A fantasia do meu sobrinho sendo realizada sem ele ficar sabendo.

Um conto erótico de Hero
Categoria: Gay
Contém 3256 palavras
Data: 08/06/2026 15:41:00

A fantasia do meu sobrinho sendo realizada sem ele ficar sabendo.

Olá pessoal, tudo bem?

Sou o Heitor, tenho 56 anos, sou engenheiro agrônomo e viúvo há seis anos. Moro sozinho em uma chácara afastada da cidade, onde cuido das plantações, dos animais e mantenho tudo sempre em ordem. Sempre fui um cara reservado, rústico, caipirão, levo a minha vida como eu gosto, em um lugar calmo e tranquilo. Gosto de ir em bailes, rodeios, pescaria e toda a lida do campo, sempre trago uma mulher pra fuder na minha casa.

Meu sobrinho, o Léo, é filho da minha irmã mais nova. Quando ela decidiu ir morar em São Paulo com seu nono marido, ele não quis ir. Nessa época, ele já tinha completado 18 anos e preferiu ficar aqui no Rio Grande do Sul. Como eu também não tinha mais nenhuma família por perto, e ele ficou longe da mãe, acabamos criando uma amizade muito forte, quase como de pai e filho.

Logo depois que a minha irmã foi para São Paulo, ele me contou sobre a sua orientação sexual: disse que era bissexual, mas mais ativo, sabia que comigo estaria tranquilo, pois nunca tive preconceito de nada, mas preferiu não contar para a mãe antes dela viajar. Com o tempo, ele passou a vir sempre passar os finais de semana aqui na fazenda: fazíamos churrascos, saíamos para pescar, andávamos a cavalo, tomávamos chimarrão e cerveja, e tudo era muito agradável entre nós.

Mas há algum tempo, comecei a notar um comportamento diferente nele. Ficou muito curioso sobre a minha vida sexual: quando eu trazia alguma mulher para cá, ele ficava perguntando como tinha sido, como eu tinha feito e coisas do tipo. Me perguntava se ela era boa nas transas, se eu fazia de tudo com ela.

Além disso, fazia o possível para me ver peladão. Certa vez, eu estava saindo do banho peladão e ele apareceu de repente, acabando por me ver. Quando eu ia tomar banho no rio, ele sempre perguntava:

— Tu nunca toma banho pelado, tio? Deve ser legal, né?

Sempre procurava também uma desculpa para me tocar, como se fosse sem querer.

Como já tinha percebido como ele era, sempre fazia o possível para evitar qualquer situação que pudesse dar margem a mal-entendidos ou criar um clima desconfortável. Mantinha uma distância respeitosa, sem deixar de ser tio e amigo, mas sempre com cuidado para não dar espaço para nada que não fosse a relação familiar e de companheirismo que tínhamos.

Com o tempo, ele conheceu o Rafael — um cara muito legal, parceiro mesmo, bonitão, magro, com 24 anos — e começaram a namorar, logo depois foram morar juntos.

Estavam passando por uma dificuldade financeira: o Rafael estava desempregado e precisava de uma renda extra. Foi então que o Léo me pediu para arrumar um serviço pra ele na chácara, pra conseguir uma grana. Disse que seria bom se ele ficasse por aqui durante a semana e voltasse para a cidade só no sábado.

Eu conhecia muito bem as malandragens do Léo e o seu olhar de safado. Já imaginava exatamente o que ele queria: que algo acontecesse entre mim e o namorado. Mas eu sou muito mais esperto do que ele. Disse que realmente precisava de ajuda e concordei.

Quando o Rafael chegou, fiquei observando-o com atenção, pensando comigo mesmo: “É, eu acho que vou realizar a fantasia do meu sobrinho… mas ele nunca vai ficar sabendo que ela foi realizada”.

PARTE 2

O Rafa chegou na chácara às 8 horas, com uma mochila nas costas e um olhar meio envergonhado, mas também atento a tudo ao redor, como se estivesse procurando por algo.

— Bom dia, tio Heitor. O Leonardo disse que o senhor precisava de ajuda por aqui.

— Claro que sim, preciso mesmo. Seja bem-vindo. Hoje vamos começar arrumando o galpão: organizar as ferramentas, limpar o espaço e arrumar as caixas que estão empilhadas. A rotina aqui é puxada, mas é um trabalho bom. Espero que você se adapte rápido.

