto de hospital devagar, pisando macio na cerâmica do corredor para não acordar a Naty, que tinha pegado no sono com o gotejar do soro. Parei perto da janela dos fundos da ala médica, onde o barulho do trânsito vinha abafado.

Foi exatamente nesse momento de puro desespero que o meu celular vibrou no bolso. Olhei para a tela com a vista até meio embaçada. Era uma mensagem da Helena.

Helena: Paulo, pelo amor de Deus, me ajuda... Estou vomitando muito desde cedo, com uma tontura horrível. Acho que estou grávida também. Mas escuta bem: se eu tiver grávida, o filho é seu! Todas as poucas vezes que transei com o Tomás nesses últimos tempos foi de camisinha, ele não largou nada em mim. O único que me encheu de leite no pelo foi você na biblioteca e na banheira. Me responde, o que eu faço?"

A mensagem da Helena continuava piscando na tela, cobrando uma resposta imediata para aquele pânico. Digitei com o dedão pesado, sentindo o peito apertar com a loucura que minha vida tinha virado.

Eu: "Helena, mantém a calma e não abre a boca para o Tomás ainda. A situação aqui mudou de figura: a Naty está internada no hospital há uma semana tomando soro, e descobrimos que ela também está grávida de dois meses. Se o seu exame der positivo e você tem certeza de que o bombado só usou capa, então o seu filho é meu e o da Naty pode ser de qualquer um daquela lista, menos do Carlos. Faz o teste de farmácia agora e me avisa. Se as duas estiverem grávidas de mim ao mesmo tempo, o parquinho vai explodir de vez e eu vou assumir o comando de tudo."*

Larguei o celular na mão, olhando para o visor aceso enquanto esperava a notificação de visualizado. O mistério da paternidade do filho da Naty ainda queimava na minha cabeça, mas pensar que a noiva santinha do Tomás podia carregar o meu sangue na barriga, enquanto o boi achava que estava por cima do mundo, me deu um estalo de pura adrenalina no meio daquele corredor de hospital.

O visor do celular acendeu no meu colo. Era a foto que a Helena tinha acabado de mandar direto do banheiro da faculdade: o teste de farmácia com dois riscos vermelhos bem nítidos. Positivo. O chifre do Tomás não era mais apenas uma humilhação na banheira ou na biblioteca; agora tinha ganhado vida.

O tempo passou arrastando as correntes daquela colheita bendita e maldita. Sete meses se passaram num piscar de olhos, sob um clima de desconfiança que cortava o ar da nossa casa como uma faca. A Naty exibia aquele barrigão de fim de gestação com o mesmo descaramento de sempre, mas o meu peito estava trancado. Quando o menino dela finalmente nasceu, o choro da criança no quarto da maternidade não me trouxe paz, apenas um eco vazio na alma.

Passei os dois meses seguintes completamente estressado, frio e muito longe da Naty. Eu não conseguia tocar nela, não conseguia olhar para aquele berço sem sentir o estômago revirar de dúvida. Eu era um zumbi dentro do escritório de advocacia e um estranho dentro da minha própria casa. Toda a minha energia estava canalizada para o dia em que o filho da Helena também viesse ao mundo.

E o dia chegou. A loira deu à luz no hospital central. No mesmo instante em que ela recebeu a alta, a minha postura de advogado entrou em ação com toda a ignorância e autoridade que me restavam. Juntei as duas mulheres no mesmo rastro e exigi um teste de DNA de todo mundo. Não tinha mais espaço para parquinho, nem para conversinha de direct. Era a hora da verdade na ponta do papel.

Quando os envelopes do laboratório chegaram à minha mesa no escritório, o silêncio da sala era de morte. Abri o primeiro: o filho da Helena deu positivo para mim. A consagração do chifre eterno no Tomás estava assinada e carimbada pelo juiz da ciência; o bombado ia carregar a vergonha pelo resto dos seus dias.