— Pode deixar, eu me viro bem. A chácara é bem maior do que eu imaginava, hein? Parece muito tranquila, longe de tudo.

— É, aqui o tempo passa devagar, sem a pressa da cidade. Vamos lá?

Passamos a manhã e a tarde trabalhando juntos no galpão. O serviço rendeu bastante: limpamos o chão, penduramos as ferramentas no lugar e organizamos tudo com ordem. Enquanto trabalhávamos, conversávamos sobre coisas leves, mas eu percebia que ele me olhava de esguelha, sempre curioso — era um olhar de desejo contido, que ele tentava esconder sem sucesso.

Quando a noite chegou, terminamos o serviço e voltamos para a casa. Jantamos algo simples, conversamos mais um pouco, e depois ele comentou:

— Tio, estou um pouco cansado. O senhor tem um quarto onde eu possa dormir?

— Claro, tem o quarto de visitas, lá no fundo do corredor. As roupas de cama estão limpas e arrumadas, pode ficar à vontade.

— Obrigado. Então eu vou descansar, amanhã cedo estou de pé para continuar.

Naquela primeira noite, não aconteceu nada. Cada um foi para o seu canto, e Rafael dormiu tranquilamente no quarto de visitas.

Na manhã seguinte, acordamos cedo com o sol nascendo, pintando o céu de laranja. Depois de tomarmos café da manhã com pão caseiro, queijo e café forte, eu sugeri:

— Hoje o dia está bonito, sem nuvens. Que tal sairmos a cavalo até o riozinho que tem lá nos fundos da propriedade? Podemos levar algumas varas e pegar uns peixes para o almoço.

— Gostei da ideia! Nunca andei muito de cavalo, mas vou tentar.

Preparamos tudo, montamos os cavalos e saímos devagar pela trilha de terra, cercada de árvores grandes e flores silvestres. O caminho era calmo, e conversamos sobre a vida, os sonhos e as coisas simples da roça. Quando chegamos ao riozinho, a água era clara e corria devagar entre as pedras, refletindo o sol. Desmontamos, arrumamos as varas e ficamos lá um bom tempo, em silêncio, só ouvindo o som da água e dos pássaros.

Depois de um tempo, ele olhou para mim e disse:

— Tio Heitor, eu estava com vontade de beber umas cervejas à noite, pra relaxar. O senhor tem aí?

— Claro que tenho, guardo sempre para os momentos de descanso. Quando voltarmos, podemos ficar na varanda, aproveitando o ar fresco e o silêncio.

Voltamos para casa com alguns peixes. Preparamos o almoço, comemos e descansamos um pouco. Quando a noite caiu, a temperatura ficou mais amena, com uma brisa suave. Peguei as cervejas na geladeira e nos sentamos na varanda, um de frente pro outro, com a luz fraca. Aos poucos, a conversa foi ficando mais solta, e a timidez dele foi desaparecendo, dando lugar a uma confiança crescente.

— E você, como está indo com o Leonardo? — perguntei.

Rafael ficou mais sério e pensativo.

— Tudo bem, mas as coisas entre a gente já não são como antes.

— Como assim? Conta lá, sem medo.

— Com o tempo, a rotina chegou. Na cama, por exemplo, tudo é sempre igual, sem novidade, sem vontade de tentar algo diferente. Parece mais uma obrigação do que um prazer.

— E já faz tempo que é assim?

— Há um bom tempo. Eu sinto que falta algo, que não consigo me soltar de verdade. Às vezes, quando estamos juntos, acabo imaginando outra pessoa, só para conseguir sentir algo mais intenso.

— E quem você fica imaginando? — perguntei, olhando firme nos seus olhos.

— Ah, não posso dizer.

— Fala, Rafael. Aqui entre nós, não tem por que ter vergonha. O que é dito aqui, fica aqui.

— Tenho sim vergonha.

— É alguém que você conhece?

— É, muito bem.

— Quem?

— Não, não tenho coragem de falar.

— O Leo nunca percebe que você está pensando em outra coisa?