Mas o segundo envelope era a verdadeira bomba que faltava para explodir o meu mundo.

Puxei a folha com os dedos trêmulos e li o laudo da Naty. Negativo para Paulo. Positivo para Marcos, o professor de Educação Física do vestiário.

No mesmo segundo, o chão sumiu debaixo dos meus pés e o meu mundo caiu com um estrondo violento. O teto desabou na minha cabeça. O herdeiro legítimo que eu tanto sonhava em ter dentro de casa, o menino que eu queria criar com o meu sobrenome, era o rastro da botada de um terceiro no vestiário da faculdade. E o filho que carregava o meu sangue de verdade estava nos braços da Helena, trancado na farsa da família perfeita do meu maior rival. A dor da traição da Naty bateu com ódio no meu peito, me deixando completamente cego de ódio e desespero.

A partir dali, o efeito dominó foi implacável. O Tomás acabou vendo a minha conversa com a Helena e, desconfiado das crises dela, invadiu o laboratório, exigiu as cópias e descobriu toda a verdade pelo exame de DNA. O choque de saber que o menino que ele segurava nos braços era fruto do meu sêmen transformou o bombado num bicho. O pacto de silêncio e sacanagem que unia aquele grupo se quebrou em mil pedaços da pior forma possível.

O cabaré da cidade virou caso de polícia e de tribunal. A história terminou com a destruição completa e definitiva das duas famílias. A sala de casa, que antes era o palco das fodas e do mormaço, virou um campo de batalha jurídico. Entrei com o processo de divórcio litigioso contra a Naty com toda a fúria, enquanto o Tomás quebrou o apartamento da Helena e meteu uma ação de destituição de paternidade cumulada com danos morais que virou a fofoca mais suja da comarca.

A Naty pegou as coisas dela e sumiu no mundo com o filho do Marcos, voltando para o interior com a reputação rasgada na lama. A Helena perdeu o cargo na faculdade por causa do escândalo e mudou de estado, carregando o meu filho nos braços sem nunca mais querer ouvir o meu nome. O Tomás virou um homem amargo, afogado na vergonha do chifre público.

Eu fiquei sozinho na suíte principal, olhando para as paredes vazias, com a carreira abalada e o peito enterrado na solidão. Cada um seguiu o seu rumo, carregando as malas de uma vida totalmente destruída pela sacanagem que um dia a gente achou que podia controlar.

No mesmo dia em que o mundo desabou com os laudos do laboratório, liguei para o Carlos no interior para despejar toda aquela desgraça e o tamanho da minha loucura. Mas a reação dele foi outro soco no meu estômago. O Tizil deu um riso seco do outro lado da linha, sem um pingo de peso na consciência, e soltou a cartada final: falou que nunca teve medo daquela contagem de meses porque tinha feito vasectomia anos atrás, e a Akemi nunca poderia ter um filho dele de qualquer forma. O safado jogou a verdade na mesa e me deixou sozinho com o meu desespero.

Olhando para as paredes vazias do escritório e sabendo que o meu sangue de verdade corria nas veias do menino que a Helena segurava, o meu orgulho cedeu. Deixei o estresse de lado e mandei uma mensagem direta para o celular da loira, abrindo o jogo: disse que não queria mais saber de farsa, de Tomás e nem de passado; eu queria morar com ela e criar o nosso filho juntos.

A Helena demorou para responder, mas quando o telefone tocou, a voz dela veio embargada. Mesmo com toda a raiva do mundo por causa do escândalo que tinha explodido na faculdade e da lama que caiu sobre o nome dela, o sentimento falou mais alto. Ela chorou no mudo por alguns segundos e confessou que me amava, que aquele laudo era a única verdade que restava na vida dela e que toparia morar comigo para recomeçar do zero bem longe dali.