— Nunca. Ele acha que está tudo perfeito. Quando tento dar uma dica ou mudar alguma coisa, ele não entende. Então eu cansei de tentar.

— Deve ser bem frustrante, não é?

— É muito. Eu queria sentir um desejo de verdade, algo que me fizesse perder o controle, mas só recebo algo rápido e sem graça. Às vezes penso se vai ser assim para sempre.

— Você merece muito mais do que isso, com certeza.

— Talvez. Mas onde encontrar? Sabe, conversando com o senhor, eu sinto que posso falar tudo sem medo, sem julgamento.

— Pode mesmo. Eu sou todo ouvidos.

— O tio é diferente.

O Leonardo fala muito de você, mas ele não faz ideia do que eu penso às vezes, do que eu sempre quis.

— E o que você pensa?

— Que talvez exista uma chance de eu sentir algo real, sem precisar ficar imaginando ninguém mais.

Sorri de canto, me aproximando um pouco mais, deixando o clima ficar mais denso.

— Posso te contar uma coisa que pouca gente sabe?

— Diz, por favor.

— Eu sou um homem que sabe o que quer. Tenho muita resistência e não faço as coisas pela metade. Quando me entrego, é de verdade.

Rafael me olhou de cima a baixo.

— Não vai pensar que eu sou muito atrevido, né? Mas como o Leonardo é menor e eu nunca estive com outro homem além dele, fiquei com uma dúvida que não sai da minha cabeça.

— Que dúvida? Pode perguntar.

— É, qual é o tamanho do seu?

— O tamanho? — provoquei, fingindo surpresa.

— É. É maior que o dele?

— Por que essa curiosidade toda? — perguntei, com um tom mais grave e envolvente.

— Ah, tio, não fica assim! É que sempre tive curiosidade, sempre imaginei como seria.

— Tudo bem, já que quer saber. É bem maior e também bem mais grosso. Muito diferente do que você está acostumado.

Os olhos dele se arregalaram, e respirou fundo.

— Nossa! Eu nunca imaginei que fosse assim.

— Agora você sabe.

— É bem maior do que eu pensava.

— E agora? O que vai fazer com essa informação? Ficar só na curiosidade?

— Estou com um pouco de vergonha, mas também com muita vontade. Muita mesmo.

— Vontade de quê?

— De saber como é, de sentir de verdade.

— Tem certeza disso? Não é uma decisão para tomar de cabeça quente.

— Tenho. Mas vai com calma, por favor. Não quero que seja doloroso.

— Pode deixar. Vou devagar, sem pressa nenhuma, passo a passo.

— Promete?

— Claro. Vai ser muito diferente de tudo o que você já sentiu, pode acreditar.

— É isso o que eu quero. Estou cansado de só ficar na imaginação.

— Então não precisa mais imaginar. Vai ser tudo de verdade, se você quiser.

Ele ficou em silêncio por um instante, respirando fundo. Depois levantou o rosto e olhou bem fundo nos meus olhos.

— Tio Heitor, eu quero que você fique comigo, mas vai devagar, tá? Me ensina.

— Tem certeza absoluta? É uma experiência nova, precisa de cuidado e confiança.

— Tenho.

Sempre tive essa fantasia, mas nunca tive coragem de pedir para o Leonardo. Com o senhor eu me sinto seguro. Mas vai bem devagar para não me machucar, por favor.

— Pode deixar. Se em qualquer momento você quiser parar, é só dizer.

Nada vai acontecer contra a sua vontade.

— Tá bom, obrigado.

PARTE 3 – AS TRANSA

CENA 1: Dentro da casa

Segurei sua mão e ficamos nos olhando por alguns segundos, sentindo a energia entre nós crescer cada vez mais. Vi nos seus olhos que ele estava completamente entregue, sem mais medo ou dúvida.

Puxei ele para perto e nos beijamos com vontade, com intensidade — um beijo que misturava timidez e desejo, que foi ficando mais profundo a cada segundo. Nossas mãos começaram a percorrer cada parte do corpo um do outro, explorando com carinho e sede, sentindo o calor. Fomos caminhando devagar até o meu quarto, tirando as roupas pelo caminho, deixando-as espalhadas pelo chão, sem pressa.

Deitamos na cama, ele ficou beijando meu pescoço, descendo devagar com a boca, conhecendo no meu pau.