No meio daquela arrumação de malas e da papelada dos processos que começavam a correr na justiça, eu e a Helena acabamos descobrindo o paradeiro do resto do cabaré. A Naty, sem ter mais como sustentar a pose de dona da banca em casa e com o divórcio litigioso estalando nas costas dela, juntou os trapos, pegou o recém-nascido e foi morar com o Marcos, o professor de Educação Física.

O destino de todo mundo tinha mudado de lado. Enquanto a ruiva tentava a vida no teto do cara do vestiário e o Tomás amargava o chifre público, eu e a Helena fechamos a porta daquela casa cheia de rastro de sacanagem para tentar juntar os pedaços e criar o nosso herdeiro sob o mesmo teto, deixando o passado enterrado na lama daquela comarca.

Arrumamos as malas de vez, viramos as costas para aquela cidade cheia de escândalos e fomos morar fora, bem longe de todo o rastro de confusão que quase destruiu as nossas vidas. Recomeçamos do zero em um lugar novo, deixando o passado e o nome dos outros totalmente enterrados na lama daquele interior.

O tempo passou e a nossa realidade mudou por completo. Hoje, além do nosso menino que já está crescendo forte, a nossa família aumentou: temos um segundo filho, uma menininha linda que veio para selar de vez a nossa união e trazer a calmaria que a gente tanto precisava.

Olho para a Helena com a nossa filha nos braços e sinto o peito leve. Toda aquela tempestade de perversão e estresse ficou para trás. Agora, longe do cabaré e das traições, estamos felizes, vivendo em paz e construindo o nosso próprio futuro.

Fim.

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Comentários

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Por algum motivo eu já imaginava vc com a Helena.

Mas, vc brincou com fogo e depois largou a Naty nas chamas, menos mal que ela ficou com o Marcos! No fim tudo se resolveu.

Aprendeu que putaria é incontrolável e que se quiser entrar tem que sustentar as consequências.

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Eu acho o seguinte, o fato de ele ter começado tudo, e incentivado naty a entrar nesse meio, era algo como a adrenalina de ver a esposa com.outros mas saber que mesmo ela da do para outros homens , ela ainda seria dele, comi ela engravidou, ele ficou dividido, por que sendo dele ele seria o macho que superou os outros, mas como ela engravidou de outro e não dele, ele entrou em.pane, é so ler oque ele diz de engravidar Helena, algo como superar Thomas.

Homem é foda , por isso dá pra éntender esse final.

Bom, é oque eu acho .

Parabéns pelo final.

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Faz sentido seu raciocínio. Mas ele alega traição para se separar dela. Mas que traição se ele sabia de tudo pois foi o mentor de tudo que ela se tornou! Acho que se quando começou essa tara,fetiche...ele estabelecesse uma regra[ Nada de sexo sem camisinha] e ai se ela quebra a regra ele teria um motivo pra separar, mas ainda assim ele foi covarde.

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O esposo leva a esposa pro caminho da putaria , ela engravida e ele se revolta?

Além de nao assumir o filho da puta ,entra no litigioso e nao so estraga a propoa vida de todo mundo e no final ainda sai de boa com a loira .

O autor escreve bem demais e o melhor que finalizou a saga .esta de parabéns

3 estrelas

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Caraca que final surpreende pois nunca imaginei que ia acabar assim . Agora não entendi porque depois de tudo o cara se separa da Naty sendo que ele sabia de tudo.

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Realmente ficou sem sentido, como as pessoas confiam tbm imagina se pega uma dst ao invés de ser gravidez.

Pra mim esse capítulo foi rushado

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E fica pior ainda sabendo que foi ele que começou com a merdaiada toda, o cara inventa da mulher dar pra outros e depois a culpa é dela.

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Realmente, tudo começou por que ele incentivou ela .

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Também não entendi, ele armou a zona toda e quando uma para dá errado ele mete o pé e bota a culpa na mulher. Que homem frouxo de merda que ele é porra, deveria ter sim assumido as duas, pois tudo começou por causa dele.

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