— Pô é bem grande!

— Calma, vai ser tranquilo, vai entrar tudo sem te machucar, confia em mim.

Quando terminamos as preliminares, ele ficou de ladinho, pronto e relaxado.

Fiquei bem colado nas suas costas, ergui um pouco a sua perna e fui pincelando bem devagar, sentindo o calor dele antes de começar. Aos poucos fui empurrando devagar, enquanto beijava seu pescoço e sussurrava que iria fazer tudo com calma, sem pressa. A cada empurradinha, parava um instante e perguntava:

— Está bem assim?

— Sim, continua, vai devagar.

Fui entrando milímetro por milímetro, esperando que seu corpo fosse se acostumando, deixando que ele sentisse cada parte sem pressa. Continuei beijando sua nuca, sua orelha, falando baixinho o quanto ele estava gostoso, e sempre verificando se estava tudo bem antes de ir um pouco mais fundo. Quando percebi que ele já relaxava e começava a se mexer devagar contra mim, fui aumentando o contato, sempre com cuidado, até que todo ele me envolvesse por completo.

Fiquei um instante parado, deixando ele se acostumar, enquanto apertava sua cintura e mordiscava sua orelha. Quando percebi que ele já rebolava de leve pedindo mais, comecei o vai e vem: devagar no começo, sentindo cada centímetro, depois aumentando um pouco o ritmo, sempre com carinho e firmeza. Ele gemia baixinho, o corpo todo arrepiado, e eu ia sussurrando no seu ouvido como ele era bom.

Depois de um tempo, virei ele de frente para mim, abri bem suas pernas e continuei, agora mais forte, mas sem perder o controle. As estocadas ficaram mais profundas, sincronizadas com os gemidos dele, que já não escondia mais o prazer. Continuei assim até sentir que ele estava chegando ao limite, e juntos gozamos, sentindo o calor um do outro, exaustos e satisfeitos.

CENA 2: No rio

No dia seguinte, depois do café da manhã, resolvemos ir até o riozinho nos fundos da propriedade. Fomos a cavalo, devagar, conversando pouco, mas com um clima diferente entre nós, mais íntimo. Quando chegamos, descemos e amarramos os animais.

— Vamos tomar um banho, está um calor danado — falei.

— Vamos sim — ele respondeu, já começando a tirar a roupa.

Entramos na água fresca, que batia na altura da cintura. A água refrescava, mas o olhar entre nós esquentava ainda mais. Cheguei perto dele, segurei sua cintura e o puxei para mim. Nos beijamos com vontade, a água balançando ao nosso redor.

Encostei suas costas na pedra mais lisa que havia ali, segurei suas pernas e abri bem. Entrei devagar, sentindo a água e o calor do seu corpo. O movimento era mais fácil ali, mais deslizante. Comecei a estocar devagar, depois mais forte, ouvindo os gemidos dele misturados com o som da água.

— Que gostoso, Heitor — ele dizia entre um gemido e outro.

— É aqui que você gosta, seu safadinho?

— Sim, muito!

Continuei assim por um bom tempo, até que ele se apertou todo contra mim e gozou, e logo depois eu também. Ficamos abraçados na água, recuperando o fôlego, antes de sair, secar e voltar para casa.

CENA 3: No galpão

No terceiro dia, passamos a manhã trabalhando para organizar o restante das ferramentas e empilhar as madeiras que seriam usadas mais tarde. O sol estava forte lá fora, e o galpão estava mais fresquinho.

Quando paramos para tomar água e limpar o suor da testa, Rafael se encostou, olhando para mim com aquele brilho nos olhos que eu já conhecia muito bem. Aproveitei que estávamos sozinhos e fechei a porta de madeira.

Ele veio até mim, e nos beijamos com muita vontade, com mais confiança do que da primeira vez.

— Você quer de novo?

— Quero muito, aqui também.

Ele se apoiou na mesa de trabalho, ficando de costas para mim, com as pernas levemente abertas.

— Está bom? É assim que tu quer seu safadinho?

— Sim, é isso mesmo, tá muito bom, mas Heitor vai com calma tá!

— Claro, só vou aumentar a força quando tu pedir.

Fui metendo, tirando e comecei a empurrar mais, beijando e mordendo seu pescoço e suas orelhas, deixando ele bem tranquilo. Continuei empurrando, e quando percebi que ele estava gostando e aguentando tudo, fui entrando mais, até que ficou todo atolado.

Quando notei que ele começou a rebolar, segurei pelos ombros, me encaixei bem colado, e dei uma estocada tão forte que a mesinha chegou a mudar de lugar. Continuei socando, batendo contra a sua bunda, ele rebolava e eu empurrava cada vez mais, o inclinei mais sobre a mesa, abri bem suas pernas, coloquei minha perna no banquinho de tirar leite das vacas, e fui socando até o fundo. O Rafa gemia, rebolava mas sem sentir dor. Fiquei naquela posição por uns minutos, quando eu estava cansado da posição, segurei bem firme ele pela cintura, com o pau atolado ainda, levei ele até o pelego no chão, deixei ele de costas, abri bem suas pernas, segurei com as duas mãos a sua cabeça e comecei a socar em uma sequência ritmada, constante e firme. Cada estocada era mais forte que a outra: umas mais profundas, outras mais curtas e firmes. Ele já estava todo entregue a mim.

Continuei socando, mordendo seu pescoço e suas orelhas, sussurrando no ouvido:

— Você é muito safado, muito gostosinho.

Não demorou muito e senti ele se contrair todo, gemendo alto, e logo depois eu também gozei, derramando tudo dentro dele. Ficamos ali deitados um pouco, até recuperar o fôlego.

Depois de tudo, voltamos para a casa, nos arrumamos e continuamos a rotina como se nada tivesse acontecido, mantendo o segredo entre nós.

— Heitor?

— Fala meu safadinho.

— Promete que não vai ser só essa vez?

— Claro que não. Agora que você provou, não vai querer mais parar, não é mesmo?

— É verdade. E outra coisa, não conta nunca para o Leonardo com detalhes, tá? Não quero que ele fique magoado ou que descubra tudo.

— Fica tranquilo. O que acontece aqui, fica entre nós. Ninguém vai saber.

No final da semana, Rafael voltou para a cidade. Alguns dias depois, Leonardo me procurou, curioso e com um olhar desconfiado:

— E aí, tio? o meu parceiro deu conta dos seus serviço?

— pô claro que deu , o guri trabalhou muito, ajudou a arrumar o galpão e ainda fomos pescar, foi tudo tranquilo.

— E se comportou bem?

— Com certeza Léo, achei que ele não ia aguentar a pegada o ritmo, mas foi tranquilo, se manteve firme sem reclamar .

— Aguentou então?

— É, o serviço é muito puxado, muita coisa para fazer, se saiu muito bem.

— Mas, mas ele fez alguma coisa que tu gostou, além do trabalho?

— Bha, Léo, com certeza, organizou o celeiro, o galpão pequeno, nunca tinha visto tudo tão arrumado, agora está tudo fácil de achar.

— E mais alguma coisa boa que fez? Algo que não seja do trabalho!

— Bha sim, agora tu vai ficar impressionado com o que ele fez

- humm então fala.

- Pedi pra ele preparar o almoço quando eu voltei, meu Deus, meu Deus Léo,o cheiro na cozinha era incrível! Fez um ensopado de carne de porco com legumes que olha, comemos muito, estava ótimo, ótimo cozinheiro também.

— Tá bom então.

— Não, não aconteceu nada de errado com o serviço, não se preocupe, foi muito profissional.

— Tá! Tudo bem então.

— Tu está chateado com alguma coisa, Léo? Parece estranho, não é o seu jeito.

— Não, estou muito bem, muito bem mesmo, tio. Já estou indo, a gente se fala outro dia.

— Tá bom então, um abraço. Ah, tem uma coisa que não falei!

se virou com um sorriso esperançoso, pensando que finalmente ia ouvir o que queria.

— Se ele quiser, pode vir semana que vem também. Tenho que organizar o galpão de ferramentas, ainda tem muita coisa pra fazer.

— Tá! Tudo bem.

Saiu contrariado, fechando a porta com um pouco mais de força do que o normal. Fiquei dando risadas baixas, sabendo muito bem o que o pervertido queria ouvir — e que nunca ira saber.

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